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Várzea Grande realiza audiências públicas nesta sexta (14) para definir metas do orçamento

População poderá participar presencialmente no IFMT e Previvag, ou acompanhar a transmissão ao vivo pelo YouTube
A Prefeitura de Várzea Grande realiza, nesta sexta-feira (14.08), duas audiências públicas para a elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o ano de 2027. A primeira apresentação será realizada às 9h, no auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) – Campus Várzea Grande, localizado no bairro Chapéu do Sol. A segunda será realizada às 15h, no Instituto de Seguridade Social de Várzea Grande (Previvag), no bairro Centro Sul.
Conforme a prefeita Flávia Moretti (PL), a participação popular e da sociedade civil organizada é fundamental na discussão do orçamento municipal elaborado pela atual gestão.
“Estamos dando transparência sobre o orçamento do próximo ano e apresentando os principais projetos que desejamos implantar em nosso município”, disse Moretti.
A Constituição Federal estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) define as prioridades e orienta a elaboração do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA).
Para a secretária municipal de Planejamento e Gestão Fazendária, Lucineia Ribeiro, a participação popular é fundamental para a discussão do orçamento municipal.
“A gestão da prefeita Flávia quer a participação de todos, pois somos integralmente democráticos, ainda mais para discutir o orçamento público”, afirmou Ribeiro.
A secretária também destacou que a população poderá acompanhar as audiências públicas de forma virtual, por meio do canal da Prefeitura de Várzea Grande no YouTube.
“Nosso município vive novos tempos, pois a atual gestão busca a transparência e quer a participação popular em todos os atos. O várzea-grandense terá uma grande oportunidade de acompanhar os investimentos do Município no ano que vem, além de fazer sugestões, mesmo que esteja online”, ressaltou Lucineia.
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Sucata vira música e emoção na estreia da primeira Orquestra de Sucata de MT

Crianças da periferia de VG sobem ao palco nesta sexta-feira (14), às 19h, para um espetáculo gratuito, com convidados especiais
Quando uma lata vira instrumento, uma criança vira artista e o que seria descartado ganha uma nova vida, a música acontece de um jeito diferente. É essa experiência que o público poderá vivenciar nesta sexta-feira (14.08), às 19h, no Cine Teatro Cuiabá, com a estreia oficial da primeira “Orquestra de Sucata do Estado de Mato Grosso – Anjos da Lata”. A entrada é gratuita e terá participações especiais dos cantores Thales de Paiva e Mariana Borealis, com Anselmo Parabá, no vocal, e em instrumentos como o violãocello de latão e o trompete de garrafa pet. Além de Sérgio Cabelo, no violino de material reciclado, Daniel Morel, no violatão, Marcelo Passos, na percurssão, Juan Vieira, com intervenção poética e Danilo Bareiro nos arranjos e na captação de som, entre músicas clássicas, brasileiras e ritmos que fazem parte da identidade cultural de Mato Grosso.
O espetáculo reúne crianças de 8 a 12 anos da Escola Municipal de Ensino Básico Lenine de Campos Póvoas, do bairro Eliane Gomes, em Várzea Grande, em uma apresentação que une música, criatividade, educação ambiental e inclusão social.
Durante 50 minutos, latas, baldes, garrafas pet, canos e outros materiais reaproveitados deixam de ser objetos descartados e podem se transformar em música, ganhando ritmo, melodia e emoção. O resultado de meses de dedicação das crianças é um concerto pensado em surpreender até quem nunca imaginou que sucata pudesse produzir uma Orquestra.
Tres ônibus sairão de Várzea Grande dos bairros Eliane Gomes, Treze de Setembro e Sete de Maio, levando gratuitamente moradores e convidados até o Cine Teatro Cuiabá.
O espetáculo será registrado em áudio e vídeo, permitindo que a experiência seja posteriormente compartilhada nas plataformas digitais e alcance novos públicos.
O REPERTÓRIO
O Cine Teatro será palco para novos talentos que apresentarão o repertório que passa por “Bolero de Ravel”, “Siriri Onça Pintada”, “Rasqueado com Mix Pixé e A Lua”, “Lambadão, Voltando pra Casa e Ei Amigo”, “Baião, com as músicas Anunciação, Asa Branca e Toque do Batuque”, “Ijexá, em Lua Soberana”, “Funk com Eu Só Quero é Ser Feliz, Baile de Favela e Glamurosa” e “O Trenzinho Caipira”, de Villa Lobos, além de uma música surpresa.
Entre os instrumentos estão o violãocello, produzido com madeira reaproveitada, cabo de vassoura e linha de anzol; o violino de garrafa pet; o ukulelata, feito com lata de thinner e madeira de pallet; bongôs de latas de alumínio; chocalhos de materiais reutilizados; além do conhecido trompete de garrafa pet.
Na percussão, latas metálicas se transformam em caixas de bateria, enquanto um timbal híbrido foi construído a partir de tubo reaproveitado de uma adutora de água de Várzea Grande.
POESIA NO PALCO
A música ganha a companhia da palavra com a participação do poeta, escritor, professor e compositor mato-grossense Juan Vieira, convidado por Anselmo Parabá para realizar uma intervenção poética durante o espetáculo.
“Quando Anselmo me convidou para participar achei muito potente pensar a poesia dentro de uma Orquestra de Sucata. A proposta do espetáculo já fala sobre transformação: aquilo que seria descartado ganha outro significado, vira instrumento, vira música. A poesia também faz isso com as palavras e com a nossa realidade”, afirma Juan.
DO LIXO À MÚSICA
Idealizada pelo músico, arte-educador e pesquisador Anselmo Parabá, fundador da Startup Anjos da Lata, com 12 anos de atuação, a Orquestra nasceu de uma pesquisa que há 20 anos transforma materiais recicláveis em instrumentos musicais.
A iniciativa vem transformando a sucata do cotidiano em ponto de partida para novas experiências para aquilo que parece não ter mais utilidade e agora virou Orquestra de Sucata – Anjos da Lata.
O projeto é realizado pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Empreendedores Criativos, em parceria com o Anjos da Lata, com recursos do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, via Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), “Viver Cultura”, e do Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL-MT), concedido ao Ponto de Cultura. A iniciativa conta ainda com o apoio do Cine Teatro Cuiabá, Fundação AMAGGI, Fundação Abrinq, Instituto INCA e Germano Produções.
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Fazenda Horizontina: a história por trás do local que sediará a Abertura Nacional do Plantio de Soja 26/27!

Falta cerca de um mês para a Abertura Nacional do Plantio de Soja 2026/27. E você sabe como é o local que vai receber um dos principais eventos de abertura da safra de soja do país? A Fazenda Horizontina, em Ipiranga do Norte (MT), será palco do evento no dia 17 de setembro, às 8h, no horário de Mato Grosso.
Mas como começou a história da propriedade? Quando ela foi adquirida? Como a produção evoluiu ao longo dos anos? E quais tecnologias são utilizadas atualmente? A Fazenda Horizontina foi adquirida em 2009, inicialmente com o objetivo de ampliar o cultivo de algodão em segunda safra. Desde então, a propriedade passou por mudanças e incorporou novas tecnologias e estratégias de manejo para aumentar a eficiência da produção.
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A origem do nome Horizontina
O nome da propriedade também tem uma ligação direta com a história da família. Segundo os responsáveis pela fazenda, Horizontina faz referência ao local de nascimento do patriarca da família, Ilo Pozzobon. A propriedade carrega, assim, não apenas uma identidade ligada à atividade agrícola, mas também parte da trajetória da família que está à frente do negócio.
Produtividade acima de 65 sacas
Hoje, a Fazenda Horizontina alcança médias de produtividade de soja superiores a 65 sacas por hectare. Para chegar a esses resultados, a propriedade vem adotando novas tecnologias e práticas de manejo, entre elas estratégias de agricultura regenerativa, tecnologias de aplicação localizada de defensivos e ferramentas de agricultura de precisão.
A fazenda também utiliza telemetria nas máquinas e imagens de NDVI na gestão operacional das atividades. Essas ferramentas permitem acompanhar melhor o desenvolvimento das lavouras, identificar diferenças dentro dos talhões e tomar decisões mais precisas, buscando otimizar o uso dos recursos e melhorar o desempenho das operações.
Os desafios da produção
Produzir soja também significa lidar com uma série de desafios, que vão desde os fatores climáticos até os custos de produção e as condições do mercado. Segundo Fernando Pozzobon, Diretor de Negócios da Fazenda Horizontina, o clima continua sendo um dos principais fatores de risco para quem trabalha com agricultura, justamente pela dificuldade de controlar as condições que determinam parte importante do resultado da lavoura.
“Produzimos a céu aberto e, por não termos controle sobre o clima, acredito ser este o maior desafio em termos de produção”, afirma Fernando. Para ele, porém, existe um desafio ainda maior para quem administra uma propriedade rural: garantir a sustentabilidade econômica da atividade ao longo do tempo, conciliando produtividade, custos e retorno.
“Como gestores, temos um desafio muito maior a ser considerado, que é a sustentabilidade econômica da atividade. Precisamos produzir mais, com menos”, aponta Fernando. Segundo ele, o caminho passa pela otimização dos recursos utilizados na produção, levando em consideração não apenas os aspectos técnicos da lavoura, mas também as variáveis ambientais e as condições do mercado.
“Precisamos otimizar todos os recursos empregados, considerando as variáveis ambientais e mercadológicas, para extrairmos o máximo de retorno”, afirma Fernando. A estratégia, portanto, busca aumentar a eficiência da propriedade sem deixar de considerar os fatores que influenciam diretamente a rentabilidade da produção.
O que a Fazenda Horizontina quer mostrar na abertura da safra?
Sediar a Abertura Nacional do Plantio de Soja 2026/27 representa, para a Fazenda Horizontina, um reconhecimento ao trabalho desenvolvido na propriedade. Segundo eleXXX, o evento também gera expectativa entre os moradores de Ipiranga do Norte, já que será uma oportunidade para apresentar a força e o potencial produtivo da região a produtores, empresas e representantes do setor.
“Para nós, representa o reconhecimento de que fazemos algo relevante. E isso gera uma expectativa em toda a sociedade de Ipiranga do Norte, pois será um momento em que esta cidade terá a oportunidade de demonstrar todo o potencial da região para atrair investimentos”, afirma. A expectativa é que a abertura da safra também ajude a mostrar as diferentes possibilidades de desenvolvimento da agricultura e da cadeia produtiva no município.
E a Fazenda Horizontina pretende mostrar aos produtores de todo o país um projeto que vai além da produção de grãos. A propriedade trabalha na implantação de uma economia circular, integrando as culturas de soja, milho e algodão à agroindustrialização, com o objetivo de aproveitar diferentes etapas da cadeia produtiva dentro da própria fazenda.
“Mostraremos aos presentes a implantação de uma economia circular com as culturas da soja, milho e algodão, juntamente com a agroindustrialização”, pontua o diretor. Na prática, a proposta busca transformar a produção vegetal em proteína animal e aproveitar os resíduos gerados ao longo do processo, ampliando o aproveitamento dos recursos disponíveis na propriedade.
“Transformamos dejetos em energia e fertilizantes para os campos de produção”, explica. Dessa forma, o modelo busca reduzir desperdícios, reaproveitar subprodutos e aumentar a eficiência do sistema produtivo, conectando diferentes atividades dentro da própria propriedade.
Agricultura e serviços ambientais
Outro ponto que a Fazenda Horizontina pretende destacar é o papel do produtor rural na prestação de serviços ambientais. Para Fernando, esses benefícios precisam ser mais reconhecidos pela sociedade, considerando a contribuição da atividade agrícola para o meio ambiente e para o equilíbrio dos sistemas produtivos.
“O agricultor deveria ser reconhecido pelos serviços ambientais que presta à sociedade, seja pela captura de carbono, seja pela filtragem da água pela evapotranspiração das plantas cultivadas”, afirma Fernando. Na avaliação dele, reconhecer essas funções também faz parte de uma discussão mais ampla sobre o futuro da produção agropecuária e a relação entre agricultura, meio ambiente e sustentabilidade.
Assim, a Fazenda Horizontina chega à Abertura Nacional do Plantio de Soja 2026/27 como o local que receberá o evento, mas, também, como um exemplo de como produção, tecnologia, eficiência, sustentabilidade e agroindustrialização podem caminhar juntas. A propriedade pretende apresentar aos produtores de todo o país um modelo que busca produzir mais, aproveitar melhor os recursos e agregar valor dentro da própria cadeia produtiva.
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Tática ilegal sai do controle, agrava incêndio e chamas ameaçam área urbana em Paranatinga

Bombeiros apagam fogo em área do Exército e combatem outros cinco grandes incêndios em MT. Estado teve 227 focos de calor em apenas 24 horas
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu o incêndio que atingiu uma área federal do Exército Brasileiro, em Rondonópolis, nas últimas 24 horas e segue, nesta quarta-feira (12.8), mobilizado no combate a cinco ocorrências de incêndios florestais nos municípios de Paranatinga, Nova Santa Helena, Rosário Oeste e Ribeirão Cascalheira.
O incêndio em Rondonópolis, que atingiu a área do 18º Grupo de Artilharia de Campanha (18º GAC), do Exército Brasileiro, foi extinto após uma força-tarefa que reuniu bombeiros militares, brigadistas e militares do Exército. O fogo estava controlado desde terça-feira (11.8) e, para a extinção completa das chamas, foram empregados uma motoniveladora, uma pá-carregadeira e cinco caminhões-pipa do Exército, além da estrutura operacional do CBMMT.
As equipes seguem no combate aos incêndios em Paranatinga, com as ações concentradas em duas frentes: uma às margens da MT-130, nas proximidades da área urbana do município, e outra nas imediações da MT-020.
Na MT-130, os bombeiros atuam para controlar as chamas e impedir a propagação do fogo. A operação conta com o apoio de três caminhões-pipa da prefeitura, um caminhão-pipa da concessionária da rodovia e uma aeronave disponibilizada por produtores rurais da região. Uma aeronave do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAVBM) também está em deslocamento para reforçar as ações de combate.
Há indícios de que o incêndio tenha começado após a realização irregular e sem autorização de um contra-fogo, utilizado na tentativa de impedir o avanço das chamas de outro foco, que já era combatido em uma área mais acima. No entanto, a estratégia teria saído de controle e contribuído para a propagação do incêndio.
Diante da situação, as equipes permanecem mobilizadas e atuam de forma integrada no controle das chamas, com o objetivo de impedir que o fogo avance em direção à área urbana do município.
Em Nova Santa Helena, as equipes permanecem mobilizadas no combate ao incêndio que atinge uma área de assentamento federal, sob responsabilidade da União. Os militares atuam de forma ininterrupta para controlar e extinguir os poucos focos que ainda permanecem ativos na região. O trabalho conta com o reforço de brigadistas, equipes da Força Nacional e produtores rurais da região, que disponibilizaram máquinas para auxiliar nas ações de combate. A operação também conta com o apoio de uma aeronave da Defesa Civil.
Já em Rosário Oeste, os trabalhos seguem nas proximidades da cabeceira do Rio Cuiabá. Além disso, as equipes atuam ainda no combate a um incêndio em Ribeirão Cascalheira. Em todas as ocorrências, as ações são conduzidas de forma estratégica, com foco no combate direto às chamas, no monitoramento das áreas atingidas e na proteção de vidas, propriedades rurais e do meio ambiente.
As ações contam com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar, que atuam de forma integrada, sempre que necessário, reforçando a estrutura empregada no enfrentamento aos incêndios florestais em todo o Estado.
Focos de calor
Em Mato Grosso, foram registrados 227 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).
Desse total, 143 focos de calor foram registrados no Cerrado e 84 na Amazônia. Em terras indígenas, foram identificados 95 focos de calor, sendo 24 focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; 23 focos na Terra Indígena Areões, em Nova Nazaré; 14 focos na Terra Indígena Marãiwatsédé, em Alto Boa Vista; 14 focos na Terra Indígena São Marcos, em Barra do Garças; sete focos na Terra Indígena Pimentel Barbosa, em Canarana; seis focos na Terra Indígena Sangradouro/Volta Grande, em Poxoréu; três focos no Parque Indígena Xingu, em Gaúcha do Norte; um foco na Terra Indígena Enawenê-Nawê, em Juína; um foco na Terra Indígena Marechal Rondon, em Paranatinga; um foco na Terra Indígena Utiariti, em Campo Novo do Parecis; e um foco na Terra Indígena Zoró, em Rondolândia.
É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo.
Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.
Fiscalização – Operação Infravermelho
O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no município de União do Sul, no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.
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