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Prazo final: Prefeitura abre vagas para aulas gratuitas de defesa pessoal para mulheres em Cuiabá

Inscrições para o ‘Programa Lutadoras’ vão apenas até 31 de julho. Há vagas para Jiu-Jitsu, Muay Thai, Judô e outras modalidades nas quatro regiões da cidade
Consolidado como uma política pública permanente de fortalecimento, proteção e promoção da autonomia feminina, o programa oferece atividades em diversas modalidades esportivas distribuídas pelas quatro regiões da capital. Entre as modalidades oferecidas estão Jiu-Jitsu, Capoeira, Judô, Karatê, Taekwondo e Muay Thai, com aulas nas regiões Sul, Norte, Leste e Oeste de Cuiabá. As vagas são limitadas.
De acordo com a secretária municipal da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, o projeto vai além do ensino de técnicas de defesa pessoal. A iniciativa fortalece a autoestima, a disciplina e a autoconfiança das participantes, além de promover a criação de uma rede de apoio entre mulheres.
O cronograma foi organizado para atender diferentes rotinas. A Turma 1 terá aulas às segundas e quartas-feiras, enquanto a Turma 2 será realizada às terças e quintas-feiras. As inscrições podem ser feitas por meio do formulário eletrônico disponível em: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScirvMsubET3ezSNXi-KOaVLpe0Iwsxbzh0EcSQVv8sFRyx9A/viewform. O link pode ser acessado também na página principal da Prefeitura de Cuiabá no https://www.cuiaba.mt.gov.br. Após o preenchimento, o pré-cadastro será analisado e validado pela equipe técnica da Secretaria Municipal da Mulher.
Desde a criação do Programa Lutadoras Fortalecendo a Mulher Cuiabana, as atividades contaram com a atuação de professores voluntários. Com recursos provenientes de emendas parlamentares destinadas pelo vereador Dilemário Alencar e pela vereadora Samantha Iris, uma entidade passou a contratar os profissionais previstos no Plano de Trabalho. Com isso, o programa passa a funcionar em modelo híbrido, reunindo professores voluntários e profissionais contratados, ampliando a capacidade de atendimento e fortalecendo a oferta das atividades.
Confira abaixo os locais e as modalidades:
Região Sul
Complexo do Passaredo: Judô (segunda e quarta, das 18h20 às 19h40); Capoeira (terça e quinta, das 18h20 às 19h40).
CRAS Osmar Cabral: Karatê (segunda e quarta, das 18h20 às 19h40); Capoeira (terça e quinta, das 18h20 às 19h40).
Centro Comunitário Tijucal: Taekwondo (segunda e quarta, das 16h às 17h20); Capoeira (terça e quinta, das 16h às 17h20).
Centro Comunitário Pedra 90: Capoeira (segunda e quarta, das 16h às 17h20); Capoeira (terça e quinta, das 16h às 17h20).
Região Norte
CRAS Dr. Fábio: Karatê (segunda e quarta, das 18h20 às 19h40); Capoeira (terça e quinta, das 18h20 às 19h40).
Centro Comunitário Florianópolis: Karatê (segunda e quarta, das 16h às 17h20); Muay Thai (terça e quinta, das 16h às 17h20).
CRAS CPA: Muay Thai (segunda e quarta, das 17h às 18h20); Capoeira (terça e quinta, das 17h às 18h20).
Secretaria Municipal da Mulher: Judô (segunda e quarta, das 18h às 19h20); Jiu-Jitsu (terça e quinta, das 17h às 18h20); Turma Avançada de Jiu-Jitsu (segunda e quarta, das 18h às 19h20).
Região Leste
Creche Dom Aquino: Capoeira (segunda e quarta, das 18h20 às 19h40); Jiu-Jitsu (terça e quinta, das 18h20 às 19h40).
CRAS Pedregal: Capoeira (segunda e quarta, das 18h20 às 19h40); Jiu-Jitsu (terça e quinta, das 18h20 às 19h40).
Beira Rio: Jiu-Jitsu (segunda e quarta, das 16h às 17h20); Jiu-Jitsu (terça e quinta, das 16h às 17h20).
CRAS Planalto: Capoeira (segunda e quarta, das 19h às 20h20); Karatê (terça e quinta, das 17h às 18h20).
Região Oeste
CRAS Novo Colorado: Capoeira (segunda e quarta, das 18h20 às 19h40); Jiu-Jitsu (terça e quinta, das 18h20 às 19h40).
Centro Comunitário Santa Isabel: Capoeira (segunda e quarta, das 16h às 17h20); Capoeira (terça e quinta, das 16h às 17h20).
Centro de Referência da Mulher (temporariamente com aulas na Secretaria Municipal da Mulher devido à reforma): Jiu-Jitsu (segunda e quarta, das 16h às 17h20); Jiu-Jitsu (terça e quinta, das 16h às 17h20).
CRAS Jardim Araçá: Jiu-Jitsu (segunda e quarta, das 18h20 às 19h40); Jiu-Jitsu (terça e quinta, das 18h20 às 19h40).
Com Assessoria
Agro Mato Grosso
Legado que atravessa gerações: a história da família Giacomolli no campo

Entre desafios, trabalho e paixão pela agricultura, pais, filhos e netos mantêm viva uma história construída há mais de cinco décadas em Mato Grosso
Toda propriedade rural guarda uma história. Algumas começam com um pedaço de terra, outras com uma oportunidade. A história da família Giacomolli começou com uma decisão que exigiu a coragem de deixar o Sul do país para recomeçar a vida em uma região onde quase tudo ainda estava por ser construído.
Mais de 50 anos depois, essa escolha continua produzindo frutos. O que antes era apenas o sonho de uma família transformou-se em um legado que hoje une três gerações em torno da paixão por produzir alimentos e dar continuidade a uma história construída com trabalho, resiliência e amor pelo campo.
Foi em 1972 que o pai de Valmor Giacomolli decidiu investir em terras no então norte de Mato Grosso. Na época, a região ainda dava os primeiros passos no desenvolvimento agrícola e oferecia poucas das facilidades encontradas atualmente. Valmor acompanhou de perto esse processo. Ainda jovem, veio para o estado junto com a mudança da família e participou dos primeiros trabalhos na propriedade. Alguns anos depois, retornou ao Sul para se casar, mas não demorou a voltar definitivamente para Mato Grosso, onde decidiu construir sua própria trajetória.
“Meu pai veio para cá em 1972 e eu acompanhei toda essa mudança. Comecei a trabalhar nas terras com eles e, depois que casei, em 1977, voltei de vez. Nesse período consegui comprar minha própria área e começamos nossa caminhada. Não foi fácil, foi um grande sacrifício, mas valeu a pena.”
Ao lado dele estava Neusa Giacomolli, que também precisou deixar para trás a vida que conhecia para enfrentar os desafios de uma região que ainda estava sendo desbravada. Ela lembra que a decisão aconteceu ainda durante o namoro e que, apesar das dificuldades, nunca houve arrependimento.
“Foi um susto. A gente estava namorando quando surgiu a oportunidade de vir para Mato Grosso. Como ele gostou da região e nós já tínhamos planos de construir uma vida juntos, resolvemos encarar. Naquela época era muita chuva, estrada de chão, muito barro. Era de assustar, mas mesmo assim nós viemos.”
As lembranças daquele período revelam uma realidade muito diferente da atual. Estradas precárias, longas distâncias, pouca infraestrutura e inúmeras incertezas faziam parte do cotidiano dos primeiros produtores que chegaram à região. Ainda assim, desistir nunca foi uma opção.
Com o passar dos anos, o trabalho realizado pela família permitiu consolidar a propriedade e construir um ambiente em que a agricultura passou a ser muito mais do que uma atividade econômica. Foi nesse ambiente que cresceu César Anderson Giacomolli. Desde a infância, acompanhar os pais na lavoura fazia parte da rotina. Enquanto outras crianças passavam o tempo brincando, ele observava cada etapa do trabalho na fazenda, curioso para entender como tudo funcionava.
“Desde que me conheço por gente estou ligado ao agronegócio. Cresci dentro da fazenda acompanhando meus pais. Sempre admirei muito o trabalho deles e tinha aquele olhar curioso de quem queria aprender. Ver uma colheita acontecendo era algo que me encantava.”
O interesse surgiu cedo. Ainda criança, César já fazia questão de participar das atividades da propriedade e, antes mesmo da adolescência, começou a assumir pequenas responsabilidades no dia a dia da fazenda.
“Com 11 ou 12 anos eu já dirigia trator e ajudava no preparo do solo. Eu acredito que ser agricultor é uma vocação, assim como qualquer outra profissão. Desde pequeno me identifiquei com isso e hoje posso dizer, com muito orgulho, que sou agricultor.”
Mais do que ensinar o trabalho na lavoura, Valmor e Neusa transmitiram ao filho uma maneira de enxergar a atividade rural. Entre os ensinamentos que ficaram marcados, César destaca um valor que considera essencial para quem vive da agricultura: a capacidade de seguir em frente, independentemente das dificuldades.
“O que mais me marcou foi a determinação dos meus pais. Quando uma safra não era boa, eles sempre diziam que a próxima seria melhor. Esse otimismo faz parte da vida do agricultor e é isso que nos mantém firmes.”
Essa visão também influencia a forma como ele enxerga a sucessão familiar. Para César, assumir responsabilidades na propriedade nunca significou ocupar o lugar dos pais, mas continuar uma história que começou muito antes da sua geração.
“Eu estou nessa função de sucessor, mas, para mim, sucessão não significa substituir ninguém. Significa dar continuidade ao que eles construíram. Hoje nós trabalhamos juntos e seguimos construindo essa história como família.”
Valmor observa com satisfação o interesse do neto pela atividade rural e vê na terceira geração a continuidade do legado iniciado ainda na década de 1970. “Eu também nasci e me criei na roça. Hoje vejo meu neto vindo para a fazenda, gostando desse ambiente e aprendendo a trabalhar com as máquinas. Isso dá muito orgulho.”
Mais do que preservar um patrimônio, a família Giacomolli acredita que o maior legado está nos valores transmitidos entre as gerações: responsabilidade, dedicação, respeito à terra e confiança no futuro.
Por isso, César faz questão de deixar uma reflexão para os jovens que também se preparam para assumir o comando das propriedades rurais. “É importante que a nossa geração trabalhe da melhor forma possível para que as próximas também tenham condições de continuar essa história. O legado que recebemos precisa ser fortalecido todos os dias para seguir adiante.”
Cinco décadas depois da mudança que levou a família ao Mato Grosso, a propriedade continua sendo palco da mesma história iniciada por Valmor e Neusa, uma história construída com coragem para recomeçar, disposição para enfrentar os desafios do campo e a certeza de que o verdadeiro legado não está apenas na terra cultivada, mas nas pessoas preparadas para continuar cuidando dela.
Agro Mato Grosso
Parceria de agricultor para agricultor marca atuação da AMAGGI no campo

No dia 28 de julho, Dia do Agricultor, a AMAGGI homenageia os homens e mulheres que fazem da terra seu trabalho e seu legado.
Há parcerias que começam com uma safra. Outras atravessam décadas, passam de pais para filhos e fazem parte da história de famílias inteiras. Na AMAGGI, é assim que muitas relações com produtores rurais foram construídas ao longo de quase 50 anos: com proximidade, confiança e a certeza de que é possível crescer juntos.
Neste Dia do Agricultor, celebrado em 28 de julho, a AMAGGI homenageia os homens e mulheres que fazem da terra seu trabalho e seu legado. Como uma empresa agricultora em sua essência, reconhece os desafios, as conquistas e a dedicação de quem vive o campo todos os dias.
Desde sua fundação, a companhia mantém uma relação próxima com seus parceiros.
Para Marcos Basso, cliente da AMAGGI há 40 anos, a proximidade, o respeito e a confiança são a base da parceria construída ao longo das décadas. “Temos uma relação de credibilidade e reciprocidade com a AMAGGI. A empresa tem o DNA do agricultor e nos entende”, pontua Marcos.
Roberto Pio, gerente regional de Originação da AMAGGI e colaborador há 39 anos, destaca que o vínculo com os produtores reflete uma relação de confiança construída ao longo do tempo. “Temos parcerias que começaram há muito tempo e que hoje seguem com os filhos e netos de produtores que confiam na AMAGGI. Honramos nossos compromissos, e o agricultor sabe que pode contar com a gente”, enfatiza Pio.
Segundo Marcelo Machado, diretor de Originação e Insumos da AMAGGI, o diferencial da companhia está em compreender de perto a realidade do produtor rural. “Somos agricultores e entendemos as dores dos nossos clientes. Essa proximidade vem de estarmos também no campo, com equipes presentes em diferentes regiões do Brasil”, afirma Machado.

Cliente AMAGGI – Nair Bezerra – Fazenda Carla Angélica, Itiquira – MT
A proximidade também evolui
Ao longo dos anos, a relação da AMAGGI com os produtores acompanhou as transformações do agronegócio, mantendo a proximidade como essência. Um exemplo é o Amaggi On, plataforma de comércio eletrônico que completa três anos em julho e oferece soluções digitais com conveniência, agilidade e a credibilidade dos serviços da companhia.
Pela plataforma, os produtores têm acesso a um portfólio de insumos, como defensivos agrícolas, fertilizantes e sementes de soja e milho, com a segurança de contar com uma empresa que conhece a realidade do campo.
Atualmente, o Amaggi On atende produtores em Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Pará, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, e segue ampliando sua atuação para Rio Grande do Sul e Santa Catarina, reforçando o compromisso da AMAGGI de levar inovação e conveniência a importantes regiões agrícolas do Brasil.
veja;
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Câmeras de alta resolução passam a monitorar Parque das Águas 24 horas por dia

Além das pistas de caminhada e estacionamento, tecnologia também será instalada no Mercado do Porto e no Museu do Rio
Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Corrêa, o principal objetivo é ampliar a sensação de segurança dos frequentadores e dar suporte ágil às forças policiais.
“O resultado esperado é proporcionar mais segurança e tranquilidade para as famílias e turistas que aproveitam o parque. Depois que as câmeras integradas ao Vigia Mais começarem a identificar pessoas procuradas pela Justiça e atividades suspeitas, e as capturas passarem a ocorrer, pessoas com esse perfil deixarão de frequentar o local”, destacou o secretário.
O assessor técnico da Secretaria, Rodrigo Toledo, explicou que os 34 equipamentos serão distribuídos em áreas estratégicas, como pistas de caminhada, espaços de convivência e estacionamento. O projeto foi elaborado em parceria com a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) e parceiros técnicos para garantir a cobertura de todo o perímetro.
“O sistema utiliza câmeras analíticas de altíssima resolução. Assim que o software identifica um indivíduo com mandado de prisão em aberto ou um veículo irregular, alertas são enviados instantaneamente à Secretaria de Estado de Segurança Pública”, detalhou Toledo.
Mais tranquilidade para os frequentadores
Quem costuma frequentar o Parque das Águas aprova a novidade. A assistente de marketing Bianca Fernanda Cunha Gonçalves Peixoto, que visita o local com a família, acredita que a medida trará mais confiança para a população.
“Tenho um filho pequeno e vejo que as câmeras aumentam a segurança de todos. Saber que há monitoramento em tempo real e registro de ocorrências nos dá muito mais tranquilidade para frequentar o parque em diferentes horários”, comentou.
O advogado André Eduardo, frequentador assíduo, ressalta que o videomonitoramento chega para reforçar o trabalho ostensivo já realizado no local.
“Já me sinto seguro por conta do policiamento presente, mas as câmeras vêm para somar de forma expressiva, principalmente na área do estacionamento”, afirmou.
Próximas etapas
Além do Parque das Águas, o plano de expansão do videomonitoramento contemplará outros espaços públicos administrados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura.
Entre os locais previstos nas próximas fases estão:
– Complexo do Museu do Rio, incluindo o Aquário Municipal e as áreas de lazer;
– Mercado do Porto, com previsão de 84 câmeras distribuídas entre as áreas internas e o estacionamento;
– Museu da Caixa D’Água Velha.
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