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28 de julho de 2026

Sustentabilidade

Colheita da 1ª safra de milho atinge 99% e 2ª safra avança para 58,3% no País – MAIS SOJA

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Milho 1ª Safra: 99,0% colhido.

Em SC, SP, PR, RS, GO, MG e PA, a colheita está finalizada. Na BA, MA e PI, a colheita se aproxima da finalização. No RS, o plantio da safra 2026/27 já foi iniciado pontualmente.

Milho 2ª Safra – 58,3% colhido.

Em MT, a colheita segue acelerada, já se encaminhando para os talhões semeados tardiamente. As produtividades continuam a superar as estimadas inicialmente. No PR, a redução das chuvas favoreceu o avanço da colheita. Em MS, a colheita segue e as produtividades obtidas são consideradas satisfatórias.

Em GO, a colheita segue atrasada e com ritmo reduzido no Sudoeste devido à umidade nos grãos. Em MG, a colheita avança nas áreas irrigadas com produtividades abaixo das estimadas.

Em SP, as chuvas ocorridas atrasaram a colheita. No TO, a colheita se aproxima da finalização, com redução nas produtividades nas áreas semeadas fora da janela ideal de cultivo.

No MA, a colheita avança nos Gerais de Balsas e as produtividades obtidas estão inferiores às da última safra. No PI, a colheita alcança 72% da área semeada e as produtividades se mantém inferiores às obtidas no último ciclo. No PA, a colheita avança nos polos de Santarém e Paragominas, com boas produtividades sendo alcançadas.

Fonte: Conab



 

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Sustentabilidade

Algodão/Conab: Colheita ganha ritmo no país e produtividade surpreende – MAIS SOJA

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Algodão/BR: 16,5% colhido. Em MT, as condições meteorológicas favoráveis e o avanço de novas áreas em ponto ideal de maturação conferiram ritmo à colheita. No manejo fitossanitário, permanece a prioridade no controle do bicudodo-algodoeiro. Na BA, a colheita segue em andamento e aproxima-se de 20% da área estimada de cultivo.

No MA, nos Gerais de Balsas, a colheita se aproxima da metade da área cultivada da primeira safra, dentro do planejamento operacional, com a colheita da segunda safra prevista para iniciar no final de julho.

Em MS, a colheita foi intensificada e atinge 50% da área. As lavouras da região dos Chapadões apresentam ótimo potencial produtivo. Na região Central, o calendário de plantio mais atrasado e a ocorrência de chuvas esparsas mantêm a colheita mais incipiente.

Em MG, as lavouras se desenvolveram em boas condições, favorecidas pelo clima. A colheita segue avançando com produtividade superando as estimativas iniciais. Em GO, a colheita avançou nas regiões leste e extremo sul, com boas produtividades, reflexo das condições climáticas favoráveis e do controle fitossanitário. No extremo sul, as chuvas recentes prejudicaram a pluma colhida. O peso manteve-se satisfatório, mas há certo grau de impurezas. As lavouras irrigadas seguem em boas condições, com previsão de início de colheita ainda em julho.

No PI, a colheita começa a ganhar ritmo, com produtividades superando as expectativas iniciais. Em SP, a colheita foi finalizada.

Previsão Agrometeorológica (20/07/2026 a 27/07/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer no Oeste do AM e em RR. No litoral do PA, no AP e no AC, os acumulados serão menores e, nas demais áreas da Região Norte, são previstas precipitações pouco significativas. Na Região Nordeste, as chuvas devem se concentrar na faixa litorânea, com destaque para o MA. Na faixa entre a PB e o Sul da BA, os acumulados serão menores e, nas demais áreas do litoral nordestino, os volumes serão pouco significativos. Não há previsão de chuva no Sertão Nordestino. As condições continuarão favoráveis para a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra. No Sealba, permanecerá a restrição hídrica para o feijão e o milho terceira safra.

CO: O tempo firme deve predominar ao longo da semana na maior parte da Região. Há previsão de chuva apenas para as áreas do Noroeste de MT e do Sul de MS, onde os acumulados serão pouco significativos. As condições permanecerão favoráveis para a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra, além do trigo sequeiro. No Sudoeste de MS, a umidade no solo deve ser suficiente para as lavouras de trigo em floração e enchimento de grãos.

SE: O tempo deve permanecer estável ao longo da semana. Ainda assim, há previsão de chuvas fracas em áreas do litoral de SP, no Sul do RJ, no litoral Norte do ES e no Sul de MG, onde os acumulados serão pouco significativos. Nas demais áreas da Região, o predomínio será de tempo firme, com baixa probabilidade de ocorrência de chuva. No geral, as condições serão favoráveis para a maturação e a colheita dos cultivos de grãos, da cana-deaçúcar e do café.

S: A semana inicia com predomínio de tempo instável em grande parte da Região. O destaque é o RS, onde há previsão de tempestades, com possibilidade de queda de granizo e danos pontuais aos cultivos de inverno. Ao longo da semana, as instabilidades avançam em direção aos demais estados. Os maiores volumes de chuva devem ocorrer no RS, especialmente, até quarta-feira. Na quinta-feira, maiores acumulados de chuva podem se deslocar para SC e o PR. No final da semana, as chuvas voltam a se intensificar sobre o RS, com os maiores volumes concentrados na porção sul do estado.

Fonte: Conab


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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Tensões geopolíticas elevam preço externo – MAIS SOJA

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As cotações internacionais do trigo avançaram nos últimos dias, influenciadas pelo agravamento das tensões entre Rússia e Ucrânia e pelas preocupações climáticas em importantes regiões produtoras na Europa e nos Estados Unidos. Na Bolsa de Chicago (CME Group), o contrato Setembro/26 chegou a superar US$ 7/bushel.

No Brasil, por outro lado, a comercialização permanece lenta, em cenário típico de entressafra, com oferta restrita da temporada passada, moinhos abastecidos e produtores cautelosos nas negociações antecipadas da nova safra, de acordo com o Cepea.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Soja sucumbe à realização de lucros e cai cerca de 3% em Chicago – MAIS SOJA

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 Os contratos futuros da soja fecharam em forte baixa nesta segunda-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após atingir na semana passada os maiores patamares em mais de dois anos, o mercado sucumbiu a um movimento de realização de lucros e despencou cerca de 3% no início da semana.

A queda acentuada das cotações do petróleo no mercado internacional acelerou o movimento de vendas e acentuou a queda. Com a expectativa de retomada das negociações entre Irã e Estados Unidos, o barril do petróleo teve um dia de fortes perdas, tanto em Londres como em Nova York.

Os exportadores privados americanos anunciaram a venda de 132 mil toneladas para a China e 126 mil toneladas de soja em grão para destinos não revelados. Hoje, os sinais de boa demanda foram insuficientes para conter as perdas.

O mercado aguarda agora a divulgação dos dados de condições das lavouras americanas, às 17h, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A expectativa é de que a taxa de lavouras entre boas e excelentes condições recue, reflexo do recente calor extremo sobre o cinturão produtor americano.

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 39,50 centavos de dólar, ou 3,16%, a US$ 12,08 1/2 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 12,13 3/4 por bushel, com retração de 39,75 centavos de dólar ou 3,17%.

Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com baixa de US$ 10,50 ou 3,17% a US$ 320,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 70,85 centavos de dólar, com perda de 2,62 centavos ou 3,56%.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua / Agência Safras

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