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Brasil terá semana dividida entre frente fria e calor extremo; risco de incêndios cresce em diferentes regiões

A semana entre os dias 20 e 24 de julho será marcada por diferentes condições climáticas no Brasil. Enquanto uma frente fria provoca chuva persistente e temporais no Sul, um bloqueio atmosférico mantém o tempo quente e seco em grande parte do Sudeste e Centro-Oeste, aumentando o risco de incêndios.
Já no Norte e no Nordeste, as chuvas seguem concentradas em áreas específicas, enquanto outras localidades continuam sob calor intenso e baixa umidade do ar.
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Região Sul
A atuação de uma frente fria, associada a um sistema de baixa pressão que deve evoluir para um ciclone extratropical próximo à costa do Uruguai, mantém o tempo instável na Região Sul. O Rio Grande do Sul será o estado mais afetado, com chuva persistente e volumosa, principalmente na metade Sul, Missões, Oeste, Vales, região central e região Metropolitana de Porto Alegre.
Há risco de alagamentos, enxurradas e elevação dos níveis dos rios. Em Santa Catarina e no Paraná, a chuva avança ao longo da semana, especialmente no oeste catarinense e sudoeste paranaense. Os temporais podem ser acompanhados de granizo e rajadas de vento superiores a 100 km/h até quarta-feira.
Os acumulados podem alcançar entre 100 e 150 milímetros no centro-norte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná, dificultando os trabalhos no campo e aumentando o risco de deslizamentos de terra.
Tempo firme no Sudeste
O bloqueio atmosférico, associado a uma massa de ar seco e a um sistema de alta pressão sobre o Atlântico Sul, mantém o tempo firme na maior parte da região. O veranico continua sobre São Paulo, Triângulo Mineiro, sul de Minas Gerais e centro-sul do Rio de Janeiro, favorecendo dias ensolarados, temperaturas acima da média e baixos índices de umidade relativa do ar.
Apenas o litoral do Espírito Santo e o nordeste de Minas Gerais têm previsão de chuva fraca e isolada. A partir de quarta-feira, no entanto, o tempo muda em São Paulo, com previsão de tempestades e acumulados entre 60 e 70 milímetros até sexta-feira, o que pode prejudicar os trabalhos em campo.
Nas demais áreas, o calor permanece intenso, com máximas acima de 37°C no noroeste de Minas Gerais, elevando o risco de focos de incêndio.
O tempo no Centro-Oeste
O tempo firme predomina em praticamente toda a região devido à atuação de uma massa de ar seco reforçada pelo bloqueio atmosférico. O veranico continua em Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e sul de Mato Grosso, mantendo temperaturas acima da média e baixa umidade do ar.
Apenas o extremo norte e noroeste de Mato Grosso podem registrar pancadas isoladas de chuva. A partir de quarta-feira, áreas de Mato Grosso do Sul voltam a receber chuva, com risco de temporais e acumulados entre 60 e 70 milímetros no centro-sul do estado até sexta-feira.
Nos demais estados, as temperaturas podem superar os 40°C no norte de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, aumentando o potencial para focos de incêndio.
Nordeste
A circulação de umidade do oceano mantém chuva persistente entre o litoral da Bahia e a faixa litorânea entre Sergipe e o Rio Grande do Norte. Também há previsão de pancadas mais intensas no litoral do Maranhão, Piauí e Ceará.
No interior da região, predomina o tempo seco, com temperaturas elevadas, baixa umidade e rajadas de vento moderadas. Os acumulados mais significativos ficam restritos ao litoral, entre 20 e 30 milímetros.
Já o oeste da Bahia, centro-sul do Maranhão e centro-sul do Piauí permanecem em atenção para o aumento do risco de incêndios, devido à umidade relativa do ar abaixo de 30% e temperaturas entre 39°C e 40°C.
Calor no Norte
O calor e a elevada umidade continuam favorecendo pancadas de chuva e temporais isolados no Amazonas, Roraima, Amapá e no norte, noroeste e litoral do Pará.
No Acre e em Rondônia, as chuvas devem ocorrer de forma fraca, com acumulados entre 10 e 15 milímetros, suficientes apenas para elevar a umidade do ar. Já no sudeste do Amazonas, sul do Pará e Tocantins, o tempo permanece firme, com temperaturas elevadas e baixa umidade.
No sul do Pará e no Tocantins, onde não há previsão de chuva significativa, as temperaturas podem superar os 39°C e 40°C, mantendo elevado o risco de focos de incêndio ao longo da semana
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É nesta quinta! A Abertura Nacional do Plantio da Soja 26/27 vem aí; saiba como assistir ao vivo

Está chegando a hora! É amanhã, 17 de setembro, que acontece a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27. A partir das 9h, pelo horário de Brasília, você poderá acompanhar ao vivo pelo Canal Rural e pelo YouTube tudo o que acontece na Fazenda Horizontina, em Ipiranga do Norte (MT).
Ao longo da programação, os participantes vão acompanhar debates sobre os principais assuntos que devem movimentar o setor durante o novo ciclo. Entre os destaques está a discussão sobre a verticalização da soja na produção de alimentos e energia.
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Além de marcar oficialmente a largada da safra 2026/27, a Abertura Nacional terá um significado especial neste ano. O evento também dará início às comemorações dos 15 anos do Projeto Soja Brasil, iniciativa que acompanha de perto as transformações, os desafios e os avanços da produção de soja no país.
Falta pouco! Amanhã, acompanhe a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27 pelo Canal Rural e pelo YouTube.
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Leilão de compra de arroz da Conab adquire apenas 5% do ofertado

O primeiro leilão de compra de arroz para formação de estoques públicos realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quarta-feira (16) não obteve o sucesso esperado.
A expectativa do governo era adquirir até 127,3 mil toneladas do cereal a granel da safra 2025/26, classe longo-fino em casca, Tipo 1, a fim de mitigar os possíveis impactos associados ao fenômeno climático El Niño e, assim, assegurar o abastecimento no país.
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No entanto, o pregão eletrônico realizado pelo Sistema de Comercialização Eletrônica da entidade (Siscoe), resultou na compra de apenas 4,05 mil toneladas, ou 5,1% do total ofertado.
Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Evandro Oliveira, o leilão ocorreu em um momento inoportuno, sem qualquer pedido de ajuda por parte dos produtores, e ofereceu preços pouco atrativos, até mesmo abaixo das referências do mercado físico, dependendo da região.
De acordo com ele, já se esperava baixa adesão diante dos preços máximos oferecidos pelo leilão, entre R$ 80 a R$ 82 reais por saca, valores semelhantes aos praticados hoje no mercado físico. “Então, os preços não foram suficientemente atrativos para movimentar volumes significativos nesse leilão”, pontuou.
No Rio Grande do Sul, nas praças de produção e comercialização de Pelotas e ainda no litoral, o arroz está sendo negociado na faixa de R$ 80,00 a R$ 85,00 por saca, chegando a R$ 90 no porto.
“Logo, os valores oferecidos pelo leilão ficaram bem abaixo do necessário para atrair uma demanda significativa, o que explica o fracasso da operação”, salientou o analista.
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Conab fará leilões para comprar até 224 mil toneladas de milho

Duas operações de compra de milho em grãos preveem a aquisição de até 224 mil toneladas para formação de estoques públicos. Os leilões eletrônicos serão realizados na sexta-feira (18) e na segunda-feira (21), às 9h, com recebimento do produto em unidades armazenadoras de oito unidades da Federação. A medida também prevê oferta posterior por meio do Programa de Vendas em Balcão (ProVB).
Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o volume de até 224 mil toneladas corresponde ao total das duas operações. O segundo leilão ofertará apenas os lotes que não forem negociados no primeiro certame, sem que a compra total ultrapasse esse limite.
A operação da sexta-feira (18), referente ao Aviso nº 64/2026, será exclusiva para a agricultura familiar. Poderão participar produtores rurais familiares, cooperativas de produtores rurais familiares e associações da agricultura familiar com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ou Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) válida.
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Já o leilão da segunda-feira (21), Aviso nº 65/2026, será em ampla concorrência. O certame admite a participação de produtores rurais, cooperativas e comerciantes, desde que atendam às exigências de cadastramento, habilitação jurídica e regularidade fiscal previstas no aviso.
O milho será recebido em unidades armazenadoras localizadas na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. As operações serão realizadas pela Conab no Sistema de Comercialização Eletrônica da Companhia (Siscoe), em Brasília.
Os participantes precisam estar cadastrados na bolsa por meio da qual apresentarão propostas e em situação regular no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf), no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) e no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais e Demais Agentes (Sican).
O produto deverá seguir os padrões de classificação estabelecidos nos avisos e vir acompanhado de certificado emitido por entidade credenciada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O preço máximo de compra será divulgado com pelo menos dois dias úteis de antecedência. Os arrematantes deverão apresentar garantia de 5% do valor da operação e organizar o cronograma de entrega com a unidade regional responsável pelo recebimento.
Após a aprovação do milho entregue, o pagamento aos fornecedores deverá ocorrer em até dez dias úteis. Caso todo o volume seja negociado na operação exclusiva para a agricultura familiar, não haverá lotes remanescentes para a disputa em ampla concorrência.
Fonte: gov.br
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