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20 de julho de 2026

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Brasil terá semana dividida entre frente fria e calor extremo; risco de incêndios cresce em diferentes regiões

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Foto: Pixabay

A semana entre os dias 20 e 24 de julho será marcada por diferentes condições climáticas no Brasil. Enquanto uma frente fria provoca chuva persistente e temporais no Sul, um bloqueio atmosférico mantém o tempo quente e seco em grande parte do Sudeste e Centro-Oeste, aumentando o risco de incêndios.

Já no Norte e no Nordeste, as chuvas seguem concentradas em áreas específicas, enquanto outras localidades continuam sob calor intenso e baixa umidade do ar.

Região Sul

A atuação de uma frente fria, associada a um sistema de baixa pressão que deve evoluir para um ciclone extratropical próximo à costa do Uruguai, mantém o tempo instável na Região Sul. O Rio Grande do Sul será o estado mais afetado, com chuva persistente e volumosa, principalmente na metade Sul, Missões, Oeste, Vales, região central e região Metropolitana de Porto Alegre.

Há risco de alagamentos, enxurradas e elevação dos níveis dos rios. Em Santa Catarina e no Paraná, a chuva avança ao longo da semana, especialmente no oeste catarinense e sudoeste paranaense. Os temporais podem ser acompanhados de granizo e rajadas de vento superiores a 100 km/h até quarta-feira.

Os acumulados podem alcançar entre 100 e 150 milímetros no centro-norte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná, dificultando os trabalhos no campo e aumentando o risco de deslizamentos de terra.

Tempo firme no Sudeste

O bloqueio atmosférico, associado a uma massa de ar seco e a um sistema de alta pressão sobre o Atlântico Sul, mantém o tempo firme na maior parte da região. O veranico continua sobre São Paulo, Triângulo Mineiro, sul de Minas Gerais e centro-sul do Rio de Janeiro, favorecendo dias ensolarados, temperaturas acima da média e baixos índices de umidade relativa do ar.

Apenas o litoral do Espírito Santo e o nordeste de Minas Gerais têm previsão de chuva fraca e isolada. A partir de quarta-feira, no entanto, o tempo muda em São Paulo, com previsão de tempestades e acumulados entre 60 e 70 milímetros até sexta-feira, o que pode prejudicar os trabalhos em campo.

Nas demais áreas, o calor permanece intenso, com máximas acima de 37°C no noroeste de Minas Gerais, elevando o risco de focos de incêndio.

O tempo no Centro-Oeste

O tempo firme predomina em praticamente toda a região devido à atuação de uma massa de ar seco reforçada pelo bloqueio atmosférico. O veranico continua em Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e sul de Mato Grosso, mantendo temperaturas acima da média e baixa umidade do ar.

Apenas o extremo norte e noroeste de Mato Grosso podem registrar pancadas isoladas de chuva. A partir de quarta-feira, áreas de Mato Grosso do Sul voltam a receber chuva, com risco de temporais e acumulados entre 60 e 70 milímetros no centro-sul do estado até sexta-feira.

Nos demais estados, as temperaturas podem superar os 40°C no norte de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, aumentando o potencial para focos de incêndio.

Nordeste

A circulação de umidade do oceano mantém chuva persistente entre o litoral da Bahia e a faixa litorânea entre Sergipe e o Rio Grande do Norte. Também há previsão de pancadas mais intensas no litoral do Maranhão, Piauí e Ceará.

No interior da região, predomina o tempo seco, com temperaturas elevadas, baixa umidade e rajadas de vento moderadas. Os acumulados mais significativos ficam restritos ao litoral, entre 20 e 30 milímetros.

Já o oeste da Bahia, centro-sul do Maranhão e centro-sul do Piauí permanecem em atenção para o aumento do risco de incêndios, devido à umidade relativa do ar abaixo de 30% e temperaturas entre 39°C e 40°C.

Calor no Norte

O calor e a elevada umidade continuam favorecendo pancadas de chuva e temporais isolados no Amazonas, Roraima, Amapá e no norte, noroeste e litoral do Pará.

No Acre e em Rondônia, as chuvas devem ocorrer de forma fraca, com acumulados entre 10 e 15 milímetros, suficientes apenas para elevar a umidade do ar. Já no sudeste do Amazonas, sul do Pará e Tocantins, o tempo permanece firme, com temperaturas elevadas e baixa umidade.

No sul do Pará e no Tocantins, onde não há previsão de chuva significativa, as temperaturas podem superar os 39°C e 40°C, mantendo elevado o risco de focos de incêndio ao longo da semana

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Maior oferta da 3ª safra derruba preços do feijão carioca

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A entrada da 3ª safra mantém elevada a oferta de feijão carioca e pressiona os preços no campo, segundo o Indicador de Preços Cepea/CNA no período de 9 a 16 de julho. No varejo, os valores ainda refletem os reajustes acumulados ao longo da 1ª e da 2ª safras. Já o feijão preto segue com mercado mais firme, sustentado pela menor produção e pelo fim da 2ª safra.

No feijão carioca peneira 12 ou nota 9,0, o avanço da colheita da 3ª safra ampliou a disponibilidade de lotes de melhor qualidade e reduziu o interesse dos compradores, diante da expectativa de entrada contínua de novos volumes. Ao mesmo tempo, as margens ainda favoráveis estimularam a venda dos estoques disponíveis pelos produtores, intensificando a pressão sobre as cotações.

Todas as regiões acompanhadas registraram queda nos preços desse padrão de grão. Os maiores recuos ocorreram no Centro-Noroeste Goiano e no Noroeste de Minas, próximos de 10%. No Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, a baixa foi de 6,38%.

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Nos lotes intermediários, de notas 8,0 e 8,5, a desvalorização do feijão de maior qualidade reduziu a competitividade e ampliou a pressão sobre os preços na maior parte das regiões. A exceção foi Belo Horizonte (MG), onde houve alta de 0,95%, sustentada pela absorção de lotes nota 8,5 pela indústria. Na metade sul do Paraná, a queda chegou a 11,02%. Em Sorriso (MT), os preços recuaram 0,82%.

No feijão preto tipo 1, o mercado permaneceu firme, sustentado pela menor oferta nacional e pelo encerramento da 2ª safra no Paraná. A colheita no estado atingiu 99% da área até 13 de julho. Com a disponibilidade reduzida, produtores seguem retendo lotes de melhor qualidade. Na semana, o Oeste Catarinense registrou alta de 3,39% e a metade sul do Paraná, de 0,78%. Em Curitiba (PR), porém, houve recuo de 1,65%, com demanda moderada e estoques abastecidos.

O relatório de julho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reforçou esse quadro ao reduzir em 7,3% a estimativa da produção de feijão preto em relação ao levantamento anterior. Para a safra 2025/26, a produção foi estimada em 469,5 mil toneladas, volume 42,1% inferior ao da temporada passada, em razão da redução da área cultivada e das perdas climáticas no Paraná.

Segundo o Cepea/CNA, o avanço da colheita da 3ª safra deve manter a pressão sobre os preços do feijão carioca, enquanto o mercado de feijão preto segue sustentado pela menor disponibilidade do grão.

Fonte: cnabrasil.org.br

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Agro Mato Grosso

Mato Grosso bate recorde histórico: Safra de 113 milhões de toneladas consolida liderança agro

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Com o milho assumindo o protagonismo e o estado mantendo a ponta na produção de soja e algodão, Mato Grosso reescreve a história do agro brasileiro.

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IBGE publica agenda da semana com reuniões sobre o Censo Agropecuário

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta segunda-feira (20), às 9h, a Agenda IBGE com a programação da semana entre os dias 20 e 24 de julho. Entre os compromissos previstos estão reuniões da Presidência sobre o 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, além da participação da Diretoria de Pesquisas em eventos voltados à sociologia e à economia rural.

A agenda semanal reúne reuniões internas e externas, eventos e compromissos de diferentes áreas do instituto, incluindo Presidência, diretorias, assessorias, superintendências estaduais e a Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE).

Na terça-feira (21), às 16h, representantes da Presidência participam de reunião ordinária de cronograma do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. Na quinta-feira (23), às 14h, está prevista reunião semanal de alinhamento técnico sobre o mesmo tema. Ainda na segunda-feira (20), às 10h, integrantes da Presidência participam de reunião gerencial da Coordenação-Geral de Operações Censitárias (CGOC), e na quarta-feira (22), às 9h30, a equipe acompanha reunião da área de Banco de Dados Operacionais (BDO).

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

Na Diretoria de Pesquisas (DPE), a programação de segunda-feira (20) a quinta-feira (23) prevê participação, durante todo o dia, no 16th World Congress of Rural Sociology and 64th Congress of the Brazilian Society of Rural Economics, Management and Sociology.

Entre as superintendências estaduais, a agenda também inclui atividades de campo e acompanhamento de pesquisas. No Pará, há coleta e supervisão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAdC) em Santarém na segunda-feira (20). No Piauí, a terça-feira (21) tem coleta das pesquisas mensais PMC e PMS em Parnaíba. Em Minas Gerais, a quarta-feira (22) prevê fechamento da coleta das remessas do Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC).

Desde 2024, a Agenda IBGE é divulgada às segundas-feiras, às 9h, com os compromissos previstos para os dias seguintes. A edição desta semana concentra atividades administrativas, operacionais e técnicas em diferentes áreas do instituto, incluindo a organização do Censo Agropecuário.

Fonte: agenciadenoticias.ibge.gov.br

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