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Várzea Grande Shopping é premiado pelo segundo ano consecutivo no Prêmio Abrasce

Empreendimento administrado pela Saga Malls conquistou prata com o projeto VG Shopping na Rua e bronze com o Programa Venda Mais
O conceito que transformou o Várzea Grande Shopping no primeiro complexo multiuso de Mato Grosso acaba de receber mais um reconhecimento nacional. O empreendimento, administrado pela Saga Malls, foi premiado na noite desta quinta-feira (25) no Prêmio Abrasce, considerado a principal premiação do setor de shopping centers do país. Finalista em três categorias, conquistou prata com o projeto VG Shopping na Rua e bronze com o Programa Venda Mais, além de ter o projeto Expofavela entre os finalistas.
A conquista reforça o posicionamento do Várzea Grande Shopping como referência em inovação no setor e marca o segundo ano consecutivo em que o empreendimento sobe ao palco da maior premiação nacional de shopping centers. Promovido pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o prêmio reconhece projetos que geram impacto positivo para clientes, lojistas e comunidades, valorizando iniciativas de inovação, marketing, gestão, sustentabilidade e relacionamento com o público.
O projeto VG Shopping na Rua, vencedor da prata, nasceu da proposta de transformar o entorno do shopping em um espaço de convivência, cultura e lazer para a população. Por meio da ocupação organizada da Avenida Filinto Müller, em parceria com a Prefeitura de Várzea Grande, o shopping levou para a rua eventos gratuitos, como exposições de carros antigos, mostra de motos e carnaval de rua, aproximando o empreendimento da cidade e criando uma nova plataforma de entretenimento urbano.
Já o Programa Venda Mais, vencedor do bronze, reconhece o investimento do shopping na capacitação de lojistas, vendedores e colaboradores. Desenvolvido em parceria com o Sebrae-MT, o projeto promoveu treinamentos, consultorias práticas dentro das lojas e campanhas de incentivo, com foco na melhoria do atendimento, no aumento das vendas e na valorização das equipes do varejo. A iniciativa consolidou uma cultura de desenvolvimento profissional contínuo dentro do empreendimento.
Para o superintendente do Várzea Grande Shopping, José Flávio Alves Jr., o reconhecimento nacional confirma o trabalho coletivo realizado pelo empreendimento, lojistas, parceiros e equipe administrativa.
“Receber dois prêmios nacionais e ainda ter três projetos finalistas é motivo de muito orgulho para todos nós. Esse resultado mostra que o Várzea Grande Shopping está no caminho certo, inovando, investindo em pessoas e ampliando sua conexão com a cidade. São projetos que geram resultado para os lojistas, fortalecem a economia local e entregam experiências reais para a população”, destacou.
José Flávio também ressaltou que o prêmio simboliza a consolidação de um novo momento do shopping, que completou 10 anos e se firma junto à população como o primeiro complexo multiuso de Mato Grosso.
“Pelo segundo ano consecutivo, voltamos do Prêmio Abrasce com reconhecimento nacional. Isso mostra que o conceito do primeiro complexo multiuso de Mato Grosso está no caminho certo. Hoje somos muito mais do que um centro de compras: somos um espaço de serviços, saúde, cultura, negócios, lazer e desenvolvimento. É uma conquista que dividimos com nossos empreendedores, lojistas, colaboradores, fornecedores e toda a comunidade”, completou.
Com os novos prêmios, o Várzea Grande Shopping fortalece sua posição como um dos empreendimentos mais inovadores de Mato Grosso e reafirma seu compromisso em atuar como agente de transformação urbana, econômica e social na região metropolitana de Cuiabá.
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Economista Marcos Troyjo é nomeado para cargo no MIT

O economista brasileiro Marcos Troyjo foi escolhido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) para atuar como Robert Wilhelm Fellow em 2026.
A função é destinada a especialistas com experiência na formulação e análise de políticas públicas. No MIT, Troyjo deverá se dedicar ao estudo das mudanças na globalização e nas cadeias globais de valor, com atenção especial aos impactos geopolíticos dessas transformações.
Troyjo tem trajetória ligada à economia internacional e à formulação de políticas públicas. Entre suas principais funções, esteve a presidência do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos Brics.
A nova posição levará o economista a uma das principais instituições acadêmicas dos Estados Unidos, onde sua atuação estará concentrada em temas relacionados ao comércio internacional, às transformações econômicas globais e à geopolítica.
A nomeação ocorre em um momento de mudanças nas relações comerciais entre países e de reorganização das cadeias internacionais de produção, temas que estarão entre os focos de pesquisa de Troyjo durante sua passagem pelo MIT.
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Sucata vira música e emoção na estreia da primeira Orquestra de Sucata de MT

Crianças da periferia de VG sobem ao palco nesta sexta-feira (14), às 19h, para um espetáculo gratuito, com convidados especiais
Quando uma lata vira instrumento, uma criança vira artista e o que seria descartado ganha uma nova vida, a música acontece de um jeito diferente. É essa experiência que o público poderá vivenciar nesta sexta-feira (14.08), às 19h, no Cine Teatro Cuiabá, com a estreia oficial da primeira “Orquestra de Sucata do Estado de Mato Grosso – Anjos da Lata”. A entrada é gratuita e terá participações especiais dos cantores Thales de Paiva e Mariana Borealis, com Anselmo Parabá, no vocal, e em instrumentos como o violãocello de latão e o trompete de garrafa pet. Além de Sérgio Cabelo, no violino de material reciclado, Daniel Morel, no violatão, Marcelo Passos, na percurssão, Juan Vieira, com intervenção poética e Danilo Bareiro nos arranjos e na captação de som, entre músicas clássicas, brasileiras e ritmos que fazem parte da identidade cultural de Mato Grosso.
O espetáculo reúne crianças de 8 a 12 anos da Escola Municipal de Ensino Básico Lenine de Campos Póvoas, do bairro Eliane Gomes, em Várzea Grande, em uma apresentação que une música, criatividade, educação ambiental e inclusão social.
Durante 50 minutos, latas, baldes, garrafas pet, canos e outros materiais reaproveitados deixam de ser objetos descartados e podem se transformar em música, ganhando ritmo, melodia e emoção. O resultado de meses de dedicação das crianças é um concerto pensado em surpreender até quem nunca imaginou que sucata pudesse produzir uma Orquestra.
Tres ônibus sairão de Várzea Grande dos bairros Eliane Gomes, Treze de Setembro e Sete de Maio, levando gratuitamente moradores e convidados até o Cine Teatro Cuiabá.
O espetáculo será registrado em áudio e vídeo, permitindo que a experiência seja posteriormente compartilhada nas plataformas digitais e alcance novos públicos.
O REPERTÓRIO
O Cine Teatro será palco para novos talentos que apresentarão o repertório que passa por “Bolero de Ravel”, “Siriri Onça Pintada”, “Rasqueado com Mix Pixé e A Lua”, “Lambadão, Voltando pra Casa e Ei Amigo”, “Baião, com as músicas Anunciação, Asa Branca e Toque do Batuque”, “Ijexá, em Lua Soberana”, “Funk com Eu Só Quero é Ser Feliz, Baile de Favela e Glamurosa” e “O Trenzinho Caipira”, de Villa Lobos, além de uma música surpresa.
Entre os instrumentos estão o violãocello, produzido com madeira reaproveitada, cabo de vassoura e linha de anzol; o violino de garrafa pet; o ukulelata, feito com lata de thinner e madeira de pallet; bongôs de latas de alumínio; chocalhos de materiais reutilizados; além do conhecido trompete de garrafa pet.
Na percussão, latas metálicas se transformam em caixas de bateria, enquanto um timbal híbrido foi construído a partir de tubo reaproveitado de uma adutora de água de Várzea Grande.
POESIA NO PALCO
A música ganha a companhia da palavra com a participação do poeta, escritor, professor e compositor mato-grossense Juan Vieira, convidado por Anselmo Parabá para realizar uma intervenção poética durante o espetáculo.
“Quando Anselmo me convidou para participar achei muito potente pensar a poesia dentro de uma Orquestra de Sucata. A proposta do espetáculo já fala sobre transformação: aquilo que seria descartado ganha outro significado, vira instrumento, vira música. A poesia também faz isso com as palavras e com a nossa realidade”, afirma Juan.
DO LIXO À MÚSICA
Idealizada pelo músico, arte-educador e pesquisador Anselmo Parabá, fundador da Startup Anjos da Lata, com 12 anos de atuação, a Orquestra nasceu de uma pesquisa que há 20 anos transforma materiais recicláveis em instrumentos musicais.
A iniciativa vem transformando a sucata do cotidiano em ponto de partida para novas experiências para aquilo que parece não ter mais utilidade e agora virou Orquestra de Sucata – Anjos da Lata.
O projeto é realizado pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Empreendedores Criativos, em parceria com o Anjos da Lata, com recursos do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, via Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), “Viver Cultura”, e do Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL-MT), concedido ao Ponto de Cultura. A iniciativa conta ainda com o apoio do Cine Teatro Cuiabá, Fundação AMAGGI, Fundação Abrinq, Instituto INCA e Germano Produções.
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Fazenda Horizontina: a história por trás do local que sediará a Abertura Nacional do Plantio de Soja 26/27!

Falta cerca de um mês para a Abertura Nacional do Plantio de Soja 2026/27. E você sabe como é o local que vai receber um dos principais eventos de abertura da safra de soja do país? A Fazenda Horizontina, em Ipiranga do Norte (MT), será palco do evento no dia 17 de setembro, às 8h, no horário de Mato Grosso.
Mas como começou a história da propriedade? Quando ela foi adquirida? Como a produção evoluiu ao longo dos anos? E quais tecnologias são utilizadas atualmente? A Fazenda Horizontina foi adquirida em 2009, inicialmente com o objetivo de ampliar o cultivo de algodão em segunda safra. Desde então, a propriedade passou por mudanças e incorporou novas tecnologias e estratégias de manejo para aumentar a eficiência da produção.
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A origem do nome Horizontina
O nome da propriedade também tem uma ligação direta com a história da família. Segundo os responsáveis pela fazenda, Horizontina faz referência ao local de nascimento do patriarca da família, Ilo Pozzobon. A propriedade carrega, assim, não apenas uma identidade ligada à atividade agrícola, mas também parte da trajetória da família que está à frente do negócio.
Produtividade acima de 65 sacas
Hoje, a Fazenda Horizontina alcança médias de produtividade de soja superiores a 65 sacas por hectare. Para chegar a esses resultados, a propriedade vem adotando novas tecnologias e práticas de manejo, entre elas estratégias de agricultura regenerativa, tecnologias de aplicação localizada de defensivos e ferramentas de agricultura de precisão.
A fazenda também utiliza telemetria nas máquinas e imagens de NDVI na gestão operacional das atividades. Essas ferramentas permitem acompanhar melhor o desenvolvimento das lavouras, identificar diferenças dentro dos talhões e tomar decisões mais precisas, buscando otimizar o uso dos recursos e melhorar o desempenho das operações.
Os desafios da produção
Produzir soja também significa lidar com uma série de desafios, que vão desde os fatores climáticos até os custos de produção e as condições do mercado. Segundo Fernando Pozzobon, Diretor de Negócios da Fazenda Horizontina, o clima continua sendo um dos principais fatores de risco para quem trabalha com agricultura, justamente pela dificuldade de controlar as condições que determinam parte importante do resultado da lavoura.
“Produzimos a céu aberto e, por não termos controle sobre o clima, acredito ser este o maior desafio em termos de produção”, afirma Fernando. Para ele, porém, existe um desafio ainda maior para quem administra uma propriedade rural: garantir a sustentabilidade econômica da atividade ao longo do tempo, conciliando produtividade, custos e retorno.
“Como gestores, temos um desafio muito maior a ser considerado, que é a sustentabilidade econômica da atividade. Precisamos produzir mais, com menos”, aponta Fernando. Segundo ele, o caminho passa pela otimização dos recursos utilizados na produção, levando em consideração não apenas os aspectos técnicos da lavoura, mas também as variáveis ambientais e as condições do mercado.
“Precisamos otimizar todos os recursos empregados, considerando as variáveis ambientais e mercadológicas, para extrairmos o máximo de retorno”, afirma Fernando. A estratégia, portanto, busca aumentar a eficiência da propriedade sem deixar de considerar os fatores que influenciam diretamente a rentabilidade da produção.
O que a Fazenda Horizontina quer mostrar na abertura da safra?
Sediar a Abertura Nacional do Plantio de Soja 2026/27 representa, para a Fazenda Horizontina, um reconhecimento ao trabalho desenvolvido na propriedade. Segundo eleXXX, o evento também gera expectativa entre os moradores de Ipiranga do Norte, já que será uma oportunidade para apresentar a força e o potencial produtivo da região a produtores, empresas e representantes do setor.
“Para nós, representa o reconhecimento de que fazemos algo relevante. E isso gera uma expectativa em toda a sociedade de Ipiranga do Norte, pois será um momento em que esta cidade terá a oportunidade de demonstrar todo o potencial da região para atrair investimentos”, afirma. A expectativa é que a abertura da safra também ajude a mostrar as diferentes possibilidades de desenvolvimento da agricultura e da cadeia produtiva no município.
E a Fazenda Horizontina pretende mostrar aos produtores de todo o país um projeto que vai além da produção de grãos. A propriedade trabalha na implantação de uma economia circular, integrando as culturas de soja, milho e algodão à agroindustrialização, com o objetivo de aproveitar diferentes etapas da cadeia produtiva dentro da própria fazenda.
“Mostraremos aos presentes a implantação de uma economia circular com as culturas da soja, milho e algodão, juntamente com a agroindustrialização”, pontua o diretor. Na prática, a proposta busca transformar a produção vegetal em proteína animal e aproveitar os resíduos gerados ao longo do processo, ampliando o aproveitamento dos recursos disponíveis na propriedade.
“Transformamos dejetos em energia e fertilizantes para os campos de produção”, explica. Dessa forma, o modelo busca reduzir desperdícios, reaproveitar subprodutos e aumentar a eficiência do sistema produtivo, conectando diferentes atividades dentro da própria propriedade.
Agricultura e serviços ambientais
Outro ponto que a Fazenda Horizontina pretende destacar é o papel do produtor rural na prestação de serviços ambientais. Para Fernando, esses benefícios precisam ser mais reconhecidos pela sociedade, considerando a contribuição da atividade agrícola para o meio ambiente e para o equilíbrio dos sistemas produtivos.
“O agricultor deveria ser reconhecido pelos serviços ambientais que presta à sociedade, seja pela captura de carbono, seja pela filtragem da água pela evapotranspiração das plantas cultivadas”, afirma Fernando. Na avaliação dele, reconhecer essas funções também faz parte de uma discussão mais ampla sobre o futuro da produção agropecuária e a relação entre agricultura, meio ambiente e sustentabilidade.
Assim, a Fazenda Horizontina chega à Abertura Nacional do Plantio de Soja 2026/27 como o local que receberá o evento, mas, também, como um exemplo de como produção, tecnologia, eficiência, sustentabilidade e agroindustrialização podem caminhar juntas. A propriedade pretende apresentar aos produtores de todo o país um modelo que busca produzir mais, aproveitar melhor os recursos e agregar valor dentro da própria cadeia produtiva.
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