Connect with us
29 de junho de 2026

Featured

Operação mira facções envolvidas em homicídios, tráfico e venda ilegal de medicamentos em MT

Published

on


Polícia Civil cumpre 35 ordens judiciais em oito cidades contra investigados ligados a grupos rivais; alvos também são suspeitos de comércio ilegal de medicamentos e outros crimes

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (29.6), a Operação Raleda para cumprir 35 ordens judiciais contra integrantes de duas facções criminosas rivais responsáveis por homicídios e tráfico de drogas em São José do Rio Claro e região.
Os investigados teriam cometido homicídios a mando de líderes das respectivas facções. Os alvos também estão envolvidos na prática de outros crimes, como lavagem de dinheiro e delitos relacionados ao comércio ilegal de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Entre as ordens judiciais estão 27 mandados de busca e apreensão em residências, locais de trabalho e empresas dos investigados, além de cinco mandados de prisão preventiva e três de prisão temporária.
A operação é coordenada pela Delegacia de Polícia de São José do Rio Claro. Os mandados são cumpridos em oito cidades de Mato Grosso: Cuiabá, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro e Mirassol d’Oeste.
No decorrer das investigações, ainda foi possível verificar a ocorrência de outros crimes praticados por grupos paralelos, cujos participantes, embora não tivessem relação com os homicídios, mantinham relação entre si na prática de crimes como comércio ilegal e porte ilegal de armas de fogo e munições, lavagem de capitais, venda de medicamentos proibidos pela Anvisa, exercício ilegal da medicina, entre outros.
A operação conta com a participação de 80 policiais civis, entre delegados de polícia, escrivães e investigadores, além do apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, da Delegacia Regional de Nova Mutum e das unidades das cidades de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro, Mirassol d’Oeste, Tapurah e Nova Maringá.
Operação Pharus
A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

Com Assessoria

Continue Reading

Featured

Nova lei de MT prorroga regra do Fethab mantendo UPF de janeiro de 2025 em todo o ano de 2026

Published

on


A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) orienta os produtores rurais sobre a prorrogação da regra excepcional para o cálculo das contribuições vinculadas ao Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) e às Entidades das Cadeias Produtivas.

A Lei nº 13.357/2026 prorrogou até 31 de dezembro de 2026 a vigência do parágrafo único do art. 7º-A-1 da Lei nº 7.263/2000, de modo que, para a apuração das contribuições devidas em 2026, deverá ser utilizado o valor da Unidade Padrão Fiscal de Mato Grosso (UPF/MT) vigente em janeiro de 2025, independentemente do mês em que a operação for realizada. 

Pela regra geral, nas operações realizadas entre janeiro e junho, é aplicada a UPF/MT de janeiro do ano anterior. Já nas operações entre julho e dezembro, utiliza-se a UPF/MT de julho do ano anterior. A exceção criada para 2025, que fixou como base a UPF de janeiro daquele ano para todas as operações, foi estendida até o fim de 2026.

Na prática, isso significa que uma operação realizada em setembro de 2026, por exemplo, continuará tendo o Fethab calculado com base na UPF/MT de janeiro de 2025. Sem a prorrogação, seria utilizada a UPF de julho de 2025, conforme a regra geral.

A Famato alerta que produtores rurais, empresas, contadores e demais profissionais envolvidos na apuração das contribuições devem observar a mudança para evitar divergências nos cálculos e no recolhimento.

“É importante que produtores, empresas, contadores e demais profissionais envolvidos na apuração do Fethab observem a regra vigente, pois a utilização de uma UPF diferente da prevista na legislação pode resultar em recolhimento incorreto da contribuição e gerar inconsistências fiscais”, explica o analista Tributário da Famato, José Cristovão.

Caso não haja nova alteração legislativa, a partir de 2027 voltará a valer a sistemática geral prevista na legislação. Assim, nas operações realizadas entre janeiro e junho de 2027 será utilizada a UPF/MT de janeiro de 2026, enquanto nas operações entre julho e dezembro deverá ser adotada a UPF/MT de julho de 2026.

O que é o Fethab 

Criado em 2000, o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) é uma contribuição estadual destinada ao financiamento de obras de infraestrutura, especialmente a construção, manutenção e recuperação de rodovias e pontes, fundamentais para o escoamento da produção agropecuária em Mato Grosso.

A cobrança incide sobre a comercialização ou saída de produtos como soja, milho, algodão, gado, madeira e minerais. Embora esteja vinculada a operações que envolvem o ICMS, trata-se de uma contribuição distinta, destinada ao financiamento de investimentos em infraestrutura e outras finalidades previstas na legislação estadual.

Nos últimos anos, o Fethab esteve no centro das discussões entre o Governo do Estado e o setor produtivo, principalmente em razão da criação do Fethab 2, uma contribuição extraordinária temporária. Em 2026, após articulação liderada pela Famato e pelas entidades do Fórum Agro MT, o Governo do Estado anunciou que a cobrança adicional não será reeditada após o encerramento de sua vigência, em 31 de dezembro deste ano.

Continue Reading

Agro Mato Grosso

Veja como era a estrutura do garimpo dominado por facção em terra indígena MT

Published

on

O Fantástico revelou como o Comando Vermelho expandiu sua atuação ao invadir a Terra Indígena Sararé, no oeste de Mato Grosso, e transformar o garimpo ilegal em uma nova fonte de renda para a facção. A reportagem mostrou que a estrutura montada ia muito além da extração clandestina de ouro: havia túneis escavados com sistema de energia, alojamentos, depósitos de alimentos e equipamentos novos.

As investigações da Polícia Federal apontam que o esquema era altamente organizado e financiado para manter a atividade funcionando em meio à floresta.

Túneis de até 30 m com fiação elétrica

 

Dentro das minas, os túneis eram largos o suficiente para que uma pessoa conseguisse caminhar em pé em alguns trechos. As galerias se ramificavam por diferentes direções e escondiam poços com até 30 m de profundidade.

Segundo os agentes que acompanham a operação, a construção exigia conhecimento técnico. Nas paredes das minas, ainda era possível encontrar materiais usados para detonações, como explosivos e equipamentos empregados na perfuração das rochas.

Além das escavações, a estrutura contava com tubulações, fiação elétrica e geradores para abastecer tanto a iluminação das minas quanto o funcionamento do maquinário utilizado na extração do ouro.

Durante a vistoria, a equipe encontrou equipamentos praticamente novos, indicando que havia investimento constante para manter a atividade funcionando, mesmo diante das ações das forças de segurança.

Túneis com energia, depósitos de alimentos e alojamentos: como era a estrutura do garimpo dominado por facção em terra indígena — Foto: Reprodução/TV Globo

Túneis com energia, depósitos de alimentos e alojamentos: como era a estrutura do garimpo dominado por facção em terra indígena — Foto: Reprodução/TV Globo

Alimentos e base para permanência

Os policiais também encontraram um depósito improvisado com alimentos, como sacos de farinha de trigo e garrafas de vinagre. Para os investigadores, os itens indicam que o local servia como base de permanência dos trabalhadores, que passavam longos períodos dentro do garimpo.

Mesmo com a megaoperação em andamento desde março, os investigadores afirmam que os garimpeiros insistiam em retomar as atividades, repondo motores, mangueiras e outros equipamentos destruídos durante as ações policiais.

Túneis com energia, depósitos de alimentos e alojamentos: como era a estrutura do garimpo dominado por facção em terra indígena — Foto: Reprodução/TV Globo

Túneis com energia, depósitos de alimentos e alojamentos: como era a estrutura do garimpo dominado por facção em terra indígena — Foto: Reprodução/TV Globo

Esconderijo para armas e ouro

A estrutura também servia aos interesses do crime organizado. Segundo a Polícia Federal, túneis e galerias eram usados para esconder armas, munições e ouro extraído ilegalmente, dificultando a localização do material durante as operações.

Após mapear a área, a PF destruiu os 33 túneis encontrados no território para impedir que voltassem a ser utilizados. A avaliação dos investigadores é que inviabilizar as minas é uma das formas de enfraquecer a logística do garimpo ilegal e reduzir a capacidade de atuação da facção criminosa que passou a controlar a exploração de ouro na região.

Túneis com energia, depósitos de alimentos e alojamentos: como era a estrutura do garimpo dominado por facção em terra indígena — Foto: Reprodução/TV Globo

Túneis com energia, depósitos de alimentos e alojamentos: como era a estrutura do garimpo dominado por facção em terra indígena — Foto: Reprodução/TV Globo

Estrutura em meio à floresta

A Terra Indígena Sararé ocupa cerca de 67 mil hectares e, segundo as autoridades, chegou a concentrar mais de mil pontos de garimpo ilegal. No Garimpo Cururu, um dos principais da região, havia uma estrutura comparada a um pequeno vilarejo, com bares, comércio e farmácia para atender os trabalhadores.

O esquema foi revelado pelo Fantástico, que acompanhou uma megaoperação coordenada pela Casa Civil e por forças federais. Desde março, a ofensiva já apreendeu 153 quilos de ouro e 42 mil litros de óleo diesel, destruiu quase quatro toneladas de explosivos, mais de 800 motores, 31 máquinas de escavação, 200 acampamentos e 33 túneis, além de prender 72 pessoas.

Continue Reading

Featured

Menor que estuprou e roubou mulher de 58 anos é apreendido em evento de montaria

Published

on


Adolescente de 17 anos era amigo da família e invadiu a casa da vítima em Novo Mundo. Após ameaças, ele foi curtir rodeio e acabou confessando os crimes

Policiais militares do 15º Comando Regional apreenderam, neste domingo (28.6), um adolescente, de 17 anos, suspeito de estupro, roubo e ameaça, contra uma mulher, de 58 anos, na zona rural de Novo Mundo. A vítima relatou ter sido surpreendida pelo denunciado em sua residência.

Em relato à equipe policial, a vítima informou que o adolescente era conhecido da família e frequentava sua residência. O menor entrou no imóvel, rendeu a vítima e a levou até um quarto.

Após a ação, o adolescente ainda teria subtraído uma pequena quantia em dinheiro da residência e ameaçado a vítima para que não denunciasse o caso.

Diante dos fatos, os policiais militares reforçaram o policiamento na região e localizaram o denunciado em um evento de montaria em touros.

Ao ser abordado e detido, o suspeito confessou as informações repassadas pela vítima. O menor foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT