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29 de junho de 2026

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Governo de MT entrega 300 pontes de concreto e constrói megaestrutura sobre o Rio Juruena

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Programa bilionário vai eliminar de vez os pontos críticos nas rodovias. Travessia de balsa que levava horas será feita em poucos minutos



O Governo de Mato Grosso executa um programa de substituição de pontes de madeira e eliminação de balsas em todo o Estado. O objetivo é superar obstáculos para o desenvolvimento da infraestrutura mato-grossense e garantir que pessoas, mercadorias e serviços essenciais possam circular com segurança durante todo o ano.





Desde 2019, o Governo do Estado já entregou 300 pontes de concreto em diferentes regiões de Mato Grosso. Outras 120 estruturas estão em construção. As novas pontes oferecem mais segurança aos usuários, suportam cargas maiores e são uma solução definitiva para a travessia de rios.





Além disso, até o fim de 2026, o Governo também vai chegar a 1.200 pequenas pontes de madeiras substituídas por aduelas de concreto ou bueiros metálicos, acabando com pontos críticos que frequentemente causavam interrupções no tráfego em estradas estaduais e municipais.





O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, lembra que as pontes de madeira sempre foram um obstáculo para o desenvolvimento de Mato Grosso. Elas exigem manutenção constante, apresentam restrições de carga e muitas vezes precisavam ser interditadas quando apresentavam problemas.





“Quando uma ponte de madeira caí, o trânsito é completamente interrompido. Em muitos municípios isso significa o isolamento de uma população inteira. Com as pontes de concreto o trânsito passa a ser permanente e confiável. Por isso, sempre digo que a construção de pontes de concreto é o maior programa e o maior legado do Governo de Mato Grosso”, disse.





Além de garantir que as pessoas possam trabalhar, estudar e continuar suas atividades, a construção de pontes de concreto também fortalece a logística do Estado, permitindo previsibilidade no escoamento da produção.





Entre as obras de destaque está a construção de uma ponte de 1.410 metros de extensão sobre o Rio Juruena. Essa ponte, no caso, vai substituir uma balsa que atualmente faz a travessia do rio em viagens de aproximadamente uma hora.





“Atualmente há uma balsa nesse Rio que leva quase duas horas para ir e voltar, levando um caminhão por vez. Essa balsa para de funcionar quando escurece e só volta no dia seguinte. Quando a ponte for entregue, todo esse percurso vai durar poucos minutos. Será um ganho logístico enorme para toda a região”, explicou o secretário.





Outro exemplo está na rodovia MT-060, a Transpantaneira, onde o governo já substituiu 47 pontes de madeira, seja por pontes de concreto ou por aduelas. Outras 41 estão ou em obras, ou em processo de licitação para a troca, o que vai acabar com todas as pontes de madeira da rodovia.





“Estamos substituindo estruturas que durante décadas limitaram o desenvolvimento de muitas regiões. As pontes de concreto, as aduelas e os bueiros metálicos garantem segurança, reduzem custos de manutenção e criam uma malha viária mais moderna e preparada para o crescimento de Mato Grosso”, concluiu o secretário.





Com Assessoria

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Operação mira facções envolvidas em homicídios, tráfico e venda ilegal de medicamentos em MT

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Polícia Civil cumpre 35 ordens judiciais em oito cidades contra investigados ligados a grupos rivais; alvos também são suspeitos de comércio ilegal de medicamentos e outros crimes

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (29.6), a Operação Raleda para cumprir 35 ordens judiciais contra integrantes de duas facções criminosas rivais responsáveis por homicídios e tráfico de drogas em São José do Rio Claro e região.
Os investigados teriam cometido homicídios a mando de líderes das respectivas facções. Os alvos também estão envolvidos na prática de outros crimes, como lavagem de dinheiro e delitos relacionados ao comércio ilegal de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Entre as ordens judiciais estão 27 mandados de busca e apreensão em residências, locais de trabalho e empresas dos investigados, além de cinco mandados de prisão preventiva e três de prisão temporária.
A operação é coordenada pela Delegacia de Polícia de São José do Rio Claro. Os mandados são cumpridos em oito cidades de Mato Grosso: Cuiabá, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro e Mirassol d’Oeste.
No decorrer das investigações, ainda foi possível verificar a ocorrência de outros crimes praticados por grupos paralelos, cujos participantes, embora não tivessem relação com os homicídios, mantinham relação entre si na prática de crimes como comércio ilegal e porte ilegal de armas de fogo e munições, lavagem de capitais, venda de medicamentos proibidos pela Anvisa, exercício ilegal da medicina, entre outros.
A operação conta com a participação de 80 policiais civis, entre delegados de polícia, escrivães e investigadores, além do apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, da Delegacia Regional de Nova Mutum e das unidades das cidades de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro, Mirassol d’Oeste, Tapurah e Nova Maringá.
Operação Pharus
A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

Com Assessoria

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Ancelotti repete time que venceu a Escócia para duelo decisivo contra o Japão

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Sem Raphinha, lesionado, Brasil vai a campo com Rayan entre os titulares. Japão promove quatro mudanças após empate com a Suécia

O Brasil está escalado para enfrentar o Japão pela fase 16 avos de final da Copa do Mundo. A bola rola em Houston, nos Estados Unidos, a partir das 14h (horário de Brasília). 

O técnico Carlo Ancelotti repetiu o time que venceu a Escócia por 3 a 0 na quarta-feira (24), em Miami. A seleção canarinho vai a campo com: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rayan, Matheus Cunha e Vinícius Júnior.

O único desfalque na equipe brasileira é o atacante Raphinha, que se recupera de uma lesão no músculo posterior da coxa direita, sofrida na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, há dez dias, na Filadélfia. Ele deu lugar a Rayan no time titular.

Maior artilheiro do confronto entre Brasil e Japão, Neymar será, novamente, opção no banco de reservas. Recuperado de uma lesão grau dois na panturrilha direita, o atacante ficou um mês sem atuar, voltando a campo durante o segundo tempo da vitória sobre a Escócia. O camisa 10 marcou nove gols em cinco partidas contra a seleção asiático – que, aliás, é a maior vítima dele vestindo a Amarelinha.

Na história, o Brasil tem 11 vitórias, dois empates e apenas uma derrota para os japoneses. O revés ocorreu justamente no último duelo, um amistoso disputado em Tóquio (Japão), em outubro do ano passado. A seleção verde e amarela foi superada por 3 a 2, de virada.

O Japão também está escalado por Hajime Moriyasu. Os Samurais Azuis (como é conhecida a seleção nipônica) vão atuar com Zion Suzuki; Takehiro Tomiyasu, Shogo Taniguchi e Hiroki Ito; Keito Nakamura, Junya Ito, Kaishu Sano e Ritsu Doan; Daizen Maeda, Daichi Kamada e Ayase Ueda.

Em relação à formação do empate por 1 a 1 com a Suécia na quinta-feira (25), em Dallas, Moriyasu fez quatro alterações. Na defesa, Tomiyasu e Hiroki Ito assumiram as vagas de Yukinari Sugawara e Kou Itakura – que lesionou o posterior da coxa esquerda no jogo passado. O zagueiro Ayumu Seko deu lugar ao volante Kaishu Sano. Por fim, Ao Tanaka foi para o banco e o também meia Juyna Ito virou titular.

Além de Itakura, outro desfalque no grupo dos Samurais Azuis é Takefusa Kubo. O meia não se recuperou a tempo de uma lesão no joelho esquerdo e só fica à disposição da comissão técnica se o Japão avançar às oitavas de final.

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Trabalhador formal terá consignado com FGTS; governo exige bloqueio de “bets” para informais

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Ministro Dario Durigan anunciou pacote exclusivo para “bons pagadores”. Ex-alunos do Fies terão linha de crédito de até R$ 180 mil para abrir negócios

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (29) modalidades de crédito dentro do programa Desenrola voltadas a três públicos: trabalhadores informais adimplentes, trabalhadores com carteira assinada e estudantes que mantêm os pagamentos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) em dia.

O Desenrola Adimplentes é voltado a trabalhadores informais que mantêm suas obrigações financeiras em dia. Já o Fies Empreendedor prevê nova linha de crédito para egressos adimplentes do financiamento estudantil. Enquanto isso, uma terceira modalidade oferece a possibilidade de uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia em operações de crédito consignado privado para trabalhadores com carteira assinada.

Apresentadas por medida provisória, as iniciativas têm como objetivo prevenir a inadimplência, ampliar o acesso ao crédito em condições mais favoráveis e estimular o empreendedorismo.

As medidas beneficiam os seguintes grupos:

  • Trabalhadores informais adimplentes – bons pagadores, que poderão trocar dívidas com juros que, segundo o ministro da Fazendoa, Dario Durigan, podem sair de algo entre 6% e 12% ao mês, por uma nova linha de crédito com taxa de até 1,99% ao mês. O público-alvo são informais com operações de até R$ 15 mil.
  • Trabalhadores formais com carteira assinada, que passam a ter acesso a crédito consignado privado com garantia adicional do FGTS. Com isso, a taxa de juros dessas operações também fica limitada a até 1,99% ao mês.
  • Estudantes e ex-estudantes adimplentes do Fies, que ganharão acesso a uma linha especial de crédito para empreendedorismo. A modalidade poderá financiar até R$ 80 mil para pessoa física e até R$ 180 mil para pessoa jurídica, com condições mais favoráveis do que as linhas hoje disponíveis no mercado.

Dario Durigan destaca que inicialmente o Desenrola estava voltado à renegociação de dívidas de inadimplentes, mas que com as medidas anunciadas nesta segunda-feira passa a beneficiar também os adimplentes.

“Quando a gente está falando de um país que tem uma economia forte, uma economia organizada e que trouxe para o debate econômico do país a justiça social e a justiça tributária, nós temos que fazer com que os efeitos de uma economia forte cheguem às pessoas que mais precisam”, afirmou o ministro.

Segundo o ministro, a orientação do programa continua sendo estimular o pagamento das obrigações financeiras.

“O valor que a gente defende no Desenrola é o pagamento em dia das contas. Os depoimentos que a gente ouviu mostram isso: as pessoas querem pagar, mas não estavam conseguindo. Voltaram agora, com essa ajuda do governo, a poder pagar em dia”, acrescentou.

Crédito disponível

De acordo com o ministro, o crédito para os trabalhadores formais com FGTS como garantia já está disponível na Caixa Econômica Federal e deverá ser expandida para outras instituições financeiras, inclusive o Banco do Brasil.

“O que estamos fazendo agora é permitir que, além do salário do empregado ser oferecido em garantia para os bancos, também o saldo do FGTS possa ser utilizado. Com isso, vamos limitar a taxa de juros que pode ser cobrada desse trabalhador a 1,99% ao mês”, disse.

Empreendedorismo

Segundo Durigan, o Fies Empreendedor pretende estimular a abertura e a expansão de pequenos negócios por estudantes já formados.

“O adimplente já possui um desconto de 12% nas parcelas que paga. Mas, se continuar pagando em dia, terá acesso a uma linha de crédito que será a mais barata destinada ao empreendedorismo no país”, ressalta.

Bets

O ministro acrescentou que as novas linhas de crédito para trabalhadores informais e para adimplentes do Fies terão como contrapartida o compromisso de autoproibição de acesso a plataformas de apostas esportivas online, as bets.

Desenrola

Lançado em 2023, o Desenrola foi criado para renegociar dívidas e facilitar a recuperação financeira de famílias brasileiras. Segundo o governo, o programa já beneficiou 7,5 milhões de famílias.

A nova fase amplia a política pública ao criar incentivos para quem mantém os pagamentos em dia.

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