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Lei Seca na Avenida do CPA testa 106 motoristas e registra zero flagrantes de embriaguez

Apesar do bom exemplo no bafômetro, 25 veículos acabaram guinchados por problemas de documentação e segurança na noite de quinta (25)
Em duas operações Lei Seca, realizadas simultaneamente nos dois sentidos da Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), na noite desta quinta-feira (25.6), em Cuiabá, 106 condutores foram submetido ao teste de alcoolemia e nenhum dirigia embriagado.
Todavia, as ações resultaram na remoção de 25 veículos, sendo 23 carros e duas motocicletas, e lavratura de 28 autos de infrações de trânsito relacionadas a irregularidades com as condições de segurança e documentação dos veículos e seus condutores.
A falta de registro e licenciamento, condutor sem carteira de habilitação e carros e motos sem condições de segurança para circular, estão entre as principais causas da aplicação das infrações. As abordagens, que aconteceram sob o viaduto, tiveram início às 21h e se estenderam por cerca de duas horas.
A Operação Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e realizada em parceria com a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e demais órgãos parceiros.
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Fisioterapeuta traz a Cuiabá protocolos apresentados em congresso internacional sobre lipedema

Especialista que acaba de palestrar em Lisboa levará aos profissionais de saúde protocolos atualizados de diagnóstico e tratamento da doença durante capacitação presencial nos dias 16 e 17 de julho
Especialista que acaba de palestrar em Lisboa levará aos profissionais de saúde protocolos atualizados de diagnóstico e tratamento da doença durante capacitação presencial nos dias 16 e 17 de julho.
Profissionais da saúde que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre o diagnóstico e tratamento do lipedema terão a oportunidade de participar, nos dias 16 e 17 de julho, em Cuiabá, de um curso presencial ministrado pela fisioterapeuta Dra. Laura Alves.
A capacitação chega ao Estado logo após a especialista representar o Brasil como palestrante no Lipedema International Summit 2026, realizado em Lisboa, Portugal, um dos mais importantes encontros científicos do mundo dedicados à doença.
Com formação em centros europeus de referência e atuação reconhecida internacionalmente, Laura Alves compartilhou no congresso sua experiência no tratamento conservador do lipedema, apresentando resultados obtidos em sua prática clínica e discutindo temas como hormônios, inflamação, metabolismo, microbiota intestinal e a importância da atuação multidisciplinar no acompanhamento das pacientes.
A participação em Lisboa reforça a trajetória internacional da fisioterapeuta, que também já foi palestrante em eventos científicos na Itália. Agora, esse conhecimento será levado aos profissionais de Mato Grosso por meio de um curso com conteúdo teórico e treinamento prático (hands on), abordando diagnóstico clínico, classificação por estágios, tratamento conservador, pós-operatório, drenagem linfática, compressoterapia, eletroterapia e discussão de casos reais.
Capacitação em Cuiabá
Com a experiência adquirida nos principais centros internacionais dedicados ao estudo do lipedema, Dra. Laura Alves realizará, nos dias 16 e 17 de julho de 2026, em Cuiabá, um curso presencial voltado a fisioterapeutas e demais profissionais da saúde interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre a doença.
A capacitação reunirá conteúdo teórico e treinamento prático (hands on), contemplando diagnóstico clínico e diferencial por estágios, protocolos de tratamento conservador e pós-operatório, eletroterapia, drenagem linfática, compressoterapia e discussão de casos clínicos.
O curso inclui certificado e apostila, com vagas limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo Sympla ou diretamente pelo WhatsApp da organização.
Agro Mato Grosso
Urochloa melhora microbiota fúngica em solo degradado

Estudo em feijão comum mostra efeito residual da cobertura sobre fungos da rizosfera e indicadores de qualidade do solo
A inclusão de Urochloa brizantha no período de pousio alterou a comunidade fúngica da rizosfera do feijão comum e favoreceu indicadores ligados à recuperação biológica do solo. O efeito ocorreu em área degradada por mais de cinco décadas de uso agrícola intensivo, com histórico de tabaco, monocultivo de feijão, preparo convencional e longos períodos de solo descoberto (DOI: 10.3390/jof12070456).
Estudo avaliou os efeitos residuais de Urochloa brizantha como planta de cobertura sobre fungos associados às raízes do feijão comum. Os pesquisadores também mediram atributos físicos, químicos e biológicos do solo. O trabalho ocorreu na Estação Experimental Agropecuária Salta, do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária, em Cerrillos, Salta, Argentina.
Cinco situações
O experimento comparou cinco situações. A primeira manteve pousio com solo descoberto seguido de feijão comum. A segunda recebeu um ciclo de Urochloa brizantha antes do feijão. A terceira recebeu dois ciclos consecutivos da gramínea antes do feijão. A quarta manteve uma pastagem perene de Urochloa brizantha. A quinta usou solo preservado como referência externa.
A análise por sequenciamento de alta escala mostrou mudança significativa na composição da comunidade fúngica entre os manejos. A diversidade alfa não apresentou diferença estatística. Isso indica manutenção da riqueza e da uniformidade dos fungos. Porém, a composição mudou. O manejo com Urochloa brizantha promoveu substituição de grupos fúngicos dentro da rizosfera.
Solo descoberto
No pousio com solo descoberto, o gênero Fusarium apresentou maior abundância relativa. Esse tratamento também teve maior presença de Fusicolla e Bipolaris. Esses gêneros incluem espécies associadas a doenças de plantas. Segundo os pesquisadores, o resultado sugere acúmulo de fungos com potencial patogênico em sistemas simplificados e com monocultivo contínuo.
Nos tratamentos com Urochloa brizantha, a comunidade caminhou para outro perfil. Houve maior participação de fungos saprófitos e grupos associados à decomposição de resíduos e à ciclagem de nutrientes. Entre os gêneros citados aparecem Mortierella, Penicillium, Coprinellus, Immersiella, Torula, Lectera, Coprinopsis e Psathyrella.
A pastagem perene de Urochloa brizantha apresentou enriquecimento de Gamsia, Chaetomium e Pyrenochaeta. O solo preservado teve maior associação com Penicillium, Mycoleptodiscus, Purpureocillium e Knufia. Para os cientistas, esses marcadores indicam uma transição da comunidade fúngica para estruturas mais ligadas à decomposição da matéria orgânica, à estabilidade do solo e à atividade biológica.
Análise funcional
A análise funcional reforçou essa tendência. O pousio descoberto teve maior abundância relativa de fungos classificados como patógenos de plantas. O tratamento com um ciclo de Urochloa brizantha reduziu a representação desse grupo e manteve atividade saprofítica. O tratamento com dois ciclos apresentou comportamento intermediário. A pastagem perene e o solo preservado mostraram perfis mais equilibrados, com menor participação de patógenos vegetais e maior contribuição de guildas saprofíticas e simbióticas.
Os atributos do solo também responderam ao manejo. O carbono orgânico do solo teve menores valores no monocultivo de feijão com solo descoberto. Os tratamentos com Urochloa brizantha elevaram esse indicador, sobretudo no tratamento com dois ciclos e na pastagem perene. A estabilidade de agregados também aumentou com a gramínea e alcançou valores próximos ao solo de referência.
A densidade do solo apresentou o padrão oposto. O pousio descoberto teve os maiores valores. Os tratamentos com Urochloa brizantha reduziram a densidade. O resultado indica melhoria estrutural associada ao sistema radicular da gramínea e à presença de cobertura vegetal.
Indicadores microbiológicos
Os indicadores microbiológicos acompanharam a mudança. A respiração microbiana aumentou nos tratamentos com Urochloa brizantha. A biomassa microbiana de carbono e nitrogênio também apresentou menores valores no pousio descoberto. A proteína do solo relacionada à glomalina cresceu na pastagem perene e teve valor intermediário após dois ciclos da gramínea.
A atividade enzimática mostrou diferenças entre manejos. A hidrólise de diacetato de fluoresceína atingiu maior valor na pastagem perene. A fosfatase ácida teve maiores atividades na pastagem perene e no tratamento com um ciclo de Urochloa brizantha. O pousio descoberto apresentou menor atividade dessa enzima.
Análise multivariada
A análise multivariada indicou associação entre a estrutura da comunidade fúngica e variáveis do solo. A proteína relacionada à glomalina, a respiração microbiana, a biomassa microbiana, o magnésio, a capacidade de retenção de água, a fosfatase ácida e a relação carbono:nitrogênio ajudaram a explicar a composição dos fungos. As variáveis biológicas explicaram fração maior da variação da comunidade do que as propriedades físico-químicas.
Os pesquisadores concluem que Urochloa brizantha gerou efeitos residuais mensuráveis sobre a rizosfera do feijão comum. O manejo deslocou a comunidade fúngica de um perfil enriquecido em potenciais patógenos para uma estrutura com maior presença de fungos associados à decomposição, à ciclagem de nutrientes e à recuperação biológica do solo. Mesmo um ciclo da gramínea iniciou mudanças detectáveis em solo degradado.
Agro Mato Grosso
A 100 dias das eleições: quem deve disputar Governo e Senado em MT

Pré-candidatos ao governo e ao Senado intensificam articulações, mas candidaturas só serão oficializadas durante as convenções partidárias, previstas para julho.
Faltando 100 dias para o primeiro turno das eleições gerais, marcado para 4 de outubro, o cenário político de Mato Grosso começa a se desenhar. Lideranças partidárias intensificam as articulações para disputar cargos como o Governo do Estado, o Senado e a Câmara dos Deputados, embora a definição oficial das candidaturas dependa das convenções partidárias, previstas para começar em julho.
Na corrida pelo Palácio Paiaguás, alguns nomes já aparecem como pré-candidatos. O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) deve disputar a reeleição após assumir o comando do Executivo com a saída de Mauro Mendes (União), que deixou o cargo no fim de março para concorrer ao Senado.
Em fevereiro, Wellington Fagundes (PL) foi o nome confirmado pelo pré-candidato a Presidência, Flávio Bolsonaro, para representar o partido e concorrer ao governo de Mato Grosso.
A Executiva Nacional do PT decidiu que o partido em Mato Grosso deve apoiar o PSD com a candidatura da médica Natasha Slhessarenko (PSD) que, até a publicação desta reportagem, é a única mulher na pré-corrida ao Executivo estadual.
Outro nome que deve disputar o governo é o do atual senador Jayme Campos (União). Ele já manifestou interesse publicamente em concorrer, mas a candidatura ainda depende da definição do partido.
Também são apontados como possíveis candidatos o empresário Alex Pucinelli (Democracia Cristã), o professor universitário Caiubi Kuhn (PDT) e o empresário Marcelo Maluf (Novo).
Disputa pelo Senado
Mato Grosso elegerá dois senadores nesta eleição, o que aumenta a disputa pelas vagas.
O ex-governador Mauro Mendes (União) já confirmou a pré-candidatura ao Senado. Já o atual senador Carlos Fávaro (PSD) tentará a reeleição.
Única mulher representante na Assembleia Legislativa, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), também pretende deixar a cadeira para disputar uma vaga no Senado.
Outro nome que deve entrar na disputa é o deputado federal José Medeiros (PL) que também foi confirmado por Flávio Bolsonaro para representar a sigla. Já o ex-governador Pedro Taques (PSB) articula o retorno à política e também é citado entre os possíveis candidatos.
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