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12 de agosto de 2026

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Petrobras assina contratos para retomar obras da UFN-III em Três Lagoas

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A Petrobras assina nesta quinta-feira (25), em Três Lagoas (MS), os contratos com as empresas vencedoras das licitações para a finalização das obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III). A cerimônia será realizada às 9h, na própria unidade, com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e de outras autoridades.

A retomada da UFN-III contará com investimentos de mais de R$ 5 bilhões e apoio do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo a Petrobras, o começo dos trabalhos ocorre ainda neste mês, marcando a retomada de um empreendimento 100% Petrobras.

A previsão apresentada para o projeto é de geração de cerca de 8 mil postos de trabalho diretos e indiretos ao longo das obras. O início das operações da unidade está previsto para 2029.

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A UFN-III é uma unidade voltada ao segmento de fertilizantes nitrogenados, área ligada ao fornecimento de insumos para a produção agropecuária. A assinatura dos contratos formaliza o avanço para a etapa de conclusão das obras da planta instalada em Três Lagoas.

O evento será realizado na Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III, em Mato Grosso do Sul. Para a cobertura jornalística, o credenciamento deve ser feito no sistema da Presidência da República. Profissionais com credencial anual também precisam informar a participação na visita. A retirada das credenciais ocorrerá no dia 25, no local do evento, entre 7h30 e 8h30.

A Petrobras também disponibilizará transporte para profissionais de imprensa credenciados que estejam em Três Lagoas. A saída está prevista para 7h, do Hotel Samba, na Avenida Ranulpho Marques Leal, 2661, no bairro Jardim Angélica.

Com a assinatura dos contratos nesta quinta-feira (25), a Petrobras dá início à retomada das obras da UFN-III em Três Lagoas, com execução prevista para começar ainda em junho e operação programada para 2029.

Fonte: agencia.petrobras.com.br

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Café: poder de compra de fertilizantes melhora e anima produtores para nova safra

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Apec

Com a colheita da safra de café 2026/27 praticamente concluída, os produtores começam a direcionar as atenções para os trabalhos que vão definir o potencial da próxima temporada. A floração e a adubação das lavouras para o ciclo 2027/28 passam a ganhar espaço no planejamento dos cafeicultores.

Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), produtores já se preparam para retomar a aplicação de fertilizantes nitrogenados. Ao mesmo tempo, plantios, reformas e renovações de cafezais seguem em andamento, estimulados pelo cenário de preços elevados do grão.

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Um dos fatores favoráveis neste momento é a melhora no poder de compra do café frente aos fertilizantes.

De acordo com o Cepea, entre maio e o início de agosto, a relação de troca ficou mais vantajosa para o cafeicultor na comparação com os insumos monitorados pelo Centro de Pesquisas. O destaque foi a ureia, importante fonte de nitrogênio utilizada na adubação das lavouras.

Na prática, a melhora da relação de troca indica que o produtor precisa comprometer uma quantidade menor de café para adquirir determinada quantidade do insumo, tornando a compra relativamente mais favorável.

Cenário ainda exige planejamento

Apesar da melhora registrada nos últimos meses e da valorização do café, pesquisadores do Cepea ponderam que o cenário ainda requer cautela.

Isso porque a relação de troca entre café e fertilizantes permanece menos favorável do que a registrada há um ano.

Diante desse cenário, o Centro de Pesquisas reforça a importância do planejamento das compras e da adubação para a próxima temporada, especialmente em um momento em que os cafeicultores avançam nos preparativos das lavouras que vão formar a safra 2027/28.

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Fertilizantes na soja: onde está o ganho de eficiência? Especialista da Yara Brasil explica

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Foto: Canal Rural/reprodução

Tem novo episódio do podcast Soja Brasil no ar! E você pode conferir o que Guilherme Schmitz, vice-presidente de Marketing e Agronomia da Yara Brasil, falou sobre eficiência na adubação e o uso dos fertilizantes como investimento para aumentar a produtividade e a rentabilidade no campo. O especialista comentou sobre a importância de avaliar o retorno de cada tecnologia utilizada na lavoura, considerando também os ganhos em produtividade, qualidade e eficiência operacional.

Durante o bate-papo, Guilherme destacou ainda a necessidade de personalizar as recomendações de fertilização de acordo com as características de cada solo e talhão. Segundo ele, um bom diagnóstico, o equilíbrio entre nutrientes, a correção do solo e o desenvolvimento do sistema radicular são fundamentais para melhorar o aproveitamento dos fertilizantes. O especialista também falou sobre tecnologias da Iara voltadas à nutrição, bioestimulação e tratamento de sementes.

Outro assunto abordado no episódio foi a preparação da lavoura para enfrentar eventos climáticos, como estiagens, veranicos e chuvas intensas. Guilherme explicou que uma planta bem estabelecida e com bom desenvolvimento radicular pode apresentar maior resiliência diante dessas condições.

Confira:

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Produtores de arroz seguram vendas à espera de R$ 80 por saca no RS

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Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul segue firme, sustentado pela menor disposição dos produtores para negociar e pela necessidade de compra das indústrias. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a oferta reduzida de lotes limita a liquidez, enquanto compradores encontram dificuldades para recompor os estoques.

Os produtores permanecem cautelosos nas vendas e aguardam preços mais atrativos. De acordo com o Cepea, a expectativa está em valores próximos de R$ 80 por saca de 50 quilos, livre, patamar considerado mais compatível com a remuneração esperada pelos vendedores.

A postura retraída no campo contribui para sustentar as cotações do arroz em casca. Por outro lado, o repasse dessa valorização para o produto beneficiado ainda encontra resistência, o que limita a margem para avanços nas negociações ao longo da cadeia.

Indústrias enfrentam dificuldade para recompor estoques

Do lado comprador, a necessidade de reposição mantém as indústrias ativas no mercado. No entanto, a baixa disponibilidade interna de arroz dificulta a formação de estoques e aumenta a disputa pelos lotes colocados à venda.

O cenário ajuda a explicar também o movimento observado no comércio exterior, com aumento da entrada de produto estrangeiro no país.

Segundo o Cepea, as importações cresceram diante da necessidade das indústrias de recompor estoques, em um momento de oferta doméstica restrita.

Exportações de arroz recuam em julho

Enquanto as importações avançaram, as exportações brasileiras perderam força. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam redução nos embarques de arroz em julho, interrompendo uma sequência de dois meses consecutivos de forte crescimento.

Pesquisadores do Cepea relacionam esse movimento ao encerramento dos leilões promovidos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e à valorização do arroz no mercado doméstico.

Com produtores resistentes em negociar aos preços atuais e indústrias ainda buscando matéria-prima, a disponibilidade de arroz no mercado interno permanece como um dos principais fatores de sustentação das cotações.

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