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12 de agosto de 2026

Agro Mato Grosso

Aprosoja MT percorre 9 mil km e leva resultados de pesquisas a 33 núcleos na Rodada Técnica

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Evento teve quase 1,9 mil participantes e ainda passará por mais dois núcleos

Após percorrer 9 mil quilômetros por Mato Grosso, a Rodada Técnica da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) concluiu 33 núcleos na sua 3ª edição. O evento ocorre uma vez por ano e é o momento em que os pesquisadores dos Centros Tecnológicos (CTECNOs) levam aos núcleos da entidade os conhecimentos adquiridos nos campos experimentais. A edição teve início no dia 4 de maio e tem mais duas últimas datas marcadas, com a previsão de se encerrar em julho.

Com a participação de 1.878 pessoas, até o momento, entre produtores rurais, engenheiros agrônomos e técnicos, a Rodada Técnica contou com a presença dos coordenadores de pesquisa Rodrigo Hammerschmitt, do CTECNO Parecis, e André Somavilla, do CTECNO Araguaia, além da colaboração das pesquisadoras Daniela Facco e Isley Bicalho e dos consultores Douglas Teixeira e Autieres Farias. O vice-coordenador da Comissão de Defesa Agrícola da Aprosoja MT, Gilson Antunes de Melo, realizou a abertura dos eventos e destacou a importância do conhecimento compartilhado.

“Recebemos em Nova Mutum os pesquisadores do Centro Tecnológico, que trouxeram informações e resultados das pesquisas desenvolvidas no campo. Cada conhecimento compartilhado sobre soja e milho contribuiu para a tomada de decisões dentro das propriedades. O evento foi uma importante oportunidade para os produtores conhecerem novas informações e tecnologias voltadas à produção agrícola”, disse.

A Rodada Técnica tem o objetivo de levar conhecimento técnico, promover a troca de experiências e aproximar os produtores das pesquisas desenvolvidas nos CTECNOs Parecis e Araguaia. O evento apresentou os principais resultados obtidos nos campos experimentais da entidade, além de esclarecer dúvidas dos participantes. Entre os temas debatidos estiveram doses e modos de aplicação de calcário, adubação potássica, adubação fosfatada, adubação sulfatada, adubação nitrogenada nas culturas de segunda safra, consórcio de milho com plantas de cobertura, adubação foliar para a cultura da soja, rotação de culturas com soja e rentabilidade, manejo de plantas daninhas no sistema de produção, estudos fitotécnicos em soja, milho, gergelim e sorgo. Esses temas são levados aos agricultores, contribuindo para o desenvolvimento da agricultura mato-grossense, como destacou a pesquisadora Daniela Facco.

“A Rodada Técnica é uma ação muito importante da Aprosoja Mato Grosso porque leva aos produtores os resultados das pesquisas desenvolvidas nos Centros Tecnológicos dos Parecis e Araguaia. Ela permite que essas informações cheguem também aos núcleos mais distantes, onde muitos produtores não conseguem visitar os centros de pesquisa com frequência. Dessa forma, o conhecimento gerado pela pesquisa é compartilhado diretamente com quem está no campo, contribuindo para uma melhor eficiência no uso de nutrientes, maior rentabilidade e melhores resultados nas lavouras”, explicou.

Nesta última semana, a equipe da Defesa Agrícola finalizou a programação na Região Norte de Mato Grosso. O primeiro núcleo a receber os pesquisadores foi o Vale do Arinos, em Tabaporã. A delegada coordenadora do núcleo, Carina Ossani, destacou a relevância de levar os resultados das pesquisas aos agricultores.

“Estive no Centro Tecnológico dos Parecis e pude ver na prática o desenvolvimento das pesquisas e dos manejos. Receber a Rodada Técnica aqui é importante porque nos permite conhecer esses resultados, aprender novas técnicas e aplicá-las nas nossas lavouras para melhorar a produtividade”, contou.

Seguindo para o segundo dia, a equipe da Rodada Técnica esteve, oficialmente, pela primeira vez no recém-criado núcleo de Itanhangá. No local, cerca de 70 pessoas prestigiaram a palestra e puderam aprender mais sobre manejo de plantas daninhas, aplicação de calcário, rotação de culturas com soja e rentabilidade. O delegado coordenador do núcleo, Ivam Franceschet, afirmou que os estudos são muito proveitosos, já que refletem as condições do solo do município.

“O recém-criado Núcleo de Itanhangá recebe pela primeira vez a Rodada Técnica, trazendo resultados de pesquisas e informações importantes para os nossos associados. Em um cenário de altos custos de produção, esse conhecimento é fundamental para ajudar o produtor a aumentar a produtividade e melhorar os resultados da lavoura. Também tivemos a oportunidade de conhecer estudos realizados em áreas arenosas, que representam grande parte da realidade do nosso município”, explicou.

Já no núcleo de Sorriso, a delegada coordenadora, Aline Beledelli, destacou o espaço criado pela Aprosoja MT para a troca de conhecimento entre produtores, pesquisadores e profissionais da área agrícola.

“A Aprosoja traz os pesquisadores dos Centros Tecnológicos até os produtores, permitindo que mais pessoas tenham acesso às informações e às novidades que estão sendo desenvolvidas. É um momento de grande importância para conhecer novas práticas de manejo, produtividade e variedades, além de promover a troca de experiências entre produtores, agrônomos, técnicos agrícolas e todos que fazem parte do agro”, disse.

Seguindo com a programação, o delegado coordenador do núcleo de Nova Ubiratã, Rodrigo Franzoi, destacou a importância de levar o conhecimento dos pesquisadores aos núcleos, já que os centros de pesquisa estão localizados em Campo Novo do Parecis e Nova Nazaré, o que dificulta o acesso de muitos associados.

Além da distância dos CTECNOs, a delegada coordenadora do núcleo de Lucas do Rio Verde, Taisa Botton, ressaltou que os dias de visitação aos campos experimentais geralmente coincidem com períodos de plantio ou colheita, dificultando a participação dos produtores.

“A oportunidade que a Aprosoja MT nos dá é magnífica, porque muitas vezes os eventos nos Centros Tecnológicos acontecem em períodos em que estamos no campo, no plantio ou na colheita, e o tempo para participar é muito curto. Trazer esse conhecimento até nós é algo extraordinário. É o conhecimento técnico e científico dos pesquisadores sendo aplicado diretamente à realidade do produtor e de toda a cadeia do agro”, destacou.

Encerrando a programação da semana, a Rodada Técnica passou pelo núcleo de Nova Mutum, onde o delegado coordenador, Marcos Sfredo, ressaltou que receber o evento contribui para o desenvolvimento agrícola local e reforça o compromisso da entidade com os produtores rurais.

“A Rodada Técnica foi muito importante para produtores e consultores, pois permitiu conhecer os resultados das pesquisas desenvolvidas nos Centros Tecnológicos. Esse conhecimento agrega valor ao dia a dia e auxilia na tomada de decisões dentro da propriedade. Muitas vezes o produtor não consegue visitar os centros de pesquisa por estar envolvido com o manejo da lavoura ou a colheita, por isso é fundamental que essas informações cheguem até ele por meio de iniciativas como essa”, afirmou.

Ao longo de quase dois meses, a Rodada Técnica reforçou o compromisso da Aprosoja MT com a difusão do conhecimento e a aproximação entre pesquisa e produtor rural. Percorrendo quase todos os núcleos da entidade, o projeto levou informações atualizadas, promoveu a troca de experiências e apresentou soluções desenvolvidas nos CTECNOs Parecis e Araguaia, contribuindo para a tomada de decisões no campo e para o fortalecimento da agricultura mato-grossense.

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Agro Mato Grosso

Fogo já destruiu cerca de 20 mil hectares no município de Nova Santa Helena I MT

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Força-tarefa com bombeiros, brigadistas, Força Nacional e produtores rurais tenta impedir avanço das chamas; quatro suspeitos foram presos por provocar incêndios criminosos

Um incêndio florestal que já consumiu cerca de 20 mil hectares de vegetação mantém uma força-tarefa mobilizada há uma semana em Nova Santa Helena, a 622 quilômetros ao norte de Cuiabá. As chamas avançam sobre uma extensa área de mata e chegaram próximo a um assentamento rural, exigindo atuação permanente das equipes de combate.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar (CBM), o trabalho envolve viaturas, aeronaves e equipes especializadas, que concentram esforços para conter os focos ativos e impedir que o fogo se espalhe para áreas sob responsabilidade do Estado.

Embora grande parte do incêndio esteja em território federal, a preocupação é evitar que as chamas atinjam novas áreas de vegetação e coloquem em risco moradores, propriedades rurais e a fauna da região.

A operação também conta com brigadistas, integrantes da Força Nacional e apoio de produtores rurais, que disponibilizaram tratores, caminhões-pipa e outras máquinas para abrir aceiros e facilitar o combate ao fogo.

O incêndio ocorre em um momento de aumento expressivo dos focos de calor em Mato Grosso. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que Nova Santa Helena liderou os registros entre os dias 1º e 9 de agosto, com 55 focos de calor. Na sequência aparecem Paranatinga (52), Colniza (44) e Nova Nazaré (43).

As investigações apontam que parte dos focos teve origem criminosa. No último dia 4, quatro homens foram presos em flagrante suspeitos de provocar incêndios na região.

Conforme o Corpo de Bombeiros, os suspeitos utilizavam isqueiros e pedaços de mangueira plástica derretida para iniciar o fogo e facilitar a propagação das chamas sobre a vegetação seca.

Três deles foram detidos ainda no local da ação. O quarto conseguiu fugir antes da chegada da Polícia Militar, mas acabou localizado e preso após buscas realizadas na região. Todos foram encaminhados à delegacia e responderão pelo crime de provocar incêndio em área de vegetação.

Com essas prisões, Mato Grosso já soma cinco pessoas presas por provocar incêndios criminosos durante o atual período proibitivo do uso do fogo.

PROIBIÇÃO SEGUE ATÉ NOVEMBRO – Desde 1º de julho está em vigor em Mato Grosso o período proibitivo para o uso do fogo em atividades de limpeza e manejo de áreas rurais. A restrição permanecerá até 30 de novembro em todo o Estado. Nas áreas urbanas, a utilização de fogo é proibida durante todo o ano.

O Corpo de Bombeiros lembra que provocar incêndio em mata ou floresta é crime previsto no artigo 41 da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9.605/1998), com pena de dois a quatro anos de reclusão, além de multa. Dependendo das circunstâncias, os responsáveis também podem responder por danos ambientais e outros crimes previstos na legislação.

As autoridades reforçam que, além de ilegal, o uso irregular do fogo representa risco à população, provoca prejuízos ambientais, compromete a qualidade do ar e favorece incêndios de grandes proporções, especialmente durante o período de estiagem.

 

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Novo veranico começa hoje, com calor de até 42°C no Centro-Oeste; veja previsão

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O novo veranico que passa a atuar sobre o Brasil nesta quarta-feira (12) deve espalhar o calor por uma área maior do país nos próximos dias e levar os termômetros para até 42°C em pontos de Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Pará, Maranhão e Piauí.

A previsão é de tardes cada vez mais quentes e secas, principalmente no Centro-Oeste e em partes do Norte, do Nordeste, do Sudeste e do Sul.

A Climatempo prevê que o episódio dure, inicialmente, até a próxima quarta-feira (19).

A área afetada vai do norte e noroeste do Paraná a grande parte de São Paulo; passa pelo oeste de Minas Gerais; alcança todo o Centro-Oeste; e inclui ainda áreas do oeste da Bahia, sul do Piauí e do Maranhão, Tocantins, sul do Pará, Rondônia e sul do Amazonas.

Nessa faixa, a principal característica será uma sequência de tardes com temperaturas pelo menos 3°C acima da média de agosto. Em alguns pontos, a diferença pode chegar a 5°C em determinados dias.

Novo veranico no Brasil — Foto: Arte/g1

Novo veranico no Brasil — Foto: Arte/g1

O calor mais intenso é esperado em Mato Grosso, Goiás e Tocantins; no sudeste do Pará; e em áreas do sul do Maranhão e do Piauí, onde os termômetros podem marcar entre 40°C e 42°C.

Em Mato Grosso do Sul, centro-oeste e norte de São Paulo; oeste de Minas Gerais; oeste da Bahia; Rondônia; e sul do Amazonas, as máximas podem ficar entre 36°C e 39°C.

A alta das temperaturas também pode fazer algumas capitais superarem as maiores marcas registradas em 2026.

Ainda segundo a Climatempo, Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Palmas (TO), Porto Velho (RO) e Teresina (PI) estão entre as cidades que podem estabelecer novos recordes de calor durante o veranico.

“Até São Paulo vai entrar numa condição de temperaturas pelo menos 3 graus acima da média, isso já começa a acontecer a partir da quinta-feira”, diz César Soares, meteorologista da Climatempo.

 

Pássaro é visto voando com o sol ao fundo na região de Carapicuiba, na Grande São Paulo, em imagem de 23 de agosto de 2024. — Foto: Aloisio Mauricio/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Pássaro é visto voando com o sol ao fundo na região de Carapicuiba, na Grande São Paulo, em imagem de 23 de agosto de 2024. — Foto: Aloisio Mauricio/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Apesar do calor fora de época, o episódio é classificado como veranico, e não como onda de calor, porque as temperaturas mais altas não devem persistir com a mesma intensidade por pelo menos cinco dias. As madrugadas também ainda podem ser mais amenas.

O aumento das temperaturas está ligado à presença de uma grande massa de ar seco e quente sobre o interior do Brasil. Ela dificulta a chegada do ar frio de origem polar e também reduz a formação de nuvens. Com mais horas de sol, o calor se acumula durante as tardes.

O tempo seco será outro ponto de atenção. Nesta quarta, o Inmet mantém avisos para baixa umidade em áreas do Centro-Oeste; do Norte; do Nordeste; e do Sudeste. Em pontos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a umidade pode cair para níveis entre 12% e 20%.

A combinação de calor, ar seco e vento também aumenta as condições favoráveis à propagação de incêndios. As rajadas previstas para essas áreas ficam abaixo de 90 km/h: podem chegar a cerca de 50 km/h em uma extensa faixa do interior; e alcançar 70 km/h no norte do Tocantins e da Bahia e no leste do Piauí.

No Sudeste, o aquecimento será gradual. Nesta quarta, o leste de São Paulo; o Rio de Janeiro; o Espírito Santo; e a faixa leste de Minas Gerais ainda começam o dia com mais nuvens, temperaturas amenas e possibilidade de chuva fraca e isolada. No interior, porém, o tempo fica mais seco e quente.

Em São Paulo (SP), a máxima nesta quarta fica em torno de 23°C; no Rio de Janeiro (RJ), pode chegar aos 25°C; e Belo Horizonte (MG) pode registrar 28°C. A tendência é de elevação mais clara das temperaturas nos próximos dias, com o veranico ganhando força também sobre boa parte de São Paulo e o oeste de Minas Gerais.

Na quinta-feira (13), por exemplo, o Rio de Janeiro (RJ) já pode chegar aos 32°C, segundo a previsão do Inmet. O norte e o oeste de São Paulo; o Triângulo Mineiro; e o oeste e noroeste de Minas Gerais também continuam com umidade baixa.

No Centro-Oeste, o calor já é mais intenso nesta quarta. A maior parte de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal terá tempo firme e seco; pancadas isoladas ainda podem aparecer no noroeste de Mato Grosso e no sul de Mato Grosso do Sul.

Em Cuiabá (MT), a máxima pode chegar a 37°C nesta quarta; Campo Grande (MS) pode alcançar 32°C. A tendência é de temperaturas ainda maiores ao longo dos próximos dias, principalmente em Mato Grosso; Goiás; Mato Grosso do Sul; e no Distrito Federal.

No Norte, o calor também será forte em Tocantins; Rondônia; sul do Pará; e áreas do Amazonas. O Inmet indica que os termômetros podem superar 38°C em partes da Amazônia central e do Centro-Oeste, chegando pontualmente aos 40°C.

Previsão de chuva nesta quarta em todo o país. — Foto: CPTEC/Inpe

Previsão de chuva nesta quarta em todo o país. — Foto: CPTEC/Inpe

No Nordeste, o contraste também será grande. O interior da Bahia; do Piauí; do Maranhão; e de outros estados continua quente e seco, mas a faixa litorânea terá chuva mais frequente. A maior atenção nesta quarta fica entre o litoral norte da Bahia e Sergipe, onde há risco de chuva forte e temporais.

A chuva também pode ganhar intensidade entre Pernambuco e Alagoas; no litoral e norte do Maranhão; e em áreas do Ceará. Na quinta-feira, ela continua principalmente entre Bahia, Sergipe e o sul de Alagoas.

Os ventos mais fortes do Nordeste também permanecem abaixo de 90 km/h. As rajadas podem chegar aos 50 km/h em grande parte da região; e alcançar 70 km/h em pontos do interior da Bahia e do Piauí e no litoral do Rio Grande do Norte.

No Sul, a situação é praticamente oposta à observada no interior do país. A quarta-feira será marcada pelo retorno da chuva forte ao Rio Grande do Sul e a Santa Catarina; o Paraná também terá áreas de chuva ao longo do dia.

O responsável é um sistema de baixa pressão sobre o Paraguai associado a uma área alongada de baixa pressão que favorece a formação das nuvens carregadas.

O maior risco de temporais nesta quarta está no centro e na Serra do Rio Grande do Sul; no sul de Santa Catarina; e em parte do litoral catarinense. A chuva pode vir acompanhada de raios, granizo e ventania, além de acumular grandes volumes em pouco tempo.

No Paraná, o período mais quente deve ganhar força a partir de domingo (16). No norte e noroeste do estado, as máximas podem variar de 34°C a 37°C até a próxima quarta-feira.

As manhãs, porém, ainda podem lembrar que é inverno. Nesta quarta, Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) podem começar o dia com cerca de 10°C. Na capital gaúcha, a máxima fica perto de 15°C; em Curitiba (PR), chega a aproximadamente 20°C.

Temperaturas mínimas previstas para esta quarta em todo o Brasil. — Foto: CPTEC/Inpe

Temperaturas mínimas previstas para esta quarta em todo o Brasil. — Foto: CPTEC/Inpe

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Grupo suspeito de furtar módulos de caminhões é alvo de operação em MT

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Treze pessoas foram presas nesta quarta-feira (12) durante uma operação da Polícia Civil contra um grupo suspeito de furtar módulos eletrônicos e outros componentes de caminhões em Sinop, a 503 km de Cuiabá. Ao todo, são cumpridas 88 ordens judiciais, entre mandados de prisão e de busca e apreensão, além de medidas de bloqueio e sequestro de bens.

Entre as medidas está o bloqueio de até R$ 11 milhões em contas bancárias, além do sequestro de quatro imóveis e 13 veículos ligados aos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos identificavam previamente os locais e veículos que seriam alvos. Depois dos furtos, os módulos eram encaminhados para receptadores e comerciantes de peças automotivas.

De acordo com a investigação, integrantes do grupo utilizavam empresas dos setores de mecânica e comércio de peças para receber, armazenar e revender os componentes furtados.

A Justiça também determinou a suspensão das atividades de quatro empresas e proibiu quatro investigados de exercerem atividades empresariais.

A investigação aponta ainda que os valores obtidos com os crimes eram movimentados por meio de diferentes contas bancárias e empresas, em uma tentativa de dificultar a identificação da origem do dinheiro.

Um dos esquemas identificados pela Polícia Civil era o chamado “resgate” das peças. Segundo as investigações, proprietários de oficinas atuavam como intermediários e cobravam das próprias vítimas para devolver os módulos que haviam sido furtados dos caminhões.

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