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27 de setembro de 2026

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Colônia Lunar! NASA Confirma Construção de Base Lunar Definitiva até 2036

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Com apoio pesado da iniciativa privada, projeto de três fases no Polo Sul da Lua será o maior salto da expansão humana e o laboratório perfeito para a conquista de Marte.

O futuro que víamos na ficção científica já virou o nosso presente. A NASA confirmou o cronograma oficial para o estabelecimento de uma base humana permanente na Lua até o ano de 2036. Mais do que uma simples missão exploratória, trata-se de um audacioso projeto de três fases que visa consolidar uma infraestrutura completa e duradoura no Polo Sul lunar, expandindo definitivamente as fronteiras da atuação humana para além da Terra.

Por que o Polo Sul Lunar?

A escolha da região não é por acaso. O Polo Sul lunar abriga condições extremas, porém estratégicas para sustentar a presença humana a longo prazo. Três motivos principais tornam o local o grande alvo das agências espaciais e corporações privadas:

  • Presença de Gelo de Água: Este é o fator mais crítico. O Polo Sul possui crateras profundas que permanecem perpetuamente na sombra, intocadas pela luz solar. Esse ambiente gélido preservou vastas quantidades de gelo, um recurso vital que pode ser processado para produzir água potável, oxigênio para suporte de vida e até mesmo combustível para foguetes.
  • Iluminação Solar Contínua: Em contraste com as crateras escuras, os picos mais altos da região recebem luz solar de forma quase ininterrupta. Essa característica natural garante uma fonte de energia limpa e constante, essencial para o funcionamento da base sem apagões.
  • O Grande Campo de Provas para Marte: A Lua servirá como o mais rigoroso laboratório de testes da humanidade. Aprender a extrair recursos locais, manter equipamentos operantes em condições hostis e garantir a sobrevivência fora da Terra são etapas inegociáveis antes de darmos o próximo grande passo: a viagem tripulada a Marte.

O Passo a Passo da Conquista Lunar

A construção da base seguirá uma estratégia prática e modular, fortemente impulsionada por contratos milionários de fomento ao livre mercado, delegando grande parte do desenvolvimento tecnológico para a iniciativa privada.

Cronograma detalhando as fases de expansão, quantidade de lançamentos e volume de carga para garantir a presença lunar duradoura.

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Fase 1: O Alicerce e a Inovação (2026 – 2029)

Totalmente focada em experimentação e aprendizado prático, a primeira fase prevê um tráfego lunar intenso: serão cerca de 25 lançamentos e 21 alunizagens, entregando 4 toneladas de carga na superfície. O objetivo imediato é aprender a pousar com total confiança, avaliar o desgaste real dos equipamentos e entender como o regolito (a poeira lunar) se comporta sob o peso das estruturas. Além disso, as tecnologias serão testadas ao limite para sobreviver à severa noite lunar, que dura o equivalente a duas semanas terrestres.

Para abrir os caminhos na superfície, as três primeiras missões do cronograma serão fundamentais:

  • Moon Base 1 (Prevista para o outono de 2026): Operada pelo módulo de pouso Blue Moon Mark 1, desenvolvido pela Blue Origin. A NASA firmou contrato para duas missões de entrega de veículos de exploração com a empresa, avaliadas em US$ 234 milhões cada. A escolha é puramente estratégica e visa reduzir os riscos, já que o modelo Mark 1 tem alta sinergia com o futuro Mark 2 — que será a versão de pouso tripulada. O destino é a Shackleton Connection Ridge, para onde a nave levará refletores a laser e câmeras configuradas para medir a interação dos motores com o solo.
  • Moon Base 2 (Prevista para o final de 2026): Utilizando o módulo Griffin, da Astrobotic, esta missão servirá como o grande “ensaio geral” para as operações autônomas e logística de superfície, pavimentando o terreno para futuras missões tripuladas.
  • Moon Base 3 (Prevista para o final de 2026): Dedicada à ciência de ponta, entregará a primeira carga do programa PRISM. O destaque é o instrumento Lunar Vertex, que pousará no interior dos “redemoinhos lunares” (Lunar Swirls) para medir o campo magnético residual.

A Frota Lunar: Contratos Milionários de Mobilidade (LTVs)

Para garantir o trânsito da futura tripulação, a NASA descentralizou o desenvolvimento dos Veículos Terrestres Lunares (LTVs) ao investir US$ 220 milhões em cada uma de suas duas principais parceiras de mobilidade:

  • Astrolab: Fundada por ex-engenheiros da SpaceX, a empresa está desenvolvendo o Crew Lunar Vehicle One, uma versão leve e compacta do seu poderoso protótipo Flex.
  • Lunar Outpost: Sediada no Colorado, a fabricante foi selecionada para produzir o Pegasus (uma versão adaptada do veículo Eagle). O modelo comporta confortavelmente dois astronautas, atinge a velocidade de 10 km/h e possui a dupla capacidade de operar de forma autônoma ou teleoperada.

Apesar de desenvolvidos por empresas concorrentes, ambos os modelos compartilham especificações técnicas obrigatórias: entregam 200 km de autonomia de deslocamento a partir do ponto de pouso e foram desenhados para enfrentar inclinações de até 20º — um requisito essencial para operar no terreno altamente acidentado do Polo Sul.

A Revolução dos Drones Moonfall (2028)

No final da primeira fase, o cronograma reserva um marco tecnológico: o projeto Moonfall. Desenvolvido em parceria com o JPL (Jet Propulsion Laboratory), o programa introduzirá os primeiros drones lunares da história. Diferente dos rovers terrestres, esses drones são pequenas naves de alta mobilidade. Eles decolam, voam curtas distâncias na ausência de atmosfera e pousam em múltiplos locais. O transporte da frota será feito pelo veículo Elitra Dark, da Firefly Aerospace.

Os objetivos em voo incluem o mapeamento da superfície com resolução centimétrica, prospecção de gelo no subsolo a até um metro de profundidade e análise da radiação local. Porém, a genialidade da engenharia se revela no longo prazo: quando os drones esgotarem sua capacidade de voo, serão ancorados no “perímetro” da base e transformados em infraestrutura fixa, servindo como antenas de retransmissão de dados, refletores de pouso ou até mesmo a primeira torre de comunicação celular da Lua.

Fase 2: Estruturação Pesada e Sobrevivência (2029 – 2032)

Com as tecnologias e os transportes validados, a Fase 2 inaugura a implantação da infraestrutura inicial. Serão transportadas cerca de 60 toneladas de carga. É neste estágio que os astronautas ganharão os grandes rovers pressurizados — verdadeiros laboratórios móveis onde poderão comer, dormir e trabalhar em segurança. Para sustentar essa expansão, redes elétricas complexas e pequenos reatores nucleares de fissão começarão a ser testados e instalados.

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Fase 3: A Nova “Cidade” Humana (2032 em diante)

O estágio definitivo. Com o envio estimado de 150 toneladas de carga para a superfície, a base alcançará a presença de tripulação semipermanente. A área operacional se estenderá por centenas de quilômetros, funcionando quase como uma “cidade” descentralizada. A estrutura aproveitará de forma inteligente a geografia local: painéis de captação nos picos iluminados garantirão a energia, enquanto a extração pesada ocorrerá nas crateras ricas em gelo.

A Lua Como Campo de Prova: Nosso Futuro Interplanetário

A conquista lunar não é um fim em si mesma. Como destaca o empresário e astronauta comercial Jared Isaacman, a humanidade precisa aprender a viver de forma autossustentável fora da Terra antes de tentar uma travessia muito mais longa e arriscada rumo ao Planeta Vermelho.

A diferença logística é brutal. Enquanto a Lua está a apenas quatro dias de viagem — permitindo a mitigação ágil de falhas e até resgates emergenciais —, uma jornada até Marte leva em média oito meses. O ambiente lunar será o laboratório onde dominaremos operações vitais de longo prazo, como extrair e refinar gelo para sobrevivência, realizar manutenções severas sem peças de reposição imediatas vindas da Terra e operar reatores nucleares fora do controle direto do nosso planeta.

Acima de tudo, o projeto da Base Lunar representa a criação de uma verdadeira economia espacial orbital e de superfície. Ao gerar uma demanda sólida por cargas, logística e serviços, a NASA repassa ao setor privado o desafio de encontrar soluções que reduzam drasticamente o custo operacional no espaço. É essa força do livre mercado que mudará as regras do jogo para o futuro da exploração. A Lua é o nosso campo de treinamento; Marte é apenas a próxima fronteira da nossa liberdade.

Fontes:
https://www.youtube.com/@SpaceToday
https://www.nasa.gov/moonbase/

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Corpo de estudante da Unemat desaparecido é encontrado no Rio Araguaia

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Jhonh Nilson, de 29 anos, havia sido visto pela última vez na quarta-feira (23); jovem tinha histórico de depressão grave

O corpo de um homem foi localizado boiando nas águas do Rio Araguaia, no município de Alto Araguaia, na tarde deste sábado (26). Trata-se de Jhonh Nilson, de 29 anos, estudante do curso de Direito da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

O universitário era considerado desaparecido desde a noite do dia 23 de setembro de 2026, o que motivou a circulação de cartazes com sua foto e contatos para auxiliar nas buscas. Segundo informações ligadas à vítima, o jovem enfrentava um quadro de depressão grave, tendo inclusive sofrido crises de ansiedade em sala de aula.

A ocorrência do achado do cadáver ganhou repercussão após imagens das viaturas no local serem divulgadas em uma página de rede social da região, momento em que moradores já suspeitavam, por meio dos comentários, que a vítima pudesse ser o rapaz até então desaparecido.

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Para o atendimento da ocorrência, o Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou o resgate. Equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) também compareceram ao local para executar os procedimentos legais e de praxe. O corpo foi encaminhado para exames de necropsia, que deverão atestar as circunstâncias e a causa da morte.

 

 

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Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula 25% da intenção de voto a presidente em Mato Grosso

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Pesquisa Quaest aponta que senador cresceu na percepção do eleitor na comparação a agosto, enquanto o presidente Lula ficou estagnado

O candidato à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL), tem 50% das intenções de voto em Mato Grosso. É o dobro do percentual do atual presidente, Lula (PT), que aparece com 25%, segundo pesquisa Quaest. 

A nova pesquisa do instituto foi divulgada nessa sexta-feira (25) sob encomenda da TV Centro América, filiada da Rede Globo em Mato Grosso. Conforme os dados, Flávio cresceu na intenção de votos na comparação à pesquisa anterior. 

No fim de agosto, Flávio tinha preferência de 43% dos eleitores, agora subiu sete pontos percentuais. Lula ficou estagnado com variação dentro da margem de erro da pesquisa. 

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Lula antes tinha 26% das intenções de voto e caiu um ponto percentual. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O psiquiatra Augusto Cury (Avante) subiu de 1% para 5%. 

O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), se manteve com 4%. Os demais candidatos registraram no máximo 3% das intenções de votos. A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 24 de setembro com 804 pessoas em Mato Grosso. Ela foi registrada com os números MT-08098/2026 e BR-09594/2026. 

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Prefeitura lança guia passo a passo para solicitar poda e corte de árvores em Cuiabá

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Material explica fluxo de atendimento gratuito e alerta para proibições. Em casos de risco iminente de queda, autorização prévia é dispensada para agilizar resgate

_MEIO AMBIENTE_
*Cuiabá lança guia com o passo a passo para solicitar poda e remoção de árvores*

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMADES), disponibiliza um guia com orientações para moradores que precisam solicitar a poda ou a remoção de árvores na capital.

O material reúne as regras previstas no Decreto Municipal nº 12.079/2026, explica o fluxo de atendimento e esclarece o que é permitido e o que continua proibido quando o assunto é manejo arbóreo.

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De acordo com o guia, o primeiro passo é protocolar o pedido na Secretaria Municipal de Ordem Pública. Em seguida, a solicitação é encaminhada à SMADES, responsável pela avaliação técnica da árvore e pela emissão da autorização ambiental.

Com a autorização concedida, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) realiza o serviço utilizando técnicas e equipamentos adequados.

O guia também orienta sobre práticas que permanecem proibidas. A poda drástica, a mutilação de árvores e qualquer intervenção sem autorização da SMADES são consideradas infrações, pois podem comprometer a saúde da árvore, aumentar o risco de queda e causar danos ao meio ambiente.

A recomendação é que moradores não contratem serviços particulares para atuar em árvores localizadas em áreas públicas sem a devida autorização do Município.

Outra orientação trata das situações de emergência. Quando houver risco iminente de queda de árvores sobre pessoas, imóveis ou a rede elétrica, a Limpurb poderá realizar a intervenção imediatamente. Nesses casos, a autorização prévia é dispensada e a empresa encaminha à SMADES um relatório técnico e fotográfico em até 24 horas para registro ambiental.

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O material ainda esclarece como ficam os casos de acidentes de trânsito envolvendo árvores em áreas públicas. Pela legislação, o motorista que causar danos continua responsável pelo ressarcimento do prejuízo ambiental, porém a norma elimina a duplicidade de penalidades administrativas, mantendo a obrigação de reparar o dano na esfera civil.

Com a publicação do guia, a Prefeitura de Cuiabá busca ampliar o acesso da população às informações sobre poda, remoção e manejo de árvores, orientando os moradores sobre os procedimentos corretos e reforçando que a preservação da arborização urbana depende do cumprimento das normas e da atuação integrada entre a Ordem Pública, a SMADES e a Limpurb.

https://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias/guia-do-meio-ambiente-orienta-moradores-sobre-poda-e-manejo-de-arvores-em-cuiaba

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