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Umuarama recebe R$ 20,1 milhões para estradas rurais e maquinário

Umuarama, no Paraná, recebeu nesta quinta-feira (18) a confirmação de investimentos estaduais em infraestrutura rural dentro de um pacote mais amplo de mais de R$ 110 milhões anunciado para o município. Na área ligada ao campo, os recursos somam R$ 20,1 milhões e incluem obras de pavimentação de estradas rurais e aquisição de maquinário para manutenção viária. As intervenções foram apresentadas no âmbito do programa Estrada Boa, da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.
Segundo o material divulgado, mais de R$ 16 milhões serão destinados à pavimentação de estradas rurais em Umuarama. Uma das obras é a da Estrada 215, com 7,94 quilômetros e investimento de R$ 7,25 milhões. De acordo com a fonte, a intervenção está em fase final e alcançou cerca de 90% de execução.
Também estão em andamento obras em trechos das estradas Cedro, Irara e da ligação entre a Estrada Boiadeira e a região de Santa Elisa. Esses trechos somam 5,9 quilômetros e R$ 6,6 milhões em investimentos.
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Outro projeto informado é a pavimentação de 1,72 quilômetro da Estrada João Baranhiuk, com aporte de R$ 2,27 milhões. A fonte afirma que essa intervenção deve começar nos próximos meses. Ao todo, os investimentos estaduais garantem mais de 15,5 quilômetros de estradas rurais pavimentadas na área rural do município.
Além das obras viárias, Umuarama recebeu R$ 4,1 milhões para aquisição de maquinário voltado à manutenção da malha rural. O pacote inclui dois caminhões caçamba, dois rolos compactadores e duas escavadeiras hidráulicas.
O conteúdo fornecido também cita outros investimentos em saúde, infraestrutura urbana, desenvolvimento econômico e equipamentos públicos. No entanto, no recorte de interesse agropecuário, o material concentra informação objetiva sobre pavimentação rural e estrutura de apoio à conservação de vias utilizadas no município.
O material divulgado informa valores, extensão das obras e estágio de execução de parte dos trechos rurais, mas não detalha cronograma completo de entrega nem impactos operacionais específicos para produtores da região.
Fonte: agricultura.pr.gov.br
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Inverno no Rio Grande do Sul terá chuva acima da média, prevê Seapi

O inverno no Hemisfério Sul começa às 5h25 deste domingo (21/6) e termina em 22 de setembro, às 21h05. No Rio Grande do Sul, a estação tende a registrar chuva acima da média, principalmente nas regiões Leste, Centro e Norte do estado, segundo previsão apresentada pelo meteorologista da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Flávio Varone.
De acordo com Varone, que também coordena o Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS), o inverno deve ter frentes frias mais frequentes nos meses de julho, agosto e setembro. Apesar disso, a previsão indica que as temperaturas ficarão acima da média no estado.
Segundo o meteorologista, as massas de ar frio devem ser mais curtas e menos duradouras no Rio Grande do Sul. Com isso, a tendência é de poucos dias com temperaturas mais baixas ao longo da estação.
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A combinação de mais umidade com temperaturas mais elevadas foi apontada pela Seapi como um fator de atenção para a safra de inverno. Conforme Varone, essa condição pode prejudicar parte das lavouras. O desenvolvimento de culturas como trigo e cevada pode ocorrer, mas o ambiente mais úmido e quente também pode favorecer o surgimento de doenças fúngicas ao longo do ciclo.
A previsão apresentada pela fonte também cita a possibilidade de ocorrência do fenômeno El Niño entre agosto e setembro no estado. Segundo Varone, esse evento vem sendo chamado de Super El Niño e deve ocorrer ao longo do segundo semestre no Rio Grande do Sul. Caso essa intensidade se confirme, ele afirma que poderá haver prejuízos para a agricultura.
O material divulgado não informa estimativas de volume de chuva em milímetros nem detalha áreas agrícolas específicas que possam ser mais afetadas dentro das regiões citadas.
A projeção da Seapi indica um inverno com maior umidade e temperaturas acima da média no Rio Grande do Sul. Segundo a fonte, esse quadro exige atenção para o comportamento das culturas de inverno, especialmente diante do risco de doenças fúngicas e da possível atuação do El Niño no segundo semestre.
Fonte: agricultura.rs.gov.br
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El Niño forte amplia risco para soja do Cerrado e safrinha 2026/27, diz Rural Clima

O El Niño que começa a se instalar deve ter intensidade forte, com aquecimento do Pacífico acima de 2 graus, e pode trazer chuvas irregulares ao Cerrado desde o início da temporada 2026/27. A avaliação foi apresentada nesta quinta-feira (18) pelo sócio fundador e agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antônio dos Santos, em entrevista ao podcast Prosa Agro, do Itaú BBA. Segundo ele, o maior foco de risco está no milho de segunda safra, mas a soja também pode enfrentar problemas já na janela de plantio.
Segundo Santos, o padrão mais próximo para o episódio atual é 1997/98, e não 2023/24, com base no aquecimento do Pacífico observado entre janeiro e maio deste ano. Ele afirmou que anos de El Niño, historicamente, têm sido associados a safras com problemas no Brasil e disse que o risco de quebras não está descartado em Mato Grosso nem no Cerrado como um todo.
Para a soja, o alerta começa antes da produtividade. A Rural Clima projeta chuva antecipada em agosto, setembro e outubro no Cerrado, mas sem regularização definitiva. De acordo com o agrometeorologista, o cenário esperado é de pancadas intercaladas com veranicos e calor intenso, com normalização das chuvas apenas a partir de meados de novembro. Ele citou que temperaturas médias acima de 30ºC a 32ºC aumentam o estresse das plantas.
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No milho de segunda safra, a preocupação é maior. Santos afirmou que, se o plantio da soja se espalhar por uma janela mais longa, a colheita também tende a atrasar, empurrando a semeadura da safrinha. Ao mesmo tempo, a consultoria trabalha com a hipótese de interrupção das chuvas já na primeira quinzena de abril de 2027. Nesse quadro, o milho pode atravessar a fase reprodutiva com baixa umidade.
O agrometeorologista também chamou atenção para o Norte do País. Segundo ele, a seca sobre a bacia amazônica pode reduzir o nível dos rios e comprometer a operação do Arco Norte. Em 2024, barcaças chegaram a ficar paradas e, em alguns momentos, operavam com apenas 10% da carga, de acordo com Santos.
Durante o podcast, o analista da Consultoria Agro do Itaú BBA, Francisco Queiroz, afirmou que o risco climático ainda não está refletido nos preços. Santos disse que uma eventual reação das cotações dependerá do comportamento das chuvas no fim do ano, quando o plantio avançar e os veranicos deixarem o campo teórico.
As avaliações apresentadas pela Rural Clima indicam risco climático relevante para a safra 2026/27, sobretudo para a safrinha, mas o material não traz estimativas de quebra, área afetada ou impacto numérico sobre produção e preços.
Fonte: Estadão Conteúdo
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Seminário da Embrapa revisa marco legal da agroecologia

Um seminário técnico-científico da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) discutiu, durante três dias, a revisão do marco legal em agroecologia e os rumos da pesquisa pública na área. Segundo o material fornecido, o encontro tratou dos avanços da agricultura sustentável, dos desafios da pesquisa em agroecologia e das perspectivas para o futuro. A programação também incluiu debates sobre políticas de ciência, tecnologia e inovação.
De acordo com o conteúdo informado, o seminário teve como foco a pesquisa em agroecologia da Embrapa e reuniu discussões sobre o desenvolvimento da agricultura sustentável. O material não informa a cidade do evento nem o número de participantes.
Entre os principais objetivos apresentados, o encontro destacou o alinhamento de políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação ao Plano Diretor da Embrapa. O debate também incluiu o fortalecimento dos diálogos com o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e com a Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO).
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Outro ponto citado foi a necessidade de planejamento para integrar conhecimentos tradicionais e tecnologia ao longo dos próximos 10 anos. Esse direcionamento foi apresentado no contexto das discussões sobre o futuro da pesquisa pública em agroecologia.
O material fornecido informa ainda que, ao longo dos três dias de evento, foram revisados avanços e desafios da atuação da Embrapa no tema. Não há, no entanto, detalhamento sobre medidas aprovadas, mudanças normativas específicas, prazos de implementação ou impactos operacionais diretos para produtores rurais.
Com base nas informações disponíveis, o seminário consolidou uma agenda de debate sobre agroecologia, pesquisa pública e planejamento institucional na Embrapa. O material divulgado não especifica deliberações finais, cronograma de execução nem efeitos diretos para as cadeias produtivas.
Fonte: embrapa.br
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