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26 de julho de 2026

Business

Rede Sociotécnica é apresentada para fortalecer a mandiocultura familiar em Mato Grosso do Sul

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Uma Rede Sociotécnica voltada à mandiocultura familiar foi apresentada em Mato Grosso do Sul durante a Tecnofam 2026, em 11/06/26. Segundo o material divulgado, a proposta busca reunir instituições de pesquisa, assistência técnica, governos, cooperativas e produtores. O objetivo é garantir acesso a manivas sadias e ampliar a competitividade da cadeia produtiva.

De acordo com o conteúdo fornecido, a iniciativa tem como foco estruturar uma articulação entre diferentes agentes ligados à produção de mandioca no estado. Entre os participantes previstos estão instituições de pesquisa, serviços de assistência técnica, governos, cooperativas e produtores.

O eixo técnico destacado no material é o acesso a manivas sadias, ponto diretamente relacionado aos desafios sanitários da mandiocultura. A proposta também menciona o fortalecimento da produção familiar e a ampliação da competitividade da cadeia produtiva.

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A apresentação ocorreu na Tecnofam 2026, evento citado como o espaço em que a Rede Sociotécnica foi anunciada. O texto original, no entanto, não informa quais instituições integrarão formalmente a rede, nem detalha cronograma, metas, volume de atendimento ou áreas prioritárias em Mato Grosso do Sul.

Também não há, no material fornecido, detalhamento sobre os problemas sanitários específicos que motivam a iniciativa, nem sobre prazos para implementação, fontes de financiamento ou critérios para acesso dos produtores às manivas. Dessa forma, o conteúdo disponível sustenta a criação da articulação e seus objetivos gerais, mas não permite avançar para estimativas operacionais ou de impacto econômico.

A proposta apresentada na Tecnofam 2026 indica uma ação voltada à organização da mandiocultura familiar e ao enfrentamento de questões sanitárias em Mato Grosso do Sul. O material divulgado não informa prazos, valores, instituições participantes ou impactos diretos já mensurados para os produtores.

Fonte: embrapa.br

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Agro Mato Grosso

Após sucesso da estreia, GAFFFF Sorriso 2027 já tem data marcada e promete novidades

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O presidente da DATAGRO, Plínio Nastari, anunciou que o GAFFFF Sorriso já tem data confirmada para a segunda edição. Após o encerramento do primeiro Global Agribusiness Festival realizado em Mato Grosso, o executivo confirmou que o evento retornará ao Parque Tecnológico Luiz Giroletti entre os dias 4 e 7 de agosto de 2027, consolidando Sorriso como sede do maior festival de cultura agro do mundo.

Segundo Nastari, a primeira edição serviu como aprendizado para a organização, que já trabalha na implementação de melhorias para tornar a experiência dos participantes ainda mais completa.

“Tem data, sim. De 4 a 7 de agosto de 2027, aqui no Parque Tecnológico de Sorriso. E, com certeza, com inovações. Nós aprendemos muito nessa primeira edição”, afirmou.

Para o prefeito de Sorriso, Alei Fernandes, a confirmação antecipada da próxima edição demonstra que o município correspondeu às expectativas e reforça o protagonismo conquistado no cenário nacional do agronegócio.

“Recebemos a notícia da edição de 2027 com muito entusiasmo. Isso mostra que Sorriso respondeu à altura de um evento desta dimensão. O GAFFFF fortalece nossa vocação como Capital Nacional do Agronegócio, movimenta a economia, gera oportunidades e projeta o nome da nossa cidade para o Brasil e o mundo. Agora, nosso compromisso é trabalhar junto com os organizadores para que a próxima edição seja ainda maior e melhor.”, destacou o prefeito.

O presidente da DATAGRO também confirmou que o GAFFFF continuará sendo realizado em São Paulo. A edição paulista de 2026 acontecerá nos dias 1º e 2 de outubro, enquanto Sorriso seguirá como sede da etapa mato-grossense do festival.

Entre as mudanças já previstas para 2027, Nastari informou que a feira de negócios passará a funcionar no período da tarde, após o encerramento das atividades do Fórum Internacional. A alteração busca oferecer mais conforto aos visitantes diante das altas temperaturas registradas durante o dia.

Outra melhoria anunciada será a ampliação do acesso ao Fórum Internacional. Segundo o presidente da DATAGRO, todos os participantes credenciados poderão acompanhar livremente as atividades, além da adoção de medidas para evitar interferências entre a programação técnica e os testes de som das atrações culturais.

“Nós observamos que, por questões de temperatura, vamos deixar a feira ocorrer a partir das quatro horas da tarde, depois que terminar os trabalhos do fórum. Também vamos abrir a acessibilidade total do fórum para todos os participantes e evitar conflito de som com os testes da programação cultural”, explicou.

Apesar dos ajustes planejados, Nastari avaliou que a estreia do GAFFFF em Sorriso superou as expectativas. Segundo ele, o bom funcionamento da estrutura do evento, especialmente da praça de alimentação e da gastronomia, ressaltando que os pontos levantados fazem parte do processo natural de evolução de uma primeira edição.

“Nós ficamos muito satisfeitos. Toda a alimentação funcionou, a gastronomia também. Estamos identificando pequenos pontos de melhoria, mas foi um evento extraordinário.”

Por fim, ao resumir o resultado do festival, o presidente da DATAGRO definiu o GAFFFF Sorriso em uma frase. “Foi um sucesso espetacular.”

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Exportações de soja do Brasil podem atingir 110 milhões de t na safra 26/27, projeta consultoria

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Foto: Pixabay

A safra brasileira de soja 2026/27 deverá manter o ritmo de crescimento da demanda, tanto no mercado externo quanto no interno. A avaliação é da consultoria Safras & Mercado, que projeta exportações de 110 milhões de toneladas, impulsionadas pela competitividade do Brasil no comércio internacional e pelo fortalecimento do processamento doméstico da oleaginosa.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a produção está estimada em 180,089 milhões de toneladas, sustentada por um aumento de aproximadamente 1,2% na área cultivada. Com estoques iniciais de 9,7 milhões de toneladas e importações próximas de 900 mil toneladas, a oferta total deverá alcançar cerca de 190,7 milhões de toneladas.

“Esperamos a continuidade do crescimento da demanda, tanto no mercado externo, com exportações ainda robustas, quanto no mercado interno, impulsionado pelo avanço do processamento da oleaginosa e pela maior utilização de óleo de soja na produção de biodiesel”, afirma.

O processamento doméstico deve atingir 63,5 milhões de toneladas, podendo ser beneficiado por um eventual avanço da mistura obrigatória do biodiesel para B16. Com isso, a demanda total é estimada em aproximadamente 177,1 milhões de toneladas.

De acordo com a consultoria, os estoques finais da safra 2026/27 poderão alcançar 13,6 milhões de toneladas, o maior volume da série histórica.

“Trata-se de um nível bastante confortável, que tende a manter pressão sobre os prêmios de exportação ao longo da temporada, especialmente no primeiro semestre de 2027, caso o cenário de produção se confirme”, destaca Silveira.

Farelo e óleo

No mercado de farelo de soja, a produção é estimada em 50,1 milhões de toneladas. A oferta deverá atender ao crescimento da demanda interna e das exportações, permitindo estoques finais próximos de 10,9 milhões de toneladas.

Já a produção de óleo de soja é projetada em 12,38 milhões de toneladas. O consumo interno seguirá em expansão, impulsionado pela indústria de biodiesel, cuja demanda poderá alcançar cerca de 7 milhões de toneladas. As exportações devem somar 1,4 milhão de toneladas, enquanto os estoques finais são estimados em aproximadamente 407 mil toneladas.

Ajustes na safra 2025/26

A Safras & Mercado também revisou as projeções para a safra 2025/26. A produção passou a ser estimada em 178,34 milhões de toneladas, após pequenos ajustes, principalmente nos estados do Centro-Oeste.

Os estoques de passagem foram reduzidos de 12,6 milhões para 9,7 milhões de toneladas, refletindo o aumento das estimativas para exportações e processamento da indústria.

“As exportações seguem em ritmo bastante robusto, com expectativa de embarques ao redor de 108 milhões de toneladas”, afirma Silveira.

O processamento doméstico também foi revisado para cima, alcançando 62,5 milhões de toneladas. Segundo o analista, as margens favoráveis de esmagamento registradas no primeiro semestre estimularam a atividade da indústria e devem resultar em um elevado volume processado ao fim da temporada.

No segmento de farelo, a produção é estimada em 49,3 milhões de toneladas, com exportações de 25,8 milhões de toneladas e consumo interno de 20,7 milhões de toneladas. Já a produção de óleo de soja deve alcançar 12,18 milhões de toneladas, mantendo a demanda aquecida pela indústria de biodiesel e estoques finais próximos de 324 mil toneladas.

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Exportação de noz-pecã brasileira perde ritmo com entraves externos

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Foto: Public Domain Pictures

A exportação da noz-pecã brasileira passa por um momento de menor ritmo diante de uma combinação de fatores externos, como problemas logísticos, mudanças nas exigências sanitárias e incertezas comerciais. O cenário tem afetado os embarques para alguns mercados internacionais, segundo avaliação do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan).

Apesar dos desafios, o setor mantém expectativa positiva para a próxima safra. A projeção é de produção entre 6,5 mil e 7 mil toneladas em 2026, impulsionada pela entrada de novos pomares em fase produtiva e pela possibilidade de recuperação da produtividade.

De acordo com o presidente do IBPecan, Claiton Wallauer, os conflitos no Oriente Médio estão entre os fatores que mais impactaram a logística internacional. A instabilidade na região reduziu a disponibilidade de contêineres e elevou os custos dos fretes marítimos, dificultando as negociações com alguns compradores.

“O custo logístico aumentou bastante e isso acabou reduzindo um pouco o ritmo das exportações”, explica o dirigente.

Tarifas dos EUA podem abrir oportunidades

Além dos problemas relacionados ao transporte, o setor acompanha as incertezas envolvendo a política comercial dos Estados Unidos. Ainda não há definição sobre os impactos das medidas tarifárias anunciadas pelo governo norte-americano para produtos sul-americanos.

Para Wallauer, embora exista preocupação com possíveis barreiras, o cenário também pode criar oportunidades para a pecã brasileira. Isso porque Estados Unidos e México registraram uma safra menor no último ciclo, o que pode manter os preços internacionais em patamares mais elevados.

“Há possibilidade de esse tarifaço americano impactar bastante os produtos de origem sul-americana e brasileira. Nós ainda não sabemos bem quanto vai ficar o custo, mas pode ser interessante porque Estados Unidos e México tiveram uma safra menor no ano passado e os preços podem estar um pouco mais acima”, afirma.

Europa amplia exigências para importação

Outro ponto de atenção para os exportadores brasileiros são as novas regras sanitárias e fitossanitárias adotadas pela Europa para a entrada de nozes. Segundo o presidente do IBPecan, as mudanças têm dificultado os embarques para o continente.

“Isso está impactando bastante no mundo inteiro para conseguir exportar nozes para a Europa”, destaca.

A expectativa do setor é que essas exigências sejam revistas para permitir uma retomada das vendas ao mercado europeu.

Enquanto isso, a Ásia segue com negociações mais lentas, e o setor busca ampliar a presença da noz-pecã brasileira em novos mercados.

A avaliação do IBPecan é de que o cenário deve começar a melhorar entre julho e agosto, com uma possível retomada das negociações internacionais.

“Acreditamos que em julho e agosto o mercado vai se estabilizar novamente e vão abrir novas portas para as nozes brasileiras”, conclui Wallauer.

*Com informações da assessoria de imprensa

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