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4 de novembro de 2026

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Fisgada Pantaneira chega à terceira edição e reforça crescimento da participação feminina na pesca esportiva

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Ainda restam cinco vagas para mulheres interessadas em ter uma experiência de pesca às margens do rio Paraguai

A Chácara Estrela Pantaneira, localizada às margens do rio Paraguai, a cerca de 40 minutos de Cáceres, receberá nos dias 1º e 2 de agosto a 3ª edição da Fisgada Pantaneira. O encontro reunirá 20 mulheres para um final de semana dedicado à pesca esportiva, integração e contato com a natureza. A organizadora do evento, a dentista Raquel Gusman, informa que ainda restam cinco vagas para esta edição.

Criada com o objetivo de reunir mulheres interessadas na pesca esportiva, a Fisgada Pantaneira evidencia uma tendência observada em todo o país: o aumento da participação feminina em uma atividade tradicionalmente associada ao público masculino. Segundo levantamento divulgado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, o Brasil possui cerca de 30 mil mulheres registradas na pesca amadora e esportiva, número que vem aumentando nos últimos anos juntamente com a expansão do turismo de pesca e dos eventos voltados ao público feminino

“Por muitos anos a pescaria era considerada um esporte masculino mas hoje podemos ver que não é bem assim. Tem muita mulher pegando mais peixe que homem e mostrando que também é capaz. A mulher vem tomando um espaço grande no mundo e mostrando sua força e independência”, avalia Raquel.

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A pesca esportiva tem registrado crescimento nos últimos anos não apenas como modalidade de lazer, mas também como ferramenta de desenvolvimento do turismo e de valorização dos recursos naturais. Nesse contexto, grupos femininos ocupam espaço em eventos, expedições, torneios e encontros voltados à prática da atividade.

Raquel afirma que mais do que a captura de peixes, a pesca esportiva moderna está baseada em princípios de conservação ambiental. A modalidade é praticada sem finalidade comercial e, em muitos casos, adota a técnica conhecida como “pesque e solte”, em que o peixe é devolvido ao rio após a captura, contribuindo para a preservação dos estoques pesqueiros e para a sustentabilidade da atividade.

Em Mato Grosso, a pesca esportiva possui regulamentação própria e integra a política estadual de gestão dos recursos pesqueiros. A legislação estadual diferencia a pesca comercial da pesca amadora e esportiva, reconhecendo a importância do segmento para o turismo, a economia local e a conservação ambiental.

*Município* – A região de Cáceres possui forte ligação com a atividade pesqueira e é reconhecida nacionalmente por sediar um dos maiores eventos do setor, o Festival Internacional de Pesca Esportiva. A realização da Fisgada Pantaneira amplia esse cenário ao incentivar a participação feminina e demonstrar que a pesca esportiva é uma atividade acessível a qualquer pessoa interessada em conhecer os rios, aprender técnicas de pesca e vivenciar experiências ao ar livre.

O encontro tem como foco a convivência entre as participantes, a troca de experiências e o fortalecimento de uma rede de mulheres que compartilham o interesse pela pesca esportiva e pelo turismo de natureza. As inscrições seguem abertas até o preenchimento das vagas remanescentes.

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*Estrutura* – A Fisgada Pantaneira será realizada na Chácara Estrela Pantaneira, empreendimento voltado para hospedagem, lazer e apoio à pesca esportiva.

Além de sediar eventos temáticos, Raquel explica que a propriedade está disponível para locação durante todo o ano para grupos de amigos, famílias, confraternizações e pescadores que buscam estrutura às margens do rio. O local possui capacidade para acomodar até 20 pessoas e oferece quartos com ar-condicionado; roupa de cama completa; suítes com cama de casal; suíte com beliche; beliches para hospedagem coletiva; cozinha equipada; área gourmet com churrasqueira; mesas e banquetas; área de lazer; freezer; tablado à beira do rio e rampa para embarcações.

A locação pode ser realizada por pessoa, para grupos menores, ou por valor fechado para grupos maiores. A propriedade também oferece suporte para quem deseja realizar pescarias na região, com opções de contratação de embarcações, piloteiros e serviços de alimentação, mediante contratação específica.

Os interessados na Fisgada Pantaneira e na locação do lugar podem entrar em contato pelo telefone: (65) 9981 1211.

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Major da PM é preso em Cuiabá com anabolizantes, Mounjaro e eletrônicos do Paraguai

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Militar foi flagrado pela Polícia Rodoviária Federal transportando medicamentos e mercadorias irregulares; Polícia Federal investigará o caso

Um major da Polícia Militar de Mato Grosso foi preso em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), nesta terça-feira (3), após ser encontrado transportando medicamentos e mercadorias importadas irregularmente do Paraguai. A abordagem aconteceu em Cuiabá.

O oficial, identificado pelas iniciais P.H.G., levava uma carga que incluía anabolizantes, hormônios masculinos, canetas de Mounjaro e outros medicamentos utilizados no tratamento de diabetes e no emagrecimento.

Além dos produtos farmacêuticos, os policiais rodoviários federais encontraram equipamentos eletrônicos e outras mercadorias provenientes do país vizinho.

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Todo o material foi apreendido, e o militar acabou detido. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o destino da carga ou se os produtos seriam comercializados.

PM abre investigação contra major

Após a prisão, a Polícia Militar informou que a Corregedoria-Geral instaurou uma sindicância para investigar a conduta do oficial.

A apuração administrativa será conduzida pela própria corporação, enquanto a Polícia Federal ficará responsável pela investigação criminal.

Em nota, a PM confirmou que o militar foi detido por suspeita de contrabando e descaminho e informou que ele aguarda audiência de custódia.

“A Polícia Militar de Mato Grosso informa que a Corregedoria-Geral abriu sindicância em desfavor de um militar detido por contrabando e descaminho pela Polícia Rodoviária Federal, nesta terça-feira (3), em Cuiabá”, declarou a instituição.

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A corporação também afirmou que não admite a prática de crimes por seus integrantes.

“A PMMT ressalta que não coaduna com nenhum tipo de crime cometido por parte de seus integrantes”, acrescentou.

O major permanece à disposição das autoridades enquanto são realizados os procedimentos legais. A Polícia Militar não detalhou eventuais punições administrativas, que dependerão do resultado das apurações.

O caso seguirá sob investigação da Polícia Federal.

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Lideranças da Câmara articulam PEC para adotar voto distrital misto em 2030

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A mudança faria com que a eleição de deputados e vereadores no Brasil deixasse de ser feita pelo sistema proporcional de votação.

Atualmente, os brasileiros elegem os deputados da Câmara federal, das Assembleias Legislativas estaduais e distrital e os vereadores das Câmaras Municipais por meio do sistema proporcional.

A exceção no Poder Legislativo é o Senado, que adota o sistema majoritário de votação, semelhante ao usado para escolher prefeitos, governadores e presidente.

Proposta de Emenda à Constituição

Liderados pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), partidos como PP, PSD, União Brasil, Podemos e PSB querem aprovar a alteração em uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ainda neste ano.

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O novo sistema contaria com uma regra de transição para as eleições de 2030 e seria plenamente implementado na eleição de 2034.

Hugo Motta afirmou que buscaria a federação do PT, PCdoB e Rede, além do PL e do Novo, para discutir o tema.

 

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, durante reunião de líderes da Câmara dos Deputados. Foto: Lula Marques/Agência Brasil.

Sistema proporcional

No sistema usado hoje, o eleitor pode votar no partido ou no candidato nas eleições para deputado estadual, distrital, federal e vereador.

São eleitos os mais votados por legenda ou federação, quando os partidos se reúnem dessa forma, de acordo com o chamado quociente eleitoral.

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Esse quociente é definido após o fechamento das urnas, com a divisão do número de votos válidos pela quantidade de vagas disputadas.

Ou seja, se determinada Assembleia Legislativa tem 100 vagas e foram computados 1 milhão de votos válidos, o quociente eleitoral será de 10 mil votos naquela eleição.

Em seguida, verifica-se quantos votos cada partido ou federação conquistou. Se determinado partido X teve 50 mil votos, ele terá direito a cinco cadeiras, porque somou votos equivalentes a cinco quocientes eleitorais.

Portanto, os cinco candidatos mais bem votados dentro da legenda X são eleitos, ainda que o quinto mais votado tenha, individualmente, menos votos que outros candidatos.

Entenda na prática

Por exemplo, o candidato fictício João teve 5 mil votos pelo partido X, que ficou com cinco cadeiras. João foi eleito porque foi o quinto mais votado na legenda.

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Por outro lado, o candidato fictício José teve 6 mil votos no partido Y, que conquistou apenas duas cadeiras, uma vez que a legenda recebeu 20 mil votos no total, ou seja, somou dois quocientes eleitorais de 10 mil cada.

Como José foi o terceiro mais votado do partido Y, ele fica de fora da Assembleia, ainda que tenha tido mais votos que o candidato João do partido X.

O sistema proporcional foi concebido para privilegiar os programas partidários, e não apenas as candidaturas individuais. Ou seja, quando um eleitor escolhe um candidato que não teve votos suficientes para se eleger, seu voto será usado para atingir o quociente eleitoral do partido.

Assim, o voto não é “desperdiçado” e serve para ajudar a eleger outro candidato da mesma sigla ou federação que, em tese, defende propostas semelhantes.

Brasília (DF), 19/02/2025 - Tumulto no plenário da Câmara entre deputados da direita e da esquerda. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Tumulto no plenário da Câmara entre deputados da direita e da esquerda. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

‘Puxadores de voto’

Outra regra importante do sistema eleitoral atual é que só podem ser eleitos os candidatos com, no mínimo, 10% do quociente eleitoral. Essa regra foi criada em 2015, para evitar que candidatos com poucos votos fossem eleitos pegando carona nos “puxadores” de votos.

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A principal crítica ao sistema proporcional é que ele permite que pessoas com menos votos sejam eleitas no lugar de candidatos com mais votos, mas que estão em partidos ou federações com votação menos expressiva.

Outra crítica é que poucos candidatos muito bem votados conseguem “puxar” outros menos expressivos, ainda que esse efeito tenha sido minimizado com a adoção da regra que exige, no mínimo, 10% do quociente eleitoral para um candidato assumir uma vaga no Parlamento.

Brasília (DF), 03/11/2026 - Arte sobre Como funciona o Sistema Proporcional. Foto: Arte/Agência Brasil

Sistema distrital misto

No sistema distrital misto proposto pelos partidos do Centrão da Câmara, as vagas de determinada Câmara ou Assembleia Legislativa serão divididas em dois modelos distintos, por isso o termo “misto”.

No caso hipotético de uma Assembleia com 100 cadeiras, 50 deputados seriam escolhidos pelo modelo distrital, e os outros 50, pelo modelo de lista partidária fechada.

Cada eleitor teria direito a dois votos, um depositado no modelo distrital e outro no modelo de lista partidária.

Voto distrital

No distrital, a unidade da federação seria dividida em distritos, e, em cada um deles, seria eleito apenas o mais votado. No exemplo hipotético em que há 50 vagas distritais, haveria 50 distritos, e quem obtivesse a maioria dos votos em cada território seria eleito.

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Nesse caso, os votos dos demais eleitores, concedidos aos candidatos derrotados, não poderiam ser aproveitados pela legenda ou federação para calcular o quociente eleitoral.

Uma das principais críticas ao sistema distrital é que ele prejudica votos de minorias. Por exemplo, se o eleitor vive em um distrito majoritariamente conservador, o voto dessa pessoa não poderia ser usado para ajudar a eleger um candidato progressista e vice e versa.

Outra crítica ao distrital é em relação aos limites dos distritos. Não está claro ainda como serão desenhados esses distritos, ou quais serão seus limites territoriais de cada área usada para eleger um parlamentar.

Nos Estados Unidos (EUA), é comum o partido no poder em determinado estado mudar os limites dos distritos para favorecer seus candidatos, prática conhecida como gerrymandering ou “manipulação eleitoral”.

Uma das vantagens apontadas para esse modelo é que as campanhas seriam mais baratas, já que os candidatos atuariam apenas no distrito e não no estado inteiro. Além disso, os defensores afirmam que o modelo aproxima mais o político das populações que o elegeram.

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06/06/2023 - Brasília (DF) -  Cenas da Cidade de Brasília, ao fundo o prédio do Congresso Nacional .  Foto Antônio Cruz/Agência Brasil

Prédio do Congresso Nacional . Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Lista partidária

Além do voto distrital, o modelo proposto inclui o voto partidário em lista fechada, em que o eleitor vota em determinado partido ou federação e não em um candidato.

Nesse caso, os partidos elaboram a lista de candidatos de acordo com prioridades definidas internamente.

Por exemplo, o partido X elabora sua lista com 10 candidatos e recebe votos suficientes para eleger cinco candidatos. Serão eleitos, então, os cinco primeiros da lista, e não os mais votados individualmente, como é atualmente pelo sistema proporcional em lista aberta.

O modelo de lista fechada é defendido por fortalecer o partido e, em tese, o programa partidário, em detrimento dos indivíduos.

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A principal crítica é que o modelo fortalece as lideranças que controlam a máquina do partido e poderão definir os primeiros colocados da lista que vai a votação.

 

Brasília (DF), 03/11/2026 - Arte sobre Como funciona o Distrital Misto. Foto: Arte/Agência Brasil

Regras podem mudar

Foram considerados para essa reportagem o Projeto de Lei (PL) nº 86 de 2017, do então senador José Serra (PSDB-SP), e o PL 345 de 2017, do senador Eunício Oliveira (MDB-CE).

Aprovados no Senado em 2017, ambos podem servir de base para a proposta costurada pelo Centrão na Câmara dos Deputados neste final de 2026.

Apesar disso, pode haver mudanças, uma vez que o parecer do projeto ainda não foi divulgado.

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Anuário Jurídico MT 2026 será lançado nesta quinta-feira na AMAM

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7ª edição destaca transformações no Judiciário, avanço da inteligência artificial, equidade de gênero e decisões que marcaram a Justiça de MT

A 7ª edição do Anuário Jurídico de Mato Grosso será lançada nesta quinta-feira, 5 de novembro, às 19h30, na Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM/MT), em Cuiabá. A publicação apresenta um panorama das principais mudanças no sistema de Justiça estadual, reunindo reportagens, entrevistas, dados e análises sobre os acontecimentos e decisões que marcaram o cenário jurídico no último ano.

Um dos destaques da edição é o avanço da tecnologia no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Entre julho de 2025 e junho de 2026, foram julgados 112.889 processos, dos quais 71.411, o equivalente a 63,3%, passaram pelo Plenário Virtual. A publicação também mostra que a primeira instância do Judiciário de Mato Grosso sentenciou quase 400 mil processos no período de um ano.

Além disso, é destaque desta edição o uso da inteligência artificial no Judiciário, incluindo a LexIA, ferramenta desenvolvida em Mato Grosso que ganhou reconhecimento nacional pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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A equidade de gênero é outro tema abordado. Atualmente, 13 das 39 cadeiras de desembargador do TJMT são ocupadas por mulheres, resultado de um processo de ampliação da representatividade feminina na segunda instância. A edição resgata ainda a trajetória das mulheres no Judiciário estadual e os desafios para a consolidação dessa participação.

O Anuário Jurídico MT também traz decisões judiciais relevantes, teses jurídicas, a atuação das instituições que integram o sistema de Justiça e iniciativas voltadas à prevenção e à solução consensual de conflitos.

 

Agronegócio em foco

 

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A publicação traz ainda uma edição especial do Agro Jurídico, dedicada aos desafios de um dos principais setores da economia mato-grossense. Entre os assuntos abordados estão a reforma tributária e os mecanismos de arbitragem, mediação e conciliação de conflitos no campo.

Produzido pelas jornalistas e advogadas Débora Pinho e Antonielle Costa, o Anuário Jurídico MT chega à sétima edição com a proposta de registrar os principais acontecimentos do universo jurídico estadual e preservar a memória das instituições e dos profissionais que contribuem para a construção do Direito em Mato Grosso.

Ao longo de suas edições, a publicação consolidou um espaço dedicado ao jornalismo jurídico especializado, acompanhando as transformações do Judiciário e os reflexos das decisões judiciais na sociedade e na economia.

O lançamento reunirá magistrados, advogados, representantes de instituições jurídicas, autoridades e parceiros da revista.

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Agro MT