Connect with us
12 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Safra de soja 2025/2026: produtividade média estadual fecha em 60,40 sacas por hectare – MAIS SOJA

Published

on


A Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), em conjunto com o Sistema Famasul e a Semadesc, divulgou o balanço final consolidado da safra de soja 2025/2026 em Mato Grosso do Sul. Após 16 semanas de acompanhamento técnico, os dados apontam que o desempenho final superou as estimativas iniciais da safra, que projetavam produtividade média de 52,8 sc/ha e produção total de 15,2 milhões de toneladas.

A área cultivada com soja em Mato Grosso do Sul totalizou 4,620 milhões de hectares na safra 2025/2026, crescimento de 2,1% em relação ao ciclo anterior, que registrou 4,525 milhões de hectares. A produtividade média estadual fechou em 60,40 sacas por hectare, avanço de 16,6% frente às 51,79 sacas por hectare obtidas na safra 2024/2025.

Com isso, a produção total alcançou 16,744 milhões de toneladas, volume 19,1% superior ao registrado no ciclo anterior, quando o Estado produziu 14,060 milhões de toneladas de soja.

“O resultado de 2025/2026 indica uma desaceleração importante em relação ao ciclo de expansão iniciado em 2017/2018. Após vários anos com crescimento sustentado acima de 4% na área destinada ao cultivo da soja, a taxa de 2,1% sugere uma possível transição para um novo estágio, marcado por menor incorporação de área e maior foco em ganhos de produtividade”, aponta o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta.

A análise realizada pelo Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, demonstrou que o resultado estadual foi impulsionado, principalmente, pela produtividade das lavouras localizadas nas regiões norte e nordeste do Estado.

A região norte registrou os maiores índices de produtividade, alcançando média de 68,01 sc/ha e respondendo por 18,4% de toda a soja produzida em Mato Grosso do Sul.

Nas demais regiões, a produtividade apresentou comportamento mais equilibrado.

Região Sul: Concentrando 60,8% da área cultivada no Estado, com produtividade média ponderada de 59,20 sc/ha;

Região Central: responsável por 22,9% da área monitorada, com média de 58,17 sc/ha.

Ranking de produtividade

O município de Alcinópolis, localizado na região norte, liderou o ranking estadual de produtividade, registrando média histórica de 81,85 sc/ha em uma área de 7.846 hectares.

Na sequência, destacaram-se:

  • Costa Rica: 76,91 sc/ha em 100.123 hectares;
  • Chapadão do Sul: 75,65 sc/ha em 140.885 hectares;
  • Três Lagoas: 73,50 sc/ha em 827 hectares.
Ranking de Produção

O protagonismo da safra ficou com Ponta Porã. O município destinou de 362.624 hectares para o cultivo da oleaginosa,e obteve produtividade média de 67,50 sc/ha, consolidando-se como o maior produtor de soja de Mato Grosso do Sul na safra 2025/2026, com mais de 1,46 milhão de toneladas colhidas.

Maracaju, com 1,28 milhão de toneladas, e Sidrolândia, com 963,6 mil toneladas, aparecem na sequência entre os maiores produtores.

Por outro lado, o indicador médio estadual sofreu impacto negativo em municípios que, apesar da grande extensão territorial cultivada, apresentaram produtividade abaixo do esperado, como Bela Vista, com 47,65 sc/ha em 83.005 hectares, e Iguatemi, com 40,29 sc/ha em 67.718 hectares.

Impactos climáticos 

O desenvolvimento da safra 2025/2026 foi marcado por oscilações das condições climáticas ao longo do ciclo produtivo.

O plantio teve início em setembro sob cenário de estiagem prolongada e precipitações abaixo da média histórica na maior parte do Estado. Em outubro e novembro, as chuvas permaneceram irregulares, mas permitiram o avanço da semeadura, que alcançou 99,1% da área prevista até o fim de novembro, sendo totalmente concluída em dezembro.

O mês de dezembro de 2025 apresentou condições bastante favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, com volumes de chuva acima da média histórica em praticamente todas as regiões de Mato Grosso do Sul.

No entanto, em janeiro de 2026, o retorno da estiagem, aliado às temperaturas elevadas, provocou forte estresse térmico e hídrico nas plantas, comprometendo parte do potencial produtivo das lavouras, especialmente na região sul do Estado.

A recuperação parcial das condições ocorreu a partir de fevereiro e março, período em que os volumes de chuva voltaram a subir de forma significativa nas regiões centro, norte e oeste, garantindo melhores condições para o enchimento de grãos e para a reta final da colheita, concluída em maio.

“A  identificação de 28 municípios com produtividade acima da média estadual e de 50 abaixo dela torna-se estratégica para orientar o planejamento do setor. Essa informação permite direcionar ações técnicas, investimentos e políticas públicas tanto para consolidar áreas mais eficientes quanto para elevar o desempenho dos principais polos agrícolas.

A irrigação mostrou-se um componente essencial na busca por maior produtividade, especialmente nas regiões que adotaram essa tecnologia, evidenciando o impacto positivo de investimentos estratégicos na transformação agrícola” finaliza Gabriel.

O boletim completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Aprosoja/MS


Continue Reading

Sustentabilidade

STF reconhece validade da Moratória da Soja

Published

on


Foto: Pixabay

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (12), validar a Moratória da Soja, acordo firmado há 20 anos por empresas que atuam no setor para barrar a compra de soja de áreas desmatadas após 2008.

Por maioria de votos, o plenário do Supremo entendeu que o pacto privado entre as empresas está de acordo com a Constituição e ajuda a preservar o meio ambiente.

A Corte também determinou o arquivamento de processos administrativos que estão no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para contestar a validade da moratória e solicitar indenizações.

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) solicitou uma ação contra uma lei de Mato Grosso que restringiu a concessão de benefícios fiscais para empresas que participam de acordos que limitam a expansão agropecuária. Além disso, uma lei de Rondônia que trata do mesmo tema também foi contestada.

O voto condutor do julgamento foi proferido por Flávio Dino. O ministro entendeu que leis estaduais podem restringir benefícios fiscais e também se manifestou sobre a compatibilidade do acordo com a Constituição.

“A Moratória da Soja existe e amanhã pode continuar a existir. Nada está a impedir que atores privados pactuem relações de compra e venda, de acordo com suas políticas empresariais”, afirmou.

Votação

A manifestação a favor da validade da Moratória da Soja foi acompanhada pelos seguintes ministros: Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

Dias Toffoli, Luiz Fux e André Mendonça ficaram vencidos em parte e entenderam que a validade da moratória não pode ser analisada pelo STF, mas pelo Cade.

Posicionamento da Abiove

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) disse que a decisão do STF traz uma definição jurídica abrangente sobre os questionamentos relacionados à iniciativa.

Para a associação, a decisão contribui para encerrar um período de intensa insegurança jurídica e reafirma a legitimidade de compromissos voluntários e de políticas corporativas voltadas ao atendimento das demandas dos mercados e à promoção de cadeias produtivas sustentáveis.

Segundo a nota, a iniciativa demonstrou ser possível conciliar a expansão da produção agrícola no bioma Amazônia com a preservação ambiental, ao mesmo tempo em que contribuiu para fortalecer a credibilidade e a competitividade internacional da soja brasileira.

Por fim, a Abiove afirma a esperança de que a decisão permita superar de vez a judicialização do tema e dar início à nova fase de diálogo entre os diferentes setores da cadeia produtiva, com foco em segurança jurídica, competitividade e sustentabilidade.

O post STF reconhece validade da Moratória da Soja apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

Cepea/Algodão: Cotação da pluma recupera ritmo em julho com suporte externo e oferta restrita – MAIS SOJA

Published

on


Após a queda observada em junho, a cotação do algodão em pluma no mercado doméstico registrou recuperação em julho, com intensificação das altas na segunda quinzena. A recuperação dos preços esteve atrelada principalmente à postura firme dos vendedores, sustentada pelos preços mais altos no mercado internacional, pela oferta restrita de lotes de qualidade superior e pela necessidade imediata de parte dos compradores. Esse cenário ocorre em um momento em que a colheita e o beneficiamento estão em ritmo lento no Brasil e o saldo remanescente da safra 2024/25 de melhor qualidade permanece limitado.

Do lado da demanda, a indústria mantém postura cautelosa diante do desempenho ainda moderado das vendas de manufaturados. Os dados mais recentes do IBGE sinalizam leve reação. Em maio/26, as vendas no varejo de tecidos, vestuário e calçados avançaram 3,1%
frente a abril e 3,5% em relação a maio/25. Ainda assim, no acumulado de 2026, o crescimento é de apenas 0,1%, com retração de 0,5% nos últimos 12 meses.

Além disso, vendedores passam a priorizar o embarque dos contratos a termo à medida que a disponibilidade da safra nova aumenta gradualmente. Paralelamente às novas negociações com entrega nos próximos meses, o ritmo de comercialização da safra 2026/27 avançou nos últimos dias, sobretudo nos momentos em que os contratos da ICE Futures registraram valorização mais expressiva.

Nesse cenário, entre 30 de junho e 31 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do algodão em pluma (pagamento em oito dias) avançou 1,96%, encerrando o dia 31 a R$ 4,2039/lp, o maior valor nominal desde 5 de junho de 2026 (R$ 4,2218/lp). Vale lembrar que o Indicador recuou em boa parte do mês, e, até o dia 21, a baixa acumulada era de 2,41%.

Em julho, a cotação interna permaneceu, em média, 4% acima da paridade de exportação, completando o sétimo mês consecutivo em que o mercado doméstico apresentou maior remuneração.

Apesar da recuperação observada na segunda quinzena, a média mensal do Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 4,1092/lp em julho, baixa de 1,01% em relação à de junho/26. Na
comparação com julho de 2025, a retração real foi de 3,71%, considerando-se os valores deflacionados pelo IGP-DI de junho/26. Em dólar, a média à vista do Indicador foi de US$0,8011/lp em julho, 2,8% acima da média do primeiro vencimento negociado na Bolsa de Nova York (ICE Futures), de US$ 0,7795/lp, mas ainda 9,7% abaixo da média de US$0,8870/lp do Índice Cotlook A, referência internacional para a pluma posta no Extremo Oriente.

MERCADO INTERNACIONAL – A paridade de exportação (FAS), calculada pelo Cepea, acumulou alta de 2,2% entre 30 de junho e 31 de julho, encerrando o mês em R$ 3,9132/lp (US$ 0,7712/lp) no porto de Santos (SP) e em R$ 3,9237/lp (US$ 0,7733/lp) em Paranaguá (PR). O avanço refletiu a valorização de 4,04% do Índice Cotlook A, que fechou a US$ 0,8875/lp no dia 31, mesmo diante da desvalorização de 1,84% do dólar frente ao Real em julho, para R$ 5,074.

Na Bolsa de Nova York (ICE Futures), entre 30 de junho e 31 de julho, o contrato Outubro/26 avançou 7,35%; o Dezembro/26, 2,82%; o Março/27, 6,68%; e o Maio/27, 6,66%.

SAFRA BRASILEIRA 2025/26 – Segundo dados divulgados no dia 14 de julho pela Conab, a produção brasileira de algodão na temporada 2025/26 está estimada em 4,06 milhões de toneladas, volume 2,05% superior ao projetado no relatório anterior, mas ainda 0,5% inferior à safra passada. O aumento decorre da revisão positiva da produtividade média, estimada em 2.011 kg/ha, altas de 2,13% frente ao levantamento anterior e de 2,8% em relação ao ciclo 2024/25. A área cultivada foi projetada em 2,02 milhões de hectares, com ligeiro recuo de 0,08% em relação ao relatório anterior e baixa de 3,2% em comparação com a temporada passada.

Enquanto as estimativas para a Bahia permaneceram inalteradas em julho, a Conab revisou para cima os números de Mato Grosso, principal estado produtor do País. A área cultivada em MT foi mantida em 1,39 milhão de hectares, estável em relação a junho, mas 4,7% inferior à da safra anterior. Em contrapartida, a produtividade e a produção foram elevadas
em 2,93% em relação ao relatório anterior. Com isso, a produção passou a ser estimada em 2,8 milhões de toneladas, volume 1,8% inferior ao da temporada 2024/25, enquanto a
produtividade média alcançou 2.011 kg/ha, avanço de 3,1% em relação ao ciclo passado.

EXPORTAÇÃO – Os embarques brasileiros de pluma atingiram recorde na safra 2025/26 (de agosto/25 a julho/26). Conforme dados da Secex, foram exportadas 3,374 milhões de toneladas da pluma, volume 19% superior ao observado em toda a safra anterior (de agosto/24 a julho/25).

Considerando-se o ano civil (de janeiro até a julho/26), os embarques somam 1,97 milhão de toneladas, volume que já é o quinto maior registrado em um ano da série histórica da Secex.

Em julho, especificamente, os embarques totalizaram 154,97 mil toneladas, volume 29% inferior ao registrado em junho/26, mas 22% superior ao de julho/25. Quanto aos preços, ainda segundo a Secex, a média das exportações em julho/26 foi de US$ 0,7680/lp, avanços de 4,8% frente à de junho/26 e de 4,5% em relação a julho/25. Em moeda nacional, a média foi de R$ 3,9272/lp, 4,43% inferior ao praticado no mercado spot doméstico, de R$ 4,1092/lp. Trata-se do quinto mês consecutivo de vantagem do mercado interno.

CAROÇO DE ALGODÃO – No mercado spot, os preços do caroço de algodão recuaram com maior intensidade em julho/26 nas principais praças de Mato Grosso. A pressão decorreu do início da safra 2025/26, aliada à postura cautelosa dos compradores, que seguem oferecendo preços menores diante da expectativa de boa produção. Além disso, parte das indústrias aguarda o avanço da colheita para intensificar o cumprimento dos contratos a termo.

Em Lucas do Rio Verde (MT), a média foi de R$ 769,28/t, quedas de 21,7% frente a junho e de 19,4% em relação a julho/25. Em Campo Novo do Parecis (MT), a média atingiu R$ 823,96/t, retrações de 11% no comparativo mensal e de 32,9% no anual. Em Primavera do
Leste (MT), o valor médio foi de R$ 922,00/t, quedas de 7,5% frente ao mês anterior e de 22,6% em relação a julho de 2025.

Em Barreiras (BA), a média foi de R$ 1.025,66/t, com ligeira retração de 0,8% frente a junho e expressiva queda de 17,9% em relação a julho/25. Em São Paulo (SP), a média foi de R$1.351,98/t, recuando 4,2% frente ao mês anterior e 13,7% na comparação anual.

Quanto à comercialização antecipada da safra 2025/26, dados do Cepea indicam que, para contratos com entrega entre julho e dezembro de 2026, o preço médio negociado em Lucas
do Rio Verde (MT) está em R$ 735,90/t, retração de 8,9% em relação ao registrado para os
contratos da temporada anterior (embarques no segundo semestre de 2025). Em Campo Novo do Parecis (MT), a média dos contratos a termo caiu 3,7%, para R$ 791,22/t. Em Primavera do Leste (MT), a baixa foi de 6,1%, para R$ 856,64/t. Já em Barreiras (BA), o preço médio está em R$ 952,08/t para entrega no segundo semestre de 2026, avanço de 5,1% em relação ao mesmo período de 2025.

Fonte: Cepea


undefined


 

Continue Reading

Sustentabilidade

Danos econômicos do caruru em soja – MAIS SOJA

Published

on


A ampla distribuição das plantas de caruru (Amaranthus spp.) no território nacional tem tornado cada vez mais relevante o impacto dessa planta daninha em culturas produtoras de grãos como soja e milho. Características como rápido crescimento e desenvolvimento, associadas a uma grande produção de sementes e fácil dispersão delas, tem contribuído para a manutenção de populações de caruru ao longo das safras.

Agravando ainda mais o problema, o controle químico tem se tornado cada vez mais complexo e ineficaz, uma vez que exige grande planejamento e conhecimento para um adequado posicionamento dos herbicidas, tendo em vista que a maioria das espécies de caruru de importância agrícola já apresentam resistência aos principais herbicidas seletivos às culturas agrícolas.

Esse cenário reforça a necessidade de medidas integradas para o controle do caruru, assim como práticas que permitam reduzir a pressão de seleção de biótipos resistência, assegurando uma maior longevidade da eficácia dos herbicidas disponíveis no mercado.

Impacto econômico

O impacto econômico ocasionado pela matocompetição do caruru com a cultura agrícola varia de acordo com o período de convivência, a espécie do caruru e cultura cultivada. Dados da literatura demonstram que uma das espécies de caruru mais agressivas é o Amaranthus palmeri, popularmente conhecido como caruru-palmeri ou caruru-gigante. De acordo com Gazziero & Silva (2017), quando em competição com a cultura durante todo o seu ciclo de desenvolvimento, pode ocasionar perdas de produtividade no milho superiores a 91%, 79% na soja e 77% em algodão.

Conforme destacado por Barroso et al. (2026), no caso da espécie Amaranthus hybridus, a presença dessa planta daninha em áreas de soja pode resultar em perdas expressivas de produtividade, corroborando Gazziero & Silva (2017). O dano econômico pode chegar a 16 sacos por hectare em áreas com baixa infestação (43 plantas m-2) e até 47 sacas por hectare em áreas onde a pressão de plantas de caruru é alta (1.160 plantas m-2) (Barroso et al., 2026).

Figura 1. Potencial perda de produtividade em lavoura de soja em função da pressão de infestação de Amaranthus hybridus.
Fonte: Fundação ABC, 2025, apud. Barroso et al. (2026).

Vale lembrar que em função da elevada produção de sementes, não é incomum observar áreas com alta densidade populacional de caruru.  Além das perdas substanciais de produtividade, a presença de plantas de caruru ao final do ciclo da soja (figura 2), contribui para o aumento da quantidade de impurezas nos grãos (figura 3), depreciando a produção, além de reduzir o rendimento da colheita (Barroso et al., 2026).

Figura 2. Plantas de caruru em lavoura de soja em ponto de colheita.

Figura 3.  Presença de sementes de caruru na soja na colheita.
Foto: Oscar Groth. Fonte: Barroso et al. (2026).

Diante dos impactos do caruru sobre a produtividade e a qualidade da produção, torna-se fundamental adotar estratégias eficientes de manejo, visando reduzir a matocompetição com a soja e minimizar os prejuízos durante a colheita.


Veja mais: Caruru – herbicidas pré-emergentes são protagonistas no manejo dessa planta daninha


Referências:

BARROSO, A. A. M.; et al. CARURU (Amaranthus sp.): Biologia, resistência e manejo. HRAC-BR: Comitê de Ação a Resistência aos Herbicidas, 2026. Disponível em: < https://drive.google.com/file/d/1c4xZhdrYCcbWZQ421wj50FQJHuXaeS6B/view >, acesso em: 12/08/2026.

GAZZIERO, D. L. P.; SILVA, A. F. CARACTERIZAÇÃO E MANEJO DE Amaranthus palmeri. Embrapa Soja, Documentos, n. 384, 2017. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1069527/1/Doc384OL.pdf >, acesso em: 12/08/2026.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT