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Sine de Várzea Grande oferece 220 vagas de emprego com foco na construção civil

Setor lidera contratações com 33 vagas para servente e 11 para pedreiro; veja como se candidatar nos dois pontos de atendimento da cidade
O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Várzea Grande disponibiliza 220 vagas de trabalho nesta semana, contemplando diferentes áreas da economia. O destaque é o setor da construção civil, que concentra o maior número de oportunidades.
Entre as vagas ofertadas, estão 33 para servente de obras e 11 para pedreiro. Também há chances para ajudante de obras, oficial de manutenção civil, técnico de edificações e operador de máquinas de construção civil e mineração.
Na área industrial e de manutenção, há oportunidades para eletricista, soldador, mecânico de manutenção, montador de estrutura metálica, inspetor de qualidade e técnico de produção.
O setor comercial também apresenta ????? de vagas, incluindo atendente de lojas, operador de vendas, vendedor interno, operador de caixa, promotor de vendas e subgerente de lojas.
De acordo com a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Fabyane Nagazawa, as oportunidades representam uma importante porta de entrada ou retorno ao mercado de trabalho.
“O Sine atua como ponte entre empresas e trabalhadores, facilitando o acesso às vagas e contribuindo para o desenvolvimento econômico do município”, destacou.
O Sine de Várzea Grande está vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo e conta com dois pontos de atendimento presencial: uma unidade no bairro Cristo Rei, no Ganha Tempo, e outra no segundo andar do Várzea Grande Shopping, no Centro de Cidadania.
Os interessados também podem consultar as vagas pela internet, por meio da plataforma “Trabalha VG”, disponível no site oficial da Prefeitura.
Para se candidatar, é necessário comparecer a uma das unidades do Sine com documentos pessoais. As vagas são atualizadas constantemente e podem ser preenchidas a qualquer momento.
Confira todas as vagas disponíveis: Ajudante de Carga e Descarga (1), Ajudante de Obras (1), Ajudante de Serralheiro (1), Assistente de Compras (1), Assistente de Mídias Sociais (1), Atendente de Lojas (3), Auxiliar Administrativo (1), Auxiliar de Conservação de Obras Civis (1), Auxiliar de Cozinha (1), Auxiliar de Estoque (1), Auxiliar de Limpeza (19), Auxiliar de Linha de Produção (13), Auxiliar de Pessoal (2), Auxiliar Operacional de Logística (15), Balanceiro (15), Balconista (1), Comprador (1), Consultor de Vendas (1), Coveiro (1), Educador Social (1), Eletricista (5), Encarregado de Manutenção (3), Engenheiro Mecânico (1), Forneiro de Padaria (1), Inspetor de Qualidade (1), Instalador de Película (Insulfilme) (1), Jardineiro (10), Lubrificador de Automóveis (3), Mecânico de Manutenção de Aparelhos de Refrigeração (5), Mecânico de Manutenção de Máquina Industrial (1), Montador de Estrutura Metálica (3), Motofretista (1), Oficial de Manutenção (5), Oficial de Manutenção Civil (5), Operador de Caixa (1), Operador de Empilhadeira (1), Operador de Fundição (1), Operador de Máquina de Construção Civil e Mineração (7), Operador de Plataforma de Petróleo (1), Operador de Telemarketing (2), Operador de Vendas (Lojas) (14), Pedreiro (11), Promotor de Vendas (4), Servente de Obras (33), Soldador (5), Subgerente de Lojas (Operações Comerciais) (2), Técnico de Edificações (1), Técnico de Engenharia Civil (1), Técnico de Produção (1), Torneiro Mecânico (1) e Vendedor Interno (8).
Com Prefeitura de Várzea Grande
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Semana termina com alta da soja brasileira e expectativa pelos dados do USDA

Após uma semana marcada por oscilações, o mercado brasileiro de soja encerra o período em um cenário mais positivo. A quinta-feira registrou maior movimentação nos portos, impulsionada pela melhora das cotações e pelo aumento no volume de negócios.
De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a combinação entre a alta dos contratos futuros na Bolsa de Chicago e a manutenção de prêmios firmes favoreceu a formação dos preços ao longo do dia. O dólar apresentou leve recuo, mas sem comprometer a valorização observada nos portos.
No mercado interno, as indicações de compra também melhoraram. Apesar disso, os produtores seguem cautelosos, segurando parte da oferta e buscando preços mais elevados para negociar.
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Entre as principais praças acompanhadas, a saca de soja subiu de R$ 128 para R$ 129 em Passo Fundo (RS), de R$ 129 para R$ 130 em Santa Rosa (RS), de R$ 124 para R$ 125 em Cascavel (PR), de R$ 114 para R$ 115 em Rondonópolis (MT) e de R$ 116,50 para R$ 117 em Dourados (MS). Já em Rio Verde (GO), a cotação permaneceu em R$ 117 por saca.
Nos portos de Paranaguá (PR) e Rio Grande (RS), a soja avançou de R$ 135 para R$ 136 por saca.
Chicago
Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos futuros fecharam em forte alta. O mercado reagiu às previsões de temperaturas elevadas nas principais regiões produtoras dos Estados Unidos, fator que pode comprometer o desenvolvimento das lavouras e sustentar os preços.
Além das condições climáticas, os investidores já começam a ajustar suas posições antes da divulgação de importantes relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para a próxima semana.
As expectativas do mercado apontam que o USDA deverá estimar uma área plantada de soja de 85,37 milhões de acres na safra 2026/27, acima dos 84,7 milhões de acres projetados na intenção de plantio divulgada em março e superior aos 81,2 milhões de acres cultivados na safra anterior.
Também será divulgado o relatório de estoques trimestrais, com expectativa de volume em torno de 1,051 bilhão de bushels em 1º de junho, dado que poderá influenciar diretamente o comportamento dos preços internacionais da oleaginosa.
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Fisioterapeuta traz a Cuiabá protocolos apresentados em congresso internacional sobre lipedema

Especialista que acaba de palestrar em Lisboa levará aos profissionais de saúde protocolos atualizados de diagnóstico e tratamento da doença durante capacitação presencial nos dias 16 e 17 de julho
Especialista que acaba de palestrar em Lisboa levará aos profissionais de saúde protocolos atualizados de diagnóstico e tratamento da doença durante capacitação presencial nos dias 16 e 17 de julho.
Profissionais da saúde que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre o diagnóstico e tratamento do lipedema terão a oportunidade de participar, nos dias 16 e 17 de julho, em Cuiabá, de um curso presencial ministrado pela fisioterapeuta Dra. Laura Alves.
A capacitação chega ao Estado logo após a especialista representar o Brasil como palestrante no Lipedema International Summit 2026, realizado em Lisboa, Portugal, um dos mais importantes encontros científicos do mundo dedicados à doença.
Com formação em centros europeus de referência e atuação reconhecida internacionalmente, Laura Alves compartilhou no congresso sua experiência no tratamento conservador do lipedema, apresentando resultados obtidos em sua prática clínica e discutindo temas como hormônios, inflamação, metabolismo, microbiota intestinal e a importância da atuação multidisciplinar no acompanhamento das pacientes.
A participação em Lisboa reforça a trajetória internacional da fisioterapeuta, que também já foi palestrante em eventos científicos na Itália. Agora, esse conhecimento será levado aos profissionais de Mato Grosso por meio de um curso com conteúdo teórico e treinamento prático (hands on), abordando diagnóstico clínico, classificação por estágios, tratamento conservador, pós-operatório, drenagem linfática, compressoterapia, eletroterapia e discussão de casos reais.
Capacitação em Cuiabá
Com a experiência adquirida nos principais centros internacionais dedicados ao estudo do lipedema, Dra. Laura Alves realizará, nos dias 16 e 17 de julho de 2026, em Cuiabá, um curso presencial voltado a fisioterapeutas e demais profissionais da saúde interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre a doença.
A capacitação reunirá conteúdo teórico e treinamento prático (hands on), contemplando diagnóstico clínico e diferencial por estágios, protocolos de tratamento conservador e pós-operatório, eletroterapia, drenagem linfática, compressoterapia e discussão de casos clínicos.
O curso inclui certificado e apostila, com vagas limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo Sympla ou diretamente pelo WhatsApp da organização.
Agro Mato Grosso
Urochloa melhora microbiota fúngica em solo degradado

Estudo em feijão comum mostra efeito residual da cobertura sobre fungos da rizosfera e indicadores de qualidade do solo
A inclusão de Urochloa brizantha no período de pousio alterou a comunidade fúngica da rizosfera do feijão comum e favoreceu indicadores ligados à recuperação biológica do solo. O efeito ocorreu em área degradada por mais de cinco décadas de uso agrícola intensivo, com histórico de tabaco, monocultivo de feijão, preparo convencional e longos períodos de solo descoberto (DOI: 10.3390/jof12070456).
Estudo avaliou os efeitos residuais de Urochloa brizantha como planta de cobertura sobre fungos associados às raízes do feijão comum. Os pesquisadores também mediram atributos físicos, químicos e biológicos do solo. O trabalho ocorreu na Estação Experimental Agropecuária Salta, do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária, em Cerrillos, Salta, Argentina.
Cinco situações
O experimento comparou cinco situações. A primeira manteve pousio com solo descoberto seguido de feijão comum. A segunda recebeu um ciclo de Urochloa brizantha antes do feijão. A terceira recebeu dois ciclos consecutivos da gramínea antes do feijão. A quarta manteve uma pastagem perene de Urochloa brizantha. A quinta usou solo preservado como referência externa.
A análise por sequenciamento de alta escala mostrou mudança significativa na composição da comunidade fúngica entre os manejos. A diversidade alfa não apresentou diferença estatística. Isso indica manutenção da riqueza e da uniformidade dos fungos. Porém, a composição mudou. O manejo com Urochloa brizantha promoveu substituição de grupos fúngicos dentro da rizosfera.
Solo descoberto
No pousio com solo descoberto, o gênero Fusarium apresentou maior abundância relativa. Esse tratamento também teve maior presença de Fusicolla e Bipolaris. Esses gêneros incluem espécies associadas a doenças de plantas. Segundo os pesquisadores, o resultado sugere acúmulo de fungos com potencial patogênico em sistemas simplificados e com monocultivo contínuo.
Nos tratamentos com Urochloa brizantha, a comunidade caminhou para outro perfil. Houve maior participação de fungos saprófitos e grupos associados à decomposição de resíduos e à ciclagem de nutrientes. Entre os gêneros citados aparecem Mortierella, Penicillium, Coprinellus, Immersiella, Torula, Lectera, Coprinopsis e Psathyrella.
A pastagem perene de Urochloa brizantha apresentou enriquecimento de Gamsia, Chaetomium e Pyrenochaeta. O solo preservado teve maior associação com Penicillium, Mycoleptodiscus, Purpureocillium e Knufia. Para os cientistas, esses marcadores indicam uma transição da comunidade fúngica para estruturas mais ligadas à decomposição da matéria orgânica, à estabilidade do solo e à atividade biológica.
Análise funcional
A análise funcional reforçou essa tendência. O pousio descoberto teve maior abundância relativa de fungos classificados como patógenos de plantas. O tratamento com um ciclo de Urochloa brizantha reduziu a representação desse grupo e manteve atividade saprofítica. O tratamento com dois ciclos apresentou comportamento intermediário. A pastagem perene e o solo preservado mostraram perfis mais equilibrados, com menor participação de patógenos vegetais e maior contribuição de guildas saprofíticas e simbióticas.
Os atributos do solo também responderam ao manejo. O carbono orgânico do solo teve menores valores no monocultivo de feijão com solo descoberto. Os tratamentos com Urochloa brizantha elevaram esse indicador, sobretudo no tratamento com dois ciclos e na pastagem perene. A estabilidade de agregados também aumentou com a gramínea e alcançou valores próximos ao solo de referência.
A densidade do solo apresentou o padrão oposto. O pousio descoberto teve os maiores valores. Os tratamentos com Urochloa brizantha reduziram a densidade. O resultado indica melhoria estrutural associada ao sistema radicular da gramínea e à presença de cobertura vegetal.
Indicadores microbiológicos
Os indicadores microbiológicos acompanharam a mudança. A respiração microbiana aumentou nos tratamentos com Urochloa brizantha. A biomassa microbiana de carbono e nitrogênio também apresentou menores valores no pousio descoberto. A proteína do solo relacionada à glomalina cresceu na pastagem perene e teve valor intermediário após dois ciclos da gramínea.
A atividade enzimática mostrou diferenças entre manejos. A hidrólise de diacetato de fluoresceína atingiu maior valor na pastagem perene. A fosfatase ácida teve maiores atividades na pastagem perene e no tratamento com um ciclo de Urochloa brizantha. O pousio descoberto apresentou menor atividade dessa enzima.
Análise multivariada
A análise multivariada indicou associação entre a estrutura da comunidade fúngica e variáveis do solo. A proteína relacionada à glomalina, a respiração microbiana, a biomassa microbiana, o magnésio, a capacidade de retenção de água, a fosfatase ácida e a relação carbono:nitrogênio ajudaram a explicar a composição dos fungos. As variáveis biológicas explicaram fração maior da variação da comunidade do que as propriedades físico-químicas.
Os pesquisadores concluem que Urochloa brizantha gerou efeitos residuais mensuráveis sobre a rizosfera do feijão comum. O manejo deslocou a comunidade fúngica de um perfil enriquecido em potenciais patógenos para uma estrutura com maior presença de fungos associados à decomposição, à ciclagem de nutrientes e à recuperação biológica do solo. Mesmo um ciclo da gramínea iniciou mudanças detectáveis em solo degradado.
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