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29 de abril de 2026

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De jacaré no quintal a gato em cisterna: Bombeiros salvam animais em três cidades de MT

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Ocorrências em Campo Verde, Guarantã do Norte e Confresa mobilizaram equipes especializadas em manejo e salvamento técnico nesta segunda (27)

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, nesta segunda-feira (27.4), três ocorrências envolvendo animais silvestres e domésticos em diferentes municípios do estado.

Em Guarantã do Norte (709 km de Cuiabá), o 4º Núcleo Bombeiro Militar (4º NBM) foi acionado após receber informações sobre a presença de uma serpente em um canteiro de obras localizado às margens da BR-163.

Uma equipe se deslocou até o local e constatou que se tratava de uma cobra da espécie popularmente conhecida como cipó verde. Com o uso de técnicas adequadas de manejo de fauna, os militares capturaram o animal com segurança. Em seguida, a serpente foi transportada e solta em uma área de mata apropriada, retornando ao seu habitat natural.

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Já em Campo Verde (a 139 km da capital), um jacaré de pequeno porte foi entregue por um morador à equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM), após ser encontrado no quintal de sua residência, no bairro Recanto do Bosque.

A equipe avaliou o animal e não constatou ferimentos. O jacaré foi transportado até uma área de mata afastada do perímetro urbano e solto em local apropriado.

No município de Confresa (1.058 km de Cuiabá), o 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) resgatou um gato que caiu em uma cisterna com aproximadamente quatro metros de profundidade.

O 2º NBM recebeu o chamado por volta das 08h para atender a ocorrência, registrada na região central do município.

No local, os bombeiros resgataram de forma segura o animal, utilizando técnicas apropriadas para esse tipo de ocorrência. Após a retirada, o gato foi entregue ao responsável.

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Com Assessoria 

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Flávia Moretti anuncia recomposição salarial e nova Secretaria de Segurança em VG

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Gestão pretende elevar a Guarda Municipal ao status de Secretaria para fortalecer o combate à criminalidade e valorizar a carreira dos agentes

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), anunciou, nesta terça-feira (28.04), que o município realizará a recomposição salarial aos servidores e a reestruturação da Secretaria Municipal de Defesa Social.

Durante a visita à pasta, Moretti destacou o trabalho e a dedicação dos servidores. Essa Secretaria abrange serviços essenciais como a Guarda Municipal, Defesa Civil Municipal, entre outros.

“Eu venho com muita alegria estar com vocês aqui. É um anseio de todos os servidores do município que a gente cumpra todos os enquadramentos e a recomposição salarial. Além disso, quero fortalecer cada vez mais institucionalmente um órgão o qual abriga a nossa Guarda Municipal”, disse Flávia Moretti.

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A prefeita anunciou que pretende criar a Secretaria Municipal de Segurança Pública. “Quero fortalecer a Guarda Municipal, não só com melhor salário, por isso vamos enviar ao legislativo o projeto de lei que cria a Secretaria de Segurança Pública de Várzea Grande”, diz Flávia.

O secretário de Defesa Social, inspetor GM Louriney Silva, relata que a gestão tem olhado com carinho para a corporação. “Isso é reconhecimento, temos avançado muito estruturalmente. Com a atual gestão já tivemos o adicional de periculosidade, nova sede administrativa da Secretaria e da Guarda Municipal, entre outras importantes conquistas. Essas ações fazem com que nosso desempenho melhore ainda mais”, relata Louriney.

Com Assessoria 

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Falta 1 dia! Decida para quem vai o Prêmio Personagem Soja Brasil 25/26!

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Foto: Freepik

Falta apenas um dia para o fim da votação do Prêmio Personagem Soja Brasil 2025/26! Até esta quinta-feira, 30 de abril, você ainda pode decidir seu produtor e pesquisador favorito (a). Acesse o link, preencha seus dados e escolha.

Ainda não sabe em quem votar? Relembre os candidatos desta safra:

Pesquisadores

Ricardo Andrade
O pesquisador Ricardo Andrade atua no desenvolvimento de tecnologias que ajudam a soja a produzir bem mesmo em condições climáticas adversas no oeste da Bahia. Engenheiro agrônomo e especialista em fisiologia vegetal, ele trabalha principalmente com estudos voltados à adaptação das plantas a estresses como a seca.

Seu trabalho busca entender como a soja reage ao ambiente e como pode se tornar mais resiliente diante das mudanças climáticas. Entre as linhas de pesquisa estão técnicas com bioestimulantes que aumentam a tolerância da planta a condições adversas e elevam o potencial produtivo.

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Andrade também destaca a importância da educação e da formação de novos profissionais para o avanço do agro brasileiro. Para ele, a maior recompensa da pesquisa é ver tecnologias desenvolvidas no laboratório sendo aplicadas nas lavouras pelos produtores.

Fernando Adegas
Pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas construiu carreira dedicada ao manejo de plantas daninhas e ao desenvolvimento de estratégias para evitar perdas na produção agrícola.

Filho de família ligada ao campo, decidiu seguir a agronomia ao perceber a importância da agricultura para a economia brasileira. Após atuar na extensão rural no Paraná, aprofundou seus estudos na área de plantas daninhas, tema que se tornou central em sua trajetória científica.

Na Embrapa, ele acompanha a evolução dos sistemas de produção e o surgimento de plantas resistentes a herbicidas, trabalhando no desenvolvimento de técnicas de manejo integrado. O objetivo é garantir que os produtores consigam controlar as invasoras e manter a produtividade das lavouras, respeitando as diferenças entre regiões e biomas do país.

Leandro Paiola Albrecht
O pesquisador Supra da UFPR, Leandro Paiola Albrecht, desenvolve estudos voltados ao manejo de plantas daninhas e à busca por soluções que aumentem a produtividade e a rentabilidade da soja.

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Seu trabalho vai além do uso de herbicidas, envolvendo práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e estratégias integradas dentro do sistema produtivo. Ele também participa de pesquisas sobre resistência de plantas daninhas em áreas de soja no Brasil e no Paraguai, avaliando espécies como buva, caruru e capim-amargoso.

Esses estudos ajudam a identificar novas formas de controle e evitar perdas significativas nas lavouras. Segundo o pesquisador, o objetivo é integrar diferentes tecnologias para gerar soluções práticas e acessíveis aos produtores, garantindo produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no Whatsapp!

Produtores

João Damasceno
Produtor rural do Tocantins, João Damasceno levou o sonho da soja para o Norte do Brasil e ajudou a consolidar a produção na região.

A história da fazenda começou ainda com seu pai, que adquiriu a propriedade na década de 1940. A partir da safra 1993/94, a família passou a investir na soja, substituindo outras culturas e ampliando gradualmente a área plantada e o parque de máquinas.

Com apoio técnico da Embrapa, adotou sistemas de rotação de culturas e integração com a pecuária, garantindo mais sustentabilidade à produção. Hoje a fazenda reúne soja como cultura principal, além de milho safrinha, gergelim, confinamento de gado e seringueira, além de estrutura própria de secagem e armazenamento.

Mesmo com oportunidades de expansão, a família decidiu investir na propriedade original, que carrega valor histórico e sentimental. Para Damasceno, produzir soja também significa preservar o legado familiar construído ao longo de gerações.

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Maira Lelis
Produtora rural de Guaíra (SP), Maira Lelis representa uma nova geração do agro que une tradição, tecnologia e sustentabilidade.

A história da fazenda começou há mais de 80 anos com seu avô, quando a área ainda era formada por cerrado. Ao longo do tempo, a propriedade evoluiu com mecanização, adoção de tecnologias e ampliação da produção de grãos.

Hoje a gestão é focada em inovação, eficiência e redução de custos. Entre as práticas adotadas estão: rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e aplicação de microrganismos para fortalecer a saúde do solo e aumentar a produtividade da soja.

Uma das iniciativas recentes é a criação de um corredor ecológico com árvores que produzem pólen ao longo do ano, ajudando a atrair inimigos naturais das pragas e equilibrar o sistema produtivo. Para Maira, produzir alimento com responsabilidade ambiental e preparar o solo para as próximas gerações é parte essencial da missão no campo.

Carlos Eduardo Carnieletto
A trajetória de Carlos Eduardo Carnieletto nasceu dentro da agricultura familiar no Paraná. A produção começou com os pais, em uma pequena área cultivada com muito trabalho e dedicação.

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Ao longo dos anos, a estrutura da propriedade foi ampliada e consolidada. Formado em agronomia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), ele manteve a ligação com o campo e hoje administra sua área com foco em eficiência e gestão.

Diante de custos elevados e preços pressionados, busca aumentar a produtividade sem elevar os gastos da lavoura. Entre as práticas adotadas estão o uso de biológicos, coinoculação e acompanhamento constante das lavouras.

Para ele, o solo é o principal patrimônio do agricultor. Por isso investe em conservação, cobertura e manejo adequado da terra. Mesmo diante dos desafios do setor, Carlos acredita nos ciclos da agricultura e mantém a convicção de seguir produzindo. Encerrar uma safra com bons resultados continua sendo sua maior motivação.

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Governo aumenta limite para R$ 50 mil e corta juros do programa Reforma Casa Brasil

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Regulamentação com as novas faixas de atendimento será publicada nos próximos dias; famílias com renda de até R$ 13 mil agora podem participar

O ministro das Cidades, Vladimir Lima, disse nesta quarta-feira (29) que “nos próximos dias” será publicada a regulamentação do Reforma Casa Brasil, com as novas faixas a serem atendidas pelo programa. 

Lançada em outubro do ano passado, a iniciativa do governo oferece crédito para reformas, ampliações e melhorias em moradias urbanas.

Coordenado pelo Ministério das Cidades e operado pela Caixa Econômica Federal, o Reforma Casa Brasil foi criado para enfrentar a inadequação habitacional e melhorar as condições de moradia das famílias brasileiras que já possuem imóvel.

O financiamento pode ser utilizado para comprar materiais de construção, pagar mão de obra e contratar serviços técnicos.

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“Estamos finalizando a regulamentação do Reforma Casa Brasil. Ela será publicada já nos próximos dias”, disse Lima após participar do programa Bom dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Reformas e melhorias

Entre as intervenções previstas para o Reforma Casa Brasil estão as feitas em telhados, instalações elétricas e hidráulicas, construção de cômodos, melhorias de acessibilidade e adaptações para maior conforto e segurança.

Segundo o Ministério das Cidades, o valor máximo do financiamento passou de R$ 30 mil para R$ 50 mil por família. O prazo de pagamento foi ampliado de 60 para até 72 meses (seis meses).

O público-alvo foi ampliado para famílias com renda de até R$ 13 mil, igualando-se ao teto do programa Minha Casa, Minha Vida e garantindo que mais brasileiros possam melhorar suas moradias.

Com relação às taxas de juros, o governo informou que elas serão reduzidas a 0,99% ao mês para todas as faixas de renda. Antes, a taxa mensal cobrada era de até 1,95%, variando conforme a renda familiar.

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Confira o passo a passo para acesso ao programa:

Informação Passo a Passo Programa Reforma Casa Brasil

Mais aportes

O anúncio de que novos perfis e valores seriam aplicados ao Reforma Casa Brasil foi feito no dia 15 de abril, em cerimônia no Palácio do Planalto sobre a ampliação de aportes para o Minha Casa Minha Vida.

Em termos gerais, o governo ampliou o público atendido pelo MCMV por meio da atualização das faixas de renda. Aumentou também o valor máximo do financiamento dos imóveis e reduziu as taxas de juros aplicadas.

As novas regras preveem aumento no limite de renda familiar mensal para acesso ao crédito, passando a ser de até R$ 13 mil, para imóveis que custam até R$ 600 mil.

Com Assessoria 

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