Connect with us
17 de setembro de 2026

Featured

Socorro 36% mais rápido: Parceria entre Samu e Bombeiros amplia atendimentos em MT

Published

on


Chamadas para 192 e 193 agora são unificadas no Ciosp; sistema garante envio da ambulância mais próxima da ocorrência

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) reforça que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) segue ativo e não será interrompido em Mato Grosso. O serviço é essencial para a assistência à população e continuará operando normalmente, de forma integrada ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT).

Firmada em junho de 2025, a atuação conjunta entre Samu e Corpo de Bombeiros ampliou a capacidade de resposta no atendimento pré-hospitalar em todo o Estado. O tempo-resposta às chamadas já foi reduzido em 36%, enquanto o número de atendimentos prestados à população aumentou em 30%. A cooperação também possibilitou a ampliação em 100% da cobertura na região da Baixada Cuiabana.

A integração permite maior agilidade no socorro às vítimas, especialmente em ocorrências como acidentes de trânsito, emergências clínicas, resgates e situações de risco.

Advertisement

“O Samu permanece como um dos pilares do atendimento de urgência e emergência em Mato Grosso. A integração com o Corpo de Bombeiros vem para somar esforços e garantir um serviço ainda mais eficiente à população”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Com a cooperação entre as instituições, o Samu passou a fazer parte do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp) e as chamadas para os números de emergência médica 192, do SAMU, e 193, do Corpo de Bombeiros, são direcionadas para uma única central de atendimento, que envia a ambulância mais próxima da ocorrência, agilizando o resgate.

A SES faz a gestão direta do Samu da Baixada Cuiabana – nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães e Poconé. Os 20 serviços de Samu que estão ativos em outras cidades do interior são administrados pelos próprios municípios.

A Secretaria enfatiza que não há qualquer medida para o encerramento do Samu. Ao contrário, o Estado tem promovido ações para qualificar o serviço, como a renovação da frota de ambulâncias, a capacitação de profissionais, o aprimoramento da estrutura de regulação e a implantação de pelo menos 20 novos serviços municipais do Samu, com aporte financeiro do Estado.

Com Assessoria 

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Featured

Polêmica do STF domina debate de candidatos ao Senado por Mato Grosso

Published

on


Concorrentes propuseram mudanças em leis e tentaram associar os adversários às circunstâncias do ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro

Cinco candidatos ao Senado por Mato Grosso se reuniram hoje (17) no debate eleitoral da TV Vila Real – Antônio Galvan (Avante), Carlos Fávaro (PSD), José Medeiros (PL), Margareth Buzetti (PP) e Pedro Taques (PSB). 

A troca de argumentos entre eles ficou concentrada no assunto do Supremo Tribunal Federal (STF) e a relação de ministros com o empresário Daniel Vorcaro, dono Banco Master e acusado da maior fraude financeira do país. Como estratégia eleitoral, os candidatos tentaram vincular uns aos outros à política. 

Houve propostas que os ritos de indicação de ministros ao Supremo e o tempo de permanência deles no cargo sejam modificados. E que a alteração seja expandida para o Senado. 

Advertisement

Taques disse ser a favor do limite de 12 anos de exercício do cargo e os indicados seriam só poderiam ser investidos com idade mínima de 60 anos. 

José Medeiros disse que a legislação brasileira deveria tirar das mãos do presidente da República o poder de indicação, o que já vem sendo defendido por alguns políticos. Seria elaborado algum tipo de concurso, sem implicação política. 

Margareth Buzetti diz que o regimento interno do Senado precisaria ser modificado para obrigar o presidente do Congresso a colocar em votação os pedidos de impeachment de ministros.  

Para Taques, o presidente do Congresso ficaria obrigado a pautar o pedido em 30 dias. Já Medeiros afirmou que deputados federais e senadores não poderiam ser investigados por ministros do STF para evitar constrangimento de atos em mandato. 

Essa relação ente ministros e políticos derivou a implicação de senadores com o Supremo. O mais atacado foi Carlos Fávaro, em exercício do mandato. Ele foi questionado mais de uma vez sobre o motivo ainda não ter uma posição clara sobre a crise no Supremo em quase oito anos de mandato. 

Advertisement

O assunto respingou em candidatos citados em operações da Polícia Federal, cujos processos podem ser julgados pelo Supremo. Os adversários apontaram mutuamente que a investigação se tornaria empecilho para o exercício do mandato. 

Outro viés a polêmica do momento explorado pelos concorrentes foi relação tríplice de Lula-Moraes-Vorcaro. Os candidatos mais à direita afirmaram que apoiar ou votar em Lula seria dar aval, por tabela, às relações suspeitas do ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro.

A moderação do debate disse que os sete dos dez candidatos ao Senado com mais representação política foram convidados. Mauro Mendes (União Brasil) e Janaína Riva (MDB) não foram. 

Advertisement
Continue Reading

Featured

Fachin recua e retira de pauta julgamento contra André Mendonça no STF

Published

on


Presidente da Corte suspendeu a análise após pedido de vista de Flávio Dino travar o plenário. Gilmar Mendes defende que casos de Moraes e Mendonça sejam julgados juntos.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, retirou da pauta da sessão plenária da próxima quarta-feira (23) o julgamento de um pedido de investigação sobre a condução dada pelo ministro André Mendonça como relator do caso Master na Corte, que foi desencadeado pela Operação Compliance Zero. 

Fachin tomou a decisão depois da sessão extraordinária da última terça (15), quando o decano do STF, ministro Gilmar Mendes, levantou uma questão de ordem em julgamento sobre a abertura ou não de uma investigação sobre o suposto elo entre o ministro Alexandre de Mores e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do Banco Master.

Na Compliance Zero, a Polícia Federal (PF) apura a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias supostamente praticadas por Vorcaro. 

Para Gilmar Mendes, os dois pedidos de investigação são correlatos e devem ser julgados em conjunto. O plenário começou a votar a proposta, mas o julgamento acabou interrompido por um pedido de vista (mais tempo de análise) do ministro Flávio Dino, quando o placar estava em 4 a 3 para que os processos fossem julgados em separado.

Advertisement

Ao desmarcar, nesta quinta, o julgamento sobre a atuação de Mendonça, Fachin escreveu que tomou a medida devido à “direta relação” deste processo com ponto levantado na questão de ordem.

“A inclusão em pauta será oportunamente redesignada”, afirmou o presidente do Supremo.

A iniciativa de marcar o pedido de investigação contra Moraes primeiro, na sessão extraordinária da última terça, partiu de Fachin, que ao mesmo tempo marcou o processo contra Mendonça para o dia 23.

Na semana passada, o presidente do STF negou um pedido de Moraes para que os dois casos fossem julgados juntos. O ministro alega que a análise sobre desvios na relatoria de Mendonça tem efeito direto na análise sobre seu caso.

Entenda

O STF entrou em uma crise institucional sem precedentes desde que Mendonça, na condição de relator do caso Master, levantou o sigilo, em 1º de setembro, sobre um relatório da PF com 52 mensagens que os investigadores dizem ter sido enviadas por Vorcaro a Moraes.

Nas mensagens, Vorcaro aparenta ter relação próxima com Moraes, a quem diz ter enviado para apreciação a cópia de um contrato de R$ 131 milhões do Master com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

Advertisement

Em outro trecho, o ex-banqueiro parece buscar informações sobre uma operação iminente para prendê-lo. As mensagens foram trocadas entre 2023 e 17 de novembro de 2025, quando Vorcaro foi de fato preso. As respostas do interlocutor não puderam ser recuperadas, informaram os investigadores.

Na sessão plenária de terça, Moraes voltou a afirmar que nunca manteve diálogo com Vorcaro e que não há de que as supostas mensagens foram de fato enviadas ou se, por exemplo, não foram apagadas antes da visualização.

Durante a sessão, Moraes bateu boca com Mendonça, a quem acusou de ter encomendado a inclusão de seu nome em eventual delação premiada de Vorcaro, por motivações políticas. Mendonça respondeu que a acusação é mentirosa.

Advertisement
Continue Reading

Agro Mato Grosso

Dono de avião é identificado entre os 3 mortos durante queda em MT

Published

on

Vanderlei Sattler, de 65 anos, foi identificado entre os três mortos na queda de um avião na zona rural de Água Boa, a 730 km de Cuiabá, no dia 10 de setembro, conforme a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Ele é apontado como o dono da aeronave.

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontam que a aeronave tinha como destino a Venezuela e pode ter sido usada no tráfico internacional de drogas. As outras duas vítimas ainda não foram identificadas. Segundo a perícia, elas eram de nacionalidade paraguaia.

Vanderlei era natural de Montenegro (RS) e sócio-administrador de uma empresa de assessoria aeronáutica. A família do empresário entrou em contato com a Politec e já solicitou autorização para a liberação e cremação dos restos mortais.

Vanderlei Sattler, de 65 anos, era uma das vítimas do acidente aéreo em Água Boa (MT) — Foto: Reprodução

Vanderlei Sattler, de 65 anos, era uma das vítimas do acidente aéreo em Água Boa (MT) — Foto: Reprodução

A Polícia Civil também investiga a origem e o destino do voo, além das circunstâncias da queda e de um possível envolvimento da aeronave com o transporte de drogas.

Segundo a Polícia Civil, o avião é um Cessna, prefixo N401NA e não tem registro na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Um dos pontos investigados é justamente a compra da aeronave. Levantamentos apontam que o avião teria sido adquirido por um valor elevado por uma pessoa cuja situação financeira, conforme a investigação, não seria compatível com a negociação.

O pagamento teria ocorrido parte em dinheiro e parte por meio de um veículo de alto valor. A polícia identificou que esse veículo já esteve registrado em nome de uma pessoa investigada por tráfico internacional de drogas.

Advertisement

Além disso, um dos ocupantes do avião tinha pendências judiciais no país de origem e restrição para deixar o território nacional, conforme a investigação. Os nomes investigados não foram divulgados pela Polícia Civil para não prejudicar a apuração.

A investigação aponta ainda que a aeronave decolou de Goiânia sem documentação válida, autorização ou plano de voo aprovado. Essas circunstâncias são consideradas pela polícia como indícios que reforçam a hipótese de que se tratava de uma operação clandestina.

A análise do itinerário indica que o avião poderia seguir para um país vizinho, com possível destino à Venezuela. Segundo a Polícia Civil, familiares dos passageiros também relataram aos investigadores que um dos ocupantes havia informado que viajaria para o país.

Sem plano de voo, avião saiu de Goiânia (GO) e caiu em Água Boa (MT) — Foto: Reprodução

Queda e incêndio

O avião pegou fogo após cair em uma região isolada de Água Boa e foi destruído pelas chamas. Os três ocupantes foram identificados preliminarmente como um brasileiro e dois paraguaios.

A partir da reconstrução do itinerário e da análise de imagens de câmeras de segurança que registraram o embarque, os investigadores chegaram aos familiares dos ocupantes, que auxiliaram no reconhecimento das vítimas.

Bombeiros tentam combater incêndio após queda de avião em MT — Foto: Reprodução

Bombeiros tentam combater incêndio após queda de avião em MT — Foto: Reprodução

A Polícia Civil ressalta, porém, que a identificação definitiva depende dos exames periciais da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Por questões de logística, os corpos foram encaminhados à Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, em Cuiabá.

As investigações estão em fase final e aguardam a conclusão dos laudos periciais, especialmente os relacionados à identificação técnica das vítimas. A polícia também continua analisando a compra da aeronave, a forma de pagamento, o itinerário e as circunstâncias do voo para esclarecer se o avião estava relacionado ao tráfico internacional de drogas.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT