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17 de setembro de 2026

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Museu de História Natural de MT recebe 2 mil pessoas para encontro intercultural indígena

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Programação gratuita entre 23 e 24 de abril reúne cinco etnias e foca na troca de saberes ancestrais com estudantes da rede pública

Com o tema “O futuro é ancestral”, a 12ª edição do Encontro Intercultural Indígena, no Museu de História Natural de Mato Grosso (MHNMT), em Cuiabá, deve atrair mais de 2 mil pessoas, a maioria estudantes da rede pública de ensino. O espaço vai reunir, entre 23 e 24 de abril, povos originários de várias etnias mato-grossenses em uma intensa troca de saberes, vivências e conexões.

Serão dois dias com danças, músicas, cantos de acolhida, mitos de origem, práticas culturais e conhecimentos ancestrais que reafirmam o papel do Museu de História Natural como território de escuta, valorização cultural e intercâmbio entre tradições.

 

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Legenda – 10º Encontro Indígena, realizado no Museu de História Natural de Mato Grosso, em 2023. – Créditos – Mellissa Rocha – Acervo do Museu de História Natural

Participam estudantes e lideranças indígenas em uma programação com rodas de conversa, oficinas e apresentações culturais. A presença de moradores das comunidades indígenas dos povos Balatiponé-Umutina, Iny-Karajá, Kurã Bakairi, Bóe Bororo e Xavante transforma o encontro em um espaço legítimo de troca, que fortalece o diálogo intercultural e a valorização das identidades.

Realizado em um mês simbólico para a causa, com o Dia dos Povos Indígenas celebrado em 19 de abril, o evento no Museu de História Natural de Mato Grosso, gerido pelo Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (ECOSS), por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), conta com parceria da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). A iniciativa reforça a importância da diversidade cultural, da luta por direitos e da visibilidade das pautas indígenas. O tema “O futuro é ancestral” representa a relevância dos saberes tradicionais diante dos desafios contemporâneos. “Os conhecimentos dos povos originários são fundamentais para pensar soluções para problemas atuais, como as mudanças climáticas, pois seus modos de vida respeitam a sustentabilidade dos ecossistemas”, destaca o coordenador de Educação Escolar Indígena de Mato Grosso da Seduc, Lucas de Albuquerque Oliveira.

Programação

Créditos – Helena Carezomaé

A programação é gratuita e extensa. No dia 23 de abril, o evento inicia às 8h30, com mesa de abertura, seguida por apresentações culturais com danças, músicas e cantos dos povos Iny, Kurã Bakairi, Bóe Bororo e Xavante.

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Na sequência, às 9h30, está prevista uma roda de conversa com abordagem de temas como história dos povos, educação indígena, mitos de origem e saberes ancestrais.

Às 10h20, o público participa de oficinas práticas que incluem pintura corporal, saberes tradicionais e expressões culturais. Após o almoço, a programação segue no período vespertino, a partir das 14h, com novas apresentações culturais, roda de conversa às 14h30 e oficinas às 15h30, encerrando o dia com lanche às 16h e jantar às 18h30.

No dia 24 de abril, a programação continua com apresentações culturais a partir das 8h30, seguidas de roda de conversa às 9h e oficinas às 10h. Após o almoço, as atividades retornam às 14h com apresentações culturais, roda de conversa às 14h30 e oficinas às 15h30. O encerramento está previsto para as 18h, seguido de jantar às 18h30.

Para se inscrever basta se cadastrar neste link: https://www.sympla.com.br/evento/xii-encontro-intercultural-indigena-no-museu-de-historia-natural-de-mato-grosso/3386467

Serviço

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Legenda – Estudante em visita ao Museu de História Natural de Mato Grosso – Créditos – Mayke Toscano/Secom-MT

O Museu de História Natural de Mato Grosso está localizado na avenida Manoel José de Arruda, 2000 – Jardim Europa, ou Beira Rio, às margens do rio Cuiabá. O espaço abriga acervos de paleontologia e arqueologia na histórica Casa Dom Aquino, consolidando-se como um importante espaço de educação, ciência e cultura no Estado. O local funciona de terça a domingo, das 8h às 18h, com exposições permanentes, temporárias e itinerantes.

Os ingressos custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia), com gratuidade aos domingos e feriados. Para acompanhar a programação completa e participar das atividades, os interessados podem acessar o Instagram @museuhistorianaturalmt, ou entrar em contato pelo telefone (65) 99686-7701.

Com Assessoria 



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Com investimento de R$ 27 milhões, Governo entrega nova escola e amplia unidades na região do CPA

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Bairros CPA 2 e 4 receberam novas salas climatizadas, quadras e laboratórios. Seduc também esclareceu mudança de endereço de escola citada em programa eleitoral

A construção de uma nova escola e as obras de reforma e ampliação de outras duas unidades reforçaram a estrutura da Rede Estadual de Ensino na região do CPA, em Cuiabá. As intervenções abrangem escolas localizadas nos bairros CPAs 2 e 4 e incluem novas salas de aula, blocos educacionais, quadras poliesportivas, refeitórios, biblioteca e laboratório.

A obra mais recente foi entregue em fevereiro deste ano, com a inauguração da Escola Estadual Professora Maria Hermínia Alves, no CPA 4. Foram investidos R$ 11,6 milhões na construção da unidade, que possui 3.181,69 metros quadrados de área construída e 16 salas de aula. A escola, que foi construída para ampliar a oferta da Rede Estadual na região, tem capacidade para receber até 480 estudantes por turno e atende 902 alunos, distribuídos em 30 turmas.

As intervenções no Grande CPA também chegaram a escolas que já atendiam estudantes da região. No CPA 2, a Escola Estadual Professora Ana Maria do Couto passou por reforma e ampliação, entregue em outubro de 2025, após um investimento de R$ 7,95 milhões.

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Além da recuperação da estrutura existente, a escola recebeu um novo bloco educacional, quadra poliesportiva, vestiários, refeitório, playground e outras adequações. Com a ampliação, a unidade passou a contar com 18 salas de aula climatizadas e capacidade para atender até 1.080 estudantes, sendo 540 por turno, em uma unidade de mais de 3 mil metros quadrados.

No CPA 4, a Escola Estadual Leovegildo de Melo também passou por reforma geral e ampliação. A intervenção foi entregue em fevereiro de 2025 e teve investimento de R$ 8,1 milhões. A obra incluiu a construção de um novo bloco, além de refeitório, cozinha e quadra poliesportiva. A unidade passou a dispor ainda de 16 salas de aula, biblioteca, laboratório e sala de música.

Ainda na região, a Escola Estadual Almira de Amorim Silva, antes localizada no CPA 3, que foi citada no programa eleitoral desta quarta-feira (16.9), do candidato ao Governo Wellington Fagundes, foi transferida para o prédio da antiga Escola Estadual Militar Tiradentes, no bairro CPA 1. O antigo prédio da unidade está em processo de cessão para o município de Cuiabá.

Novas unidades em Cuiabá

As obras realizadas na região do CPA fazem parte de um conjunto de intervenções na infraestrutura da Rede Estadual na Capital.

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Desde 2019, nove novas escolas foram entregues pelo Governo de Mato Grosso em Cuiabá, com investimento de R$ 132,4 milhões da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), entre elas quatro Colégios Estaduais Integrados. As unidades são consideradas referência em infraestrutura, com salas climatizadas e tecnológicas, além de possuírem laboratórios, quadra poliesportiva e piscina semiolímpica.

A construção de novas escolas ocorre paralelamente às reformas e ampliações de prédios que já fazem parte da rede. As intervenções incluem recuperação de salas de aula, redes elétricas e hidráulicas, climatização, acessibilidade, quadras esportivas, refeitórios, laboratórios, bibliotecas e áreas administrativas.

A estratégia permite atender situações diferentes da rede: em algumas regiões, a demanda exige a abertura de novas escolas; em outras, a intervenção ocorre em unidades já existentes, com ampliação da capacidade ou substituição e recuperação de estruturas.

Atualmente, a Rede Estadual de Mato Grosso possui 631 escolas, com mais de 318 mil estudantes matriculados.

Obras avançam no interior

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O programa de infraestrutura escolar também mantém obras em diferentes municípios do Estado. Desde 2019, 52 novas escolas foram entregues pela Rede Estadual. Outras 64 unidades permanecem em construção.

A recuperação dos prédios existentes representa outra frente das intervenções. No mesmo período, 106 escolas tiveram obras de reforma concluídas e outras 95 estavam com serviços em andamento.

Entre as 52 novas escolas entregues, sete seguem o modelo de Colégio Estadual Integrado (CEI). Outras 11 unidades desse modelo estão entre as construções em andamento. O planejamento apresentado pela Educação prevê ainda 32 CEIs para 2026 e 2027.

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Agro Mato Grosso

Fendt avança na automação de máquinas para o algodão

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Portfólio em destaque no Congresso Brasileiro do Algodão reunirá tratores, plantadeira, pulverizador e soluções digitais

A cotonicultura brasileira opera hoje com um dos mais altos níveis de tecnificação do mundo — e é nesse ambiente que a Fendt apresenta seu portfólio durante a 15ª edição do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), principal encontro da cadeia produtiva da fibra no país, realizado entre 22 e 24 de setembro, em Belo Horizonte (MG).

Durante o evento, os visitantes do estande da Fendt, fabricante alemã de maquinário de alta potência e inovação, terão a oportunidade de conhecer as máquinas e tecnologias desenvolvidas para os desafios específicos do algodão, com destaque para os lançamentos mais recentes da marca e para soluções que contribuem para elevar a produtividade, a eficiência operacional e a sustentabilidade no campo.

“O Congresso Brasileiro do Algodão reúne produtores altamente tecnificados e entre os mais exigentes do mundo. Para a Fendt, estar presente nesse ambiente é fundamental para fortalecer o relacionamento com o setor, entender as necessidades do campo e demonstrar como nossas tecnologias podem contribuir para uma produção cada vez mais eficiente e sustentável”, afirma Rafael Antonio Costa, diretor Comercial da Fendt.

Entre os destaques estão os novos tratores Fendt 1000 Vario Gen4 e Fendt 800 Vario Gen5, desenvolvidos para atender operações de médias e grandes propriedades. Os modelos incorporam recursos voltados à redução do consumo de combustível, maior conforto ao operador e aumento da eficiência nas atividades agrícolas. A Fendt também apresenta a nova geração da plantadeira Fendt Momentum, equipada com tecnologias de distribuição de peso e controle individual das linhas de plantio, que favorecem a uniformidade da semeadura e a otimização do uso de insumos.

Ainda no campo das operações de alta demanda, a marca destaca o pulverizador autopropelido Rogator 934H, projetado para o elevado número de aplicações exigido pelo algodão. Com alta capacidade operacional e tecnologias que permitem aplicações mais precisas, o equipamento contribui para otimizar o manejo fitossanitário e reduzir custos operacionais.

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A conectividade e a gestão de dados também ganham espaço com as plataformas digitais FarmENGAGE e Panorama, desenvolvidas para integrar informações de máquinas, monitorar operações em tempo real e apoiar a tomada de decisão no campo.

Inovações na lavoura

Outro tema que a Fendt leva ao CBA é o TIM (Tractor Implement Management, na sigla em inglês), conceito de gestão integrada em que o implemento deixa de ser um equipamento passivo e passa a comandar as funções do trator que realizam o trabalho — tomada de força, válvulas auxiliares e levante hidráulico -, além da velocidade de deslocamento e direção, de acordo com o que a operação exige em cada momento. Na prática, a máquina se ajusta sozinha ao trabalho que está sendo executado, sem depender da leitura e da reação do operador.

A aplicação mais recente desse conceito pela Fendt é o projeto de automação do subsolador, em desenvolvimento de acordo com os protocolos ISOBUS atuais. Nele, o implemento atua sobre um mapa de compactação, carregado no monitor do trator, realizando o trabalho conforme profundidade indicada no mapa, uma vez que o subsolador faz os ajustes necessários de profundidade em tempo real. Ao mesmo tempo, o sistema informa a profundidade real executada.

“O resultado esperado é uma descompactação mais precisa, com menor consumo de combustível, menor patinagem e menor desgaste do conjunto — ganhos especialmente relevantes em áreas de cana de açúcar e algodão, onde o tráfego intenso de máquinas pesadas torna o manejo da compactação uma decisão agronômica importante”, destaca Elizeu dos Santos, gerente de Marketing de Produto da Fendt e responsável pela apresentação do painel sobre o tema.

A participação da Fendt no Congresso Brasileiro do Algodão também reforça o compromisso da marca com o desenvolvimento da cadeia produtiva. Há quatro anos, a marca apoia o movimento Sou de Algodão, iniciativa que promove a valorização da fibra nacional e incentiva práticas sustentáveis em toda a cadeia, do campo à indústria têxtil.

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Bombeiros montam força-tarefa para combater 13 incêndios florestais simultâneos em MT

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Equipes atuam de forma ininterrupta em 12 municípios. Operação conta com apoio de aeronaves e monitoramento via satélite para rastrear crimes ambientais

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta quarta-feira (16.9), 13 incêndios florestais nos municípios de Chapada dos Guimarães, Nossa Senhora do Livramento, Novo Santo Antônio, Aripuanã, Ribeirão Cascalheira, Porto Alegre do Norte, Bom Jesus do Araguaia, General Carneiro, Cláudia, Pontal do Araguaia, Paranatinga e Poconé.

Em Novo Santo Antônio, os militares combatem dois incêndios florestais. Nas demais localidades, as equipes atuam no combate a um incêndio florestal em cada município.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

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As ações de combate contam com o reforço do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar, conforme a necessidade de cada operação. Essa atuação conjunta amplia a capacidade de resposta e fortalece a estrutura empregada no enfrentamento aos incêndios florestais em todo o Estado.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados cinco focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, quatro focos foram registrados na Amazônia e um no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foi identificado um foco na Terra Indígena Wawi, em Querência.

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das Terras Indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

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Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Nazaré, Nova Maringá, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia e União do Sul.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

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Agro MT