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25 de julho de 2026

Agro Mato Grosso

AMAGGI é destaque nos rankings globais Forest 500 e CDP

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A AMAGGI se destaca mais uma vez nos principais rankings internacionais de sustentabilidade, reforçando a solidez de sua estratégia socioambiental e sua atuação integrada na gestão de riscos relacionados a florestas, clima, direitos humanos e recursos hídricos.

No Forest 500, principal ranking global que avalia empresas e instituições financeiras em relação a compromissos e ações para combater o desmatamento, a conversão de vegetação nativa, fortalecer os direitos humanos e promover a transparência, a AMAGGI avançou três posições em relação à edição anterior. Com esse desempenho, a companhia passou a ocupar o 6º lugar entre as empresas com melhor desempenho no mundo, mantendo-se como a primeira colocada global no setor da soja.

O resultado se soma a outro reconhecimento relevante. A AMAGGI recebeu novamente nota A do CDP na categoria Florestas, pontuação máxima que reconhece empresas A-List com alto nível de transparência, governança ambiental e gestão de riscos e impactos florestais associados às cadeias de commodities. No mesmo ciclo de avaliação, a companhia manteve nota B em Clima e obteve nota B- em Água, evidenciando avanços na estruturação de processos, identificação de riscos e fortalecimento da gestão ambiental integrada.

Os reconhecimentos refletem a consistência das políticas da AMAGGI, seus compromissos com a rastreabilidade da cadeia produtiva, a atuação estruturada em direitos humanos, a ampliação do monitoramento socioambiental, o fortalecimento dos mecanismos de governança e o engajamento contínuo com parceiros e produtores.

Segundo Juliana de Lavor Lopes, Diretora ESG e Comunicação da AMAGGI, os resultados reforçam uma trajetória construída com foco no longo prazo. “Estar entre as líderes do Forest 500, avançando no ranking global, e conquistar novamente a nota A do CDP em Florestas, com resultados positivos também em Clima e Água, demonstra a solidez do nosso compromisso ESG. Seguimos avançando com responsabilidade, planejamento e transparência, mitigando riscos socioambientais e atuando no desenvolvimento sustentável do agronegócio no Brasil.”, afirma.

As avaliações do Forest 500 e do CDP consideram a qualidade, a abrangência e a transparência das informações divulgadas pelas empresas, especialmente por meio de compromissos públicos, relatórios anuais e demais conteúdos socioambientais. Os resultados reforçam a capacidade da AMAGGI de integrar produção agrícola, competitividade e sustentabilidade, em linha com as crescentes demandas globais por produção e cadeias produtivas mais responsáveis.

Sobre a AMAGGI

Fundada em 1977, a AMAGGI é a maior empresa brasileira de grãos e fibras. Presente em diversas etapas da cadeia do agronegócio, a companhia atua na produção agrícola de grãos, fibras e sementes, originação, processamento e comercialização de grãos e insumos, além de transporte fluvial e rodoviário, operações portuárias e geração e comercialização de energia elétrica renovável.

Com sede em Cuiabá (MT), a AMAGGI está presente em todas as regiões do Brasil, com fazendas, armazéns, escritórios, fábricas, frota fluvial e rodoviária, terminais portuários e centrais hidroelétricas. No exterior, possui unidades e escritórios na Argentina, China, Holanda, Noruega, Suíça, Singapura e Panamá.

A empresa produz anualmente cerca de 1,5 milhão de toneladas de grãos e fibras, entre soja, milho e algodão, mantém relacionamento comercial com aproximadamente 5,6 mil produtores rurais e comercializa cerca de 20 milhões de toneladas de grãos e fibras em todo o mundo.

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Agro Mato Grosso

TCE suspende seleção para diretores de escolas em Cuiabá I MT

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) determinou a suspensão das próximas etapas do processo seletivo para diretores das escolas da rede municipal de Cuiabá até que a Prefeitura faça ajustes no edital. A decisão foi tomada após a Corte apontar falhas que, segundo o órgão, comprometem a legalidade da seleção e podem provocar insegurança jurídica caso o certame prossiga sem alterações.

A medida atende a um pedido da equipe técnica do TCE, que identificou irregularidades no edital elaborado pela Secretaria Municipal de Educação. Embora parte dos problemas tenha sido corrigida por meio de um edital retificador, o tribunal concluiu que ainda permanecem pontos em desacordo com a legislação municipal.

Entre as determinações está a inclusão da etapa de apresentação de uma Proposta de Trabalho pelos candidatos, documento que deve reunir metas, objetivos e estratégias para a gestão das unidades escolares. O TCE também determinou mudanças no chamado Ciclo de Estudo, que deverá ocorrer em formato híbrido, com atividades presenciais e a distância, além do restabelecimento da exigência de frequência integral e da inclusão dessas etapas no cronograma do processo seletivo.

Na decisão, o relator, conselheiro Waldir Júlio Teis, entendeu que a declaração de inconstitucionalidade da eleição direta para diretores escolares pelo Supremo Tribunal Federal (STF) não elimina outras exigências de caráter técnico previstas na legislação municipal. Segundo ele, a retirada da eleição não autoriza a exclusão de mecanismos voltados à qualificação e avaliação dos candidatos.

O tribunal considerou que a continuidade do processo sem as adequações poderia resultar na nomeação de gestores com base em um edital considerado irregular, abrindo espaço para futuras contestações e até anulação da seleção. Por isso, determinou que o município promova as alterações no prazo de 15 dias e informe ao TCE, em até cinco dias úteis, as providências adotadas para cumprir a decisão. O descumprimento poderá acarretar multa diária aos responsáveis.

A Prefeitura de Cuiabá havia defendido que as mudanças promovidas no edital decorreram da decisão do STF sobre a escolha dos diretores escolares. No entanto, o Tribunal de Contas entendeu que a interpretação foi além do alcance da decisão da Corte Suprema e manteve a exigência de adequação do processo seletivo antes de sua continuidade.

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Agro Mato Grosso

TCE avança na estruturação de plano com propostas para o Vale do Rio Cuiabá

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, se reuniu, nesta quinta-feira (23), com representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e da Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Copmas), presidida por ele, para avançar na estruturação de propostas voltadas ao desenvolvimento econômico da região do Vale do Rio Cuiabá por meio da agricultura familiar. As diretrizes irão integrar o Plano de Metas Mato Grosso 2050, que avança para a fase de participação social, com o recebimento de contribuições.

“A primeira fase do plano foi concluída e agora avançamos para o diálogo com os diversos setores da economia. Estamos recebendo contribuições de entidades da agricultura, como o MAPA, do comércio e de instituições representativas para construir um planejamento participativo e que reflita as demandas de quem contribui para o desenvolvimento de Mato Grosso”, declarou Sérgio Ricardo.

Durante a reunião, o conselheiro também destacou o potencial da região, que ainda enfrenta entraves para alcançar seu pleno desenvolvimento econômico. “Precisamos iniciar uma nova tradição produtiva nesta região. O que todo município, seja rico ou pobre, tem em comum é a terra. O que precisamos é criar condições para que esse potencial se transforme em oportunidades, fortalecendo a agricultura familiar, gerando renda e garantindo que as pessoas possam viver e prosperar onde estão. O Plano Mato Grosso 2050 mostra que a Baixada Cuiabana reúne características muito favoráveis para a produção de alimentos”, disse.

Para o superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária, Edson Paulino de Oliveira, a união de esforços é fundamental e já gerou resultados, como a facilitação para a certificação do Sisbi-POA (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal).

“O presidente Sérgio Ricardo e o Tribunal de Contas como um todo, são grandes parceiros, que têm nos dado todo o suporte e ajudado muito. Já fizemos a parceria na questão da certificação do Sisbi-POA, dando condição para todos os produtores desenvolverem uma comercialização dentro dos municípios e até fora do Estado. Então, tem sido fundamental essa parceria”, ressaltou Oliveira.

Metas com base em dados

Durante o encontro, tanto o MAPA quanto a Copmas apresentaram estudos com levantamento de informações sobre a situação econômica da região do Vale do Rio Cuiabá a fim de cruzar os dados e construir metas consolidadas. Para Edson de Oliveira, o mapeamento evidencia a carência dos pequenos produtores.

“Agora, vamos unir os dados do Ministério da Agricultura com o levantamento feito pelo Tribunal para construir um projeto definitivo para a região. O Vale do Rio Cuiabá tem vocação para a agricultura familiar, e precisamos criar políticas públicas para que o pequeno produtor possa crescer, gerar renda e permanecer na sua propriedade”, relatou o superintendente.

Para a chefe de gabinete da Comissão, Georgia Bumlai, os relatórios se complementam e fortalecem a tomada de decisão. “Enquanto o nosso estudo reúne dados quantitativos, o do MAPA traz uma análise qualitativa. Por meio da Comissão, realizamos uma pesquisa nas 54 comunidades ribeirinhas em 13 municípios da Baixada Cuiabana, ouvimos seus moradores e identificamos os principais desafios, como o acesso à energia, à água e à regularização fundiária. Com essas informações, vamos reunir os diferentes atores para promover o desenvolvimento do Vale do Rio Cuiabá”, esclareceu.

A parceria para a elaboração de propostas voltadas à Baixada Cuiabana inclui ainda a Associação Mato-grossense de Municípios (AMM) e o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Social Vale do Rio Cuiabá (CIDES-VRC).

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Aprosoja MT participa de debate infraestrutura e logística no GAFFFF Sorriso 2026

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Em debate com especialistas do setor, Lucas Costa Beber destacou a logística como um dos principais desafios para o desenvolvimento de Mato Grosso

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) participou, nesta quinta-feira (23.07), do GAFFFF Sorriso 2026, um dos principais fóruns voltados à discussão do agronegócio e do desenvolvimento econômico. Representando a entidade, o presidente Lucas Costa Beber integrou o painel “Infraestrutura e Competitividade: Corredores Logísticos, Parcerias Privadas e o Futuro do Escoamento Agrícola”, que reuniu especialistas e lideranças do setor para debater os desafios e as oportunidades da logística brasileira.

Durante o painel, foram discutidos os investimentos e as estratégias necessárias para ampliar a eficiência dos principais modais de transporte utilizados pelo agronegócio, com foco na competitividade da produção brasileira e na redução dos custos logísticos.

Além do presidente da Aprosoja MT, participaram do debate o ex-senador e presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos, que abordou o cenário das rodovias; o presidente e CEO da Estação da Luz Participações (EDLP), Guilherme Quintela, com uma análise sobre o avanço das ferrovias; e o CEO da Hidrovias do Brasil, Décio Amaral, que apresentou as perspectivas para o transporte hidroviário. A mediação foi conduzida pelo economista e consultor de logística Luiz Antonio Pagot, ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

Durante sua fala no painel, o presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, comentou que Mato Grosso está distante dos principais portos brasileiros, o que eleva os custos de transporte e reduz a competitividade da produção mato-grossense em comparação com outros países exportadores. Segundo ele, a ampliação dos investimentos em rodovias, ferrovias e hidrovias, aliada à consolidação de corredores logísticos como a BR-163, é fundamental para garantir maior eficiência no escoamento da safra e reduzir os gargalos enfrentados pelos produtores.

“Participamos do GAFFFF em Sorriso para discutir aquele que segue sendo o principal gargalo de Mato Grosso: a logística. Somos um dos maiores produtores de alimentos do mundo, mas ainda estamos distantes dos portos e enfrentamos custos de transporte que comprometem tanto a renda do produtor quanto a competitividade da nossa produção. Por isso, precisamos avançar em investimentos e soluções que garantam mais eficiência ao escoamento da safra”, destacou Lucas.

A discussão sobre logística ganha ainda mais relevância em Sorriso, município localizado às margens da BR-163 e considerado um dos principais polos de produção agrícola do Brasil, reforçando a importância de investimentos em infraestrutura para garantir maior competitividade ao agronegócio mato-grossense e nacional.

Giovanna Fermam

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