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7 de junho de 2026

Agro Mato Grosso

AMAGGI é destaque nos rankings globais Forest 500 e CDP

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A AMAGGI se destaca mais uma vez nos principais rankings internacionais de sustentabilidade, reforçando a solidez de sua estratégia socioambiental e sua atuação integrada na gestão de riscos relacionados a florestas, clima, direitos humanos e recursos hídricos.

No Forest 500, principal ranking global que avalia empresas e instituições financeiras em relação a compromissos e ações para combater o desmatamento, a conversão de vegetação nativa, fortalecer os direitos humanos e promover a transparência, a AMAGGI avançou três posições em relação à edição anterior. Com esse desempenho, a companhia passou a ocupar o 6º lugar entre as empresas com melhor desempenho no mundo, mantendo-se como a primeira colocada global no setor da soja.

O resultado se soma a outro reconhecimento relevante. A AMAGGI recebeu novamente nota A do CDP na categoria Florestas, pontuação máxima que reconhece empresas A-List com alto nível de transparência, governança ambiental e gestão de riscos e impactos florestais associados às cadeias de commodities. No mesmo ciclo de avaliação, a companhia manteve nota B em Clima e obteve nota B- em Água, evidenciando avanços na estruturação de processos, identificação de riscos e fortalecimento da gestão ambiental integrada.

Os reconhecimentos refletem a consistência das políticas da AMAGGI, seus compromissos com a rastreabilidade da cadeia produtiva, a atuação estruturada em direitos humanos, a ampliação do monitoramento socioambiental, o fortalecimento dos mecanismos de governança e o engajamento contínuo com parceiros e produtores.

Segundo Juliana de Lavor Lopes, Diretora ESG e Comunicação da AMAGGI, os resultados reforçam uma trajetória construída com foco no longo prazo. “Estar entre as líderes do Forest 500, avançando no ranking global, e conquistar novamente a nota A do CDP em Florestas, com resultados positivos também em Clima e Água, demonstra a solidez do nosso compromisso ESG. Seguimos avançando com responsabilidade, planejamento e transparência, mitigando riscos socioambientais e atuando no desenvolvimento sustentável do agronegócio no Brasil.”, afirma.

As avaliações do Forest 500 e do CDP consideram a qualidade, a abrangência e a transparência das informações divulgadas pelas empresas, especialmente por meio de compromissos públicos, relatórios anuais e demais conteúdos socioambientais. Os resultados reforçam a capacidade da AMAGGI de integrar produção agrícola, competitividade e sustentabilidade, em linha com as crescentes demandas globais por produção e cadeias produtivas mais responsáveis.

Sobre a AMAGGI

Fundada em 1977, a AMAGGI é a maior empresa brasileira de grãos e fibras. Presente em diversas etapas da cadeia do agronegócio, a companhia atua na produção agrícola de grãos, fibras e sementes, originação, processamento e comercialização de grãos e insumos, além de transporte fluvial e rodoviário, operações portuárias e geração e comercialização de energia elétrica renovável.

Com sede em Cuiabá (MT), a AMAGGI está presente em todas as regiões do Brasil, com fazendas, armazéns, escritórios, fábricas, frota fluvial e rodoviária, terminais portuários e centrais hidroelétricas. No exterior, possui unidades e escritórios na Argentina, China, Holanda, Noruega, Suíça, Singapura e Panamá.

A empresa produz anualmente cerca de 1,5 milhão de toneladas de grãos e fibras, entre soja, milho e algodão, mantém relacionamento comercial com aproximadamente 5,6 mil produtores rurais e comercializa cerca de 20 milhões de toneladas de grãos e fibras em todo o mundo.

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Agro Mato Grosso

Mato Grosso já vive apagão de biomassa sustentável

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Usada em indústrias de diferentes setores, a biomassa é, ao lado da energia elétrica, um insumo vital para a economia de Mato Grosso. A demanda pelo insumo está em alta, fomentada principalmente por agroindústrias e usinas de etanol, cujas caldeiras consomem pequenos pedaços de eucalipto reflorestado. A preferência por essa madeira tem dois motivos: eficiência na queima e ciclo sustentável. Mas o mercado produtor está em alerta.

Hoje, a Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta) calcula que o estado já enfrenta um déficit de biomassa de madeira reflorestada. “Se considerarmos somente o volume de produção de etanol de milho projetado para 2026, teríamos que ter 198 mil hectares (ha) de eucalipto plantado no estado. Porém, a área atual é de 165 mil ha, ou seja: 30 mil ha a menos”, explica o presidente da entidade, Fausto Takizawa.

A previsão para 2030 preocupa mais. Na ponta do lápis, os reflorestadores projetam 436 mil ha somente para atender a demanda das biorrefinarias de milho. “O problema é que a primeira colheita do eucalipto que plantarmos hoje será feita daqui a seis ou sete anos. Esse é o alerta”, contextualiza Takizawa, engenheiro florestal de formação.

A entidade tem conversado com órgãos públicos e o setor produtivo sobre o “apagão” da biomassa de florestas plantadas. Além da busca por fornecedores fora de Mato Grosso, números oficiais mostram um aumento no consumo de biomassa de florestas nativas, resultantes de desmatamento autorizado. Essa prática, no entanto, é vedada pelo Código Florestal Brasileiro para grandes consumidores – caso de indústrias.

“Estamos construindo um ambiente de fomento ao reflorestamento junto à Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT). Por outro lado, é fundamental que os grandes consumidores executem seus Planos de Suprimento Sustentável (PSS), conforme prevê a legislação federal. Somente assim será possível reduzir a dependência da madeira nativa de desmates”, afirmou o presidente da Arefloresta.

Em 2025, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) estimou que foram consumidos 14,16 milhões de metros cúbicos de biomassa no estado. Desse total, 47,5% vieram das florestas plantadas de eucalipto, e 52,5% tiveram outras origens (não identificadas). Em 2022, o eucalipto reflorestado respondeu por 59% da biomassa em Mato Grosso.

Proteção – As florestas plantadas de eucalipto em Mato Grosso exercem um papel ambiental estratégico na descarbonização da economia e na preservação dos ecossistemas. “Ao fornecer recursos de forma planejada, os plantios comerciais de árvores funcionam como um ‘escudo’ para a vegetação nativa. Se o mercado consumidor encontra biomassa de eucalipto, reduz-se a pressão por madeira nativa e, consequentemente, pelo desmatamento. Com isso, a biodiversidade local é protegida”, pontuou o pesquisador Maurel Behling, da Embrapa Agrossilvipastoril.

Arefloresta – Representando produtores que investem em plantios comerciais de árvores em Mato Grosso, a Arefloresta reúne cerca de 30 associados, que respondem por 74.334 hectares de florestas plantadas no estado.

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Grávida e outras duas pessoas morrem em batida entre carro e moto na MT-240

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Acidente entre três veículos deixa 06 mortos e dois feridos na MT-358

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Acidente entre três veículos deixa 06 vítimas fatais foi registrado na noite de sexta-feira (5), na rodovia MT-343, entre os municípios de Nova Olímpia e Barra do Bugres. As duas últimas mortes confirmadas foram de Jucineide Maluf e Valentina Ribeiro, 6, que chegaram a ser socorridas, mas não resistiram.

Conforme divulgado, a colisão envolveu 3 veículos, sendo eles, uma caminhonete Chevrolet S10, um Hyundai HB20S e um Volkswagen Gol. O acidente ocorreu por volta das 19h40 e mobilizou equipes de resgate, Polícia Militar, Polícia Civil e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Corpo de Bombeiros. (video abaixo)

De acordo com informações repassadas pelo motorista da caminhonete, ele seguia no sentido Nova Olímpia–Barra do Bugres quando um Hyundai HB20, que trafegava no sentido contrário, tentou realizar uma ultrapassagem em meio a carretas que seguiam pela rodovia. Durante a manobra, o condutor do HB20 teria percebido a aproximação da caminhonete e tentado retornar à sua faixa, mas acabou atingindo lateralmente a S10.

Após a colisão, o motorista do HB20 perdeu o controle da direção e invadiu a pista contrária, colidindo frontalmente contra um Volkswagen Gol que vinha logo atrás da caminhonete.

Com a violência do impacto, morreram o condutor do HB20, identificado como Vitérico Jabu Maluf, professor da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), e sua esposa, Jucineide Maluf.

Também perderam a vida os ocupantes do Gol, o motorista Sebastião Ribeiro de Oliveira, sua esposa Dayane Ribeiro e os filhos do casal, Emmanuel Pietro, de apenas 4 anos e Valentina Ribeiro, 6.

A outra filha do casal, de 17 anos, foi socorrida e está hospitalizada. Equipes de resgate precisaram realizar a retirada das vítimas que ficaram presas às ferragens. O local foi isolado para os trabalhos da perícia.

VIDEO:

 

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