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Flaviane Bolsonaro e Bolsonaro da Shopee firmam parceria política em MT

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Aliança aposta em pautas conservadoras e no engajamento digital para fortalecer candidaturas nas eleições de 2026 em Mato Grosso

A coletiva realizada nesta quarta-feira (15), na sede do Partido Novo, em Cuiabá, que oficializou a pré-candidatura de Marcelo Maluf, também foi marcada pela consolidação de uma nova aliança política. A advogada Flaviane Bolsonaro e o pré-candidato Bolsonaro da Shopee anunciaram parceria com foco nas eleições de 2026.

A união entre Flaviane Bolsonaro e Bolsonaro da Shopee evidencia o fortalecimento de um grupo político alinhado a pautas conservadoras em Mato Grosso. Ambos têm atuação expressiva nas redes sociais e vêm utilizando o ambiente digital como ferramenta de mobilização e construção de imagem junto ao eleitorado.

Flaviane Bolsonaro ganhou notoriedade por suas posições firmes há tempos em defesa de valores conservadores e por sua atuação no agronegócio. Já Bolsonaro da Shopee se destaca pela comunicação direta com o público e pela presença constante nas plataformas digitais e nos movimentos de direita, o que contribui para ampliar o alcance político do grupo, além também de defender as pautas do agro.
Flaviane conta com o apoio do deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) e do presidente estadual do Partido Liberal, Ananias Filho, consolidando uma aproximação entre lideranças e fortalecendo o projeto político em construção.

A parceria entre os pré-candidatos aposta na convergência de discurso e no engajamento digital como diferenciais para a disputa eleitoral. A proposta é ampliar a base de apoio e consolidar candidaturas competitivas, especialmente no cenário proporcional.

O movimento integra um conjunto de articulações que começam a desenhar o cenário político para 2026 em Mato Grosso. Com a aproximação entre lideranças e influenciadores, o grupo busca ganhar espaço no debate público e fortalecer sua presença nas próximas eleições.
Cenário
A pré-campanha ainda está em fase inicial, e novas definições sobre coligações e composição de chapas devem ocorrer nos próximos meses, conforme o calendário eleitoral avance e o lançamento da pré-candidatura de Marcelo Maluf insere mais um nome na disputa pelo governo estadual, sinalizando um cenário que tende a ser marcado por diferentes correntes políticas e intensificação das articulações partidárias em Mato Grosso.

 

Com Assessoria

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Puxado pelo Agro, atividade econômica brasileira cresce 0,6% em fevereiro

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A atividade econômica brasileira teve crescimento em fevereiro deste ano, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 0,6% em fevereiro em relação ao mês anterior, considerando os dados dessazonalizados (ajustados para o período).

As altas foram de 0,2% na agropecuária, 1,2% na indústria e 0,3% em serviços.

Já na comparação com fevereiro de 2025, houve recuo de 0,3%, sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais. Em 12 meses acumulados até fevereiro deste ano, o índice acumula uma alta de 1,9%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução o ritmo da economia do país e incorpora informações sobre o nível de atividade na indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O índice ajuda o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC a tomar decisões sobre os juros básicos da economia, a Taxa Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano. A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação.

Produto Interno Bruto

Divulgado mensalmente, o IBC-Br emprega metodologia diferente da utilizada para medir o Produto Interno Bruto (PIB), que é o indicador oficial da economia brasileira divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o BC, o índice “contribui para a elaboração de estratégia da política monetária” do país, mas “não é exatamente uma prévia do PIB.”

O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

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Agro Mato Grosso

Safra de algodão em Mato Grosso avança e preço sobe 4%

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A comercialização da pluma para a safra 2024/25 atingiu 92,10% da produção do ciclo, avanço de 5,04 pontos percentuais ante fevereiro. O preço médio negociado, mês passado, foi de R$ 121,61/@, alta de 4,27% frente ao mês anterior. Para a safra 25/26 foi observado um avanço de 7,03 pontos percentuais, alcançando 65,60% da produção comercializada, a preço médio mensal de R$ 128,54/@, valorização mensal de 5,50%.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) também informou que o movimento nas safras foi sustentado pela alta dos contratos na bolsa de Nova Yorque e pelo cenário geopolítico, com o conflito no Oriente Médio elevando o petróleo e favorecendo a competitividade da pluma frente às fibras sintéticas.

Por fim, a dinâmica dos preços será crucial para definir o ritmo dos negócios nos próximos meses, considerando que o cotonicultor tem se planejado cada vez mais diante do estreitamento de suas margens de rentabilidade.

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Agro Mato Grosso

Avanço de daninhas em sistema com soja acende alerta no campo

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O avanço das plantas daninhas nas lavouras brasileiras tem acendido um alerta entre técnicos, cooperativas e pesquisadores. Nas últimas safras, o problema tem se intensificado, impulsionado tanto por falhas no manejo quanto por fatores climáticos e biológicos que favorecem a rápida disseminação dessas espécies. A temática foi debatida ontem, 13 de abril, durante a ExpoLondrina, no painel “Plantas Daninhas de difícil controle – desafios no manejo”, promovido pela Embrapa Soja, com as cooperativas Cocamar, Coamo e Integrada.

O pesquisador Rafael Romero Mendes, da Embrapa Soja, contextualizou o aumento da infestação de caruru-roxo, nas últimas quatro safras, destacando que essa espécie apresenta crescimento rápido, alta agressividade e grande capacidade de dispersão. Como prevenção, o pesquisador recomenda algumas práticas integradas como a limpeza de equipamentos e a manutenção de palhada no solo, assim como o uso de cultivares com novas biotecnologias e ainda o uso de herbicidas pré-emergentes, especialmente em áreas com resistência ao glifosato. “No entanto, o uso desses produtos exige observação quanto ao solo, o clima e a cultivar utilizada. Esse cuidado pode evitar o risco de fitotoxicidade, que causa danos como falhas na população de plantas e também emergência irregular”, ressalta.

A percepção de Rafael Furlanetto, da Cocamar, é de que muitos produtores ainda deixam a decisão de controle de plantas daninhas para o último momento, o que compromete a eficiência das estratégias adotadas. A recomendação é antecipar o manejo e diversificar as práticas, incluindo maior cobertura do solo, uso de herbicidas pré-emergentes e aplicação de pós-emergentes no momento adequado. “Além disso, o controle deve ser contínuo, abrangendo tanto as culturas de verão quanto as de inverno”, lembra Furlanetto.

Para Lucas Pastre Dill, da cooperativa Integrada, parte dos desafios relaciona-se ao abandono de práticas tradicionais após a adoção de tecnologias como as cultivares tolerantes ao glifosato. A facilidade proporcionada por esse sistema levou muitos produtores a reduzirem o uso de estratégias como rotação de culturas, alternância de mecanismos de ação de herbicidas e controle cultural e mecânico. O cenário se agrava com a presença de plantas daninhas de crescimento acelerado e alta capacidade reprodutiva, especialmente em condições tropicais. “Nesse contexto, práticas como formação de palhada, por exemplo, ganham importância para reduzir a germinação dessas invasoras”, ressalta Dill.

As cooperativas têm intensificado também ações de orientação técnica para enfrentar o problema. Segundo Bruno Lopes Paes, da cooperativa Coamo, treinamentos e capacitações vêm sendo realizados com equipes e produtores, com foco no uso correto de herbicidas, manejo integrado e atenção especial às plantas daninhas quarentenárias, que têm se tornado uma ameaça crescente. “O objetivo é promover um processo educativo que aumente a conscientização e melhore a tomada de decisão no campo!, diz Paes.

O pesquisador Dionísio Gazziero aponta que o Brasil já dispõe de conhecimento e tecnologias suficientes para controlar grande parte das infestações, mas a adoção dessas práticas ainda é insuficiente. Além disso, fatores climáticos podem interferir diretamente na dinâmica das plantas daninhas, favorecendo, por exemplo, períodos mais longos de emergência em determinadas condições. “A principal recomendação é encarar o controle de plantas daninhas como parte de um sistema de produção contínuo, com ações ao longo de todo o ano”, diz. “A rotação de culturas, especialmente no inverno, é essencial, assim como o manejo do banco de sementes no solo. Sem esse cuidado, a tendência é de que as infestações se tornem cada vez mais severas, elevando os custos e reduzindo a produtividade”, conclui Gazziero.

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