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10 de julho de 2026

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9ª edição do Prêmio Mulheres do Agro está com as inscrições abertas; participe!

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As vencedoras do Prêmio Mulheres do Agro de 2025 representaram as regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul.

A Bayer, parceira do projeto Soja Brasil, e a Associação Brasileira do Agronegócio anunciaram a abertura das inscrições para a categoria “Produtora Rural” da 9ª edição do Prêmio Mulheres do Agro. As interessadas poderão se inscrever até o dia 7 de junho, por meio do site oficial da iniciativa.

Para participar, as candidatas devem comprovar atuação alinhada aos pilares de sustentabilidade, governança e impacto social. As inscrições serão avaliadas por uma banca independente, formada por especialistas de instituições públicas e privadas, que analisam critérios técnicos e o alcance das iniciativas desenvolvidas no campo.

Segundo Daniela Barros, diretora de Comunicação da divisão agrícola da Bayer no Brasil, o prêmio mantém seu propósito desde a criação. “Mesmo após quase uma década, o Prêmio Mulheres do Agro segue com o propósito claro de reconhecer o protagonismo das mulheres no campo e ampliar a visibilidade de iniciativas que contribuem para um agronegócio mais sustentável, inovador e inclusivo”, afirma.

Entre os exemplos recentes está o de Flávia Strenger Garcia Cid, vencedora do primeiro lugar na categoria “Grande Propriedade” em 2025. Produtora rural e gestora da Fazenda Jaracatiá, em Querência do Norte, ela lidera desde 2015 uma operação voltada à produção de óleos essenciais, extratos vegetais, plantas aromáticas e bioinsumos.

A propriedade se destaca por iniciativas como industrialização na própria fazenda, mecanização de culturas não convencionais, uso de energia renovável, conservação ambiental e gestão hídrica, além de ações com impacto social nas comunidades do entorno.

“O prêmio nos dá voz para inspirar outras produtoras e mostra que o trabalho feminino deixou de ser coadjuvante para ganhar protagonismo no agronegócio brasileiro. O reconhecimento confirma que o esforço e a dedicação à produção agrícola fazem a diferença”, destaca Flávia.

A 9ª edição do prêmio também marca os 130 anos da Bayer no Brasil. A cerimônia será realizada no segundo semestre, em São Paulo, durante evento promovido pela Bayer e pela ABAG, reforçando o compromisso da companhia com uma agenda mais diversa e inclusiva no agronegócio.

“O prêmio amadureceu ao longo dos anos, ampliou seu alcance e relevância. Em um ano tão simbólico para a Bayer, essa agenda exclusiva é uma consequência natural desse caminho e uma forma de valorizar ainda mais as histórias das premiadas e fortalecer conexões”, explica Daniela Barros.

Para Gislaine Balbinot, diretora da ABAG, o crescimento da iniciativa reflete o engajamento do setor. “Temos registrado recordes de participação a cada edição, o que nos incentiva a aprimorar o prêmio para que todas as vencedoras tenham suas trajetórias ainda mais impactadas”, afirma.

Ao final do processo, dez mulheres serão premiadas, sendo nove produtoras rurais e uma pesquisadora. As indicações para a categoria “Ciência e Pesquisa” estarão abertas entre 15 e 30 de abril.

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Safra de soja robusta? USDA divulga projeções para a oleaginosa; confira

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) manteve inalteradas as projeções para as safras de soja e milho do Brasil na temporada 2025/26 em seu mais recente relatório mensal de oferta e demanda.

Para a soja, a estimativa permanece em 175 milhões de toneladas, consolidando o Brasil como o maior produtor mundial da oleaginosa. Caso o volume se confirme, a produção representará um novo recorde para o país.

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Projeções para o milho

No milho, o USDA também manteve a projeção em 131 milhões de toneladas, sustentada pelas boas perspectivas para a segunda safra, responsável pela maior parte da produção nacional.

Além da produção, o órgão norte-americano preservou as estimativas para as exportações brasileiras dos dois grãos. A expectativa é de que o Brasil continue liderando o comércio global de soja e mantenha posição de destaque nas vendas externas de milho.

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Colher café na hora certa pode aumentar o rendimento e reduzir perdas, revela pesquisa da Ufes

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Foto: Ufes

Quem trabalha com café sabe que acertar o momento da colheita faz diferença na qualidade da bebida. O que muita gente ainda não imagina é que esse detalhe também pesa — literalmente — no rendimento da lavoura.

Uma pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), publicada recentemente em dois dos mais respeitados periódicos científicos internacionais da área — a Experimental Agriculture, da Cambridge University Press, e a Scientific Reports, do grupo Nature — revela que o momento da colheita pode fazer toda a diferença na rentabilidade da lavoura de café. O estudo mostra que colher frutos antes ou depois do ponto ideal de maturação reduz o peso dos grãos e, consequentemente, o rendimento comercial da produção. Em alguns materiais genéticos avaliados, essas perdas ultrapassaram 60%.

O estudo foi conduzido pelo pesquisador Fábio Luiz Partelli e equipe, que acompanharam durante todo o processo de maturação seis genótipos de café Conilon registrados pela Ufes: Pirata, Bamburral, A1, Clementino, Beira Rio 8 e P1.

Ao longo de nove coletas, realizadas a cada 14 dias, os pesquisadores monitoraram o desenvolvimento dos frutos, o acúmulo de matéria seca e o peso dos grãos. O objetivo era responder a uma pergunta simples, mas extremamente importante para o produtor: afinal, quando vale a pena colher?

A resposta veio acompanhada de números que chamam atenção. Nos frutos ainda verdes, os grãos apresentaram menor formação, coloração mais escura e perdas que chegaram a quase 68% em um dos genótipos avaliados. Já quando a colheita ocorreu próximo do ponto ideal de maturação — com aproximadamente 90% dos frutos maduros — os grãos apresentaram maior peso, melhor formação e qualidade comercial superior.

Segundo Fábio Partelli, o produtor não deve olhar apenas para a cor dos frutos, mas também planejar toda a colheita de acordo com o ciclo de maturação de cada material.

“Quando organizamos os genótipos conforme o ciclo de maturação, conseguimos distribuir melhor a mão de obra e as máquinas, reduzindo perdas e aumentando a eficiência da colheita”, explica o pesquisador. A estratégia também evita que parte da lavoura seja colhida ainda verde ou permaneça tempo demais no campo, quando os frutos já começam a perder peso naturalmente.

Outro resultado interessante é que nem todos os genótipos amadurecem no mesmo ritmo. Enquanto materiais como Pirata, A1 e Beira Rio 8 apresentam ciclos mais precoces, o genótipo P1 possui maturação mais tardia. Essa diferença reforça a importância do planejamento da lavoura desde o plantio, permitindo escalonar a colheita e utilizar melhor os recursos disponíveis.

Para Partelli, colher no momento correto representa um ganho silencioso, mas altamente rentável. Não exige novos equipamentos, não aumenta a área plantada e nem depende de insumos extras. Exige, acima de tudo, conhecimento sobre a planta e organização da propriedade.

A pesquisa reforça uma conclusão importante para a cafeicultura moderna: muitas vezes, o maior ganho do produtor não está em produzir mais frutos, mas em transformar uma quantidade maior deles em grãos de qualidade e com maior peso. Afinal, quando o assunto é café, alguns dias podem representar muitos quilos a mais no terreiro — e também mais dinheiro no fim da safra.

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Lei reconhece Mara Rosa como Capital Nacional do Açafrão

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A Lei 15.464/26 concedeu ao município de Mara Rosa, em Goiás, o título de Capital Nacional do Açafrão. O texto foi sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (10).

A norma tem origem no Projeto de Lei 2522/21, apresentado pelo ex-deputado João Campos (GO). A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal antes da sanção presidencial.

Ao justificar o projeto, João Campos citou dados sobre a cultura do açafrão em Mara Rosa. Segundo as informações apresentadas à época, o município respondia por cerca de 90% da produção goiana e por aproximadamente 30% da produção brasileira.

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Com o reconhecimento em lei, Mara Rosa passa a ter o título nacional associado à produção de açafrão. A medida formaliza, no âmbito federal, a identificação do município com a cultura agrícola mencionada no projeto.

Publicada nesta sexta-feira (10), a Lei 15.464/26 oficializa o título de Capital Nacional do Açafrão para Mara Rosa, município goiano citado no projeto como um dos principais polos da cultura no país.

Fonte: camara.leg.br

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