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Sustentabilidade

Produtor rural inicia o ano com aumento de custos e queda de lucros – MAIS SOJA

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O ano de 2026 começou com inflação de custos e menores lucros no setor, segundo o relatório divulgado pela equipe econômica da Farsul nesta quinta-feira (12/3).

Em janeiro, o Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) fechou em alta de 0,51%. O custo com mão de obra, que teve aumento de 7%, e com fertilizantes, que subiram 2%, foram os principais vetores do aumento no período. A inflação dos fertilizantes é um reflexo direto da alta do petróleo, que por sua vez é reflexo da escalada dos conflitos no Oriente Médio.

Já o Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores Rurais (IIPR) terminou janeiro em queda significativa, de 1,73% em relação ao mês anterior. Os principais destaques foram: o preço do leite, que vem caindo desde meados do ano passado diante da maior oferta; e a soja, acompanhando a queda em Chicago, que reflete a projeção de maior oferta global – inclusive no Brasil, com colheita já em curso no Centro-Oeste.

Nos últimos 12 meses, o IIPR apresentou uma queda de 14,04%. No período, houve retração forte do arroz, de 46%, e do leite, com 24%. É um movimento oposto ao do IPCA Alimentos no acumulado do período, que continua inflacionado, o que indica que a alta de preços sentida pelo consumidor aparece em outros pontos da cadeia produtiva.

Já os últimos 12 meses do IICP apresentaram deflação de 2,95%, com queda no preço de defensivos agrícolas e fertilizantes, um reflexo da menor cotação do dólar e do petróleo no período.

Fonte: Farsul



 

FONTE

Autor:Farsul

Site: Farsul

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Sustentabilidade

Soja/ Cepea: Tensões no Oriente Médio impulsionam preços da soja no mercado internacional – MAIS SOJA

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Os preços internacionais da soja avançaram na semana passada, impulsionados, sobretudo, pelo aumento das tensões no Oriente Médio, que intensificou as preocupações quanto ao fluxo de petróleo na região e sustentou as cotações das commodities energéticas. De acordo com pesquisadores do Cepea, a valorização externa elevou a paridade de exportação e sustentou as cotações domésticas.

Ainda assim, segundo o Cepea, o ritmo de negócios nos portos brasileiros foi limitado por novos protocolos de exigências fitossanitárias. Esse cenário fez com que cargas destinadas à exportação fossem devolvidas nos últimos dias. Diante dessas incertezas, parte dos agentes passou a priorizar negociações entre regiões do mercado interno, em detrimento das exportações, até que haja maior clareza sobre as novas exigências.

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

Milho/Cepea: Menor oferta no mercado spot eleva preços do milho no Brasil – MAIS SOJA

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A disponibilidade do milho no spot nacional para negociação imediata diminuiu na semana passada, levando compradores a acirrar a disputa pelo cereal. Diante disso, os preços do milho subiram na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. A restrição na oferta ocorre mesmo em um cenário de colheita de safra verão em andamento e de estoques de passagem confortáveis, segundo pesquisadores do Cepea. Em relatório divulgado na sexta-feira, 13, a Conab estima que a safra 2025/26, iniciada em fevereiro, tenha um estoque inicial de 12,68 milhões de toneladas, bem acima das 1,88 milhão de toneladas da temporada 2024/25.

Levantamento do Cepea mostra que a atual prioridade dos agentes tem sido as entregas de soja e a semeadura da segunda safra de milho. Além da restrição por parte dos vendedores, compradores também tem aumentado o interesse na recomposição dos estoques, tentando garantir cereal para as próximas semanas. A disputa por fretes, que já está acirrada, pode se intensificar, devido ao aumento no valor dos combustíveis diante os conflitos no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz.

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

Soja reage ao relatório do USDA e à alta do petróleo no mercado internacional

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Foto: Pixabay

O mercado da soja encerrou a semana com movimento de alta moderada, influenciado principalmente por fatores externos. O relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe ajustes no balanço global, com elevação das estimativas de esmagamento acompanhando o aumento das importações. Segundo a plataforma Grão Direto, na América do Sul, a projeção para a safra brasileira foi mantida em 180 milhões de toneladas, enquanto a produção da Argentina sofreu leve redução.

Mesmo com poucas mudanças estruturais nos números globais, o comportamento dos preços foi influenciado pela escalada das tensões no Oriente Médio. A alta do petróleo ao longo da semana ajudou a impulsionar os contratos da oleaginosa na Bolsa de Chicago, trazendo momentos de valorização mesmo diante da pressão de oferta vinda da América do Sul.

Por outro lado, o avanço da colheita no Brasil continua ampliando a disponibilidade de grãos no mercado e limitando parte dos ganhos observados no exterior para o produtor brasileiro. Com isso, o mercado caminhou de forma dividida ao longo da semana, alternando entre momentos de alta e de acomodação dos preços.

De acordo com a plataforma de inteligência de mercado da Grão Direto, Grainsights, o contrato spot da soja em Chicago para maio de 2026 encerrou a semana cotado a US$ 12,24 por bushel, registrando valorização de 1,83% no período. No câmbio, o dólar terminou a semana em R$ 5,32, com alta de 1,53%.

Esse cenário resultou na melhora das condições de preços no mercado físico em diversas regiões do Brasil. O Índice Soja FOB Santos também avançou, registrando alta de 4,83% na semana.

O que esperar para os próximos dias?

Para os próximos dias, a volatilidade deve continuar elevada. Os desdobramentos do conflito no Oriente Médio seguem no radar dos agentes, principalmente pelos impactos sobre o mercado de energia. Caso persistam bloqueios ou restrições de tráfego no Estreito de Ormuz, o petróleo pode permanecer em patamares elevados, mantendo influência indireta sobre as commodities agrícolas.

Além disso, o mercado acompanha se os contratos em Chicago conseguirão sustentar o patamar de US$ 12 por bushel. O relatório WASDE de março indicou que os estoques globais de soja seguem confortáveis, mesmo com pequenas quebras produtivas em países como Argentina e Ucrânia, o que pode limitar movimentos mais fortes de alta.

Outro fator de atenção é a dinâmica dos fundos de investimento, que têm operado com maior volatilidade diante do aumento do risco geopolítico.

No campo, o mercado acompanha a reta final da colheita no Brasil e as primeiras estimativas de intenção de plantio da safra 2026/27 nos Estados Unidos, que devem ser divulgadas no fim do mês. No Brasil, chuvas irregulares no Sul e excesso de umidade em áreas do Norte e Nordeste podem influenciar o ritmo de entrega da produção e a qualidade dos grãos remanescentes.

No ambiente macroeconômico, a chamada “super quarta”, com decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, também deve movimentar os mercados. A expectativa de corte na taxa básica brasileira pode ser menor do que o inicialmente previsto, diante da pressão inflacionária ligada aos combustíveis. Caso os juros permaneçam elevados por mais tempo e o Federal Reserve adie cortes nos Estados Unidos, o dólar tende a seguir forte, fator que pode sustentar os preços da soja no mercado interno.

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