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2 de maio de 2026

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Preço do feijão tem queda, mas média de março segue mais alta que a de fevereiro, aponta Cepea

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Foto: Wenderson Araujo/Trilux/CNA

A última semana foi marcada pela queda nos preços do feijão na maior parte das regiões brasileiras. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o recuo está ligado à baixa demanda observada nos últimos dias.

Apesar disso, o feijão carioca de nota 9 ou superior manteve, em março, cotações 8,72% acima das registradas em fevereiro. No caso do feijão preto, os preços também permaneceram 1,1% maiores que no período anterior, mas a maior oferta de vendedores acabou pressionando os valores no mercado.

Oscilações de preços já chegam ao consumidor

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as variações de preço do feijão já começaram a ser sentidas pelo consumidor em fevereiro.

O feijão carioca registrou alta de 11,73% no segundo mês do ano, enquanto no acumulado de 12 meses a elevação foi de 11,5%.

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Já o feijão preto apresentou comportamento diferente. Em fevereiro, houve alta de 2,84%, mas no acumulado de 12 meses as cotações registraram queda de 22,78%.

De acordo com o Cepea, no campo o feijão carioca acumula valorização significativa em 12 meses, com alta de 42,2% para grãos de nota 9 ou superior e de 55,7% para os classificados entre 8,0 e 8,5. No caso do feijão preto, o avanço foi bem mais modesto, de apenas 1% no mesmo período.

Os dados indicam que os aumentos observados no campo ainda foram repassados apenas parcialmente ao consumidor final.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Agrishow 2026 encerra com R$ 11,4 bilhões em intenção de negócios

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Agrishow 2026
Foto: divulgação/Agrishow

A Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, apresentou nesta sexta-feira (1º) o balanço final de sua 31ª edição. O evento registrou R$ 11,4 bilhões em intenção de negócios, 22% a menos em relação ao ano anterior. Os números refletem os setores de máquinas agrícolas, irrigação e armazenagem.

A feira registrou 197 mil visitantes durante os cinco dias, número semelhante ao verificado na última edição. Nesta sexta-feira (1º), último dia da feira, os portões foram abertos mais cedo, às 7h30, para atender a grande demanda de público.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, os números apresentados na Agrishow 2026 refletem o cenário do setor.

Nesta quarta-feira (29), o presidente da Câmara de Máquinas e Implementos Agrícolas da entidade, Pedro Estevão, informou queda de 19,9% nas vendas de máquinas e equipamentos agrícolas no mercado interno no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2025. “Este cenário é decorrente da alta taxa de juros, variação cambial e preço desfavorável das commodities”, diz Estevão.

“Não importa o momento que estamos vivendo, pois sabemos que a agricultura vive de ciclos e este é desfavorável, mas temos convicção que este e os próximos anos serão favoráveis. Estaremos preparados para continuar atendendo à demanda do mercado brasileiro”, afirma o presidente da Agrishow João Marchesan.

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Produção de dendê cresce no Brasil e Pará concentra quase 100% da atividade

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Foto: Edivaldo Sodré / Ag. Pará

O mais novo estudo da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) destaca a cadeia produtiva do dendê com uma das fases mais dinâmicas do agronegócio brasileiro, com um crescimento vantajoso nas últimas décadas.

No centro desse avanço está o estado do Pará, que responde hoje por quase toda a produção nacional, consolidando-se como eixo estratégico do setor. 

A Nota técnica “A Conjuntura Econômica e Ambiental do Dendê 2026”, com dados atualizados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que a produção brasileira saltou de 242,8 mil toneladas em 1988 para 3,2 milhões de toneladas em 2024.

Um crescimento superior a 13 vezes no período. O ritmo foi intensificado a partir dos anos 2000 e ganhou ainda mais força depois de 2018.

Desempenho

O estudo evidência a consolidação produtiva, a ampliação da escala de produção e a crescente concentração regional, especialmente na região Norte. Entre 2023 e 2024, a produção brasileira de dendê cresceu 11,2%, passando de 2,9 milhões para 3,2 milhões de toneladas.

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O avanço foi fortemente influenciado pelo desempenho do Pará, que ampliou sua produção de 2,8 milhões para 3,1 milhões de toneladas (+10,4%), mantendo participação de, aproximadamente, 97,1% do total nacional e reafirmando a elevada concentração territorial da atividade.

Nesse contexto, o Pará consolida- se como eixo praticamente hegemônico: a dinâmica nacional, em termos de quantidade e de valor, passa a ser determinada majoritariamente pelo desempenho paraense, que responde por cerca de 97% da produção e, aproximadamente, 98% do valor nacional em 2024.

Demais estados

Outros estados, como Roraima e Bahia, apresentam crescimento, mas ainda com participação marginal, juntos, somam menos de 3% da produção brasileira. Essa concentração também se reflete no nível municipal.

Apenas dez municípios paraenses respondem por cerca de 90% do volume produzido no país. Tailândia lidera com quase um terço da produção nacional, seguida por Tomé-Açu e Moju.

Emprego e renda

A cadeia do dendê também possui forte impacto no emprego e no meio ambiente. No mercado de trabalho, o Pará concentra cerca de 92% dos empregos diretos e indiretos do setor no Brasil, evidenciando sua centralidade econômica.

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“Se o Pará é campeão na produção de dendê, com quase 100% da produção nacional, a geração de empregos é também proporcional, com 92% das vagas diretas e indiretas dessa cadeia produtiva, sendo a locomotiva do país nesse segmento, com o Pará campeão na produção e na geração de empregos no cenário nacional da cultura do dendê”, afirma o professor Márcio Ponte, responsável pelo estudo.

Preservação ambiental

No campo ambiental, a dendeicultura no Pará tem sido associada à recuperação de áreas degradadas. No contexto agropecuário observa-se uma trajetória de crescimento expressivo na quantidade de CO₂ capturado por florestas de dendê cultivado no Pará entre 2000 e 2024. 

A área reflorestada com dendê no estado ultrapassa 200 mil hectares, enquanto a capacidade de sequestro de carbono atingiu mais de 13 milhões de toneladas de CO₂ em 2024.

Dendê
Foto: Edivaldo Sodré / Ag. Pará

De acordo com o estudo, a análise espacial confirma elevada concentração e especialização produtiva em poucos municípios, embora haja sinais recentes de redistribuição interna entre os principais polos.

“Os biocombustíveis, eles são fundamentais para a redução da pegada de carbono da indústria como um todo, e o óleo de palma se presta muito bem a essa condição, e é por isso que é tão importante ver o Pará crescendo de uma maneira significativa nesses últimos anos”, destaca o presidente da Fapespa, Marcel Botelho.

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Senar disponibiliza mais de 500 treinamentos gratuitos para o mês de maio em SC

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Divulgação Senar SC

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (Senar/SC), vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), amplia a oferta de capacitações gratuitas no mês de maio.

Ao todo, estão previstos 511 treinamentos em diferentes regiões do estado, voltados ao fortalecimento das propriedades rurais e à melhoria da qualidade de vida das famílias do campo.

Os cursos contemplam áreas estratégicas para o desenvolvimento rural. A Formação Profissional rural inclui capacitações em agricultura, agroindústria, aquicultura, atividades de apoio agrossilvipastoris, prestação de serviços, pecuária e silvicultura. Já a Promoção Social abrange temas como educação, organização comunitária, saúde, alimentação, nutrição e artesanato.

Entre os cursos com maior número de turmas na área de Formação Profissional Rural estão jardineiro, segurança e saúde no trabalho, drone, pilotagem e operação e fluxo de caixa da atividade rural.

Na Promoção Social, destacam-se conservas de frutas, hortaliças e temperos, artesanato com pintura, produção caseira de pães e biscoitos, confeitaria, aproveitamento integral de alimentos e primeiros socorros.

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A programação alcança todas as regiões catarinenses. O Sul lidera com 122 cursos, seguido pelo Norte com 90, Vale do Itajaí com 71, Extremo Oeste com 68, Meio-Oeste com 62, Planalto Serrano com 51 e Oeste com 47.

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destaca que a qualificação é fundamental para o desenvolvimento do setor. Segundo ele, a capacitação promove autonomia, gera renda e contribui para melhores condições de vida no campo.

O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, destaca a abrangência da programação. Ele explica que o cronograma atende diferentes perfis de produtores e trabalhadores rurais, com conteúdos que acompanham as demandas do setor. “Isso garante acesso à qualificação e estimula o desenvolvimento regional de forma equilibrada”.

As capacitações são realizadas em parceria com sindicatos rurais e têm inscrições gratuitas para produtores, trabalhadores rurais e seus familiares. A programação completa está disponível no site

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