Sustentabilidade
Colheita de milho avança lentamente sob influência das chuvas, com produtividade próxima ao esperado no RS – MAIS SOJA

Milho: A área colhida evoluiu apenas 1% em função das chuvas e da priorização das atividades em outros cultivos, alcançando 92%. As lavouras remanescentes estão nasfases de maturação (4%), enchimento de grãos (4%) e florescimento (1%), distribuídos entre cultivos tardios e de safrinha. De forma geral, a produtividade apresenta variações moderadas, e o desempenho médio da cultura se mantém próximo ao projetado na maior parte das áreas.
As precipitações regulares e a elevada umidade do solo, a partir de meados de março, favoreceram os cultivos em estádios reprodutivos, contribuindo para a recuperação parcial do potencial produtivo em áreas impactadas por déficits hídricos em fases anteriores do ciclo. As lavouras de safrinha apresentam bom potencial produtivo, embora ainda estejam sujeitas a riscos associados à redução térmica e eventual ocorrência de geadas, que podem
comprometer o término do ciclo.
A Emater/RS-Ascar estima a área cultivada em 803.019 hectares, e produtividade média estadual em 7.424 kg/ha.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita atinge 83% da área cultivada; 10% estão em maturação; e 7% em enchimento de grãos, incluindo áreas de plantio tardio na Campanha e Fronteira Oeste, e de safrinha, semeadas a partir da segunda quinzena de janeiro, em Itacurubi, Manoel Viana e São Borja. Em Manoel Viana, essas lavouras apresentam bom desenvolvimento, manejo eficiente de cigarrinha e condições hídricas favoráveis a partir do pré-pendoamento, mantendo potencial produtivo elevado.
Na de Caxias do Sul, a colheita alcança aproximadamente 80% da área cultivada. A produtividade média regional chega a em torno de 7.700 kg/ha, o que representa uma leve
redução em relação à expectativa inicial, mantendo desempenho satisfatório. Na de Erechim, 95% da área foi colhida. A produtividade média está estimada em aproximadamente 8.800 kg/ha, mas há perdas médias de até 25% em Campinas do Sul, Centenário, Floriano Peixoto, Getúlio Vargas, Ipiranga do Sul, Sertão, Mariano Moro, Itatiba do Sul e Paulo Bento.
Na de Pelotas, a colheita alcança 50% da área. As lavouras remanescentes se distribuem entre enchimento de grãos (23%), floração (5%) e maturação (22%). A produtividade média regional está próxima a 4.800 kg/ha. As condições de elevada umidade do solo nas últimas semanas têm favorecido o enchimento de grãos e a recuperação do potencial produtivo.
Na de Santa Maria, a colheita supera 70% da área. Cerca de 20% das lavouras em maturação e 10% em enchimento de grãos, correspondentes principalmente à safrinha. O potencial produtivo está elevado, embora perdas superiores a 40% tenham sido registradas
em Júlio de Castilhos, e em torno de 30% em Tupanciretã, devido à restrição hídrica em fases críticas. Na região como um todo, a quebra é inferior a 2%.
Na de Santa Rosa, 94% foram colhidos, restando pequenas parcelas em floração (1%), enchimento de grãos (4%) e maturação (1%). As chuvas do período favoreceram o desenvolvimento das lavouras, e não há registros relevantes de pragas ou doenças. Porém, há preocupação com a possibilidade de geadas precoces interferirem na finalização do ciclo.
Na de Soledade, 67% foram colhidos. A produtividade média está em torno de 5.500 kg/ha. A colheita de milho do cedo está praticamente concluída, restando áreas pontuais, muitas em relevo acidentado. As lavouras semeadas entre novembro e janeiro se encontram predominantemente em enchimento de grãos (20%), além de 2% em floração e 11% em maturação. As condições de temperatura e umidade do solo têm beneficiado o desenvolvimento, mas a menor incidência solar está prolongando o ciclo da cultura nessa época.
Comercialização (saca de 60 quilos)
Conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do milho aumentou 0,02%, de R$ 58,18 para R$ 58,19 em média no Estado.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Emater/RS: Colheita da soja avança, mas enfrenta limitações climáticas e variabilidade produtiva no RS – MAIS SOJA

A colheita da soja está em estágio avançado (79%), aproximando-se da finalização na maior parte das áreas. Contudo, ainda apresenta desaceleração pontual em função da elevada umidade atmosférica e da ocorrência frequente de precipitações, que limitam as janelas operacionais. Esse cenário tem mantido as plantas com alto teor de umidade, impactando diretamente o ritmo das operações e contribuindo para perdas qualitativas, como aumento de impurezas e grãos avariados.
A lavouras restantes estão em maturação (20%) e em enchimento de grãos (1%), correspondentes principalmente a semeaduras tardias ou de segunda safra. Nessas áreas, as condições hídricas têm favorecido a formação dos grãos. Porém, há incremento na incidência de doenças, especialmente ferrugem-asiática e patógenos de final de ciclo, além de incidência de percevejos, cujo controle tem sido dificultado pelas limitações de acesso às lavouras.
As produtividades apresentam elevada variabilidade, refletindo a disparidade das condições hídricas ao longo do ciclo, especialmente durante o estágio crítico de enchimento de grãos. As áreas implantadas em épocas mais favoráveis e com melhor distribuição de chuvas têm registrado rendimentos muito satisfatórios, equivalente a uma safra normal. Já nas lavouras afetadas por restrição hídrica, ou conduzidas em ambientes mais restritivos de fertilidade ou de compactação de solos, o desempenho está inferior, com perdas que superam 50% do potencial produtivo. Em alguns casos, a maturação antecipada por estresse hídrico ou manejo (como dessecação) tem contribuído para perdas adicionais por deiscência de vagens.
Na Metade Sul, os fatores climáticos também interferiram na logística da colheita, restringindo o escoamento e gerando filas nas unidades de recebimento devido à concentração da operação em curtas janelas de tempo firme, o que reduziu a eficiência do
processo, mesmo em propriedades com maior capacidade mecanizada.
A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar está em 2.871 kg/ha, e a área cultivada em 6.624.988 hectares.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita avançou, mas houve restrições operacionais impostas pela elevada umidade e pela ocorrência de chuvas intermitentes, especialmente na Fronteira Oeste.
Em São Borja, os cultivos foram muito afetados pela restrição hídrica, e as produtividades iniciais se situam entre 900 e 1.200 kg/ha, com expectativa de alcançar entre 1.800 e 2.400 kg/ha nas lavouras implantadas em dezembro e janeiro. Em áreas de várzea ou sob irrigação por pivô central, os rendimentos superam 2.400 kg/ha, podendo ultrapassar 3.000 kg/ha. Os cultivos de safrinha irrigados mantêm potencial produtivo mais elevado e manejo fitossanitário intensificado.
Em Rosário do Sul, os produtores que concluíram a colheita passaram a prestar serviços a terceiros, visando otimizar o andamento das operações diante das restritas janelas de tempo favoráveis.
Em Maçambará, cerca de 60% dos 55.000 hectares foram colhidos, havendo registros de perdas por debulha e grãos mofados devido ao atraso na colheita. Na Região da Campanha, o acúmulo de caminhões e a formação de filas nas unidades de recebimento tornam insuficiente o escoamento do produto colhido quando os graneleiros móveis e estacionários atingem sua capacidade máxima, o que retarda a colheita. Em Hulha Negra, as áreas de coxilha implantadas em novembro sofreram maior restrição hídrica e apresentam produtividades entre 900 e 1.500 kg/ha; as melhores áreas alcançam 3.000 kg/ha. Em Candiota, os rendimentos médios estão em torno de 2.100 kg/ha.
Na de Caxias do Sul, a colheita alcança aproximadamente 80% da área cultivada, mas ocorreram limitações impostas pelo excesso de umidade, sobretudo no período noturno e nas primeiras horas da manhã, devido ao orvalho intenso. A produtividade média regional está estimada em aproximadamente 3.000 kg/ha, ficando abaixo das expectativas iniciais.
Na de Erechim, a colheita está em finalização, atingindo 95% da área; restam pequenas parcelas maduras por colher. A produtividade média regional está projetada em 3.600 kg/ha, com variações entre municípios que oscilam de 2.200 a 4.200 kg/ha, denotando a influência significativa das condições locais de solo e clima.
Na de Frederico Westphalen, a colheita alcança cerca de 85%. Ainda há 12% das lavouras em maturação e 3% em enchimento de grãos. A produtividade média estimada é de aproximadamente 3.000 kg/ha. Na de Ijuí, 85% foram colhidos. Os resultados médios estão em 3.000 kg/ha, mas apresentam grande variabilidade. A elevada umidade restringiu as operações a curtos períodos.
As áreas de segundo cultivo representam menos de 5% da área total e se encontram em início de maturação, sem prejuízos significativos à qualidade dos grãos. Em Santa Bárbara do Sul, em aproximadamente 80% das lavouras, a produtividade média é de 4.200 kg/ha; 10% variaram entre 3.000 e 3.600 kg/ha; e 10% entre 2.100 e 2.400 kg/ha.
Na de Passo Fundo, 95% da área foi colhida, e 5% estão maduros por colher. A produtividade média se situa em torno de 3.000 kg/ha, com variações pontuais entre cultivos em função das condições específicas de manejo e clima.
Na de Pelotas, a colheita atinge 41% da área. Predominam lavouras em maturação (42%), as áreas em enchimento de grãos totalizam 16%, e algumas residuais estão em floração. As condições de umidade do solo estão favoráveis ao enchimento, sustentadas por baixa evapotranspiração. A produtividade média regional está estimada em aproximadamente 2.800 kg/ha.
Na de Santa Maria, a colheita foi parcialmente interrompida em função das precipitações, especialmente em Tupanciretã e Capão do Cipó, onde ocorreram os maiores volumes, sendo retomada com a melhora das condições climáticas. A operação alcança aproximadamente 70% da área. Porém, ainda abaixo do padrão histórico para o período em razão do plantio mais tardio e das chuvas, que limitaram a trafegabilidade das lavouras.
A produtividade está estimada em aproximadamente 2.900 kg/ha, levemente inferior à projeção inicial. Na de Santa Rosa, 77% foram colhidos; 14% estão em maturação; 8% em enchimento de grãos; e 1% em floração. Há grande variabilidade produtiva, de 1.200 a 4.200 kg/ha, influenciada por fatores, como distribuição de chuvas, manejo e tipo de solo. Em áreas tardias, observa-se porte reduzido das plantas, o que dificulta a colheita e aumenta as perdas operacionais. As lavouras de safrinha apresentam bom aspecto visual, mas há elevada pressão de doenças e percevejos, cujo controle tem sido prejudicado.
Na de Soledade, a colheita supera 90% no Alto da Serra do Botucaraí e Centro Serra. No Baixo Vale do Rio Pardo, atinge cerca de 75%, incluindo municípios de produção extensivas, como Encruzilhada do Sul, Pantano Grande e Rio Pardo. A produtividade média regional está próxima de 2.900 kg/ha, com registros superiores a 4.900 kg/ha em áreas de alto nível tecnológico e inferiores a 1.800 kg/ha em situações pontuais. As lavouras se encontram majoritariamente maduras, mas houve redução do ritmo de colheita em função das chuvas no período.
Comercialização (saca de 60 quilos)
A cotação média da soja passou de R$ 117,22 para R$ 115,25, reduzindo 1,68% em relação à semana anterior, conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Colheita do arroz se aproxima da conclusão no RS com alto desempenho produtivo – MAIS SOJA

A colheita do arroz no Estado está em fase final, chegando a 93% da área cultivada. As áreas remanescentes estão concentradas em estádios de maturação e ponto de colheita. No período, o avanço das operações foi parcialmente limitado pela ocorrência de precipitações, que elevaram a umidade do solo e dos grãos, reduzindo a eficiência operacional em determinados períodos.
De modo geral, a safra apresenta desempenho produtivo elevado, sustentado por condições ambientais favoráveis ao longo do ciclo, com adequada disponibilidade hídrica e bom desenvolvimento das lavouras irrigadas. As produtividades continuam em patamares satisfatórios a elevados, com adequada qualidade de grãos e rendimento industrial, apesar das variações pontuais causadas por episódios climáticos específicos.
A área cultivada é de 891.908 hectares (IRGA). A produtividade está projetada em 8.744 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita atinge 88% da área, restando lavouras em fase de maturação. As operações têm sido dificultadas pelas condições chuvosas. Em Uruguaiana, os rizicultores ofertaram arroz no mercado, visando à geração de caixa para a cobertura das despesas de final de safra e para a quitação de compromissos com fornecedores no curto prazo. Entretanto, as indústrias locais mantêm baixo o ritmo de aquisição, sob a justificativa de enfraquecimento da demanda nos mercados do Sudeste e Nordeste do país.
Na de Pelotas, a colheita alcança 94% da área cultivada. A produtividade média regional está estimada em 9.647 kg/ha. As áreas remanescentes, cerca de 6%, encontram-se maduras e prontas para colheita, indicando fase final das operações.
Na de Santa Maria, a colheita se aproxima de 90% da área. A produtividade média regional está em torno de 8.000 kg/ha, confirmando o bom desempenho produtivo da safra. Na de Soledade, 88% foram colhidos; 6% estão em maturação fisiológica; e 6% maduros por colher. O ritmo foi reduzido pela ocorrência de chuvas, mas está dentro da normalidade para o período. As lavouras apresentam adequado padrão produtivo, qualidade e grãos com elevado rendimento de engenho.
Comercialização (saca de 50 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,26 %, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 60,77 para R$ 60,93.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Como ficaram os preços de soja no último dia de abril? Confira as cotações

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com ritmo lento de negócios, marcado por poucas ofertas, compradores e vendedores retraídos e preços variando entre estabilidade e leve queda. A pressão veio principalmente do recuo do dólar e da perda de sustentação nos portos, que vinham dando suporte às cotações nos últimos dias.
Segundo análise de mercado, o movimento foi de baixa liquidez, com agentes já voltados para negociações futuras, especialmente a partir de junho. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos oscilaram ao longo do dia e fecharam mistos, sem força suficiente para impulsionar os preços no Brasil.
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O câmbio teve papel decisivo no enfraquecimento das cotações. O dólar caiu com mais intensidade, encerrando o dia abaixo de R$ 5,00, o que reduziu a competitividade da soja brasileira. Os prêmios permaneceram estáveis e não contribuíram para mudanças no cenário, mantendo o mercado travado.
Preços de soja
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00
- Santa Rosa (RS): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
- Cascavel (PR): caiu de R$ 121,00 para R$ 120,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 110,00
- Dourados (MS): manteve em R$ 112,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 111,00
- Paranaguá (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
- Rio Grande (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam mistos nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). No mês, no entanto, a posição julho acumulou alta de 0,8%. Na última sessão do mês, os participantes optaram por ajustar posições por movimentos técnicos.
Após atingir de madrugada o maior patamar em quatro anos, o petróleo recuou e colocou pressão sobre as cotações da oleaginosa. Além disso, as previsões apontam melhora nas condições climáticas nos Estados Unidos, favorecendo a evolução do plantio nos estados produtores.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 258.100 toneladas na semana encerrada em 23 de abril. Para a temporada 2026/27, foram mais 3.000 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,12%, a US$ 11,95 1/2 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,89 1/4 por bushel, com retração de 0,50 centavo de dólar ou 0,02%. As demais posições fecharam em leve alta.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 4,90 ou 1,51% a US$ 318,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 74,54 centavos de dólar, com ganho de 0,42 centavo ou 0,56%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,97%, sendo negociado a R$ 4,9525 para venda e a R$ 4,9505 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9510 e a máxima de R$ 4,9997. Na semana, a moeda.recuou 0,92% No mês, a desvalorização foi de 4,4%.
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