Sustentabilidade
Colheita do arroz se aproxima da conclusão no RS com alto desempenho produtivo – MAIS SOJA

A colheita do arroz no Estado está em fase final, chegando a 93% da área cultivada. As áreas remanescentes estão concentradas em estádios de maturação e ponto de colheita. No período, o avanço das operações foi parcialmente limitado pela ocorrência de precipitações, que elevaram a umidade do solo e dos grãos, reduzindo a eficiência operacional em determinados períodos.
De modo geral, a safra apresenta desempenho produtivo elevado, sustentado por condições ambientais favoráveis ao longo do ciclo, com adequada disponibilidade hídrica e bom desenvolvimento das lavouras irrigadas. As produtividades continuam em patamares satisfatórios a elevados, com adequada qualidade de grãos e rendimento industrial, apesar das variações pontuais causadas por episódios climáticos específicos.
A área cultivada é de 891.908 hectares (IRGA). A produtividade está projetada em 8.744 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita atinge 88% da área, restando lavouras em fase de maturação. As operações têm sido dificultadas pelas condições chuvosas. Em Uruguaiana, os rizicultores ofertaram arroz no mercado, visando à geração de caixa para a cobertura das despesas de final de safra e para a quitação de compromissos com fornecedores no curto prazo. Entretanto, as indústrias locais mantêm baixo o ritmo de aquisição, sob a justificativa de enfraquecimento da demanda nos mercados do Sudeste e Nordeste do país.
Na de Pelotas, a colheita alcança 94% da área cultivada. A produtividade média regional está estimada em 9.647 kg/ha. As áreas remanescentes, cerca de 6%, encontram-se maduras e prontas para colheita, indicando fase final das operações.
Na de Santa Maria, a colheita se aproxima de 90% da área. A produtividade média regional está em torno de 8.000 kg/ha, confirmando o bom desempenho produtivo da safra. Na de Soledade, 88% foram colhidos; 6% estão em maturação fisiológica; e 6% maduros por colher. O ritmo foi reduzido pela ocorrência de chuvas, mas está dentro da normalidade para o período. As lavouras apresentam adequado padrão produtivo, qualidade e grãos com elevado rendimento de engenho.
Comercialização (saca de 50 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,26 %, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 60,77 para R$ 60,93.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Colheita de milho avança lentamente sob influência das chuvas, com produtividade próxima ao esperado no RS – MAIS SOJA

Milho: A área colhida evoluiu apenas 1% em função das chuvas e da priorização das atividades em outros cultivos, alcançando 92%. As lavouras remanescentes estão nasfases de maturação (4%), enchimento de grãos (4%) e florescimento (1%), distribuídos entre cultivos tardios e de safrinha. De forma geral, a produtividade apresenta variações moderadas, e o desempenho médio da cultura se mantém próximo ao projetado na maior parte das áreas.
As precipitações regulares e a elevada umidade do solo, a partir de meados de março, favoreceram os cultivos em estádios reprodutivos, contribuindo para a recuperação parcial do potencial produtivo em áreas impactadas por déficits hídricos em fases anteriores do ciclo. As lavouras de safrinha apresentam bom potencial produtivo, embora ainda estejam sujeitas a riscos associados à redução térmica e eventual ocorrência de geadas, que podem
comprometer o término do ciclo.
A Emater/RS-Ascar estima a área cultivada em 803.019 hectares, e produtividade média estadual em 7.424 kg/ha.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita atinge 83% da área cultivada; 10% estão em maturação; e 7% em enchimento de grãos, incluindo áreas de plantio tardio na Campanha e Fronteira Oeste, e de safrinha, semeadas a partir da segunda quinzena de janeiro, em Itacurubi, Manoel Viana e São Borja. Em Manoel Viana, essas lavouras apresentam bom desenvolvimento, manejo eficiente de cigarrinha e condições hídricas favoráveis a partir do pré-pendoamento, mantendo potencial produtivo elevado.
Na de Caxias do Sul, a colheita alcança aproximadamente 80% da área cultivada. A produtividade média regional chega a em torno de 7.700 kg/ha, o que representa uma leve
redução em relação à expectativa inicial, mantendo desempenho satisfatório. Na de Erechim, 95% da área foi colhida. A produtividade média está estimada em aproximadamente 8.800 kg/ha, mas há perdas médias de até 25% em Campinas do Sul, Centenário, Floriano Peixoto, Getúlio Vargas, Ipiranga do Sul, Sertão, Mariano Moro, Itatiba do Sul e Paulo Bento.
Na de Pelotas, a colheita alcança 50% da área. As lavouras remanescentes se distribuem entre enchimento de grãos (23%), floração (5%) e maturação (22%). A produtividade média regional está próxima a 4.800 kg/ha. As condições de elevada umidade do solo nas últimas semanas têm favorecido o enchimento de grãos e a recuperação do potencial produtivo.
Na de Santa Maria, a colheita supera 70% da área. Cerca de 20% das lavouras em maturação e 10% em enchimento de grãos, correspondentes principalmente à safrinha. O potencial produtivo está elevado, embora perdas superiores a 40% tenham sido registradas
em Júlio de Castilhos, e em torno de 30% em Tupanciretã, devido à restrição hídrica em fases críticas. Na região como um todo, a quebra é inferior a 2%.
Na de Santa Rosa, 94% foram colhidos, restando pequenas parcelas em floração (1%), enchimento de grãos (4%) e maturação (1%). As chuvas do período favoreceram o desenvolvimento das lavouras, e não há registros relevantes de pragas ou doenças. Porém, há preocupação com a possibilidade de geadas precoces interferirem na finalização do ciclo.
Na de Soledade, 67% foram colhidos. A produtividade média está em torno de 5.500 kg/ha. A colheita de milho do cedo está praticamente concluída, restando áreas pontuais, muitas em relevo acidentado. As lavouras semeadas entre novembro e janeiro se encontram predominantemente em enchimento de grãos (20%), além de 2% em floração e 11% em maturação. As condições de temperatura e umidade do solo têm beneficiado o desenvolvimento, mas a menor incidência solar está prolongando o ciclo da cultura nessa época.
Comercialização (saca de 60 quilos)
Conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do milho aumentou 0,02%, de R$ 58,18 para R$ 58,19 em média no Estado.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Como ficaram os preços de soja no último dia de abril? Confira as cotações

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com ritmo lento de negócios, marcado por poucas ofertas, compradores e vendedores retraídos e preços variando entre estabilidade e leve queda. A pressão veio principalmente do recuo do dólar e da perda de sustentação nos portos, que vinham dando suporte às cotações nos últimos dias.
Segundo análise de mercado, o movimento foi de baixa liquidez, com agentes já voltados para negociações futuras, especialmente a partir de junho. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos oscilaram ao longo do dia e fecharam mistos, sem força suficiente para impulsionar os preços no Brasil.
- Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!
O câmbio teve papel decisivo no enfraquecimento das cotações. O dólar caiu com mais intensidade, encerrando o dia abaixo de R$ 5,00, o que reduziu a competitividade da soja brasileira. Os prêmios permaneceram estáveis e não contribuíram para mudanças no cenário, mantendo o mercado travado.
Preços de soja
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00
- Santa Rosa (RS): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
- Cascavel (PR): caiu de R$ 121,00 para R$ 120,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 110,00
- Dourados (MS): manteve em R$ 112,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 111,00
- Paranaguá (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
- Rio Grande (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam mistos nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). No mês, no entanto, a posição julho acumulou alta de 0,8%. Na última sessão do mês, os participantes optaram por ajustar posições por movimentos técnicos.
Após atingir de madrugada o maior patamar em quatro anos, o petróleo recuou e colocou pressão sobre as cotações da oleaginosa. Além disso, as previsões apontam melhora nas condições climáticas nos Estados Unidos, favorecendo a evolução do plantio nos estados produtores.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 258.100 toneladas na semana encerrada em 23 de abril. Para a temporada 2026/27, foram mais 3.000 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,12%, a US$ 11,95 1/2 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,89 1/4 por bushel, com retração de 0,50 centavo de dólar ou 0,02%. As demais posições fecharam em leve alta.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 4,90 ou 1,51% a US$ 318,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 74,54 centavos de dólar, com ganho de 0,42 centavo ou 0,56%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,97%, sendo negociado a R$ 4,9525 para venda e a R$ 4,9505 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9510 e a máxima de R$ 4,9997. Na semana, a moeda.recuou 0,92% No mês, a desvalorização foi de 4,4%.
O post Como ficaram os preços de soja no último dia de abril? Confira as cotações apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade
Abril apresenta cenário de poucos negócios para a soja e preços estáveis no Brasil – MAIS SOJA

O mês de abril foi marcado por estabilidade nos preços e fraco ritmo de negócios no mercado brasileiro de soja. As negociações foram pontuais, com os produtores priorizando o encerramento da colheita e aguardando por condições de mercado mais favoráveis.
Entre os principais formadores de preços internos, o comportamento foi distinto. Enquanto em Chicago os contratos futuros vão encerrando o mês com leve valorização, o câmbio foi desfavorável, com forte queda do dólar frente ao real.
No mercado doméstico, a saca de 60 quilos subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00 em Passo Fundo (RS), durante o mês. Em Cascavel (PR), o preço avançou de R$ 120,00 para R$ 121,00, enquanto em Rondonópolis (MT) passou de R$ 108,00 para R$ 110,00. No Porto de Paranaguá, a cotação aumentou de R$ 130,00 para RR 131,00.
Os contratos futuros com vencimento em julho, os mais negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago, acumularam valorização de 0,75% no mês, cotados a US$ 11,95 por bushel na manhã do dia 30. No balanço do mês, Chicago encontrou suporte na alta do petróleo, em meio ao conflito no Oriente Médio, e em alguns sinais de retomada na demanda americana.
A aposta do mercado é que agora em maio, durante visita à China, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, feche um acordo comercial que envolva a compra da oleaginosa americana pelos chineses. Mas qualquer movimento consistente de recuperação foi inviabilizado pelo cenário fundamental, combinando a maior safra do Brasil, produção cheia na Argentina e expectativas favoráveis para a safra americana, em fase de plantio e sem intercorrências significativas até o momento.
O mercado interno ainda conviveu com um dólar abaixo de R$ 5,00, prejudicando ainda mais a comercialização. Na manhã da sexta, 30, a moeda americana estava cotada a R$ 4,997, acumulando uma perda mensal de 3,5%. O forte ingresso de capital estrangeiro, aproveitando os juros altos no Brasil, pressiona o dólar.
Fonte: Agência Safras
Featured22 horas agoDentista morre uma semana após acidente que matou enfermeira e motorista em MT
Agro Mato Grosso21 horas ago‘Adrenalina inexplicável’, diz fazendeiro que foi ‘escoltado’ por onça-pintada em MT
Featured22 horas agoPM-MT lamenta morte de sargento da reserva atingido por disparo em Cuiabá
Featured22 horas agoPolícia Civil incinera mais de 40 kg de drogas apreendidas em Campinápolis
Agro Mato Grosso23 horas agoBezerro bate recorde de preço em MT I agro.mt
Agro Mato Grosso22 horas agoValtra lança Série M5 com mais tecnologia, conforto e foco no setor sucroenergético
Agro Mato Grosso18 horas agoMato Grosso projeta safra recorde de soja com mais de 51 milhões de toneladas
Featured21 horas agoPM fecha ponto de venda de drogas no bairro Nova Esperança e prende homem de 34 anos
















