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Sustentabilidade

Após mobilização do agro, governo reduz impostos sobre o diesel – MAIS SOJA

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A atuação das lideranças do setor agropecuário resultou em uma importante medida para reduzir os custos de produção no campo. O governo federal anunciou a redução temporária de tributos federais que incidem sobre o óleo diesel, atendendo a um pedido feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) diante da alta nos preços internacionais do petróleo provocada pelas tensões no Oriente Médio.

A mobilização da CNA contou com a participação ativa do presidente do Sistema Famasul, Marcelo Bertoni, que também exerce o cargo de diretor-secretário da entidade nacional. Ele participou diretamente das discussões e articulações que levaram à solicitação apresentada ao governo federal.

Nos últimos dias, o presidente vinha alertando para os impactos que o cenário internacional poderia provocar sobre o agro brasileiro, especialmente em Mato Grosso do Sul, onde o setor vive um período intenso de colheita e plantio da segunda safra. Segundo Bertoni, o aumento do preço do diesel gera um efeito em cadeia na atividade agropecuária, pressionando custos logísticos, fretes e insumos.

Ele também destacou que a elevação do custo do combustível pode impactar diretamente a renda do produtor rural, que já enfrenta margens apertadas devido à queda no preço de algumas commodities, como a soja. “Esse aumento nos custos de produção traz instabilidade para o setor em um momento em que a soja teve uma queda significativa de preço, reduzindo muito a margem de lucro ou até eliminando essa margem”, explicou.

Reflexo no preço dos alimentos

Para Bertoni, os efeitos da alta do diesel não ficam restritos ao campo e podem chegar até o consumidor final. “Essa é uma preocupação. Que isso não reflita apenas para o produtor rural, mas que também possa chegar à gôndola do supermercado, onde a população acaba pagando o preço junto com todos nós”, alertou.

A redução temporária dos tributos sobre o diesel busca justamente reduzir essa pressão sobre os custos logísticos e de produção, ajudando a preservar a competitividade do setor agropecuário e evitar repasses maiores nos preços dos alimentos.

Para o Sistema Famasul, a decisão reforça a importância da representatividade institucional do agro e da atuação conjunta das entidades do setor na defesa dos interesses dos produtores rurais e da economia brasileira.

Pedido da CNA

A solicitação foi encaminhada pela CNA ao Ministério da Fazenda e ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), defendendo a redução imediata de tributos que incidem sobre a importação, produção, distribuição e comercialização do combustível. Entre eles estão o Programa de Integração Social (PIS), o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que juntos representam cerca de 10,5% do valor do diesel comercializado.

Fonte: Aprosoja/MS



 

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Sustentabilidade

Imea aponta colheita da soja em 96,4% em MT; semeadura do milho se aproxima da conclusão

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Fotos: Pixabay

A colheita da safra 2025/26 de soja em Mato Grosso avançou e já alcança 96,42% da área cultivada no estado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Na semana anterior, em 6 de março, os trabalhos estavam em 89,15%, o que indica um avanço expressivo no ritmo das operações no campo. Apesar disso, o índice ainda permanece ligeiramente abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando a colheita já havia atingido 97,33% da área.

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Com o avanço da retirada da oleaginosa das lavouras, os produtores também aceleram o plantio da segunda safra de milho. Segundo o Imea, a semeadura do cereal chegou a 99,20% da área prevista para a safra 2025/26.

Na semana anterior, o plantio estava em 93,68%. Em comparação com o mesmo período do ciclo passado, no entanto, o ritmo atual também aparece um pouco abaixo, já que naquele momento a semeadura alcançava 99,48% da área cultivada.

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Safra de Grãos está estimada em 353,4 milhões de toneladas no ciclo 2025/26 – MAIS SOJA

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Os agricultores brasileiros deverão colher 353,4 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26, resultado que mantém a expectativa de um ligeiro crescimento de 0,3% em relação ao volume obtido no ciclo 2024/25 e que, se confirmado, estabelece um novo recorde na série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os dados estão no 6º Levantamento da Safra 2025/26 de Grãos, publicado nesta sexta-feira (13) pela Companhia. De acordo com o documento, a área destinada para o plantio deve crescer 1,7%, sendo estimada em 83,2 milhões de hectares, enquanto a produtividade média nacional das lavouras deve chegar a 4.250 quilos por hectares no atual ciclo.

As principais culturas de primeira safra já se encontram em fase de colheita. Para a soja, já foram colhidos em torno de 50,6% da área semeada. Fevereiro foi um mês desafiador para o produtor da oleaginosa, com excesso de precipitações no Centro-Oeste e Sudeste, em especial em Goiás e em Minas Gerais, e com irregularidade climática em grande parte do Rio Grande do Sul. Já no início de março, as regiões Norte e Nordeste são as que têm os trabalhos de campo prejudicados pelo excesso de chuvas. Mesmo com os desafios encontrados, de maneira geral as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento da cultura e a expectativa é que a produção atinja um novo recorde e chegue a 177,8 milhões de toneladas.

As precipitações em abundância no Sudeste e Centro-Oeste, que limitaram um maior avanço da área colhida de soja, refletiram também em um plantio mais tardio da segunda safra de milho. Alguns estados, como Goiás, Maranhão e Minas Gerais, já indicam redução na área destinada ao cereal. Com este cenário, a estimativa de área da segunda safra de milho é de 17,7 milhões de hectares e uma produção projetada em 108,4 milhões de toneladas. Já o cultivo da primeira safra de milho o panorama é de crescimento tanto de área, estimada em 4,1 milhões de hectares, quanto de produção, podendo chegar a 27,4 milhões de toneladas. Ao considerar as três safras do cereal, semeadas ao longo da temporada, a expectativa da Conab é que a produção chegue a 138,3 milhões de toneladas.

Para o arroz, a colheita atingiu 19,1% da área semeada, índice superior à média dos últimos 5 anos. As estimativas da estatal apontam para uma produção de 11,2 milhões de toneladas na safra 2025/26, redução de 12,4% se comparado com o volume obtido no ciclo passado, queda que acompanha a menor área destinada para o cultivo do grão. Ainda de acordo com o boletim da Companhia, os dias com elevada radiação solar registrados no Rio Grande do Sul, principal estado produtor da cultura, favoreceram o desenvolvimento e a sanidade das plantas.

No caso do feijão, a produção total, somada as três safras da leguminosa, está estimada em 2,9 milhões de toneladas, 4,7% abaixo da safra anterior. A primeira safra apresenta redução de 11,2% na área plantada, totalizando 807,2 mil hectares, com expectativa de produção de 954 mil toneladas. Mesmo com a perspectiva de diminuição na colheita, o volume total assegura o abastecimento interno.

Para o algodão, o plantio já foi concluído, e a maior parte da área semeada se encontra em fase de desenvolvimento vegetativo. A estimativa da estatal é de redução de 3,5% na área plantada em relação à safra anterior, prevista em cerca de 2 milhões de hectares, com uma produção de pluma estimada em 3,8 milhões de toneladas.

Mercado – Diante dos ajustes na produção total de milho, reflexo dos ajustes na área semeada da 2ª safra do cereal, os estoques de passagem do grão ao final do ciclo também foram atualizados, estimados em 11,6 milhões de toneladas ao final de janeiro de 2027. No caso do arroz, a Conab estima um estoque de passagem em torno de 1,7 milhão de toneladas, segundo maior volume em comparação com os últimos 5 ciclos mesmo com a redução nas projeções de produção da atual temporada.

Para a soja, a produção recorde permite expectativas de exportações robustas em 2026, com a projeção de embarques podendo chegar a 114,39 milhões de toneladas, um novo recorde de venda ao mercado externo caso o volume se confirme ao final do ano comercial da oleaginosa.

Confira as informações completas sobre as principais culturas cultivadas no país com as condições de mercados dos produtos no 6º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, publicado no Portal da Conab.

Fonte: Conab


FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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CNA avalia que redução de PIS/Cofins sobre diesel pode mitigar impactos da alta dos combustíveis – MAIS SOJA

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avalia que a decisão de zerar as alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel pode ajudar a mitigar os efeitos do aumento dos combustíveis sobre a economia nacional.

A medida, anunciada na quinta (12), atende a um pleito apresentado pela CNA ao governo federal. Segundo a entidade, a medida pode contribuir para reduzir custos de produção no campo, ajudando a frear o ritmo de alta do preço dos alimentos ao consumidor, além de aliviar pressões inflacionárias.

Na terça (10), a CNA encaminhou ofício ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, solicitando a redução imediata e temporária das alíquotas de PIS e Cofins sobre o óleo diesel.

O pedido foi motivado pelos recentes aumentos nos preços do petróleo e de seus derivados no mercado internacional e pelos impactos desse cenário sobre a economia brasileira, decorrente da escala dos conflitos no Oriente Médio.

Para a CNA, o momento exige medidas que reduzam custos e garantam maior previsibilidade para o setor produtivo.

Desta forma, segundo a entidade, a redução dessas cobranças pode contribuir para aliviar custos logísticos e operacionais do setor agropecuário, especialmente em um período estratégico para a produção agrícola brasileira.

O momento atual, explica a Confederação, é “sensível para o setor agropecuário, marcado pela colheita da primeira safra e pelo plantio da segunda safra, período em que o custo do combustível tem efeito direto sobre as despesas de produção e sobre a atividade econômica”.

PIS/Pasep e Cofins são tributos federais que, juntos, somam aproximadamente 10,5% no valor do diesel comercializado.

Fonte: CNA

FONTE

Autor:CNA

Site: CNA

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