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Mato Grosso responde por 67,56% das exportações de milho em janeiro

O Brasil enviou 4,25 milhões de toneladas de milho no primeiro mês de 2026. Deste volume 2,53 milhões de toneladas, ou 67,56%, são provenientes de Mato Grosso. Os números são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
O montante enviado pelo estado ao mercado externo supera em 46,02% às 1,74 milhão de toneladas exportadas em janeiro de 2025. Ao se analisar a média dos últimos cinco anos para o mês, o volume está 8,39% acima.
Em janeiro, conforme a Secex, o milho mato-grossense teve 28 países como destino, sendo o Vietnã líder com a aquisição de 577,97 mil toneladas, seguido do Egito com 459,60 mil toneladas.
Ainda entre os cinco principais destinos do cereal produzido no estado estão o Irã com 442,47 mil toneladas, a Argélia com 335,3 mil toneladas e o Marrocos com 142,47 mil toneladas.
Na avaliação do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o desempenho observado no primeiro mês de 2026 “reforça a demanda aquecida de importantes mercados asiáticos, cenário que sustenta o ritmo dos embarques e tende a favorecer o escoamento da safra ao longo dos próximos meses”.
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Saiba como ficaram as cotações de soja às vésperas do Carnaval

Já em ritmo de Carnaval, o mercado brasileiro de soja praticamente travou nesta sexta-feira, marcada por poucas ofertas e ausência de grandes movimentos. As cotações ficaram mistas, com pequenas variações ao longo do dia.
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A avaliação é do analista de soja da equipe de Inteligência de Mercado da Safras & Mercado, Rafael Silveira. Segundo ele, as atenções dos produtores seguem voltadas aos trabalhos no campo. A colheita avança, mas há preocupação com a qualidade da soja devido ao excesso de umidade provocado pelas chuvas no Centro-Oeste.
No mercado físico, os preços apresentaram o seguinte comportamento:
- Passo Fundo (RS): R$ 125,00
- Santa Rosa (RS): R$ 126,00
- Cascavel (PR): R$ 119,00
- Rondonópolis (MT): R$ 107,00
- Dourados (MS): aumento de R$ 110,00 para R$ 111,00
- Rio Verde (GO): R$ 109,00
- Paranaguá (PR): R$ 129,00
- Rio Grande (RS): R$ 130,00
Colheita de soja
A colheita da safra brasileira de soja 2025/26 alcança 19,3% da área total estimada até 13 de fevereiro, conforme levantamento da Safras & Mercado. Na semana anterior, o índice era de 13,4%.
O ritmo está abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando os trabalhos atingiam 23,2%, e também inferior à média dos últimos cinco anos, de 23,6%.
Soja em Chicago
Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta sexta-feira. Após atingir na véspera o maior patamar em dois meses e meio, o mercado passou por realização de lucros, com operadores evitando manter posições abertas antes do feriado prolongado do Dia do Presidente, quando não haverá sessão na segunda-feira.
Ao longo da semana, porém, o saldo foi de recuperação nas cotações. A aproximação comercial entre Estados Unidos e China trouxe expectativa de reaquecimento da demanda chinesa pelo produto norte-americano.
Reportagem do South China Morning Post indicou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, podem estender a trégua comercial entre os dois países por até um ano, o que deu suporte às cotações ao longo da semana.
Ainda assim, o mercado considera que este é o período de maior procura pela soja sul-americana por parte dos asiáticos. Com a colheita avançando no Brasil e na Argentina e apesar de preocupações pontuais com o clima, uma safra cheia começa a ingressar no mercado.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 4,25 centavos de dólar, ou 0,37%, a US$ 11,33 por bushel.
A posição maio encerrou a US$ 11,48 1/2 por bushel, com retração de 3,75 centavos, ou 0,32%.
Nos subprodutos, o farelo para março subiu US$ 1,30, ou 0,42%, para US$ 309,20 por tonelada. Já o óleo com vencimento em março fechou a 57,08 centavos de dólar por libra-peso, com perda de 0,46 centavo, ou 0,79%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou o dia a R$ 5,2293 para venda, com alta de 0,57%. O Dollar Index, que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de moedas, marcou 96,92 pontos, praticamente estável.
O dólar futuro para março foi cotado a R$ 5.239,500, com avanço de 0,21%. Antes do feriado prolongado, o mercado cambial operou em ritmo de ajustes e proteção, atento aos dados do varejo e ao índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos.
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El Niño mais persistente eleva riscos para a produção brasileira de frutas e hortaliças

A horticultura brasileira deve enfrentar um cenário climático mais desafiador em 2026, após a transição de um La Niña curto e pouco intenso para um evento de El Niño mais persistente. A avaliação é da equipe da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea.
Segundo os pesquisadores, se em 2025 a combinação de chuvas relativamente bem distribuídas e temperaturas adequadas favoreceu a produtividade de diversas culturas, o cenário climático previsto para este ano tende a ampliar os riscos produtivos e exigir maior planejamento técnico e gestão de custos.
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As projeções indicam temperaturas médias mais elevadas ao longo de 2026 e mudanças no regime de chuvas a partir do inverno, com impactos distintos entre as regiões produtoras. O comportamento climático, de acordo com o levantamento, deve afetar de forma diferente frutas e hortaliças, dependendo da cultura, da localização e do sistema produtivo.
Na prática, temperaturas mais altas podem intensificar problemas fitossanitários, acelerar ciclos produtivos e comprometer a qualidade dos produtos, especialmente quando associadas ao excesso de umidade. Já em áreas com menor disponibilidade hídrica, o custo e a viabilidade da irrigação tendem a ganhar importância para a manutenção da produção.
O estudo também destaca que ganhos de produtividade não garantem aumento da rentabilidade. Em 2025, por exemplo, a maior oferta, perdas de qualidade e custos mais elevados pressionaram as margens dos produtores em alguns segmentos.
Diante desse cenário, os pesquisadores apontam que o monitoramento climático contínuo, o manejo mais preciso das lavouras, o escalonamento de plantios e a avaliação de riscos devem ser fatores decisivos para preservar produtividade, qualidade e rentabilidade na horticultura brasileira em 2026.
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Emater projeta 6,7 milhões de hectares de soja no RS, mas estiagem pressiona lavouras

A Emater/RS-Ascar projeta uma área cultivada de 6.742.236 hectares de soja no ciclo atual, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (12). No Rio Grande do Sul, as lavouras atravessam fases reprodutivas sob condições climáticas adversas.
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Segundo a entidade, 42% das áreas estão em florescimento e 39% em enchimento de grãos, enfrentando déficit hídrico e temperaturas que chegam a 40 ºC. O cenário tem provocado estresse hídrico em parte das lavouras, com sintomas como murchamento, senescência foliar precoce e abortamento de flores e vagens, comprometendo o potencial produtivo da oleaginosa em diversas regiões gaúchas.
A Emater também aponta dificuldades no estabelecimento das áreas semeadas tardiamente ou em sucessão. A falta de umidade tem provocado emergência irregular nas lavouras de sequeiro, elevando a desuniformidade dos estandes e aumentando o risco de replantio.
Milho
Em relação ao milho, a entidade estima que 785.030 hectares foram destinados à cultura no ciclo 2025/26 no Estado. O rendimento inicial é projetado em 7.370 kg por hectare. A colheita já alcança 50% da área, favorecida pelo tempo seco, que acelerou a perda de umidade dos grãos.
Das áreas ainda não colhidas, 21% estão em fase de maturação e 16% em enchimento de grãos. Embora as médias obtidas até o momento se aproximem da projeção inicial, as condições climáticas seguem sendo fator determinante para o desempenho final da safra.
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