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Cesta básica recua pela segunda semana e inicia fevereiro custando R$ 785

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Com retração de 1,72%, a cesta básica em Cuiabá atingiu custo médio de R$ 785,99 na primeira semana de fevereiro, em comparação com a semana anterior. Esta é a segunda queda consecutiva de preço, o que contribuiu para deixar o valor atual 1,94% menor em relação ao mesmo período de 2025, quando a cesta básica custava R$ 801,56.

O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, destacou as variações de preços dos produtos da cesta básica na capital. “Os produtos da cesta têm se comportado de formas diferentes, principalmente os hortifrutis. Isso mostra que o conjunto de itens não reage de maneira uniforme, já que clima, produção e mercado impactam cada item de um jeito.”

Entre os itens que mais variaram de preço, o tomate apresentou queda de 4,75%, com custo médio de R$ 7,15/kg. A redução, segundo boletim do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), pode estar relacionada ao período de chuvas que, apesar de aumentar a disponibilidade do fruto, tem comprometido sua qualidade no comércio.

Apesar de ser a segunda queda semanal, o produto segue com valor 11,88% acima do registrado no mesmo período de 2025, quando a média era de R$ 6,39/kg.

No sentido oposto, a batata teve aumento de 3,59%, com preço médio de R$ 4,13/kg. Segundo o IPF-MT, diferentemente do tomate, a qualidade do tubérculo permanece estável. No entanto, o clima chuvoso tem atrasado o ritmo das colheitas, reduzindo a oferta e pressionando os preços. Na comparação com a mesma semana de 2025, o valor também está 2,20% maior.

Outro produto que apresentou redução foi o óleo de soja, com queda de 3,15%, atingindo o valor médio de R$ 8,23/900 ml. A variação em relação à semana anterior pode estar associada à atual conjuntura do mercado da soja e de seus derivados, uma vez que a demanda não tem sido suficiente para absorver o aumento da produção e dos estoques.

Com isso, o preço atual está 5,63% inferior ao observado no mesmo período do ano passado.

Wenceslau Júnior também ressaltou a segunda retração consecutiva no preço da cesta básica. “A redução desta semana contribui para afastar o valor médio do patamar de R$ 800, favorecendo os gastos dos consumidores em boa parte dos alimentos, considerando que oito dos 13 itens apresentaram queda, incluindo a carne bovina, o leite e a banana”.

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Cesta básica registra terceiro aumento seguido e atinge R$ 833, maior valor em 2026

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O preço da cesta básica em Cuiabá subiu nesta semana pela terceira vez consecutiva, segundo relatório da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MT). Com custo médio de R$ 833,67, é o maior valor registrado em 2026. 

Somente no mês de março, em comparação com o mês anterior, a o valor da cesta básica subiu 6%. No comparativo com o mesmo período de 2025, o crescimento foi de 0,38%. 

A cesta básica está cerca de R$ 7 mais cara em relação à semana passada, cujo valor foi R$ 826. 

O aumento no preço da cesta foi, em parte, influenciado pela alta do tomate, que subiu 9,66% no período, alcançando preço médio de R$ 10,12 por kg. O crescimento no valor do produto, segundo o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), pode estar associado à escassez do produto, visto que, em algumas lavouras, a colheita está desacelerando e, em outras, há problemas de qualidade.

Em alta pela quarta semana consecutiva, a batata apresentou variação de 5,58%, o que elevou o preço médio do produto para R$ 4,90 por kg. No comparativo anual, a variação é 17,81% maior.

Ainda conforme análise do IPF-MT, assim como no caso do tomate, o período de chuvas tem atrasado o ritmo das colheitas, resultando em menor qualidade do produto e, consequentemente, na redução da oferta no mercado.

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Rota do Café leva tecnologia e impulsiona produção no interior de MT

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Com o tema “Pelos caminhos do café mato-grossense”, a Rota do Café chega nesta semana a mais dois municípios: Cotriguaçu, na quarta-feira (25.3), e Juína, na quinta-feira (26.3). A expedição já passou por Colniza e Aripuanã, reunindo produtores, técnicos e pesquisadores para discutir o manejo da cultura, uso de café clonal e qualidade da produção.

A proposta é aproximar especialistas dos agricultores, ampliar o acesso à informação técnica e incentivar práticas que aumentem a produtividade e a renda no campo. A iniciativa é promovida pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar de Mato Grosso (Seaf-MT).

Foto: Equipe da Rota do Café em propriedade de Aripuanã

A Rota do Café também reúne um conjunto de parceiros institucionais que dão suporte técnico, científico e logístico às atividades. Além da Empaer e da Seaf, participam da iniciativa a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), as prefeituras municipais, sindicatos rurais, associações de produtores, cooperativas e instituições de ensino e pesquisa.

Em Colniza, a tradição da cafeicultura acompanha a história de muitos moradores. Segundo o técnico da Empaer Ronaldo Benevides, parte da população veio de Rondônia e trouxe consigo a experiência no cultivo do café.

“A maior parte da população de Colniza veio de Rondônia já com a cultura de plantar café. Muitos trouxeram sementes e começaram a cultivar aqui”, explicou.

Ele destaca que a assistência técnica desempenha papel fundamental na modernização das lavouras. Segundo o especialista, o incentivo ao uso de técnicas mais eficientes, como o cultivo de café clonal, tem contribuído para o aumento da produtividade.

“Antes, o plantio era feito, em sua maioria, por sementes. Hoje, trabalhamos com clones, que garantem melhores resultados no campo”, afirmou.

Benevides também orienta os produtores a buscar apoio técnico antes da implantação das lavouras. “A falta de orientação especializada ainda leva a erros no processo inicial. Por isso, recomendamos que o produtor procure um extensionista ou outro profissional qualificado”, completou.

Para quem vive da produção, o café representa uma fonte de renda e também um trabalho familiar. O produtor Marco Aurélio, de Colniza, cultiva café há cerca de dez anos e destaca a satisfação de produzir na própria área.

“A maior satisfação do produtor é colher os próprios frutos e conseguir trabalhar em família dentro da propriedade”, contou.

Em Aripuanã, os técnicos e pesquisadores participantes visitaram propriedades e acompanharam o desenvolvimento das lavouras. O produtor Maurílio Lima cultiva cerca de dois hectares com aproximadamente cinco mil pés de café e está animado com a produção.

“Estou cultivando quatro tipos de clone e o café está muito bonito. A expectativa é de uma boa safra”, disse.

Durante a visita, o agrônomo e pesquisador da Empaer, Wininton Mendes, destacou o cuidado com o manejo. “A lavoura está muito bem cuidada, com café irrigado e pés carregados, o que indica uma expectativa positiva de produtividade”, avaliou.

A rota também busca aproximar os resultados das pesquisas da realidade do campo. O engenheiro agrônomo da Empaer em Sinop, Jocir Júnior, ressalta que o café tem grande importância econômica para pequenos produtores.

“Com um manejo relativamente simples, o produtor consegue extrair uma boa renda da cultura”, explicou.

Segundo o engenheiro agrônomo Wesley Ferreira da Silva, o Noroeste concentra grande parte da produção de café do Estado.

“Nossa região reúne mais de 70% da produção de café de Mato Grosso, e a Rota do Café aproxima os produtores de informações baseadas em pesquisa”, afirmou.

O produtor Edjalma Nascimento, do distrito de Conselvan, em Aripuanã, cultiva café e cacau e afirma que a iniciativa trouxe novos conhecimentos para a produção.

“Agora posso dizer que aprendi mais sobre o café e adquiri conhecimento”, ressaltou.

Na assistência técnica local, o engenheiro agrônomo Walisson também destaca os avanços nas recomendações para a região.

“Antes trabalhávamos com clones vindos de Rondônia e do Espírito Santo. Agora, com os resultados das pesquisas, podemos recomendar materiais mais adaptados à nossa realidade”, explica. Segundo ele, Aripuanã possui cerca de 250 hectares de café cultivados e uma produção média anual de aproximadamente oito mil sacas.

Investimentos

Entre 2019 e 2025, a Seaf investiu cerca de R$ 8,9 milhões em Aripuanã e R$ cerca de 11,3 milhões em Colniza. De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar, nos últimos oito anos foram investidos no Vale do Juruena em torno de R$ 50,8 milhões, com entrega de máquinas, implementos agrícolas, veículos, mudas e insumos, além de assistência técnica da Empaer. O objetivo é ampliar a produtividade, diversificar a produção e gerar renda para as famílias rurais da região.

Confira os próximos municípios da Rota do Café:

Cotriguaçu: 25/3 (qua) – Centro de Eventos, 7h às 11h45;
Juína: 26/3 (qui) – Barracão da Feira Municipal, 7h às 11h45;
Nova Bandeirantes: 8/4 (qua), Câmara Municipal, 7h às 11h45;
Nova Monte Verde: 9/4 (qui) (Ainda a confirmar)

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Rua Agrônomo Arnaldo Duarte Monteiro, 196. Edíficio Engenheiro José Morbeck, 3° Andar – Centro Político Administrativo | CEP: 78049 – 050 | Cuiabá – MT (ver no mapa)
Fones: Lista de Telefones

Com Assessoria

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Prazo para entrega começa nesta segunda-feira; veja mudanças e quem vai precisar declarar

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Agência Brasil – Os contribuintes podem acertar as contas com o Leão. Começa às 8h desta segunda-feira (23) o envio da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 (ano-base 2025).

O prazo de entrega vai até 29 de maio, às 29h59min59s. Neste ano, o Fisco espera receber cerca de 44 milhões de declarações.

O Programa Gerador da Declaração pode ser baixado desde as 18h de quinta-feira (19). A partir desta segunda, o contribuinte também pode usar o site Meu Imposto de Renda, que permite o preenchimento online da declaração.

Neste ano, o prazo de entrega será mais curto que nos anos anteriores. Tradicionalmente, o envio das declarações começa em 15 de março ou no primeiro dia útil seguinte. Em 2026, no entanto, o Fisco adiou o início em uma semana.

Novidades

Entre as novidades da declaração deste ano estão mudanças na restituição, novas exigências para ganhos com apostas online e a possibilidade de uso de nome social na declaração.

Também haverá um cashback para pequenos contribuintes, com restituições automáticas a quem teve imposto retido na fonte no ano passado, mas ficou isento da declaração.

Principais mudanças

Nome social: contribuintes poderão informar nome social na declaração.

Dados de diversidade: formulário terá campo para informar raça e cor do titular e dos dependentes.

Declaração pré-preenchida: ficará disponível desde o primeiro dia do prazo, com mais informações automáticas.

Restituição em quatro lotes: pagamento ocorrerá em quatro etapas, e não mais em cinco.

Prioridade digital: quem usar declaração pré-preenchida e Pix terá prioridade no recebimento.

Cashback do IR

Uma das principais novidades é a criação de um “cashback” de restituição.

A medida permitirá que contribuintes isentos de declarar, mas que tiveram imposto retido na fonte, recebam automaticamente valores a que têm direito.

Principais pontos:

pagamento em lote especial em 15 de julho;

estimativa de 4 milhões de beneficiados;

restituição média de R$ 125;

valor máximo de R$ 1 mil;

previsão de R$ 500 milhões em pagamentos.

Quem terá direito

não estava obrigado a declarar em 2025;

tem restituição de até R$ 1 mil;

possui CPF regular e baixo risco fiscal;

em chave Pix vinculada ao CPF.

Bets e apostas

A Receita também passou a exigir a declaração de ganhos com apostas online.

Devem informar os valores os contribuintes que:

tiveram ganhos acima de R$ 28.467,20 em bets ou loterias de quota fixa em 2025;

possuíam saldo superior a R$ 5 mil em contas de apostas em 31 de dezembro de 2025.

Esses valores devem ser informados na declaração e podem gerar cobrança de imposto, dependendo da situação do contribuinte.

Quem deve declarar

Deve enviar a declaração quem, em 2025:

recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584;

recebeu rendimentos isentos ou tributados na fonte acima de R$ 200 mil;

teve ganho de capital na venda de bens ou direitos;

realizou operações em bolsa acima de R$ 40 mil ou com lucro tributável;

teve receita rural acima de R$ 177.920;

possuía bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro;

passou à condição de residente no Brasil em 2025;

possui investimentos ou estruturas financeiras no exterior, como trusts ou offshores.

Quem está dispensado

Ficam dispensados da declaração os contribuintes que:

não se enquadram nos critérios de obrigatoriedade;

tiveram rendimentos declarados pelo cônjuge ou companheiro, com bens próprios abaixo de R$ 800 mil;

constam como dependentes em declaração de outra pessoa.

Calendário da restituição

Com um lote a menos neste ano, a restituição será paga nas seguintes datas:

1º lote: 29 de maio de 2026;

2º lote: 30 de junho de 2026;

3º lote: 31 de julho de 2026;

4º lote: 28 de agosto de 2026.

A ordem de pagamento segue a data de entrega da declaração, respeitando prioridades legais.

Prioridade no pagamento

A ordem de prioridade definida pela legislação é:

idosos acima de 80 anos;

idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência ou doença grave;

contribuintes cuja principal renda seja magistério;

quem usar declaração pré-preenchida e Pix simultaneamente;

quem usar apenas um desses recursos (pré-preenchida ou Pix);

demais contribuintes.

Quem entregar a declaração após 29 de maio terá que pagar multa de pelo menos R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.

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