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11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago tem dia volátil na soja e com preços mistos; guerra comercial, clima na Argentina e USDA no radar – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Sinais de aproximação entre Pequim e Estados Unidos – o que poderia resultar em aquecimento da demanda chinesa pela soja americana -, a desvalorização do dólar – dando competitividade às exportações dos Estados Unidos – e a possibilidade de atraso na colheita do Brasil asseguraram a valorização da oleaginosa.

O mercado foi impulsionado por indicações de que autoridades dos Estados Unidos se reuniram com representantes da China. O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, encontrou-se com o vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng em Davos, na Suíça. E foi levantada a possibilidade de que os dois lados voltem a se reunir antes do encontro programado entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, em abril.

A notícia deixou em segundo plano o aumento nas tensões entre Estados Unidos e União Europeia. O Parlamento Europeu decidiu suspender o andamento do acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos como forma de protesto contra as exigências do presidente Donald Trump para adquirir a Groenlândia e contra suas ameaças de impor tarifas a aliados europeus que se oponham ao plano.

Chuvas nos estados do Centro-Oeste e Matopiba estariam causando atraso na colheita no Brasil. Mas ainda assim, nada que preocupe e comprometa o potencial produtivo.

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Safras & Mercado publicou uma atualização de sua estimativa de produção de soja na Argentina para a temporada 2025/26. Os ajustes decorrem de um aumento na intenção de plantio de milho, o que levou a um corte de 778 mil toneladas na produção esperada de soja, para 50,3 milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 11,50 centavos de dólar, ou 1,09%, a US$ 10,64 1/2 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,75 por bushel, com elevação de 11,00 centavos de dólar ou 1,03%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 0,20 ou 0,06% a US$ 291,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 54,01 centavos de dólar, com ganho de 1,45 centavo ou 2,75%.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua / Safras News

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Recorde de exportações sustenta receita – MAIS SOJA

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O Brasil segue liderando as exportações de soja. As vendas são impulsionadas pela forte demanda global, sobretudo da China. Segundo o Cepea, apesar da pressão exercida pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pelo recuo das cotações domésticas, o bom desempenho das exportações tem sustentado a receita do setor.

Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,35% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,24 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período.

Fonte: Cepea


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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.

O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.

Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.

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A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.

A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.

“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



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Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preço segue em queda com estoque elevado e maior oferta – MAIS SOJA

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Influenciados pela maior oferta, em decorrência da colheita da safra de verão e dos estoques de passagem elevados da temporada 2024/25, os preços do milho seguem recuando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Neste cenário, compradores indicam facilidade na realização de efetivações e aguardam novas baixas.

Segundo o Centro de Pesquisas, parte dos vendedores se mostra mais flexível nas negociações no spot. Com armazéns recebendo lotes da safra de verão (soja e milho) e os estoques de passagem remanescentes da última temporada, há maior necessidade de liberação de armazéns e de formar caixa.

De acordo com pesquisadores do Cepea, as quedas só não foram mais intensas devido à preocupação com o atual clima nas regiões produtoras da segunda safra, já que algumas áreas enfrentam falta de chuva e altas temperaturas. Além disso, a previsão de frentes frias voltou ao radar dos agentes.

Caso isso se confirme, o potencial produtivo das lavouras pode ser reduzido. Até o momento, a Conab estima que serão produzidas 109,11 milhões de toneladas na segunda safra.

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Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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