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11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago sobe bem e pode trazer suporte às cotações domésticas de soja – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja deve receber suporte externo aos preços, já que a Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com boa alta, com o grão subindo 1% nas primeiras posições. Caso a elevação se mantenha, os negócios domésticos podem ganhar algum ritmo. Já o dólar abriu em queda frente ao real e atua como fator de pressão às cotações.

Na terça-feira, o mercado brasileiro de soja seguiu travado, com negociação restrita a pequenos lotes e preços considerados muito fracos. De acordo com o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, praticamente não houve ofertas para janeiro, e os negócios avançaram de forma muito lenta.

Segundo ele, as ofertas para fevereiro apareceram com níveis de preços que não agradam o produtor. A colheita deve ganhar mais ritmo nas próximas semanas e tende a se tornar o foco total do produtor.

No ambiente externo, Silveira destaca que a Bolsa operou em queda, os prêmios ficaram mais fracos e o dólar apresentou apenas pequenas volatilidades ao longo do dia. “O resumo foi de um dia de cotações mais baixas no geral”, afirma.

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No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 131,00 para R$ 126,00, enquanto em Santa Rosa (RS) caiu de R$ 132,00 para R$ 127,00. Em Cascavel (PR), os preços baixaram de R$ 122,00 para R$ 120,00. Em Rondonópolis (MT), as cotações passaram de R$ 115,00 para R$ 113,00, enquanto em Dourados (MS) caíram de R$ 115,00 para R$ 112,00. Em Rio Verde (GO), a saca recuou de R$ 115,00 para R$ 111,00.

Nos portos, Paranaguá (PR) diminuiu de R$ 132,00 para R$ 131,00 por saca, enquanto no terminal de Rio Grande (RS) os preços recuaram de R$ 134,00 para R$ 130,00.

CHICAGO
  • A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com alta 1,02% na posição março/26, cotada a US$ 10,63 3/4 por bushel.
  • O mercado encontra suporte na desvalorização do dólar frente a outras moedas correntes desde o pregão anterior, fator que melhora a competitividade do grão norte-americano.
CÂMBIO
  • O dólar comercial opera com baixa de 0,33%, cotado a R$ 5,3617. O Dollar Index registra queda de 0,05%, a 98,588 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
  • As principais bolsas da Ásia encerraram mistas. China, +0,08%. Japão, -0,41%.
  • As principais bolsas na Europa operam em baixa. Paris, -0,16%. Frankfurt, -1,01%. Londres, -0,28%.
  • O petróleo opera em alta. Março do WTI em NY: US$ 60,42 o barril (+0,09%).
AGENDA
Quarta-feira (21/01)
  • Japão: O saldo da balança comercial de dezembro será publicado às 20h50 pelo Ministério das Finanças.
Quinta-feira (22/01)
  • Reunião do CMN.
  • Eurozona: A ata da reunião de política monetária dos dias 17 e 18 de dezembro será publicada às 9h30 pelo BCE.
  • EUA: A segunda leitura do PIB do terceiro trimestre será publicada às 10h30 pelo Departamento do Comércio.
  • EUA: O índice PCE, a renda e gastos pessoais de outubro novembro será publicado às 12h pelo Departamento do Comércio.
  • EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 14h pelo Departamento de Energia (DoE).
  • Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.
  • Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.
  • Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
  • Japão: O índice de preços ao consumidor de dezembro será publicado às 20h30 pelo departamento de estatísticas.

Sexta-feira (23/01)

  • Japão: A decisão de política monetária será publicada à meia-noite pelo BOJ.
  • Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 10h30.
  • Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Recorde de exportações sustenta receita – MAIS SOJA

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O Brasil segue liderando as exportações de soja. As vendas são impulsionadas pela forte demanda global, sobretudo da China. Segundo o Cepea, apesar da pressão exercida pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pelo recuo das cotações domésticas, o bom desempenho das exportações tem sustentado a receita do setor.

Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,35% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,24 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período.

Fonte: Cepea


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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.

O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.

Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.

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A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.

A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.

“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



FONTE
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Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preço segue em queda com estoque elevado e maior oferta – MAIS SOJA

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Influenciados pela maior oferta, em decorrência da colheita da safra de verão e dos estoques de passagem elevados da temporada 2024/25, os preços do milho seguem recuando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Neste cenário, compradores indicam facilidade na realização de efetivações e aguardam novas baixas.

Segundo o Centro de Pesquisas, parte dos vendedores se mostra mais flexível nas negociações no spot. Com armazéns recebendo lotes da safra de verão (soja e milho) e os estoques de passagem remanescentes da última temporada, há maior necessidade de liberação de armazéns e de formar caixa.

De acordo com pesquisadores do Cepea, as quedas só não foram mais intensas devido à preocupação com o atual clima nas regiões produtoras da segunda safra, já que algumas áreas enfrentam falta de chuva e altas temperaturas. Além disso, a previsão de frentes frias voltou ao radar dos agentes.

Caso isso se confirme, o potencial produtivo das lavouras pode ser reduzido. Até o momento, a Conab estima que serão produzidas 109,11 milhões de toneladas na segunda safra.

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Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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