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28 de setembro de 2026

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O empresário que salvou a Buritirama e redesenhou o mapa da mineração brasileira

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A história recente da mineração no Brasil não pode ser contada sem mencionar João Araújo. Não como coadjuvante, não como herdeiro e não apenas como executivo técnico — mas como protagonista de uma das viradas empresariais mais impressionantes da última década. Em um setor dominado por gigantes e atravessado por crises cíclicas, João José Oliveira Araújo construiu uma trajetória singular: saiu de um ambiente de instabilidade financeira, ruptura familiar e pressão de credores para erguer um dos grupos minerais mais estratégicos do país, redefinindo o papel do manganês na indústria brasileira e projetando o Grupo Buritipar para o cenário global.

O colapso que quase matou a Buritirama

Quando João Araújo assumiu responsabilidades executivas mais amplas na Mineração Buritirama, o cenário era crítico. A empresa carregava um passivo superior a R$ 350 milhões, contratos frágeis e uma governança marcada por disputas internas. O Brasil enfrentava instabilidade política e o mercado global de commodities estava em retração.

Para muitos observadores, a Buritirama parecia destinada à liquidação ou à venda fragmentada de ativos. Foi nesse momento que João Araújo revelou sua principal marca: transformar caos em estratégia.

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Ainda como diretor financeiro, João José Oliveira Araújo atuou nos bastidores para evitar o colapso total. Enquanto bancos hesitavam e Silvio Tini de Araújo buscava soluções apressadas para estancar prejuízos, João Araújo estruturava uma engenharia financeira precisa: recuperou créditos internacionais considerados de difícil liquidez, renegociou contratos e conseguiu fechar o exercício com caixa positivo — um resultado pequeno em números, mas decisivo politicamente e financeiramente.

Ali, já não se tratava apenas de gestão. Tratava-se de sobrevivência empresarial planejada.

A aposta pessoal que mudou tudo

A virada, contudo, exigiu mais do que habilidade técnica — exigiu coragem pessoal extrema.

Sem patrimônio relevante, João Araújo assumiu dívidas para comprar uma participação na empresa, tornando-se corresponsável por dezenas de milhões de reais em passivos. Muitos viram a decisão como temerária. Outros, como imprudente.

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O tempo provou o contrário.

Ao assumir riscos que ninguém queria assumir, João José Oliveira Araújo demonstrou convicção rara em um ambiente empresarial avesso a apostas de longo prazo. Essa decisão marcaria toda sua carreira.

Entre 2015 e 2018, sob sua liderança, a Buritirama passou por uma transformação profunda. O faturamento saltou de R$ 80 milhões para centenas de milhões de reais, impulsionado por eficiência operacional, foco em qualidade e uma estratégia clara: transformar a Buritirama na referência nacional em manganês de alto teor.

Enquanto concorrentes dispersavam esforços em múltiplos minerais, Araújo apostou na especialização — e venceu.

A revolução do manganês

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A Mina de Buritirama, no Pará, consolidou-se como a maior mina de manganês a céu aberto da América Latina, com capacidade superior a 2,5 milhões de toneladas anuais. Sob a condução de João Araújo, a empresa passou a responder por cerca de 70% das exportações brasileiras de manganês, tornando-se padrão de qualidade para mercados exigentes como China e Europa.

Isso não foi acaso — foi estratégia deliberada, executada com disciplina e visão industrial de longo prazo.
Enquanto a Vale concentrava esforços em minério de ferro, João José Oliveira Araújo percebeu que o manganês era uma oportunidade negligenciada. O resultado foi simples e poderoso: a Buritirama deixou de ser periférica e tornou-se protagonista do setor.
A ruptura com Silvio Tini
O crescimento empresarial, porém, aprofundou tensões familiares.
No fim de 2018, Silvio Tini de Araújo decidiu vender seus 90% da companhia e sugeriu que o próprio filho seguisse outro caminho. O que poderia ter sido um fim tornou-se um ponto de inflexão histórico.
João Araújo não recuou — comprou a empresa da própria família.

O negócio totalizou cerca de R$ 500 milhões, somando pagamento direto e assunção de dívidas. Enquanto Silvio Tini optava por judicializar disputas e questionar decisões passadas, João José Oliveira Araújo concentrava energia em crescimento, profissionalização e expansão.

O contraste ficou claro:

• Silvio Tini de Araújo → conflito, litígio, ruptura e desgaste reputacional.
• João Araújo → construção, investimento, governança e expansão.

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Não se trata de personalizar o debate — mas de reconhecer trajetórias opostas.

O nascimento do Grupo Buritipar

A criação do Grupo Buritipar foi o passo seguinte dessa visão estratégica.
João Araújo entendeu que depender de uma única commodity era arriscado e estruturou uma holding diversificada, conectando mineração, metalurgia, logística e agronegócio.

A entrada na Paranapanema (cobre) revelou sofisticação estratégica: enquanto mineradoras sofrem em ciclos de baixa, indústrias transformadoras mantêm margens mais estáveis. Paralelamente, o investimento em potássio buscou reduzir a dependência do Brasil de fertilizantes importados.

A logística tornou-se outro pilar central. Sob a orientação de João José Oliveira Araújo, o Grupo Buritipar integrou portos, áreas de transbordo e frota própria, otimizando rotas Norte–Sul e eliminando gargalos históricos do transporte brasileiro.

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O resultado: menos custo, mais eficiência e maior resiliência financeira.

China, Minmetals e independência estratégica

O capítulo mais ousado veio com a China.

Em 2021, João Araújo firmou contrato com a estatal chinesa Minmetals, envolvendo cerca de US$ 400 milhões em pré-pagamentos para fornecimento de manganês por 10 anos.

O objetivo era claro: reduzir dependência de intermediários, fortalecer o caixa e garantir autonomia estratégica da Buritirama.

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Embora disputas judiciais tenham interrompido parcialmente a execução, o movimento mostrou algo crucial: João José Oliveira Araújo joga no tabuleiro global — e não apenas brasileiro.

Inteligência Artificial, McLaren e visão internacional

Paralelamente à mineração, João Araújo ampliou sua atuação internacional ao integrar o conselho da Salus Optima, empresa europeia de inteligência artificial parceira da McLaren.
Essa experiência reforçou sua visão sobre governança, uso de dados, eficiência e inovação tecnológica, princípios que passaram a orientar decisões dentro do Grupo Buritipar.

Enquanto muitos mineradores ainda pensam no século XX, João José Oliveira Araújo opera com lógica do século XXI.

A batalha no STJ e o legado em construção

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Hoje, João Araújo trava batalhas no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que podem definir o futuro da empresa que salvou. Mas, independentemente do desfecho jurídico, sua marca já está consolidada:

Ele transformou uma mineradora à beira do colapso em uma potência global do manganês.

Enquanto Silvio Tini de Araújo permanece preso a disputas e questionamentos sobre controle patrimonial, João Araújo segue projetando o futuro — como líder, estrategista e empresário de alcance internacional.

O que essa história realmente significa

A trajetória de João José Oliveira Araújo é, acima de tudo, uma história de ruptura criativa:

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• Ruptura com modelos familiares ultrapassados.
• Ruptura com dependência de traders estrangeiros.
• Ruptura com a ideia de que o manganês era secundário.

Sob sua liderança, a Buritirama e o Grupo Buritipar tornaram-se símbolos de eficiência, estratégia e ambição empresarial moderna.

Se há uma lição nessa história, ela é clara:

Em ambientes de alta complexidade, liderança não se herda — se constrói.

E João Araújo construiu a sua com coragem, cálculo e visão.

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AGU cobra 17 plataformas de bets por gastos do SUS com danos causados por jogos

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Ação na Justiça Federal em Pernambuco pede reparação mínima de R$ 1 bilhão por danos morais coletivos e restituição em dobro de valores apostados por pessoas com ludopatia

A Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou nesta segunda-feira (28) que entrou na Justiça para cobrar os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com o tratamento dos danos causados pelos jogos on-line.

 

A ação civil pública foi protocolada na Justiça Federal em Pernambuco contra 17 plataformas de apostas esportivas e pede a reparação mínima de R$ 1 bilhão em danos morais coletivos.

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A AGU também requereu à Justiça a restituição em dobro dos valores apostados por pessoas com ludopatia, sintoma que é caracterizado pelo vício compulsivo em jogos.

 

O órgão citou que os gastos do SUS são maiores que os valores arrecadados pelo governo com os impostos pagos pelas bets, que repassariam cerca de R$ 50 milhões aos cofres públicos.

 

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“As empresas demandadas privatizam proveitos expressivos decorrentes da captação financeira de milhões de apostadores, enquanto transferem para o SUS e para toda a sociedade o custo orçamentário decorrente do adoecimento coletivo”, argumentou a AGU.

 

A advocacia do governo também acrescentou que o modelo de negócio das plataformas é estruturado para maximizar o tempo de engajamento e o volume de apostas, mecanismos que favorecem o vício.

 

“Esses elementos, tecnicamente equivalentes aos utilizados em jogos de azar com potencial reconhecido de geração de dependência, produzem um efeito colateral sistemático: o adoecimento psíquico de parcela significativa dos usuários, sob a forma de ansiedade, quadros depressivos, transtorno do jogo e, em casos extremos, ideação suicida associada ao endividamento”, completou.

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Bets

Mais cedo, entidades que representam as plataformas pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) a derrubada da medida provisória que proibiu a exploração e publicidade dos jogos on-line.

 

Em seguida, a AGU pediu prazo de 72 horas para se manifestar no processo, que será analisado pelo ministro Luiz Fux.

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Governo mantém subsídio ao diesel e amplia fiscalização contra alta de preços

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Medidas incluem benefício de R$ 2,12 por litro, abertura de 70 processos e multas que ultrapassam R$ 700 milhões contra distribuidoras

Em meio ao prolongamento da guerra no Oriente Médio, o governo anunciou nesta segunda-feira (28) novas medidas para tentar conter a alta dos preços dos combustíveis provocada pela elevação da cotação internacional do petróleo, cujo barril permanece acima de US$ 100.

 

Entre as ações estão a manutenção da subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel, anunciada no último sábado, novas fiscalizações em postos e distribuidoras e o aumento das multas para empresas que praticarem condutas consideradas abusivas.

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Subvenção ao diesel

O Ministério da Fazenda publicou, na sexta-feira (25) à noite, a Portaria nº 2.946/2026, que mantém a subvenção de R$ 2,12 por litro de óleo diesel.

 

Com o fim da vigência da Medida Provisória (MP) 1.363, o benefício passa a ser integralmente amparado pela MP 1.391, editada no último dia 11.

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A medida faz parte da estratégia adotada pelo governo para reduzir os efeitos da volatilidade dos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis.

 

Operação Carga Pesada

Outra frente de atuação é a Operação Carga Pesada, que reúne órgãos federais e Procons de todo o país para fiscalizar possíveis aumentos considerados injustificados nas margens de lucro.

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De 21 a 25 de setembro, foram realizadas 241 ações de fiscalização:

 

87 ações da Agência Nacional do Petróleo (ANP);

86 ações dos Procons;

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12 ações da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça;

30 ações conjuntas da ANP com Procons;

26 ações conjuntas da ANP com a Senacon.

A operação foi iniciada após uma reunião emergencial da Senacon com mais de 140 representantes de Procons.

 

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Segundo o governo, a mobilização levou em consideração a alta recente dos combustíveis, dados de fiscalizações anteriores e cerca de 330 denúncias recebidas pela ANP.

 

Setenta processos

Além das novas fiscalizações, a Senacon abriu 70 processos administrativos sancionadores contra postos e distribuidoras.

 

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Os procedimentos foram instaurados a partir de autos de infração encaminhados anteriormente pela ANP.

 

A apuração busca verificar possíveis práticas abusivas relacionadas aos preços dos combustíveis.

 

Multas de R$ 700 milhões

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A ANP também determinou multas que, somadas, ultrapassam R$ 700 milhões contra distribuidoras de combustíveis por elevação abusiva de preços.

 

As penalidades resultam de fiscalizações realizadas anteriormente e de decisões de primeira instância administrativa em processos decorrentes de autos de infração.

 

As empresas ainda podem recorrer das decisões.

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Segundo a ANP, os casos envolvem condutas praticadas durante a vigência das MPs 1.340 e 1.349, que deram à agência atribuição para fiscalizar aumentos considerados abusivos nos preços.

 

Em alguns dos casos analisados, a margem bruta das distribuidoras teria aumentado em mais de 1.350%, segundo as decisões administrativas citadas pelo governo.

 

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Punições maiores

O governo também endureceu as penalidades para determinadas práticas abusivas no setor de combustíveis.

 

A MP 1.393, publicada na sexta-feira (25), alterou o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e estabeleceu multas específicas para infrações cometidas por agentes da cadeia de combustíveis.

 

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Entre as condutas previstas está a elevação de preços sem justa causa. Nesses casos, a multa administrativa poderá variar de R$ 20 mil a R$ 500 milhões.

 

A nova regra determina que, para essas infrações, não será aplicado o limite geral de multa previsto no Código de Defesa do Consumidor.

 

Diesel garantido

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Apesar da pressão sobre os preços internacionais, o governo afirma que o abastecimento de diesel no país está garantido.

 

Para outubro, a demanda estimada é de 3,95 milhões de metros cúbicos, enquanto a oferta confirmada chega a 3,978 milhões de metros cúbicos.

 

O país também dispõe de estoques de aproximadamente 1,97 milhão de metros cúbicos, volume estimado pelo governo como suficiente para cerca de 15 dias de consumo.

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Monitoramento semanal

Desde março, uma mesa coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) acompanha semanalmente o mercado de combustíveis.

 

Participam do grupo órgãos públicos e representantes do setor privado.

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O monitoramento considera, entre outros pontos:

 

cenário internacional do petróleo;

fluxos de importação;

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distribuição de combustíveis;

projeções de demanda;

riscos para o abastecimento nacional.

O acompanhamento tem horizonte de dois meses e busca antecipar eventuais problemas de oferta.

 

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Com as novas medidas, o governo combina a manutenção do subsídio ao diesel com fiscalização de preços, processos administrativos e aumento das penalidades para agentes do setor.

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AGU pede ao STF prazo de 72 horas para se manifestar sobre proibição das bets

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Pedido foi feito após associações do setor acionarem o ministro Luiz Fux para suspender a medida provisória que proibiu a exploração e publicidade de apostas online

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta segunda-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) prazo de 72 horas para apresentar manifestação nas ações nas quais o setor de bets defende a retomada das apostas on-line. 

Segundo a AGU, o prazo é necessário para que os órgãos governamentais envolvidos na regulamentação do setor sejam ouvidos.

Mais cedo, a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram a derrubada da medida provisória que proibiu a exploração e publicidade dos jogos on-line.

As petições foram protocoladas nos processos sobre o tema que estão sob a relatoria do ministro Luiz Fux.

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No mesmo processo, Fux já determinou medidas para impedir que beneficiários de programas sociais façam apostas em sites de bets.

Proibição

De acordo com as regras estabelecidas pela MP, as plataformas têm até o dia 5 de outubro para pagar o saldo remanescente aos apostadores.

A partir de 6 de outubro, os sites e aplicativos de bets são totalmente bloqueados.

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