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11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Colheita de soja avança para 2% no Brasil, aponta AgRural

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Colheita de soja. Foto: Agência Marca Studio Criativo

A colheita da soja no Brasil na safra 2025/26 atingiu 2% da área cultivada até quinta-feira passada, dia 15, segundo levantamento da AgRural divulgado nesta segunda-feira. Na semana anterior, o índice era de 0,6%, e no mesmo período do ano passado alcançava 1,7%.

Mato Grosso tem puxado o ritmo dos trabalhos, beneficiado por aberturas de sol entre chuvas quase diárias, o que tem permitido maior avanço das máquinas no campo. No Paraná, porém, o cenário é diferente: o estado já registra atraso em relação ao ritmo histórico, em função do alongamento do ciclo de parte das lavouras provocado por períodos mais frios e nublados durante o desenvolvimento da soja.

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Apesar dessa diferença regional, a AgRural destaca que as produtividades colhidas até agora em Mato Grosso e no Paraná têm sido muito boas, reforçando a expectativa de uma grande safra nacional. Em outros Estados, a colheita ocorre apenas de forma pontual, ainda em áreas limitadas.

De maneira geral, a safra é considerada promissora em todo o País. Mesmo assim, a consultoria alerta que a irregularidade das chuvas no Rio Grande do Sul e no Matopiba, região que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia, precisa ser acompanhada com atenção, já que essas áreas ainda têm um longo caminho até a definição final da produção.

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Milho

O plantio da safrinha de milho 2026 alcançava 1,1% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil até quinta-feira passada, ante 0,2% uma semana antes e 0,3% um ano atrás, segundo a AgRural. Mato Grosso lidera o avanço, seguido pelo Paraná.

Já a colheita do milho verão 2025/26 atingia 1,6% no Centro-Sul até quinta-feira, contra 0,5% na semana anterior e 4,1% no mesmo período do ano passado. Como é comum nesta época do ano, os trabalhos seguem concentrados principalmente nos três Estados do Sul.

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Recorde de exportações sustenta receita – MAIS SOJA

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O Brasil segue liderando as exportações de soja. As vendas são impulsionadas pela forte demanda global, sobretudo da China. Segundo o Cepea, apesar da pressão exercida pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pelo recuo das cotações domésticas, o bom desempenho das exportações tem sustentado a receita do setor.

Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,35% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,24 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período.

Fonte: Cepea


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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.

O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.

Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.

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A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.

A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.

“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



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Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preço segue em queda com estoque elevado e maior oferta – MAIS SOJA

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Influenciados pela maior oferta, em decorrência da colheita da safra de verão e dos estoques de passagem elevados da temporada 2024/25, os preços do milho seguem recuando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Neste cenário, compradores indicam facilidade na realização de efetivações e aguardam novas baixas.

Segundo o Centro de Pesquisas, parte dos vendedores se mostra mais flexível nas negociações no spot. Com armazéns recebendo lotes da safra de verão (soja e milho) e os estoques de passagem remanescentes da última temporada, há maior necessidade de liberação de armazéns e de formar caixa.

De acordo com pesquisadores do Cepea, as quedas só não foram mais intensas devido à preocupação com o atual clima nas regiões produtoras da segunda safra, já que algumas áreas enfrentam falta de chuva e altas temperaturas. Além disso, a previsão de frentes frias voltou ao radar dos agentes.

Caso isso se confirme, o potencial produtivo das lavouras pode ser reduzido. Até o momento, a Conab estima que serão produzidas 109,11 milhões de toneladas na segunda safra.

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Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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