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Sustentabilidade

Secretaria da Agricultura RS amplia calendário de plantio da soja 

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Reprodução Canal Rural

O Departamento de Defesa Vegetal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDV/Seapi) informou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), nesta quarta-feira (14/1), a ampliação do prazo para o plantio da soja no Rio Grande do Sul até 15 de fevereiro.

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Os produtores que necessitarem realizar, de forma excepcional, o plantio da soja fora do calendário oficial do Estado deverão solicitar autorização à Seapi, por meio de formulário on-line disponível aqui.

O calendário de semeadura da soja estabelecido pelo Mapa para a safra 2025/2026 vai de 1º de outubro de 2025 a 28 de janeiro de 2026, conforme as diretrizes do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja. Entre os fatores que motivaram o pedido de ampliação estão as condições climáticas adversas e o plantio tardio da cultura do milho no Estado. “É uma alternativa relevante para o produtor que de fato precisa deste tempo a mais”, destaca o secretário da Agricultura, Edivilson Brum. 

De acordo com o documento encaminhado ao Mapa, o atraso no plantio das lavouras de milho, em razão das condições climáticas, assim como as chuvas ocorridas em dezembro de 2025 e janeiro de 2026, tendem a retardar a colheita da cultura em algumas situações. “Esses casos justificam a prorrogação do prazo de semeadura em situações pontuais, especialmente nos cultivos de soja em sucessão ao milho, cultura estratégica para o Estado”, observa o diretor do DDV, Ricardo Felicetti.

O DDV disponibiliza os seguintes contatos para sanar dúvidas e prover mais informações: (51) 3288-6294, (51) 3288-6289 e defesavegetal@agricultura.rs.gov.br

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Sustentabilidade

Soja avança com a colheita no PR; feijão e cana-de-açúcar mantêm desenvolvimento favorável

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Foto: Soja Brasil

Segundo o governo do estado do Paraná, o boletim que acompanha as condições de plantio e cultivo de grãos no Paraná aponta que a colheita da safra de verão 2025/26 atingiu 14% da área de soja e 10% da de milho, avançando em meio a um cenário de forte contraste térmico e instabilidade, no fim de janeiro.

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Milho

Em relação ao milho, a primeira safra avança para a fase de maturação e colheita, com produtividades superando as médias históricas em diversas regiões e apresentando grãos de boa qualidade. Simultaneamente, o plantio da segunda safra progride à medida que as áreas de verão são liberadas, apresentando boa germinação inicial.

A colheita de soja já iniciou de forma lenta em alguns núcleos e apresenta ritmo acelerado em outros sob tempo seco, com expectativas de melhoria nas produtividades ao longo do avanço das máquinas. Em algumas regiões, há um cenário de estresse hídrico e altas temperaturas, o que exige manejo qualificado por parte dos produtores.

Feijão

Já a primeira safra de feijão encontra-se com a colheita praticamente concluída em diversas regiões, com mais de 90%, apresentando melhora nos resultados de produtividade e recuperação nos preços. Já a segunda safra enfrenta um cenário diferente e, embora a semeadura tenha iniciado conforme a liberação das áreas, o ritmo de plantio ainda está limitado pela escassez de umidade no solo.

Safra de frutas

No setor de hortaliças e frutas, o impacto do clima e do mercado exige estratégias de adaptação. As hortaliças de campo aberto exigem atenção redobrada à irrigação devido à combinação de altas temperaturas e chuvas abaixo da média. Na região Sul, a safra de maçã apresenta produtividade elevada. E a etapa de colheita da cebola foi finalizada com produtividades alinhadas às expectativas iniciais.

Batata e cana-de-açúcar

As atividades no segmento de batata para a segunda safra concentram-se na etapa de preparo de solo em diversas regiões. O setor mobiliza o maquinário para o recebimento das sementes, monitorando as condições de umidade residual para garantir a germinação adequada nas áreas destinadas ao plantio.

E, por fim, a cultura da cana-de-açúcar mantém um desenvolvimento vegetativo vigoroso, beneficiada por manejos técnicos assertivos. A produção aproveita as janelas de sol e a umidade disponível para o acúmulo de biomassa.

Ainda de acordo com a análise do Departamento de Economia Rural (Deral), baseada em dados meteorológicos do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a semana iniciou com calor intenso superior a 30°C no Oeste e Noroeste, seguido por tempestades severas que cruzaram o estado no fim da semana passada, principalmente na quinta-feira (29). Esse padrão climático exige comprometimento dos produtores para garantir a produtividade final.

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Sustentabilidade

Pesquisa aponta manejo do solo como fator decisivo para a produtividade de soja em anos de pouca chuva

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Reprodução Canal Rural

Uma pesquisa desenvolvida no Rio Grande do Sul avaliou a relação entre a umidade do solo e a produtividade da soja ao longo das últimas décadas. O resultado traz aos produtores o alerta de que a restrição hídrica é mais regra do que exceção, enquanto o manejo do solo faz diferença justamente nos anos em que a chuva não é suficiente para expressar todo o potencial produtivo da cultura.

O estudo foi conduzido pela rede técnica cooperativa, que reúne cerca de 30 cooperativas gaúchas, e analisou as safras de soja entre 1986 e 2024, tendo como referência o município de Cruz Alta, no norte do estado, uma das principais regiões produtoras da oleaginosa. A pesquisa serve de base para a adoção de manejos mais eficientes em safras marcadas pela variabilidade climática.

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Foram avaliadas séries históricas de pluviosidade e sua relação direta com a produtividade da soja sob diferentes sistemas de manejo do solo. A análise mostra que, em situações extremas de falta de água, as possibilidades de resposta agronômica são limitadas. No entanto, há um amplo intervalo de anos em que as chuvas ficam abaixo do ideal, mas não chegam a níveis críticos. É justamente nesse cenário intermediário que práticas adequadas de manejo do solo se tornam determinantes.

Segundo Mário Bianchi, pesquisador da RTC/CCGL, sistemas que favorecem o armazenamento de água no perfil do solo apresentam desempenho superior quando comparados a áreas sem manejo conservacionista. “Práticas como a manutenção da cobertura do solo, o uso de palhada de maior persistência e a preservação da estrutura física do solo ajudam a reduzir perdas de umidade e a garantir melhores condições para o desenvolvimento das plantas. Atualmente, porém, a durabilidade dessa cobertura e a qualidade estrutural do solo são, em média, menores do que em décadas passadas”, explica.

O levantamento utilizou dados da estação meteorológica da CCGL, com uma série histórica de aproximadamente 50 anos. Nesse período, apenas 18 safras registraram volumes de chuva superiores a 800 mm durante o ciclo da soja, evidenciando que a limitação hídrica é uma realidade recorrente no estado.

A pesquisa comparou o cultivo em sistema de plantio direto sem rotação de culturas e com rotação, considerando, para o cálculo da pluviosidade da soja, o acumulado de chuvas entre 1º de novembro e 31 de março. “Os resultados reforçam que a frequência de anos com chuvas plenamente adequadas para altas produtividades é baixa, não apenas em Cruz Alta, mas em grande parte do Rio Grande do Sul, o que torna o manejo do solo uma estratégia essencial para garantir maior estabilidade produtiva”, conclui Bianchi.

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