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Sustentabilidade

Soja/RS: Semeadura entra na reta final com 97% das áreas previstas – MAIS SOJA

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A semeadura da soja atingiu 97% da área. Das lavouras estabelecidas, 21% está em floração e 5% em enchimento de grãos. Os produtores aproveitaram as condições climáticas favoráveis para realizar aplicações de fungicidas com o objetivo de manter a sanidade das lavouras.

As chuvas do período beneficiaram a cultura, proporcionando condições ambientais adequadas ao desenvolvimento das plantas. Os solos têm mantido boas condições de umidade em praticamente todo o Estado, o que, associado ao clima propício, tem proporcionado o desenvolvimento acelerado das plantas. Foram realizadas ressemeaduras pontuais em áreas com problemas de emergência ou tombamento, em função do excesso de chuvas nas semanas anteriores. De forma geral, a formação das lavouras é considerada satisfatória.

Para a Safra 2025/2026 no Rio Grande do Sul, a projeção da Emater/RS-Ascar indica o cultivo de 6.742.236 hectares e produtividade média de 3.180 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, a semeadura se encontra praticamente concluída; restam apenas áreas que serão implantadas após a colheita do milho. Em São Borja, há casos de tombamento de plantas logo após a emergência, associados à ocorrência de sol intenso e a altas temperaturas subsequentes às
chuvas. Em Quaraí, as condições de excesso de umidade no solo resultaram em lavouras com estande abaixo do ideal e atraso nas operações de controle de plantas invasoras. Em Manoel Viana, há registro da presença de lagartas. Em São Gabriel, nas áreas implantadas na segunda quinzena de dezembro, ocorreram problemas pontuais de estabelecimento em razão das chuvas recorrentes.

Diante do cenário climático favorável à ferrugem-asiática, os produtores avaliam ampliar o investimento em fungicidas de maior espectro e residual. Na Campanha, as lavouras apresentam boa germinação e a emergência das áreas plantadas nos últimos dias do período. A semeadura já está concluída nos municípios de Aceguá, Candiota e Dom Pedrito.

Na de Frederico Westphalen, as lavouras apresentam bom estande de plantas e desenvolvimento considerado satisfatório. No período, os trabalhos de campo se concentram no controle de plantas invasoras, sobretudo nas áreas de semeadura mais tardia, bem como na realização de aplicações de fungicidas para a manutenção da sanidade.

Na de Ijuí, as lavouras estão em boas condições, e observam-se plantas com haste principal mais robusta e entrenós levemente mais alongados. No período, houve incremento na emissão de ramos laterais. Há variações no porte de plantas, em alguns cultivos, como resultado da semeadura escalonada, que se tornou necessária devido à redução das chuvas no final de novembro e início de dezembro.

Na de Passo Fundo, 100% da área projetada está semeada, e 30% das lavouras estão em floração. Na de Santa Maria, a semeadura está próxima do fim. Permanecem apenas áreas pontuais a serem semeadas em Cacequi, São Francisco de Assis e São Vicente do Sul. As áreas já implantadas apresentam boa emergência, germinação uniforme e estande de plantas considerado satisfatório. Do ponto de vista fitossanitário, as condições das lavouras estão adequadas. Segue o monitoramento quanto à ocorrência de pragas, doenças e plantas daninhas, especialmente em função do predomínio dos dias quentes e úmidos no período.

Na de Santa Rosa, cerca de 92% da área prevista foi semeada, e 15% desse total estão em floração. As chuvas excessivas ocorridas no final de dezembro de 2025 podem resultar em pequenas perdas. Contudo, considerando que a maior parte das lavouras se encontra em estágios iniciais de desenvolvimento, essas perdas ainda poderão ser parcialmente revertidas.

Os agricultores retomaram a implantação da cultura em áreas onde as condições de solo permitiram a entrada de máquinas. As áreas implantadas no início de novembro apresentaram fechamento significativo do dossel.

Na de Soledade, a atenção dos agricultores se concentrou nos cuidados fitossanitários. Prossegue o controle de plantas invasoras em pós-emergência, especialmente em lavouras de semeadura tardia. Também são realizadas aplicações preventivas de fungicidas, principalmente para o controle da ferrugem-asiática. Até o momento, não há registros significativos de incidência de pragas.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 1,49 %, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 126,18 para R$ 124,30.

Fonte: Emater/RS



 

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Soja avança com a colheita no PR; feijão e cana-de-açúcar mantêm desenvolvimento favorável

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Foto: Soja Brasil

Segundo o governo do estado do Paraná, o boletim que acompanha as condições de plantio e cultivo de grãos no Paraná aponta que a colheita da safra de verão 2025/26 atingiu 14% da área de soja e 10% da de milho, avançando em meio a um cenário de forte contraste térmico e instabilidade, no fim de janeiro.

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Milho

Em relação ao milho, a primeira safra avança para a fase de maturação e colheita, com produtividades superando as médias históricas em diversas regiões e apresentando grãos de boa qualidade. Simultaneamente, o plantio da segunda safra progride à medida que as áreas de verão são liberadas, apresentando boa germinação inicial.

A colheita de soja já iniciou de forma lenta em alguns núcleos e apresenta ritmo acelerado em outros sob tempo seco, com expectativas de melhoria nas produtividades ao longo do avanço das máquinas. Em algumas regiões, há um cenário de estresse hídrico e altas temperaturas, o que exige manejo qualificado por parte dos produtores.

Feijão

Já a primeira safra de feijão encontra-se com a colheita praticamente concluída em diversas regiões, com mais de 90%, apresentando melhora nos resultados de produtividade e recuperação nos preços. Já a segunda safra enfrenta um cenário diferente e, embora a semeadura tenha iniciado conforme a liberação das áreas, o ritmo de plantio ainda está limitado pela escassez de umidade no solo.

Safra de frutas

No setor de hortaliças e frutas, o impacto do clima e do mercado exige estratégias de adaptação. As hortaliças de campo aberto exigem atenção redobrada à irrigação devido à combinação de altas temperaturas e chuvas abaixo da média. Na região Sul, a safra de maçã apresenta produtividade elevada. E a etapa de colheita da cebola foi finalizada com produtividades alinhadas às expectativas iniciais.

Batata e cana-de-açúcar

As atividades no segmento de batata para a segunda safra concentram-se na etapa de preparo de solo em diversas regiões. O setor mobiliza o maquinário para o recebimento das sementes, monitorando as condições de umidade residual para garantir a germinação adequada nas áreas destinadas ao plantio.

E, por fim, a cultura da cana-de-açúcar mantém um desenvolvimento vegetativo vigoroso, beneficiada por manejos técnicos assertivos. A produção aproveita as janelas de sol e a umidade disponível para o acúmulo de biomassa.

Ainda de acordo com a análise do Departamento de Economia Rural (Deral), baseada em dados meteorológicos do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a semana iniciou com calor intenso superior a 30°C no Oeste e Noroeste, seguido por tempestades severas que cruzaram o estado no fim da semana passada, principalmente na quinta-feira (29). Esse padrão climático exige comprometimento dos produtores para garantir a produtividade final.

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Pesquisa aponta manejo do solo como fator decisivo para a produtividade de soja em anos de pouca chuva

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Reprodução Canal Rural

Uma pesquisa desenvolvida no Rio Grande do Sul avaliou a relação entre a umidade do solo e a produtividade da soja ao longo das últimas décadas. O resultado traz aos produtores o alerta de que a restrição hídrica é mais regra do que exceção, enquanto o manejo do solo faz diferença justamente nos anos em que a chuva não é suficiente para expressar todo o potencial produtivo da cultura.

O estudo foi conduzido pela rede técnica cooperativa, que reúne cerca de 30 cooperativas gaúchas, e analisou as safras de soja entre 1986 e 2024, tendo como referência o município de Cruz Alta, no norte do estado, uma das principais regiões produtoras da oleaginosa. A pesquisa serve de base para a adoção de manejos mais eficientes em safras marcadas pela variabilidade climática.

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Foram avaliadas séries históricas de pluviosidade e sua relação direta com a produtividade da soja sob diferentes sistemas de manejo do solo. A análise mostra que, em situações extremas de falta de água, as possibilidades de resposta agronômica são limitadas. No entanto, há um amplo intervalo de anos em que as chuvas ficam abaixo do ideal, mas não chegam a níveis críticos. É justamente nesse cenário intermediário que práticas adequadas de manejo do solo se tornam determinantes.

Segundo Mário Bianchi, pesquisador da RTC/CCGL, sistemas que favorecem o armazenamento de água no perfil do solo apresentam desempenho superior quando comparados a áreas sem manejo conservacionista. “Práticas como a manutenção da cobertura do solo, o uso de palhada de maior persistência e a preservação da estrutura física do solo ajudam a reduzir perdas de umidade e a garantir melhores condições para o desenvolvimento das plantas. Atualmente, porém, a durabilidade dessa cobertura e a qualidade estrutural do solo são, em média, menores do que em décadas passadas”, explica.

O levantamento utilizou dados da estação meteorológica da CCGL, com uma série histórica de aproximadamente 50 anos. Nesse período, apenas 18 safras registraram volumes de chuva superiores a 800 mm durante o ciclo da soja, evidenciando que a limitação hídrica é uma realidade recorrente no estado.

A pesquisa comparou o cultivo em sistema de plantio direto sem rotação de culturas e com rotação, considerando, para o cálculo da pluviosidade da soja, o acumulado de chuvas entre 1º de novembro e 31 de março. “Os resultados reforçam que a frequência de anos com chuvas plenamente adequadas para altas produtividades é baixa, não apenas em Cruz Alta, mas em grande parte do Rio Grande do Sul, o que torna o manejo do solo uma estratégia essencial para garantir maior estabilidade produtiva”, conclui Bianchi.

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