Connect with us
11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Arroz/RS: Emater estima a produtividade da safra gaúcha em 8.752 kg/ha – MAIS SOJA

Published

on


Arroz: A maior parte das áreas no Estado está em desenvolvimento vegetativo. A cultura tem apresentado situação fitossanitária adequada, assim como expectativas boas para a produtividade. Porém, a baixa cotação do arroz no mercado tende a causar uma diminuição da área plantada em comparação com a planejada, e consequente menor produção total.

As chuvas frequentes têm garantido volumes satisfatórios nos reservatórios e cursos d’água, fundamentais nesta fase de alta demanda evaporativa. Os cultivos de ciclo intermediário e tardio, conforme o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), têm recebido tratos culturais, como capina e adubação nitrogenada em cobertura. Durante o período, as equipes se dedicaram intensamente ao manejo da água nos tabuleiros.

A área a ser cultivada está estimada em 920.081 hectares (IRGA). A produtividade prevista inicialmente, em 8.752 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as lavouras continuam apresentando bom potencial produtivo nas primeiras áreas implantadas, que estão alcançando a fase reprodutiva. Os vários dias nublados ou chuvosos são favoráveis o desenvolvimento de doenças fúngicas, demandando aplicações de fungicidas para a proteção das áreas em fase de floração, com ênfase nas cultivares de maior sensibilidade aos patógenos, sobretudo brusone.

As precipitações regulares têm mantido as barragens de Quaraí na capacidade máxima. Em Uruguaiana, alguns produtores realizaram o cultivo em várzeas próximas das margens do Rio Uruguai, considerando a previsão de La Niña, mas ocorreram alagamentos, por breves períodos, em função das chuvas que elevaram o nível do curso d´água. Demais lavouras apresentam excelente aspecto e têm condições de alcançar a produtividade inicialmente estimada.

Advertisement

Na de Pelotas, predomina a fase de desenvolvimento vegetativo, que chega a 90%. Segue o manejo de irrigação, a adubação, o controle de ervas e os tratamentos fitossanitários para pragas e doenças.

Na de Porto Alegre, em Santo Antônio da Patrulha, a cultura está em desenvolvimento reprodutivo, com excelentes estimativas de produtividade. A colheita deve iniciar em abril. Os mananciais estão bem abastecidos para o manejo da lâmina d’água, e a preocupação dos produtores no momento são os tratos culturais e a aplicação de defensivos. A área semeada no município chega a cerca de 11.000 hectares.

Na de Santa Maria, a área estimada inicialmente de 124.415 hectares tende a não se confirmar integralmente devido ao acesso ao crédito rural e à baixa rentabilidade da cultura
no momento, fatores que tem levado parte dos produtores a reduzirem a área semeada. No momento, a maior parte das lavouras se encontra no estádio de desenvolvimento vegetativo (76%), 19% das áreas em floração e 5% em início de enchimento de grãos, fases que demandam atenção quanto ao manejo hídrico e fitossanitário.

Na de Soledade, parte da área iniciou a fase reprodutiva, e a maioria das lavouras estão no estádio vegetativo. O verde característico da cultura começa a dominar a paisagem dos cultivos, indicando a boa condução bem como manejo nutricional e fitossanitário. Estão 75% das áreas em desenvolvimento vegetativo e 15% em florescimento.

Comercialização (saca de 50 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 1,59%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 53,99 para R$ 53,13.

Advertisement

Fonte: Emater/RS



Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

El Niño 2026 deve elevar umidade dos grãos e pressionar safra de inverno no Sul do país – MAIS SOJA

Published

on


O retorno do El Niño ao radar climático em 2026 acende um alerta importante para o agronegócio brasileiro, especialmente para as culturas de inverno no Sul do país. Com até 87% de probabilidade de formação no segundo semestre, o fenômeno deve alterar o regime de chuvas e aumentar a incidência de umidade durante o período de desenvolvimento e colheita de culturas como trigo, cevada, aveia e canola.

Dados levantados pela MOTOMCO, referência em tecnologia de medição de umidade de grãos no agronegócio brasileiro, já indicam um cenário de atenção para o trigo no Rio Grande do Sul. Com base no histórico de mais de 8 mil cargas monitoradas pelo Sistema de Gestão de Umidade (SGU), a empresa projeta aumento no teor médio de umidade dos grãos no momento do recebimento da próxima safra, passando de 16,7% para 17,5% — uma elevação estimada de aproximadamente 4,8% em relação ao ciclo anterior.

Além disso, análises realizadas a partir do comportamento recente das lavouras apontam para uma redução estimada de 17% na área plantada de trigo em uma cooperativa gaúcha, reflexo direto das condições climáticas adversas ao longo do ciclo. A produtividade também deve apresentar queda: a média projetada para a próxima safra é de 2.742 kg/ha, abaixo dos 3.230 kg/ha registrados anteriormente.

Segundo o engenheiro agrônomo da MOTOMCO, Roney Smolareck, o principal desafio trazido pelo El Niño não é apenas o excesso de chuva, mas a dificuldade operacional e de tomada de decisão no campo.

Advertisement

“O produtor deixa de trabalhar com uma janela bem definida e passa a lidar com decisões muito mais rápidas. Quando não há informação precisa, ele acaba reagindo ao clima, e não se antecipando a ele — e isso normalmente resulta em perda de qualidade e de valor”, explica. 

Embora o fenômeno tenha comportamento diferente em cada região do Brasil, o Sul historicamente sofre com excesso de precipitações durante eventos de El Niño. Já áreas do Norte e parte do Centro-Oeste podem registrar redução na intensidade das chuvas.

“O Brasil é muito grande para tratar o El Niño como um padrão único. O excesso de chuva em uma região pode significar escassez em outra. Por isso, o produtor precisa olhar para o comportamento climático da sua região e monitorar o cenário de forma contínua”, afirma Smolareck.

Excesso de chuva cria dilema entre colher ou perder

No caso dos cereais de inverno, o excesso de umidade durante o ciclo pode comprometer diretamente a qualidade do grão e a eficiência operacional da colheita. “O aumento das chuvas favorece doenças fúngicas, eleva a incidência de grãos ardidos e manchados e reduz indicadores importantes de qualidade, como o peso hectolitro. Em situações mais críticas, pode ocorrer germinação ainda na espiga ou panícula”, explica o agrônomo.

Advertisement

Além dos impactos na qualidade, o excesso de água no solo também reduz a janela operacional de colheita e dificulta a entrada das máquinas nas lavouras. Esse cenário cria um dilema frequente em anos de maior instabilidade climática: colher com umidade acima do ideal ou esperar e correr riscos ainda maiores no campo. Segundo Smolareck, em muitos casos o produtor acaba antecipando a colheita para evitar perdas mais severas causadas pela permanência prolongada da cultura exposta à chuva.  

Exemplo prático de medição realizada em tempo real pelo aparelho de monitoramento Connect, da MOTOMCO. (Foto: MOTOMCO/Divulgação)

Além da lavoura, o impacto também chega ao pós-colheita. Em operações de armazenagem, pequenas variações na medição de umidade podem gerar perdas financeiras relevantes ao longo do ciclo.

Por exemplo, se uma unidade armazenadora opera com um silo de 70.000 mil sacas de trigo e uma medição imprecisa gera desvio de 0,05 % ao longo da operação, a perda pode equivaler a aproximadamente 70.000 sacas. Considerando a saca de trigo no Rio Grande do Sul em torno de R$ 75,84, esse erro pode representar cerca de R$ 265,440 mil em perda financeira em um único silo.

Por isso, segundo Smolareck, a capacidade de monitorar a umidade em tempo real ganha importância estratégica tanto no campo quanto na armazenagem. “O produtor passa meses conduzindo a lavoura e erra justamente no momento mais crítico, que é a colheita, por falta de informação. Ele entrega o produto e só depois entende o impacto da umidade no valor recebido”, afirma. “Por isso, em anos de El Niño, a diferença entre lucro e prejuízo muitas vezes começa na precisão da medição da umidade”, conclui Smolareck.

Fonte: Assessoria de imprensa MOTOMCO

Advertisement

undefined


 

Continue Reading

Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Recorde de exportações sustenta receita – MAIS SOJA

Published

on


O Brasil segue liderando as exportações de soja. As vendas são impulsionadas pela forte demanda global, sobretudo da China. Segundo o Cepea, apesar da pressão exercida pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pelo recuo das cotações domésticas, o bom desempenho das exportações tem sustentado a receita do setor.

Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,35% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,24 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período.

Fonte: Cepea


FONTE
Advertisement

Autor:Cepea

Site: Cepea

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

Published

on


O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.

O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.

Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.

Advertisement

A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.

A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.

“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



FONTE
Advertisement

Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT