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Sustentabilidade

Produção de grãos caminha para novos recordes, aponta 4º levantamento da Conab

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Foto: CNA

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, nesta quinta-feira, 15 de janeiro, o 4º levantamento da safra de grãos 2025/26, apontando que o Brasil segue no caminho de superar os resultados do ciclo anterior. Os dados projetam crescimento de 0,3 por cento na produção total de grãos e avanço de 2,6 por cento na área cultivada em relação à safra 2024/25.

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Pelas estimativas, as principais culturas do país devem alcançar 353,1 milhões de toneladas, cultivadas em 83,9 milhões de hectares. Isso representa um acréscimo de 987,5 mil toneladas e 2,1 milhões de hectares frente ao ciclo passado.

A produção permanece concentrada no Centro-Sul, responsável por 84,2%, ou 297,3 milhões de toneladas. A região Centro-Oeste segue como principal polo produtivo, com 174,5 milhões de toneladas, quase metade de toda a safra brasileira. O Norte e Nordeste, juntos, devem produzir 55,8 milhões de toneladas, equivalente a 15,8 por cento do total.

Soja

Para a soja, a Conab projeta 176,1 milhões de toneladas, alta de 2,7 por cento, ou 4,6 milhões de toneladas a mais que na safra anterior. A área plantada cresce 2,8 por cento, passando de 47,4 milhões para 48,7 milhões de hectares. Apesar disso, a produtividade deve ficar praticamente estável, com leve recuo de 0,1 por cento, influenciada por chuvas irregulares no Mato Grosso do Sul e limitações de solos arenosos em partes de Goiás.

Milho

No milho, somadas as três safras, a área total deve chegar a 22,7 milhões de hectares, aumento de cerca de 871,8 mil hectares. Ainda assim, a produção tende a cair 1,5 por cento, para 138,9 milhões de toneladas, reflexo de eventos climáticos adversos na região Sul e estiagem inicial em Minas Gerais. A produtividade média também recua, de 6.457 para 6.114 quilos por hectare.

Sorgo

O sorgo segue em expansão no país. A produção deve subir 9,2 por cento, para 6,7 milhões de toneladas, com aumento de 11,3 por cento na área plantada, que passa de 1,6 milhão para 1,8 milhão de hectares. A maior parte do cultivo ocorre na segunda safra, após a colheita da soja.

No girassol, impulsionado pela demanda por óleo vegetal e biodiesel, a produção estimada é de 101,9 mil toneladas, alta de 1,5 por cento. A área plantada cresce 3,1 por cento, para 63,8 mil hectares, mas a produtividade deve recuar ligeiramente em função das condições climáticas no Rio Grande do Sul.

A mamona apresenta um dos desempenhos mais positivos do levantamento. A produção projetada salta de 100 mil para 147,4 mil toneladas, com aumento de 9,3 por cento na área e avanço expressivo de 34,8 por cento na produtividade, beneficiada por boas condições climáticas na Bahia e pela maior demanda por óleo de rícino.

Demais culturas

Entre as demais culturas de verão, o algodão deve ter redução de 2,8 por cento na área, totalizando 2 milhões de hectares, com produção de 3,8 milhões de toneladas de pluma. O amendoim tem leve queda de produção, para 1,1 milhão de toneladas, e pequeno aumento de área. O arroz registra retração tanto em área quanto em produção, especialmente no sistema de sequeiro.

O feijão, somando as três safras, deve totalizar cerca de 3 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo do ciclo anterior. Já o gergelim mantém estabilidade em produção e área.

No segmento de inverno, a safra 2025 de trigo foi encerrada com 7,9 milhões de toneladas, resultado considerado positivo apesar da redução de área, graças a boas produtividades.

No mercado, a Conab revisou para cima as exportações de grãos, agora estimadas em 41,5 milhões de toneladas, diante da oferta abundante e da demanda externa aquecida. O consumo interno também cresce, especialmente pelo maior uso do milho na produção de etanol.

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Sustentabilidade

Preços da soja recuam com expectativa de safra recorde e real valorizado

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Divulgação CNA

Os preços da soja em grão encerraram o mês de janeiro em queda no mercado brasileiro. Segundo pesquisadores do Cepea, o enfraquecimento das cotações está ligado às expectativas de uma oferta recorde no Brasil, à demanda doméstica limitada e à valorização do real frente ao dólar.

De acordo com o centro de pesquisas, o movimento cambial reduziu a competitividade da soja brasileira no mercado internacional. Com o real mais valorizado, parte dos compradores externos passou a priorizar a soja norte-americana, afastando demandantes do produto brasileiro.

Colheita avança, mas falta de umidade preocupa produtores do Sul

No campo, as atividades de colheita da soja avançam de forma gradual em diferentes regiões do país. No entanto, colaboradores consultados pelo Cepea indicam que os níveis de umidade do solo seguem abaixo do ideal em áreas do Sul do Brasil, principalmente em lavouras semeadas mais tardiamente.

Essa condição mantém os produtores em estado de alerta, diante do risco de impacto sobre o desenvolvimento das lavouras. As previsões climáticas apontam para chuvas mais abrangentes nos próximos dias, o que pode contribuir para a melhora do balanço hídrico e trazer alívio às áreas afetadas.

Mato Grosso lidera colheita da soja no país

Dados da Conab mostram que a colheita da soja alcançou 6,6% da área nacional até o dia 24 de janeiro. O percentual supera os 3,2% registrados no mesmo período da safra passada.

Mato Grosso segue à frente nos trabalhos de campo, com 19,7% da área colhida até a data, avanço expressivo em relação aos 3,6% observados no mesmo intervalo do ciclo anterior.

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Sustentabilidade

Sistema Farsul mantém negociações sobre royalties da soja – MAIS SOJA

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As questões que envolvem a cobrança de royalties da soja no Rio Grande do Sul foram tema de reunião entre representantes do Sistema Farsul e da Bayer. As conversas giraram, especialmente, em torno do Termo de Compromisso do Programa Pré-Certifica RS, e sobre as dificuldades geradas pela alteração de compreensão das cargas a serem analisadas na entrega dos grãos e cerealistas e cooperativas. Além das medidas implementadas por empresas do grupo Cultive Biotec, a mudança nos padrões da multa de 7,5% na moega para produtores que não realizaram pagamento prévio de royalties na safra 2025/2026 também esteve em debate.

No encontro, o Sistema Farsul reiterou sua posição de respeito aos direitos de propriedade industrial. Entretanto, a entidade reforçou seu posicionamento de jamais ter anuído ou concordado com o percentual de 7,5%, que está sendo aplicado de forma unilateral pelas empresas de biotecnologia. A entidade também questiona a falta de clareza no Termo de Compromisso e do comunicado expedido que trazem insegurança ao produtor que assinar o documento.

A Federação aguarda para a próxima semana o anúncio de ajustes nos procedimentos das empresas e irá dar continuidade nas tratativas em relação a aplicação da multa e seu percentual.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Em queda, Indicador volta à casa dos R$ 65/sc – MAIS SOJA

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No encerramento de janeiro, o Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa seguiu em queda e voltou a operar na casa dos R$ 65 por saca de 60 kg, patamar que não era verificado desde o final de outubro de 2025. Segundo pesquisadores do Cepea, a liquidez esteve baixa no período, tendo em vista que compradores priorizaram o consumo de estoques negociados antecipadamente e realizaram aquisições apenas de forma pontual.

Do lado da oferta, parte dos produtores com receio de novas desvalorizações e com necessidade de liberação de armazéns esteve mais flexível nos valores. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, tipicamente, a colheita da soja e a maior demanda por fretes para a oleaginosa chegam a sustentar os valores de milho durante as primeiras semanas do ano.

No entanto, em 2026, um dos fatores que tem impedido reações nos preços é o fato de os estoques de milho estarem muito elevados – são estimados em 12 milhões de toneladas neste início de temporada, contra 1,8 milhão de toneladas em 2025, e acima da média das últimas cinco safras, de 9,2 milhões de toneladas.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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