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24 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Produtividade do milho como chave para sucesso do agricultor: IHARA se une às principais consultorias do Brasil para o GETAP 2026 – MAIS SOJA

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A IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, anuncia sua participação no GETAP 2026, concurso nacional de produtividade para o milho inverno. A iniciativa será conduzida em escala de campo nas principais regiões produtoras de milho segunda safra no Brasil e tem como objetivo mensurar, de forma técnica e auditada, a eficiência de diferentes estratégias de manejo na construção e proteção do potencial produtivo da cultura, evidenciando a relação direta entre manejo, produtividade e rentabilidade.

As áreas participantes serão acompanhadas pelas principais consultorias agronômicas do País, reunidas no grupo conhecido internamente na IHARA como Shogun. Ao longo de todo o ciclo da cultura, as lavouras contarão com recomendação técnica das consultorias, incluindo a adoção do herbicida ÁPICE, do inseticida ZEUS e do fungicida FUSÃO EC. A produtividade final será auditada pela curadoria do GETAP, e os resultados consolidados serão divulgados em novembro, após o encerramento do ciclo nacional do milho.

Segundo o idealizador do projeto GETAP, Anderson Galvão, a iniciativa representa um avanço relevante no entendimento do potencial produtivo do milho no Brasil, cultura que responde por uma parcela significativa da renda do agricultor e pode representar quase metade da margem da propriedade. “O GETAP é um fórum técnico voltado à discussão e à validação das melhores práticas agronômicas, envolvendo gestão, tecnologias aplicadas e manejo. A participação da IHARA fortalece esse movimento ao apoiar os agricultores com soluções tecnológicas que contribuem para elevar os níveis de produtividade”, destaca Galvão.

Para o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Valdumiro Garcia, o milho segunda safra tem papel estratégico para a prosperidade da agricultura brasileira. “A participação da IHARA no GETAP 2026 reforça a proposta da empresa de validar suas soluções com dados técnicos, em condições reais de campo, contribuindo para o aumento da produtividade e da rentabilidade do agricultor. Esse projeto traduz a forma como a IHARA enxerga a agricultura: baseada em ciência, manejo eficiente, parcerias sólidas e resultados consistentes. Ao lado do GETAP e das principais consultorias do agro, avançamos na geração de conhecimento aplicado ao campo”, ressalta Garcia.

Entre as consultorias participantes do projeto em parceria com a IHARA está a Terram. Para o sócio-diretor da empresa, Diemerson Ragagnin, com sede no sudoeste goiano e atuação em todo o cerrado brasileiro, mesmo na segunda safra de milho, ainda há um grande potencial a ser explorado em termos de produtividade e eficiência agronômica. “Participar do GETAP, em parceria com a IHARA, é uma forma prática de avaliar os resultados proporcionados por diferentes tecnologias de produção, sem deixar de lado, os custos envolvidos e o retorno sobre o investimento”, enfatiza Ragagnin.

Também integra o projeto o consultor da JF Consultoria, Jerley Fernando Alves Lima,  que atua em uma das principais regiões produtoras de milho do País, ao longo da BR 163. Segundo ele, a produtividade é um fator decisivo para a sustentabilidade econômica da atividade. “A iniciativa permite avaliar, em condições reais, até onde é possível elevar a produtividade do milho segunda safra, sempre considerando a eficiência econômica da operação”, comenta.

Produtividade como fator decisivo de rentabilidade

De acordo com a Agroconsult, as projeções iniciais da safra 2025/26 indicavam um cenário de preços de commodities agrícolas pressionados pela ampla oferta e pelo temor de uma recessão global. No entanto, esse comportamento vem apresentando melhora consistente nos últimos meses, superando as expectativas iniciais do mercado. No caso do milho, os preços têm sido sustentados pela demanda interna, com destaque para o avanço do consumo pelas destilarias de etanol no País. As margens do milho segunda safra devem se aproximar dos níveis observados em 2024/25. A diferença é que, na safra passada, as produtividades recordes garantiram margens mais confortáveis. Para o milho segunda safra, a produtividade será determinante na composição da margem do agricultor e pode ser o divisor de águas entre uma operação que gera lucro ou prejuízo.

Para que esse potencial produtivo se traduza efetivamente em resultado econômico ao produtor, a cultura do milho precisa superar desafios agronômicos cada vez mais complexos. O avanço de plantas daninhas resistentes, aliado ao aumento da pressão de pragas e doenças, tem prejudicado o atingimento da produtividade, que beneficiaria a rentabilidade do agricultor.

Estudos técnicos indicam que a matocompetição causada por espécies como capim-amargoso, capim-pé-de-galinha, soja tiguera, corda-de-viola e trapoeraba pode comprometer até 80% da produtividade. A cigarrinha-do-milho, por sua vez, pode provocar perdas de até 70% em lavouras suscetíveis, enquanto o percevejo barriga-verde gera danos significativos que afetam tanto o desempenho produtivo quanto a rentabilidade. Entre as principais doenças relatadas estão ferrugem-polisora, manchas foliares, mancha-de-phaeosphaeria e cercosporiose, que, em  híbridos sensíveis, podem resultar em perdas entre 8 e 10 sacas por hectare na ausência de controle adequado.

“Quando a produtividade impacta diretamente a rentabilidade do cultivo, o manejo adequado de plantas daninhas, doenças e insetos deixa de ser apenas uma estratégia produtiva e passa a ser um pilar essencial para garantir a segurança alimentar e a competitividade do Brasil, assegurando o papel fundamental do milho na economia nacional e global”, afirma o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA.

Manejo eficiente para proteção da produtividade

Para enfrentar esse cenário, os campos do projeto contarão com soluções estratégicas do portfólio da IHARA, com destaque para ÁPICE, ZEUS e FUSÃO EC, tecnologias desenvolvidas para proteger o potencial produtivo do milho ao longo de todo o ciclo.

O ÁPICE é um herbicida pós-emergente com eficácia comprovada no controle de plantas daninhas de difícil manejo, como capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e soja tiguera, alvos que já apresentam resistência a diversos herbicidas amplamente utilizados na cultura. Com tecnologia exclusiva, o produto oferece amplo espectro de controle de gramíneas e folhas largas. Sua formulação pronta para uso elimina a necessidade de misturas em tanque, garantindo maior segurança operacional e eficiência no campo.

No manejo de pragas, o inseticida ZEUS tem apresentado resultados consistentes no controle da cigarrinha-do-milho e do percevejo barriga-verde. Com ação por contato e ingestão, efeito de choque e ação residual prolongada, a tecnologia assegura proteção efetiva mesmo em condições adversas. Resultados de performance em estudos sob condições de campo auditados por consultorias independentes indicam uma entrega duas vezes mais eficiente no controle do percevejo barriga-verde em comparação a outros inseticidas.

Já o FUSÃO EC, fungicida da IHARA, atua de forma preventiva e curativa no controle das principais doenças do milho, como ferrugem-polisora, cercosporiose e manchas foliares. Sua rápida absorção e translocação sistêmica garantem desempenho mesmo em cenários de chuvas frequentes, quando as janelas de aplicação são mais curtas. De acordo com os resultados de controle, o produto apresentou incremento de mais de 14 sacas por hectare em ensaios contratados junto a instituições, quando comparado a outros tratamentos disponíveis no mercado.

“Mais do que apresentar tecnologias, buscamos contribuir de forma concreta para a tomada de decisão do agricultor, demonstrando, com resultados consistentes e auditados, como o manejo adequado impacta diretamente a produtividade e a rentabilidade do milho segunda safra”, finaliza Valdumiro.

Sobre a IHARA

A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que há 60 anos leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa como uma marca que tem a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais somando mais de 60 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA. 

Fonte: Assessoria de Imprensa IHARA



 

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Sustentabilidade

Bioestimulantes auxiliam no estabelecimento da soja? – MAIS SOJA

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O número de plantas por área constitui um dos principais componentes da produtividade da soja. Nesse contexto, o estabelecimento adequado da lavoura, caracterizado por uma população de plantas compatível com o ambiente e distribuída de forma uniforme, é fundamental para o alcance de elevadas produtividades. Para isso, atributos fisiológicos das sementes, especialmente germinação e vigor, desempenham papel central, uma vez que determinam, em grande parte, a capacidade de estabe0lecimento do estande e a uniformidade inicial da cultura.

Considerando a importância desses atributos, a utilização de sementes com elevados índices de germinação e vigor representa uma das estratégias mais seguras para garantir o adequado estabelecimento da soja. Entretanto, em algumas situações, sementes salvas ou submetidas a períodos prolongados de armazenamento podem apresentar redução da qualidade fisiológica, comprometendo a germinação, a emergência e, consequentemente, a obtenção da população de plantas desejada no campo.

Além da qualidade das sementes, condições climáticas e ambientais adversas exercem forte influência sobre os processos de germinação e emergência das plântulas. Temperaturas inadequadas, excesso ou déficit hídrico, compactação do solo e outras condições desfavoráveis podem reduzir a velocidade e a uniformidade da emergência, resultando em estandes desuniformes e maior dificuldade para alcançar o potencial produtivo da lavoura.

Nesse contexto, o uso de bioinsumos com propriedades bioestimulantes tem ganhado espaço como uma estratégia complementar para favorecer o estabelecimento da cultura, especialmente em ambientes sujeitos a condições adversas. Esses produtos podem atuar sobre processos fisiológicos relacionados à germinação, emergência e desenvolvimento inicial das plantas, contribuindo para maior uniformidade e melhor estabelecimento do estande.

Tradicionalmente, os bioestimulantes são empregados principalmente via aplicação foliar, sobretudo após a ocorrência de estresses ambientais ou climáticos, com o objetivo de estimular a recuperação das plantas e reduzir os impactos negativos dessas condições. Entretanto, pesquisas recentes têm buscado ampliar sua utilização, avaliando a associação de determinados bioestimulantes ao tratamento de sementes e ao processo de estabelecimento inicial da soja. Essa abordagem busca explorar seus potenciais efeitos benéficos desde as primeiras etapas do desenvolvimento da cultura, período determinante para a formação de uma lavoura uniforme e produtiva.

Conforme observado por Elsenbach et al. (2017), o emprego de um bioestimulante composto por cinetina, ácido giberélico e ácido indolbutírico no tratamento de sementes, contribui para o incremento de comprimento da parte aérea de plântulas de soja tratadas com esse bioestimulante, além de contribuir para a melhoria de características fisiológicas das plântulas e sementes.

Resultados em sementes de baixo vigor

Os resultados do uso de substâncias bioestimulantes no tratamento de sementes são ainda superiores em lotes com menor qualidade. Ao avaliar a emergência e o crescimento inicial das plântulas de soja em resposta à aplicação de doses de um biopotencializador (Crop Evo®) a base de extrato de algas e aminoácidos constituído de carbono orgânico total (C), nitrogênio (N), enxofre (S), boro (B), cobalto (Co), ferro (Fe), cobre (Cu), manganês (Mn), molibdênio (Mo) e zinco (Zn), Machado et al. (2026) observaram que, em lotes com baixo vigor (abaixo de 75), a substancia adicionada no tratamento de sementes surtiu efeitos benéficos que contribuíram para um melhor estabelecimento das plantas. Já nos lotes de alto vigor (acima de 90%), esses efeitos não foram expressivos.

De acordo com Machado et al. (2026) a porcentagem de emergência e a velocidade de emergência das plântulas de soja oriundas de sementes de baixo vigor foi influenciada significativamente pelas doses de biopotencializador aplicadas no tratamento das sementes. No entanto, a aplicação de doses de biopotencializador não influenciou significativamente a porcentagem de emergência e a velocidade de emergência das plântulas de soja oriundas de sementes de alto vigor.

Para as sementes de baixo vigor, a máxima porcentagem de emergência (91,2%) e o maior índice de velocidade de emergência das plântulas de soja (14,3 plântulas dia–1) foram obtidos, respectivamente, com a utilização de 11,9 e 11,7 mL kg–1 de biopotencializador no tratamento das sementes (Figuras 1A e 1B). Para as sementes de alto vigor, a porcentagem média de emergência das plântulas de soja foi de 94,4%, ao passo que o valor médio do índice de velocidade de emergência foi de 14,7 plântulas dia–1 (Machado et al., 2026).

Figura 1. Efeito das doses do biopotencializador Crop Evo® aplicadas no tratamento das sementes sobre a porcentagem de emergência (A) e índice de velocidade de emergência (B) das plântulas de soja oriundas de sementes de baixo e alto nível de vigor. DMS: diferença mínima significativa.
Crop Evo® = bioinsumo a base de extrato de algas e aminoácidos constituído de carbono orgânico total, nitrogênio, enxofre, boro, cobalto, ferro, cobre, manganês, molibdênio e zinco.
Fonte: Machado et al. (2026)

Estes resultados reforçam os efeitos benéficos e a aptidão dos bioinsumos bioestimulantes na tratamento de sementes da soja, principalmente sobre a emergência das plântulas de soja oriundas das sementes de baixo vigor, contribuindo para um melhor estabelecimento da soja. Vale destacar que para lotes de alta germinação e vigor, o estudo conduzido por Machado et al. (2026) não encontrou resultados significativos em função da adição de bioestimulantes no tratamento de sementes.

Confira o estudo completo de Machado e colaboradores (2026) clicando aqui!


Veja mais: Uso de Ascophyllum nodosum (L.) em soja



Referências:

ELSENBACH, H. et al. EFEITO DO BIOESTIMULANTE NO DESENVOLVIMENTO DE PLÂNTULAS DE SOJA. Anais do 9º SALÃO INTERNACIONAL DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO – SIEPE, Universidade Federal do Pampa, 2017. Disponível em: < https://guri.unipampa.edu.br/uploads/evt/arq_trabalhos/14414/seer_14414.pdf >, acesso em: 24/08/2026.

MACHADO, A. F. et al. CRESCIMENTO INICIAL DE PLANTAS DE SOJA COM A APLICAÇÃO DE BIOPOTENCIALIZADOR EM SEMENTES DE BAIXO E ALTO VIGOR. Trends in Agricultural and Environmental Sciences, 2026. Disponível em: < https://editorapantanal.com.br/journal/index.php/taes/pt_BR/article/view/40 >, acesso em: 24/08/2026.

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Sustentabilidade

Inspeções de soja para exportação nos EUA sobem 43% na semana, aponta USDA

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O volume de soja inspecionado para exportação nos portos dos Estados Unidos somou 420.895 toneladas na semana encerrada em 20 de agosto, alta de 43% ante a semana anterior. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (24) pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). No mesmo período, as inspeções de milho e trigo recuaram na comparação semanal.

Segundo o USDA, o milho alcançou 1,296 milhão de toneladas inspecionadas para exportação, queda de 33,3% em relação à semana anterior. No trigo, o volume foi de 425.668 toneladas, recuo de 17,2% no mesmo intervalo.

Na comparação com igual semana do ano passado, os embarques de soja avançaram 6,92%, saindo de 393.654 toneladas para 420.895 toneladas. O milho recuou 3,16%, de 1.338.532 toneladas para 1.296.271 toneladas. Já o trigo caiu 59,3%, de 1.047.092 toneladas para 425.668 toneladas.

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No acumulado do ano comercial, o milho registra 82.281.525 toneladas inspecionadas, volume 25,5% superior ao observado em igual período do ciclo anterior, de 65.559.108 toneladas. A soja soma 40.482.275 toneladas, 17,9% abaixo das 49.318.778 toneladas verificadas no ano-safra anterior.

Para o trigo, o acumulado chega a 4.336.899 toneladas, ante 5.866.384 toneladas no ciclo anterior, o que representa retração de 26,1%.

O relatório semanal de inspeção dos embarques considera os volumes de grãos inspecionados no ano-safra iniciado em 1º de junho de 2026 para o trigo e em 1º de setembro de 2025 para milho e soja.

Na semana encerrada em 20 de agosto, o relatório do USDA mostrou avanço nas inspeções de soja para exportação nos Estados Unidos e recuo nos volumes de milho e trigo, enquanto o acumulado do ano comercial segue acima do ciclo anterior para milho e abaixo para soja e trigo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Demanda firme leva Indicadores aos maiores patamares desde abril/23 – MAIS SOJA

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As cotações da soja registraram alta expressiva no mercado brasileiro nos últimos dias, impulsionadas pela maior procura, tanto doméstica quanto externa, e pela retração de vendedores. O movimento levou os Indicadores CEPEA/ESALQ – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná aos maiores patamares nominais diários desde abril de 2023.

De acordo com o Centro de Pesquisas, a demanda externa segue aquecida, sobretudo da China. No mercado doméstico, indústrias brasileiras vêm intensificando as aquisições para recompor e garantir os estoques. Ao mesmo tempo, vendedores estão mais retraídos, o que limita a disponibilidade de lotes no mercado spot.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que a cautela dos vendedores está relacionada às incertezas quanto à oferta global da safra 2026/27, especialmente diante dos possíveis impactos do El Niño.

Ainda de acordo com o Cepea, esse cenário também impulsionou os preços externos, reforçando as altas no mercado brasileiro.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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