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Paraná tem mais de 80% das lavouras de soja em boas condições, aponta Deral

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou que a maior parte das lavouras de soja da primeira safra 2025/26 apresenta bom desempenho no estado.
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Classificações no estado
Segundo o departamento, o número de lavouras classificadas em boas condições é de 89%, enquanto 10% são consideradas regulares e apenas 1% se enquadra como ruim. A semeadura já foi concluída em 5,778 milhões de hectares, área praticamente estável em relação aos 5,770 milhões de hectares cultivados na safra 2024/25.
Quanto ao desenvolvimento das lavouras, 48% das áreas estão em frutificação, 34% em floração, 14% em crescimento vegetativo e 4% em maturação.
Em relação à semana anterior, os percentuais de condições das lavouras permaneciam os mesmos, com maior concentração das áreas em crescimento vegetativo, floração e frutificação.
Estimativa do Deral
Para a primeira safra de soja 2025/26 do estado, o Deral estima uma produção de 21,962 milhões de toneladas, volume cerca de 4% superior ao registrado na temporada 2024/25. A produtividade média projetada é de 3.802 quilos por hectare, acima dos 3.672 quilos observados no ciclo anterior.
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Agro Mato Grosso
Mato Grosso sobe para a 10ª maior economia do Brasil com PIB de R$ 273 bilhões

Mato Grosso consolidou sua posição entre as maiores economias do país ao alcançar um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 273 bilhões em 2023, último dado consolidado disponível. O resultado representa um salto em relação aos R$ 142,12 bilhões registrados em 2019 e levou o Estado da 13ª para a 10ª colocação no ranking nacional, elevando sua participação na economia brasileira de 1,9% para 2,5%.
O desempenho reflete o crescimento da atividade econômica impulsionado pela expansão do agronegócio, pelo fortalecimento da indústria, pela atração de investimentos e por políticas públicas voltadas à melhoria da infraestrutura, ao incentivo à produção e à geração de empregos.
Em 2023, enquanto o PIB brasileiro cresceu 3,2%, Mato Grosso registrou expansão real de 12,9%, desempenho quase quatro vezes superior à média nacional. O avanço também se refletiu na renda da população, com o Estado passando da sétima para a terceira posição no ranking nacional de PIB per capita.
Segundo o governador Otaviano Pivetta, o resultado é consequência de investimentos voltados à competitividade e ao fortalecimento do ambiente de negócios.
“Os números mostram que Mato Grosso está no caminho certo. Quando o Estado investe em infraestrutura e cria condições para quem quer produzir, a economia responde. Hoje somos a 10ª maior economia do país e seguimos crescendo acima da média nacional. Esse é o resultado de um governo que trabalha para criar oportunidades, e não para atrapalhar quem quer produzir”, afirmou.
Além do crescimento econômico, os programas estaduais de incentivo fiscal também apresentaram resultados positivos. Dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) apontam que, em 2025, para cada R$ 1 em renúncia fiscal concedida pelo Estado foram gerados R$ 4,66 em investimentos privados. Ao todo, a renúncia somou R$ 6,4 bilhões, enquanto os investimentos alcançaram R$ 29,8 bilhões.
Os programas Prodeic, Proder e Proalmat foram responsáveis por estimular novos empreendimentos, fortalecer cadeias produtivas e ampliar a geração de empregos. Entre 2024 e 2025, as empresas beneficiadas aumentaram em 10% o número de trabalhadores, passando de 119.540 para 131.375 empregos. Em comparação com 2020, quando empregavam 73.237 pessoas, o crescimento chega a 79%.
De acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, a reformulação dos incentivos fiscais contribuiu para tornar Mato Grosso mais competitivo.
“Em 2020, os programas de incentivo fiscal foram reformulados para torná-los mais eficientes e alinhados às necessidades do setor produtivo. Essa modernização foi fundamental para criar um ambiente de negócios mais competitivo, atraindo investimentos e gerando um ciclo sustentável de crescimento econômico com emprego e renda em todas as regiões do Estado”, destacou.
O agronegócio segue como principal motor da economia mato-grossense. A produção de soja cresceu de 32,9 milhões para 51,6 milhões de toneladas entre as safras 2018/19 e 2025/26. No mesmo período, a produção de milho avançou de 31,3 milhões para 54,6 milhões de toneladas, enquanto o algodão em pluma passou de 1,8 milhão para 2,7 milhões de toneladas.
A pecuária também mantém posição de destaque, com Mato Grosso liderando o maior rebanho bovino do Brasil desde 2004 e registrando produção anual próxima de 2 milhões de toneladas de carne bovina.
Além das culturas tradicionais, o Estado ampliou a produção de gergelim, que cresceu 465% entre as safras 2018/19 e 2025/26, com aumento de 588% na área plantada. Atualmente, Mato Grosso responde por 73% da produção nacional da cultura, enquanto as exportações do produto aumentaram cerca de 600% entre 2020 e 2025, impulsionadas pela demanda de mercados como China e Índia.
O processo de industrialização também ganhou força nos últimos anos. Mato Grosso se consolidou como o maior produtor brasileiro de etanol de milho, respondendo por 62% da produção nacional. Atualmente, o Estado possui 12 usinas em operação e outras 13 em construção ou anunciadas. A expectativa é de que a produção salte de 6,18 milhões para 15,02 milhões de metros cúbicos até a safra 2033/34.
Para acompanhar essa expansão, o Governo de Mato Grosso investe na ampliação da infraestrutura energética por meio do programa MT Trifásico, que prevê R$ 1,4 bilhão em investimentos até 2030 para implantação de aproximadamente 5 mil quilômetros de novas redes elétricas, fortalecendo o atendimento às indústrias, agroindústrias e empreendimentos produtivos em diversas regiões do Estado.
Fonte: Secom MT
Agro Mato Grosso
Indústria de MT cresce 56% com ambiente favorável aos negócios

Mato Grosso vem consolidando sua posição como uma das economias mais dinâmicas do país. Impulsionado pelo crescimento da produção agropecuária, pela ampliação da infraestrutura e por políticas de incentivo aos investimentos, o Estado tem registrado um avanço significativo da atividade industrial nos últimos anos.
Levantamento da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) mostra que o número de estabelecimentos industriais em atividade no Estado cresceu 56,4% entre 2019 e 2025, passando de 10,8 mil para 16,89 mil unidades. O aumento demonstra o fortalecimento do ambiente de negócios e a expansão da capacidade produtiva estadual, especialmente em segmentos ligados à transformação de matérias-primas produzidas no próprio território mato-grossense.
Segundo o Governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, o crescimento da indústria é resultado de um conjunto de ações voltadas à melhoria do ambiente de negócios, atração de investimentos e ampliação da infraestrutura do Estado.
“Mato Grosso produz muito e tem avançado na verticalização da sua produção. O Estado tem feito a sua parte, sem atrapalhar quem quer investir, produzir e gerar empregos. Temos investido em infraestrutura, ampliado a oferta de energia, garantido segurança jurídica e criado um ambiente favorável aos negócios. O resultado é o crescimento da indústria, a agregação de valor à nossa produção e mais riqueza ficando em Mato Grosso”.
O avanço da indústria tem contribuído para diversificar a economia estadual e agregar valor à produção local, ampliando a participação do setor industrial na geração de riqueza e no desenvolvimento regional.
Incentivos impulsionam novos investimentos
Parte desse crescimento é sustentado por políticas públicas voltadas à atração de investimentos e à expansão da atividade produtiva. Entre os principais instrumentos está o Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), gerido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).
Desde 2020, o acesso aos incentivos fiscais oferecidos pelo programa passou a ocorrer por meio de adesão simplificada, reduzindo etapas burocráticas e tornando mais ágil a entrada das empresas no sistema de benefícios.
O número de empresas participantes do programa saltou de 591 em 2020 para 1.778 em 2025, crescimento de 200,8% no período.
Os investimentos realizados pelas empresas beneficiadas também avançaram. Em cinco anos, o volume aplicado no Estado passou de R$ 6,39 bilhões para R$ 10,7 bilhões, aumento de 67,4%.
Na avaliação de Anderson Lombardi, secretário adjunto de Indústria, Comércio e Incentivos Programáticos da Sedec, os resultados refletem os avanços promovidos no Prodeic, que passou a operar com um modelo mais ágil e menos burocrático para as empresas interessadas em investir no Estado.
“Quando o empresário encontra regras claras, segurança jurídica e menos burocracia, ele investe mais. Os resultados observados nos últimos anos mostram que a simplificação do Prodeic tem contribuído para atrair novos empreendimentos e ampliar a capacidade produtiva da indústria mato-grossense”, afirmou.
Os reflexos dessa expansão também podem ser observados no mercado de trabalho. O número de empregos vinculados às empresas participantes do programa cresceu de 59.942 em 2020 para 80.483 em 2025, representando aumento de 34,3%.
Riqueza gerada pela indústria
Um dos indicadores que ajudam a medir a importância da indústria para a economia é o Valor Adicionado Bruto (VAB), que representa a riqueza efetivamente gerada pelos setores produtivos. O VAB é um dos componentes utilizados para calcular o Produto Interno Bruto (PIB).
No caso da indústria, o chamado PIB Industrial é formado pela soma da riqueza gerada por quatro grandes segmentos: indústrias extrativas, indústrias de transformação, construção civil e os serviços industriais de utilidade pública (SIUP), que incluem atividades como fornecimento de energia elétrica, gás, água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação.
De acordo com os dados mais recentes disponíveis, referentes a 2023, e divulgados no Anuário da Indústria de Mato Grosso 2026, do Observatório de Mato Grosso, da Fiemt, o Estado registrou um PIB industrial de R$ 36,85 bilhões. O resultado correspondeu a 1,52% da indústria nacional e colocou o Estado na 14ª posição entre as unidades da federação.
A maior parcela dessa riqueza foi gerada pelas indústrias de transformação, segmento responsável por converter matérias-primas em produtos industrializados. Em 2023, esse setor movimentou R$ 21,03 bilhões, o equivalente a 57,08% de todo o PIB industrial mato-grossense.
Em Mato Grosso, fazem parte desse segmento atividades bastante presentes no dia a dia da população, como frigoríficos, usinas de etanol de milho, indústrias de processamento de soja e fábricas do setor têxtil ligadas ao algodão. Essas empresas transformam a produção do campo em produtos com maior valor agregado, fortalecendo a economia estadual.
Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, a industrialização tem papel estratégico na diversificação da economia mato-grossense, ao permitir que uma parcela cada vez maior da riqueza gerada pela produção local permaneça no Estado.
“Mato Grosso já é uma potência na produção agropecuária, e o avanço da indústria permite que essa produção seja transformada aqui, gerando mais valor, empregos e renda para a população. Quando agregamos valor às matérias-primas dentro do Estado, fortalecemos as cadeias produtivas e ampliamos as oportunidades de desenvolvimento nos municípios”, declarou.
Na sequência aparece o setor da construção civil, com R$ 9,41 bilhões e participação de 25,54% no PIB industrial estadual. Os serviços industriais de utilidade pública responderam por R$ 5,60 bilhões, representando 15,20% do total, enquanto as indústrias extrativas registraram R$ 803,91 milhões, correspondendo a 2,18%.
Em comparação com os demais estados brasileiros, Mato Grosso ocupou a 13ª posição nacional nas indústrias de transformação, a 10ª colocação na construção civil, a 15ª nos serviços industriais de utilidade pública e a 12ª nas atividades extrativas.
Avanço no mercado de trabalho
Os reflexos da expansão industrial também podem ser observados no mercado de trabalho. Segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), sistema do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) utilizado para monitorar a geração de empregos formais no país desde 2020, o setor industrial – que engloba a indústria e a construção civil – registrou crescimento de 36% no número de empregos formais entre 2020 e 2026, consolidando-se como o segundo segmento que mais ampliou postos de trabalho no Estado nesse período.
O setor que liderou essa expansão foi o de serviços, com crescimento de 42% no mesmo intervalo: a participação passou de 33% (242.381 empregos) em 2020 para 36% (344.546 empregos) em 2026, um aumento de mais de 102 mil postos formais.
Em 2020, a indústria respondia por 155.285 empregos formais, o equivalente a 21% do total de vínculos com carteira assinada em Mato Grosso. Em 2026, o setor passou a concentrar 211.715 trabalhadores, representando 22% do emprego formal estadual.
O avanço de um ponto percentual na participação da indústria ocorreu em um cenário de crescimento do emprego formal em toda a economia mato-grossense. Ainda assim, o setor foi responsável pela criação de mais de 56 mil postos de trabalho no período, ampliando sua presença no mercado de trabalho estadual.
Entre os segmentos industriais que mais empregam em Mato Grosso estão a fabricação de produtos alimentícios, responsável por 64.910 postos de trabalho, o equivalente a 31% dos empregos do setor, seguida pela construção civil, com 57.407 trabalhadores (27%).
Também se destacam a fabricação de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, com 12.362 empregos (6%); as indústrias extrativas, com 10.345 postos de trabalho (5%); a fabricação de produtos minerais não metálicos, com 9.351 empregos (4%); e a fabricação de produtos de madeira, com 8.389 trabalhadores (4%). Juntos, esses segmentos concentram 77% dos empregos da indústria mato-grossense.
Fonte: Secom MT
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Cuiabá terá o primeiro Centro de Tratamento da Obesidade do Brasil na rede pública

Projeto inédito da Prefeitura em parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica vai oferecer acompanhamento clínico e cirúrgico aos pacientes
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), anunciou a criação do primeiro Centro de Tratamento da Obesidade (CTO) do país. A iniciativa será implantada em parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) e foi apresentada durante o Congresso Metabólico Pantanal, realizado na capital, na quinta-feira (2).
Representando o prefeito Abilio Brunini, a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, participou do evento e destacou que a implantação do centro atende a um compromisso da gestão municipal de ampliar o acesso ao tratamento da obesidade, oferecendo uma linha de cuidado completa aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
“Essa parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica vai viabilizar o primeiro Centro de Tratamento da Obesidade do país. Já estamos preparando um espaço acolhedor, onde o paciente terá toda a linha de cuidado ofertada, com diferentes formas de tratamento da obesidade, para que as pessoas tenham mais saúde e qualidade de vida”, afirmou a secretária.
O Centro de Tratamento da Obesidade será estruturado para oferecer atendimento integral aos pacientes. O acesso ao serviço começará pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), onde as equipes da Atenção Primária farão a identificação dos casos de obesidade e, quando necessário, encaminharão os pacientes ao CTO.
No centro, cada paciente passará por avaliação de uma equipe multiprofissional, que definirá a conduta mais adequada. Quando houver indicação para tratamento clínico, o acompanhamento será realizado por diferentes profissionais da saúde. Nos casos em que a cirurgia bariátrica for indicada, o procedimento será realizado por equipe especializada e certificada.
O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) e cirurgião de Cuiabá, Dr. Juliano Canavarros, destacou que a parceria permitirá levar ao município toda a expertise da entidade na estruturação de um serviço especializado para o tratamento da obesidade.
“Estamos firmando uma parceria entre a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e o poder público. A sociedade traz sua experiência na capacitação e certificação das equipes, além da governança no tratamento da obesidade. Cuiabá está de parabéns, porque quem ganha com essa iniciativa é a população cuiabana e mato-grossense”, afirmou.
Segundo o médico, o CTO não será um centro voltado exclusivamente para cirurgias, mas uma unidade especializada no tratamento da obesidade em todas as etapas.
“O paciente será identificado na Unidade Básica de Saúde e encaminhado ao Centro de Tratamento da Obesidade, onde passará por uma avaliação completa. Se houver indicação para tratamento clínico, será acompanhado por uma equipe multidisciplinar. Se houver indicação cirúrgica, receberá atendimento de uma equipe altamente capacitada e certificada”, explicou.
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