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Como ficaram as cotações de soja? Saiba os números no Brasil e em Chicago

O mercado brasileiro de soja segue travado nesta segunda-feira (5), sem movimentação consistente de lotes e com preços majoritariamente nominais. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente continua marcado por baixa liquidez e pouca disposição para novos negócios.
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De acordo com ele, o mercado atravessa um momento de transição nas cotações. Ainda há regiões com referências da safra velha, especialmente no Paraná e no Rio Grande do Sul, enquanto nos portos os preços começam a buscar paridade com a safra nova, que passa a ser tratada como safra atual. A expectativa é de que, com o avanço mais consistente da colheita e maior disponibilidade de produto, ocorra uma inversão completa das referências.
Apesar da alta registrada na Bolsa de Chicago e de momentos de valorização do dólar ao longo do dia, os preços internos seguem pressionados. O analista destaca que a queda recente das cotações tem afastado o produtor, que evita negociar diante de ofertas consideradas muito abaixo do esperado. Com isso, o mercado permanece fraco em volume de negócios e com baixa participação dos agentes.
Mercado físico de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
- Santa Rosa (RS): caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00
- Cascavel (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00
- Rondonópolis (MT): subiu de R$ 110,00 para R$ 113,00
- Dourados (MS): caiu de R$ 125,00 para R$ 116,00
- Rio Verde (GO): caiu de R$ 125,00 para R$ 116,00
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 128,00 para R$ 132,00
- Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 135,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira (5) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após cinco sessões consecutivas de perdas, o mercado apresentou recuperação técnica, impulsionada por compras de barganha e reposicionamento de carteiras por parte dos investidores.
O cenário fundamental, no entanto, segue negativo, diante da expectativa de ampla oferta global. A safra sul-americana se desenvolve de forma satisfatória, indicando produção cheia. Pelo lado da demanda, o mercado segue atento ao ritmo das compras chinesas de soja dos Estados Unidos, sem novidades relevantes no início da semana.
USDA
As inspeções de exportação norte-americanas de soja somaram 980.518 toneladas na semana encerrada em 1º de janeiro, conforme relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, o volume havia sido de 773.600 toneladas.
Já as exportações líquidas da temporada 2025/26 totalizaram 1,177 milhão de toneladas, enquanto para a safra 2026/27 ficaram em 66,4 mil toneladas.
Contratos futuros
Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de 16,25 centavos de dólar, ou 1,55%, a US$ 10,62 por bushel. A posição maio encerrou o dia cotada a US$ 10,74 1/4 por bushel, com valorização de 15,75 centavos, ou 1,48%.
Entre os subprodutos, o farelo de soja para março subiu US$ 3,90, ou 1,31%, a US$ 299,90 por tonelada. O óleo de soja, com vencimento em março, fechou a 49,87 centavos de dólar, com ganho de 0,57 centavo, ou 1,15%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,28%, cotado a R$ 5,4045 para venda e R$ 5,4025 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3950 e a máxima de R$ 5,4525.
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Prefeitura de Cuiabá distribui sopa e cobertores para 200 pessoas em situação de rua

Ação emergencial no Beco do Candeeiro busca amenizar impactos da queda de temperatura na região central da capital
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, realizou na noite deste domingo (10), às 19h, uma ação de distribuição de sopa e cobertores para pessoas em situação de rua no Beco do Candeeiro, na região central da capital.
A iniciativa integra as ações emergenciais de assistência voltadas à população em vulnerabilidade social durante o período de queda nas temperaturas registrado no município. A Secretaria antendeu cerca de 200 pessoas ao longo da noite.
Durante a ação, equipes da assistência social realizaram a entrega de caldo quente e cobertores, além de orientações e acolhimento às pessoas atendidas no local.
A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que a ação busca oferecer suporte imediato à população que enfrenta dificuldades para se proteger do frio.
“Muitas dessas pessoas não têm onde se abrigar. Nosso objetivo é garantir atendimento emergencial e minimizar os impactos do frio para quem está em situação de vulnerabilidade”, afirmou.
Entre os atendidos estava Vitor Vor Alves Ventura, que relatou enfrentar dificuldades relacionadas à dependência química e à permanência nas ruas. Segundo ele, ações de acolhimento e apoio contribuem para o processo de recuperação e reinserção social.
“O atendimento ajuda bastante. A comida, o acolhimento e o acompanhamento fazem diferença para quem está tentando sair dessa situação”, relatou.
A venezuelana Brin Estrela, que vive em Cuiabá há dois anos, também recebeu atendimento durante a ação social. Em situação de vulnerabilidade, ela afirmou que iniciativas como a distribuição de alimentos e cobertores contribuem para amenizar as dificuldades enfrentadas por quem vive nas ruas.
“Esse tipo de ajuda auxilia bastante. Os cobertores e os alimentos ajudam a enfrentar o frio e trazem um pouco mais de apoio para quem está nessa situação”, afirmou.
A Secretaria Municipal de Assistência Social informa que as equipes seguem acompanhando a situação das pessoas em vulnerabilidade social e realizando encaminhamentos para serviços de acolhimento e assistência disponíveis no município.
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PM apreende 91 motos durante operação contra ‘rolezinho’ em MT

Policiais militares do 4º Comando Regional apreenderam, neste domingo (10.5), 91 motocicletas durante encontro denominado como “rolezinho”, no bairro Alta Vista Parque, no município de Rondonópolis (220 km de Cuiabá).
Os policiais militares da 17ª Companhia Independente receberam denúncia de moradores da região conhecida como “Mirante” de que diversos motociclistas estariam trafegando em alta velocidade, realizando manobras perigosas nas vias, cometendo infrações de trânsito e perturbação da ordem pública.
Com apoio das equipes de inteligência, do 5º Batalhão e 14ª Companhia de Força Tática, os militares deflagraram uma operação com intuito de inibir a prática irregular dos condutores.
Durante ação de patrulhamento tático e ostensivo, alguns condutores tentaram fugir, sendo abordados em seguida. As equipes também localizaram diversas motocicletas escondidas em região de mata.
Os policiais identificaram que os veículos apresentavam sinais de adulteração e registros de roubo/furto. Além das motos, um carro também foi localizado, apreendido e levado para a delegacia.
“Essa grande apreensão demonstra a resposta rápida, firme e coordenada da Polícia Militar de Mato Grosso no enfrentamento aos chamados ‘rolezinhos’, que colocam em risco a segurança da população e comprometem a ordem pública. A Polícia Militar reforça que operações continuarão sendo realizadas para garantir a segurança da população e a preservação da ordem pública”, afirmou o major e comandante da 17ª CIPM, Janeferson da Silva.
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Com 812 prisões e 64 operações, Polícia Civil aumenta produtividade em 16% neste ano

Diretoria de Atividades Especiais intensifica combate a grupos criminosos, tráfico de drogas e crimes informáticos no Estado
A Polícia Civil de Mato Grosso fechou os quatro primeiros meses de 2026 com um aumento expressivo na produtividade das delegacias especializadas e gerências da Diretoria de Atividades Especiais. O resultado demonstra o avanço do trabalho investigativo contra as facções criminosas no Estado e na adoção das medidas cautelares, refletido nas operações, nas apreensões de veículos e nas prisões de criminosos.
Somente entre janeiro e abril deste ano, 812 pessoas foram presas durante as investigações e o valor de bens bloqueados pela Justiça foi de R$ 7,2 bilhões. A título de comparação, no ano passado, no mesmo período, foram bloqueados cerca de R$ 8,4 milhões. Um crescimento significativo e que contribui diretamente para a asfixia financeira das facções criminosas.
De acordo com o diretor de Atividades Especiais, delegado Cláudio Alvares Sant’Ana, os resultados também refletem o aprimoramento das estratégias de inteligência policial, a integração entre as unidades e o emprego qualificado de recursos tecnológicos nas investigações.
“As ações resultaram na asfixia financeira das facções e dos grupos criminosos que agem em Mato Grosso. Essa atuação coordenada tem permitido maior celeridade na elucidação de crimes e no cumprimento de mandados. Ao longo do ano, as operações continuarão com foco na repressão qualificada às facções”, destacou o diretor.
Em destaque está o crescimento no número de apreensão de veículos adquiridos com recursos de origem ilícita: neste ano foram 64 veículos, comparado ao mesmo período do ano passado em que foram apreendidos 16 veículos.
Já nas ações de combate aos crimes ambientais foram apreendidos 1,1 tonelada de pescado irregular, 40 metros cúbicos de madeira ilegal, sete máquinas (pá carregadeira e retroescavadeira), três caminhões, além da inutilização de cinco balsas usadas para garimpo ilegal.
Neste período, os policiais civis da DAE intensificaram as investigações visando desarticular grupos criminosos, combater o tráfico de drogas, coibir crimes informáticos, fazendários e ambientais, enfrentar a corrupção na administração pública e localizar indivíduos foragidos da Justiça.
O trabalho policial técnico permitiu a reunião de provas robustas que foram fundamentais para subsidiar as medidas cautelares decretadas pelo Judiciário.
Integram a diretoria as Gerências de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Estadual de Polinter e Capturas (Gepol); além das Delegacias Especializadas de Combate à Corrupção (Deccor), de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Crimes Fazendários e Recuperação de Ativos (Defaz), Meio Ambiente (DEMA), Repressão a Narcóticos e Repressão a Crimes Informáticos.
Com Assessoria
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