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5 de julho de 2026

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Como ficaram as cotações de soja? Saiba os números no Brasil e em Chicago

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja segue travado nesta segunda-feira (5), sem movimentação consistente de lotes e com preços majoritariamente nominais. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente continua marcado por baixa liquidez e pouca disposição para novos negócios.

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De acordo com ele, o mercado atravessa um momento de transição nas cotações. Ainda há regiões com referências da safra velha, especialmente no Paraná e no Rio Grande do Sul, enquanto nos portos os preços começam a buscar paridade com a safra nova, que passa a ser tratada como safra atual. A expectativa é de que, com o avanço mais consistente da colheita e maior disponibilidade de produto, ocorra uma inversão completa das referências.

Apesar da alta registrada na Bolsa de Chicago e de momentos de valorização do dólar ao longo do dia, os preços internos seguem pressionados. O analista destaca que a queda recente das cotações tem afastado o produtor, que evita negociar diante de ofertas consideradas muito abaixo do esperado. Com isso, o mercado permanece fraco em volume de negócios e com baixa participação dos agentes.

Mercado físico de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 110,00 para R$ 113,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 125,00 para R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 125,00 para R$ 116,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 128,00 para R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 135,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira (5) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após cinco sessões consecutivas de perdas, o mercado apresentou recuperação técnica, impulsionada por compras de barganha e reposicionamento de carteiras por parte dos investidores.

O cenário fundamental, no entanto, segue negativo, diante da expectativa de ampla oferta global. A safra sul-americana se desenvolve de forma satisfatória, indicando produção cheia. Pelo lado da demanda, o mercado segue atento ao ritmo das compras chinesas de soja dos Estados Unidos, sem novidades relevantes no início da semana.

USDA

As inspeções de exportação norte-americanas de soja somaram 980.518 toneladas na semana encerrada em 1º de janeiro, conforme relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, o volume havia sido de 773.600 toneladas.

Já as exportações líquidas da temporada 2025/26 totalizaram 1,177 milhão de toneladas, enquanto para a safra 2026/27 ficaram em 66,4 mil toneladas.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de 16,25 centavos de dólar, ou 1,55%, a US$ 10,62 por bushel. A posição maio encerrou o dia cotada a US$ 10,74 1/4 por bushel, com valorização de 15,75 centavos, ou 1,48%.

Entre os subprodutos, o farelo de soja para março subiu US$ 3,90, ou 1,31%, a US$ 299,90 por tonelada. O óleo de soja, com vencimento em março, fechou a 49,87 centavos de dólar, com ganho de 0,57 centavo, ou 1,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,28%, cotado a R$ 5,4045 para venda e R$ 5,4025 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3950 e a máxima de R$ 5,4525.

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Prefeitura distribui marmitas e cobertores para pessoas em situação de rua durante noite fria em Cuiabá

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Ação da Assistência Social e da Defesa Civil entregou 200 refeições e 200 cobertores no Beco do Candeeiro e no bairro Porto para reforçar o atendimento à população vulnerável

 

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, realizou mais uma ação de assistência às pessoas em situação de rua, com a distribuição de 200 marmitas quentes e 200 cobertores no Beco do Candeeiro e no bairro Porto. A iniciativa contou com a participação da Defesa Civil de Cuiabá, na noite desta sexta-feira (3).

De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, a ação integra as medidas de proteção social intensificadas durante o período de baixas temperaturas na capital. “Entregamos 200 marmitas quentes e 200 cobertores para aquecer quem mais precisa em mais uma noite fria em Cuiabá”, destacou a secretária.

Na semana anterior, a Secretaria já havia promovido uma ação semelhante no bairro Porto, com a distribuição de 200 marmitas e 100 cobertores. A continuidade das ações reforça o compromisso da administração municipal com o atendimento à população em situação de rua, especialmente durante o período de temperaturas mais baixas.

Além desse atendimento, a Secretaria ampliou a distribuição de cobertores para famílias acompanhadas pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), fortalecendo a rede de proteção social e garantindo apoio às famílias em maior situação de vulnerabilidade.

No fim de junho, a Pasta também participou da ação “COMPOD pela Vida”, que atendeu cerca de 300 pessoas e ofertou 1.867 serviços. A iniciativa reforçou o trabalho contínuo da rede socioassistencial do município, que atua diariamente no acolhimento, na assistência e na garantia de direitos das pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Com Assessoria

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Padre de MT flagrado com noiva de fiel processa jornais e pede quase R$ 1 milhão em indenização

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Entre os réus estão Globo, SBT, Record, Editora Abril, Editora O Dia, os portais Metrópoles e Terra, além das plataformas Facebook, Instagram, X (antigo Twitter), TikTok e Google

O padre Luciano Braga Simplício, que ganhou repercussão nacional após ser flagrado na companhia da noiva de um fiel dentro da casa paroquial de Nova Maringá, entrou na Justiça contra emissoras de televisão, portais de notícias e plataformas digitais. Na ação, ele pede indenização de R$ 759 mil por danos morais, alegando que a divulgação do caso violou sua intimidade e causou prejuízos à sua imagem.

Entre os réus estão Globo, SBT, Record, Editora Abril, Editora O Dia, os portais Metrópoles e Terra, além das plataformas Facebook, Instagram, X (antigo Twitter), TikTok e Google.

Segundo o religioso, a ampla repercussão do episódio expôs aspectos de sua vida privada. Ele sustenta que as imagens foram obtidas após uma invasão da residência paroquial e registradas sem autorização, sendo posteriormente disseminadas por veículos de imprensa e redes sociais, inclusive com repercussão internacional.

A defesa afirma que a divulgação do material provocou danos à reputação do padre e teve reflexos diretos em sua atuação na Igreja Católica. Após o episódio, ele foi afastado de suas funções pela Diocese de Diamantino.

A ação foi protocolada em 28 de outubro de 2025 e tramita sob segredo de justiça na 2ª Vara de São José do Rio Claro. Além da indenização, o padre solicita a exclusão dos conteúdos publicados, a proibição de novas divulgações e que as plataformas informem os dados de usuários responsáveis por publicações consideradas ofensivas.

Também foram incluídas no processo pessoas apontadas como responsáveis pela gravação e pela divulgação inicial das imagens. O religioso pede que todos respondam solidariamente pelos danos alegados.

Disputa chega ao Tribunal

Após o ajuizamento da ação, a Justiça de primeira instância determinou a retirada de reportagens relacionadas ao caso. A decisão levou a Globo a recorrer ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

No recurso, a emissora argumenta que apenas exerceu o direito constitucional de informar, divulgando fatos de interesse público com base em informações obtidas de fontes oficiais e pessoas envolvidas no episódio. A empresa também sustenta que não houve excesso ou conteúdo sensacionalista na cobertura.

A Globo ainda questiona a determinação de remoção de reportagens e a desindexação de conteúdos em mecanismos de busca, afirmando que as medidas representam restrições desproporcionais à liberdade de imprensa.

Em decisão publicada em 16 de junho, a Primeira Câmara de Direito Privado do TJMT suspendeu parcialmente as determinações que impediam novas publicações e o monitoramento automático de conteúdos sobre o caso. O colegiado, porém, manteve a ordem para retirada das URLs já identificadas na decisão de primeiro grau até o julgamento definitivo do recurso.

O padre também recorreu da decisão, defendendo a manutenção integral das medidas impostas pela Justiça. Segundo ele, o objetivo não é impedir a cobertura jornalística, mas retirar da internet imagens que, conforme sustenta, foram obtidas de forma ilícita após a invasão da residência paroquial e que violam seus direitos à intimidade e à privacidade.

O recurso ainda aguarda julgamento no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A análise está prevista para ocorrer em sessão virtual entre os dias 14 e 16 de julho.

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Janaina convoca servidores a pressionarem deputados por CPI dos Consignados

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Parlamentar afirma que investigação é necessária para apurar prejuízos causados a servidores estaduais.

A deputada estadual Janaina Riva (MDB) convocou servidores públicos e a população a cobrarem dos deputados estaduais apoio à instalação da CPI dos Consignados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Ao lado do presidente do Sinpaig-MT, Antônio Wagner, ela afirmou que esta é a segunda tentativa de abrir uma comissão para investigar possíveis irregularidades envolvendo empréstimos consignados, cartões de crédito e cartões-benefício destinados aos servidores.

“Precisamos investigar a fundo esse escândalo que trouxe prejuízo a milhares de servidores do Estado. Quero conclamar todos os servidores para que cobrem seus deputados a assinar a CPI”, afirmou Janaina.

Até o momento, o requerimento conta com as assinaturas de Janaina Riva, Wilson Santos, Silvano Amaral, Lúdio Cabral e Valdir Barranco. Para que a comissão seja instalada, ainda são necessárias oito assinaturas, conforme o Regimento Interno da Assembleia. A CPI terá prazo inicial de 180 dias para apurar denúncias de juros abusivos, compra de dívidas sem autorização, descontos questionados em folha e possíveis falhas no credenciamento de instituições financeiras.

O presidente do Sinpaig-MT, Antônio Wagner, defendeu que a Assembleia cumpra seu papel de fiscalização, lembrando que os órgãos de controle já foram acionados e que os servidores seguem sem respostas concretas.

“Cada deputado que diz que apoia o servidor precisa demonstrar isso agora, na prática, assinando a CPI. Os servidores não podem continuar pagando essa conta”, declarou Wagner.

Janaina também questiona a rapidez do credenciamento do Banco Master para operar o programa Credcesta em Mato Grosso e afirma que a repetição das denúncias demonstra que o problema permanece sem solução. Segundo a parlamentar, a Assembleia tem o dever de investigar possíveis falhas, favorecimentos e irregularidades para garantir transparência e proteger os servidores públicos.

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