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Como ficaram as cotações de soja? Saiba os números no Brasil e em Chicago

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja segue travado nesta segunda-feira (5), sem movimentação consistente de lotes e com preços majoritariamente nominais. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente continua marcado por baixa liquidez e pouca disposição para novos negócios.

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De acordo com ele, o mercado atravessa um momento de transição nas cotações. Ainda há regiões com referências da safra velha, especialmente no Paraná e no Rio Grande do Sul, enquanto nos portos os preços começam a buscar paridade com a safra nova, que passa a ser tratada como safra atual. A expectativa é de que, com o avanço mais consistente da colheita e maior disponibilidade de produto, ocorra uma inversão completa das referências.

Apesar da alta registrada na Bolsa de Chicago e de momentos de valorização do dólar ao longo do dia, os preços internos seguem pressionados. O analista destaca que a queda recente das cotações tem afastado o produtor, que evita negociar diante de ofertas consideradas muito abaixo do esperado. Com isso, o mercado permanece fraco em volume de negócios e com baixa participação dos agentes.

Mercado físico de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 110,00 para R$ 113,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 125,00 para R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 125,00 para R$ 116,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 128,00 para R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 135,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira (5) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após cinco sessões consecutivas de perdas, o mercado apresentou recuperação técnica, impulsionada por compras de barganha e reposicionamento de carteiras por parte dos investidores.

O cenário fundamental, no entanto, segue negativo, diante da expectativa de ampla oferta global. A safra sul-americana se desenvolve de forma satisfatória, indicando produção cheia. Pelo lado da demanda, o mercado segue atento ao ritmo das compras chinesas de soja dos Estados Unidos, sem novidades relevantes no início da semana.

USDA

As inspeções de exportação norte-americanas de soja somaram 980.518 toneladas na semana encerrada em 1º de janeiro, conforme relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, o volume havia sido de 773.600 toneladas.

Já as exportações líquidas da temporada 2025/26 totalizaram 1,177 milhão de toneladas, enquanto para a safra 2026/27 ficaram em 66,4 mil toneladas.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de 16,25 centavos de dólar, ou 1,55%, a US$ 10,62 por bushel. A posição maio encerrou o dia cotada a US$ 10,74 1/4 por bushel, com valorização de 15,75 centavos, ou 1,48%.

Entre os subprodutos, o farelo de soja para março subiu US$ 3,90, ou 1,31%, a US$ 299,90 por tonelada. O óleo de soja, com vencimento em março, fechou a 49,87 centavos de dólar, com ganho de 0,57 centavo, ou 1,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,28%, cotado a R$ 5,4045 para venda e R$ 5,4025 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3950 e a máxima de R$ 5,4525.

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Várzea Grande receberá hotel padrão internacional até 2029

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), recebeu na tarde dessa quinta-feira (5), em seu gabinete, representantes do Grupo Accor – uma multinacional francesa do setor hoteleiro e dona da marca Ibis – que anunciaram oficialmente a implantação de um hotel da bandeira no Município. O empreendimento, da rede internacional, tem previsão de iniciar as operações em abril de 2029.

A escolha de Várzea Grande, conforme explicou o representante do grupo, levou em consideração o desenvolvimento econômico da região, o potencial de crescimento do Município e a localização estratégica próxima ao Aeroporto Internacional Marechal Rondon, que gera demanda constante por hospedagem.

A prefeita destacou que a chegada de um hotel com padrão internacional fortalece o desenvolvimento econômico, o turismo e a geração de empregos no Município, fortalecendo as políticas públicas que estão sendo desenvolvidas pela atual gestão.

“Várzea Grande vive um novo momento de crescimento e organização. A chegada de um hotel da rede Accor, com padrão internacional, demonstra a confiança dos investidores no nosso Município. Esse empreendimento fortalece o turismo, movimenta a economia local, gera empregos e amplia a estrutura de serviços da cidade”, afirmou Flávia Moretti.

O hotel contará com 162 apartamentos e foi dimensionado a partir de estudos de viabilidade técnica e financeira, com capacidade para atender tanto o público corporativo quanto os visitantes que utilizam o aeroporto e a estrutura regional.

AMBIENTE SEGURO E ATRATIVO – Durante a reunião, o desenvolvedor imobiliário Ricardo Nonato, destacou o papel da gestão municipal na viabilização do projeto. Segundo ele, o apoio da Prefeitura foi decisivo desde as primeiras tratativas, iniciadas ainda em 2025, para que o investimento se concretizasse.

“A cidade de Várzea Grande está recebendo o primeiro hotel da rede Accor, com padrão internacional, que vai oferecer hospedagem de qualidade e com preço justo. É um Município em pleno crescimento e estamos muito felizes em oficializar o início desse empreendimento na cidade”, afirmou Ricardo Nonato.

PLANEJAMENTO URBANO – A secretária de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon, afirma que a vinda do hotel é reflexo do diálogo antecipado com investidores, reforçando o compromisso com o planejamento urbano e o desenvolvimento ordenado do município.

“Esse diálogo antecipado com os investidores é fundamental para garantir que o empreendimento se instale de forma planejada, em conformidade com a legislação urbana e contribuindo para o desenvolvimento ordenado de Várzea Grande. Um hotel desse porte, em uma região estratégica como a Avenida da FEB, próximo ao aeroporto, fortalece o turismo, gera empregos e impulsiona a economia local”, afirmou Manoela Rondon.

As obras terão duração estimada de três anos, incluindo as etapas de pré-implantação, construção e equipagem. O empreendimento já conta com as licenças ambientais aprovadas e teve acompanhamento técnico da Prefeitura, por meio das secretarias envolvidas no processo.

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Cesta básica recua pela segunda semana e inicia fevereiro custando R$ 785

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Com retração de 1,72%, a cesta básica em Cuiabá atingiu custo médio de R$ 785,99 na primeira semana de fevereiro, em comparação com a semana anterior. Esta é a segunda queda consecutiva de preço, o que contribuiu para deixar o valor atual 1,94% menor em relação ao mesmo período de 2025, quando a cesta básica custava R$ 801,56.

O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, destacou as variações de preços dos produtos da cesta básica na capital. “Os produtos da cesta têm se comportado de formas diferentes, principalmente os hortifrutis. Isso mostra que o conjunto de itens não reage de maneira uniforme, já que clima, produção e mercado impactam cada item de um jeito.”

Entre os itens que mais variaram de preço, o tomate apresentou queda de 4,75%, com custo médio de R$ 7,15/kg. A redução, segundo boletim do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), pode estar relacionada ao período de chuvas que, apesar de aumentar a disponibilidade do fruto, tem comprometido sua qualidade no comércio.

Apesar de ser a segunda queda semanal, o produto segue com valor 11,88% acima do registrado no mesmo período de 2025, quando a média era de R$ 6,39/kg.

No sentido oposto, a batata teve aumento de 3,59%, com preço médio de R$ 4,13/kg. Segundo o IPF-MT, diferentemente do tomate, a qualidade do tubérculo permanece estável. No entanto, o clima chuvoso tem atrasado o ritmo das colheitas, reduzindo a oferta e pressionando os preços. Na comparação com a mesma semana de 2025, o valor também está 2,20% maior.

Outro produto que apresentou redução foi o óleo de soja, com queda de 3,15%, atingindo o valor médio de R$ 8,23/900 ml. A variação em relação à semana anterior pode estar associada à atual conjuntura do mercado da soja e de seus derivados, uma vez que a demanda não tem sido suficiente para absorver o aumento da produção e dos estoques.

Com isso, o preço atual está 5,63% inferior ao observado no mesmo período do ano passado.

Wenceslau Júnior também ressaltou a segunda retração consecutiva no preço da cesta básica. “A redução desta semana contribui para afastar o valor médio do patamar de R$ 800, favorecendo os gastos dos consumidores em boa parte dos alimentos, considerando que oito dos 13 itens apresentaram queda, incluindo a carne bovina, o leite e a banana”.

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Comércio poderá abrir em Cuiabá durante ponto facultativo no Carnaval

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O Carnaval deste ano será comemorado oficialmente no dia 17 de fevereiro (terça-feira). Em Cuiabá, a Prefeitura decretou ponto facultativo entre os dias 16 e 18 de fevereiro, de segunda até a quarta-feira de Cinzas, conforme o Decreto nº 11.585/2025.

A medida vale para o serviço público municipal, mas não obriga o fechamento do comércio, reforça a Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACCuiabá).

No setor privado, especialmente no comércio de rua e nos shopping centers, cabe ao empregador decidir se concede folga ou mantém o funcionamento nos dias de ponto facultativo.

Como o Carnaval não é feriado nacional nem estadual, as lojas podem abrir normalmente.

O presidente da ACCuiabá, Jonas Alves, explica que não há exigência de pagamento adicional aos colaboradores nesses dias. “Por ser ponto facultativo, o lojista que optar por abrir o estabelecimento não é obrigado ao pagamento extra ao colaborador. O dia é pago normalmente, sem adicional”, afirma.

Ele ressalta, no entanto, que é comum muitos comerciantes optarem por não abrir as portas na terça-feira de Carnaval, especialmente no comércio de rua.

Serviços

Com o ponto facultativo, o expediente da Prefeitura de Cuiabá fica suspenso nas repartições públicas municipais, mas os serviços essenciais seguem funcionando. Áreas como saúde, incluindo prontos-socorros e UPAs, além da Defesa Civil, fiscalização de trânsito e coleta de lixo, atuarão em regime de escala.Já os bancos, conforme a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), não terão atendimento presencial nos dias 16 e 17 de fevereiro.

Na Quarta-feira de Cinzas (18), as agências abrem a partir das 12h, no horário local, e fecham no horário normal.As compensações bancárias, como a TED, não serão realizadas nesses dias, mas o PIX continua funcionando normalmente.

A orientação da Febraban é que os clientes usem os canais digitais, como aplicativos e sites dos bancos, para pagar contas e fazer transferências durante o período.

Shopping Centers

As lojas e quiosques dos Shoppings Centers de Cuiabá funcionarão em horário normal na segunda-feira (16.02), das 10h às 22h. Na terça (17), será 14h às 20h e, na quarta (18), das 12h às 22h. O setor de alimentação funcionará das 11h às 22h, todos os dias, e o lazer, conforme horário de cada operação.

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