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26 de outubro de 2026

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Brasil cria selo que certifica origem e qualidade da pesca artesanal

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Foto: Pixabay

O governo federal instituiu o selo da pesca artesanal no Brasil, uma identificação de origem criada para certificar produtos capturados por comunidades tradicionais e valorizar o trabalho de pescadores e pescadoras artesanais.

A iniciativa é uma parceria entre o Ministério da Pesca e Aquicultura e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

Segundo o coordenador-geral de cadeias produtivas, fomento e inovação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Quêner Chaves, o selo é uma garantia que o consumidor está comprando um pescado de qualidade, que cumpre inspeções sanitárias e que respeita o conjunto de normas e regulamentos que tratam da pesca artesanal no país.

Exigências para obtenção do selo

Para solicitar o selo da pesca artesanal, o pescador ou a pescadora precisa ter o Registro Geral da Pesca (RGP) ativo e o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF). Além disso, é necessário cumprir exigências sanitárias e regulatórias.

Cooperativas e associações também podem solicitar o selo, desde que tenham, em sua maioria, pescadores e pescadoras na composição da diretoria.

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Garantia ao consumidor e abertura de mercados

O selo funciona como uma garantia de origem e qualidade para o consumidor final, assegurando que o pescado passou por inspeções sanitárias e respeita as normas da pesca artesanal.

Além disso, a certificação facilita o acesso a mercados institucionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

Com o selo, pescadores, cooperativas e associações ganham vantagem em editais de compras públicas, ampliando as oportunidades de comercialização.

O selo também amplia o acesso a mercados institucionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Pescadores, pescadoras, cooperativas e associações que conquistarem a certificação passam a ter uma garantia adicional para participar de editais e acessar esses mercados.

A solicitação do selo é feita por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário, em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura, e funciona como um facilitador para a comercialização do pescado artesanal.

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Preços do feijão avançam, com oferta restrita dos melhores grãos

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Os preços dos feijões carioca e preto registraram alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas em Economia Aplicada (Cepea), de acordo com o levantamento divulgado na segunda-feira (26). Segundo o Centro de Pesquisas, o feijão-preto se valorizou em todas as praças monitoradas.

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Para o feijão carioca de qualidade superior, Barreiras-BA foi a região que apresentou maior valorização, crescendo 1,29% em relação ao dia anterior (vendido a R$ 314 por saca de 60kg). Entretanto, o maior preço ficou por conta de São Paulo-SP, que se mantém a R$ 353,48 (não aumentou e nem diminuiu).

Já o carioca de menor qualidade chegou a crescer 2,03% no leste goiano (média de R$ 294,02 por saca), mas os maiores preços seguem sendo os de São Paulo (R$ 338,88, também sem alteração).

O feijão preto, campeão de crescimento neste levantamento semanal, aumentou 2,43% em Itapeva-SP, que também foi onde o produto alcançou o maior valor – R$ 298,75 por saca.

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Para mais detalhes sobre a cotação em diferentes polos, acesse a página do Cepea.

Segundo os pesquisadores, isso ocorre diante da demanda de reposição do varejo e da oferta restrita de lotes de melhor qualidade. No campo, as condições climáticas continuam sendo acompanhadas de perto pelos agentes, por influenciarem o plantio da primeira safra de 2026/27 e no início da colheita em São Paulo.

O monitoramento de preços das três safras de feijão pelo Cepea, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), já completa 2 anos. Ao longo desse tempo, a pesquisa passou a abranger 51 praças de comercialização, distribuídas por 15 estados e pelo Distrito Federal, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Plantio da soja avança em Mato Grosso e passa de 75% da área

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A semeadura da soja em Mato Grosso alcançou 75,81% da área estimada no ciclo 2026/27. A extensão supera os 60,05% da safra 2025/26 cultivados no mesmo período do ano passado e a média das últimas cinco safras de 64,31%. Para o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o resultado visto em campo amplia a perspectiva de que uma maior parte da área de milho segunda safra seja plantada dentro da janela ideal.

Conforme levantamento divulgado no último dia 23 de outubro pelo Instituto, o plantio da oleaginosa registrou um avanço semanal de 23,95 pontos percentuais, superando os 23,05 pontos percentuais observados entre os dias 2 e 9 de outubro.

O ritmo acelerado, pontua o Imea, decorre da melhora das condições de cultivo. Nas três primeiras semeadas de plantio liberado em Mato Grosso havia uma cautela diante da falta de chuva e da baixa umidade do solo.

Entre as regiões produtivas, o Médio-Norte deve desligar as máquinas ainda nesta semana. Por lá, 96,60% da área já recebeu as sementes. Os trabalhos também estão acelerados no Oeste do estado, onde 86,78% das áreas já foram semeadas. No Norte 78,70%.

As demais regiões se encontram abaixo dos 70%, com destaque para o Sudeste com 59,04%. Já o Centro-Sul, Noroeste e Nordeste semearam 67,35%, 64,71% e 63,08% de suas respectivas áreas.

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Milho já acumula 6,41% de queda nos preços, segundo Cepea

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A queda nos preços de milho no mercado nacional continua, segundo cotações divulgadas na segunda-feira (26). O Centro de Estudos em Economia Avançada (Cepea) explica que a alta disponibilidade é o que pressiona os valores para baixo.

A redução no valor já soma 6,41% ao mês, com as sacas de 60kg vendidas a, em média, R$ 64,27.

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O cereal passou por uma sequência de boas safras e a perspectiva é de que as próximas também tragam bons volumes. Os pesquisadores do Cepea afirmam que produtores têm se mostrado mais flexíveis na comercialização, com receio de novas desvalorizações e/ou para formar caixa.

Ainda segundo o Cepea, a retração das cotações internacionais, somada à desvalorização do dólar, também tem reduzido a paridade de exportação e contribuído para as baixas no mercado interno.

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Assim como no mercado interno, os preços nos portos recuaram, mas de forma mais intensa, pressionados pelas quedas das cotações futuras e do dólar na última semana.

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