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3 de julho de 2026

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Pouca movimentação, prêmios estáveis e mercado travado; confira as cotações de soja do dia

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja voltou a registrar baixa movimentação nesta terça-feira (16). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, a sessão foi marcada por poucas ofertas e cotações majoritariamente nominais. O produtor segue retraído, com pouco interesse em vendas, diante de um cenário de demanda limitada tanto no mercado interno quanto na exportação.

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De acordo com Silveira, os prêmios permaneceram estáveis, a bolsa recuou e o dólar apresentou alta, combinação que resultou em um dia sem grandes oscilações efetivas. As cotações, segundo ele, acabaram funcionando mais como referência do que como estímulo a novos negócios.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 135,50
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 136,50
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 124,00 para R$ 123,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 125,50 para R$ 125,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 129,00 para R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 141,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 141,50

Chicago amplia perdas com pressão do petróleo

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta terça-feira (16) na Bolsa de Mercadorias de Chicago, atingindo novamente os menores níveis em sete semanas. O mercado segue pressionado pelo ritmo moderado das compras chinesas e pela expectativa de uma ampla safra brasileira.

A essas variáveis se somou o fraco desempenho do petróleo, que reforçou o viés baixista. Os contratos da commodity energética caminham para o pior desempenho desde fevereiro de 2021, influenciados pelo andamento das negociações para encerrar a guerra entre Ucrânia e Rússia, fator que pesa sobre o sentimento dos investidores.

Analistas destacam que a perspectiva de excesso de oferta ao longo de 2026 mantém o mercado sob pressão. O Brent deve encerrar o ano em nova mínima acumulada, sem expectativa de queda abaixo de US$ 55 por barril antes do fim do período.

Perto do fechamento, o petróleo WTI para janeiro recuava 2,51%, cotado a US$ 55,39 o barril, enquanto o Brent para fevereiro caía 2,52%, a US$ 59,03 o barril.

Outros fatores no radar do mercado

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos informou que deve concluir os mandatos de mistura de biocombustíveis para 2026 e 2027 apenas no primeiro trimestre do próximo ano. O atraso aumenta a incerteza regulatória e leva empresas do setor a adiarem decisões de investimento.

Na Argentina, a Federação dos Trabalhadores do Complexo Oleaginoso anunciou adesão à mobilização nacional contra a reforma trabalhista do governo. Já a Câmara da Indústria destacou que há acordo trabalhista vigente até meados de 2026.

Na China, a estatal Sinograin vendeu cerca de 323 mil toneladas de soja importada em leilão realizado nesta terça-feira, o equivalente a 62,9% do volume ofertado. Uma nova operação, envolvendo 550 mil toneladas, está prevista para o dia 19 de dezembro.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,82%, cotado a R$ 5,4638 para venda e R$ 5,4618 para compra. Ao longo da sessão, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,4148 e R$ 5,4738, movimento que também influenciou a formação de preços no mercado doméstico de soja.

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Governo alcança marca histórica e realiza obras nos 142 municípios de Mato Grosso

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Investimentos englobam desde asfaltamento de rodovias e pontes até iluminação pública e mobilidade urbana em todas as regiões.

O Governo de Mato Grosso já realizou obras de infraestrutura em todos os 142 municípios do Estado. Os investimentos foram destinados tanto à melhoria de rodovias, com asfalto novo e construção de pontes, quanto à mobilidade urbana, à reforma de espaços públicos e a melhorias no saneamento e na iluminação pública.

Os investimentos também chegaram a áreas voltadas ao turismo, com a construção e revitalização de orlas, além de melhorias em aeródromos públicos. Os recursos chegaram à população tanto por contratações realizadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), quanto por meio de convênios formalizados com as prefeituras.

A estratégia adotada pelo Estado buscou distribuir os investimentos de forma regionalizada, garantindo que tanto grandes centros urbanos quanto pequenos municípios fossem contemplados com obras estruturantes.

Em Cuiabá, os investimentos incluem a construção do Complexo Viário do Jardim Leblon, a nova ponte sobre o Rio Cuiabá, no Parque Atalaia, e a pavimentação de 11 bairros. Já em Araguainha, menor município mato-grossense, o asfalto na MT-100 integrou o município por uma via asfaltada.

As obras são realizadas tanto na primeira capital do Estado, Vila Bela da Santíssima Trindade, com o asfaltamento da MT-199 até a divisa com a Bolívia, quanto em Boa Esperança do Norte. O mais jovem município do Estado foi beneficiado com o asfaltamento da MT-140, ainda antes de conseguir sua emancipação política.

Já o programa MT Iluminado levou melhorias na iluminação pública para 132 municípios mato-grossenses.

“A realização de obras em todos os 142 municípios mostra o alcance do Estado. Esse é um Governo que não olha para o tamanho das cidades e busca levar os investimentos até onde os cidadãos precisam”, afirma o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

Com Assessoria 

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Produção agropecuária cresce 60% enquanto Mato Grosso mais que dobra malha rodoviária

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A produção agropecuária de Mato Grosso cresceu mais de 60% nos últimos oito anos, passando de 66 milhões de toneladas de grãos na safra 2018/2019 para uma projeção de 110 milhões de toneladas na temporada 2025/2026.

No mesmo período, o Estado ampliou em mais de 130% sua malha rodoviária pavimentada, que saltou de cerca de 6 mil quilômetros para quase 14 mil quilômetros previstos até o fim de 2026.

A expansão da infraestrutura acompanhou o avanço da produção, criando as condições necessárias para reduzir gargalos logísticos e aumentar a competitividade da economia mato-grossense.

O fortalecimento da infraestrutura representa uma resposta a um dos principais desafios enfrentados pelo agronegócio brasileiro: o elevado custo logístico. Atualmente, a logística consome cerca de 15,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, percentual quase duas vezes superior ao registrado nos Estados Unidos, onde esse custo representa 8,8% do PIB.

De acordo com o governador Otaviano Pivetta, o cenário impacta diretamente a competitividade da produção brasileira e reforça a importância de investimentos capazes de reduzir entraves históricos no transporte e no escoamento da safra.

“O crescimento de Mato Grosso não aconteceu por acaso. Ele é resultado de planejamento e de investimentos em infraestrutura. Em oito anos, vamos entregar mais de 7 mil quilômetros de asfalto novo e mais de 300 pontes, reduzindo gargalos logísticos e criando as condições para que a produção continue crescendo com competitividade. Quando o Estado faz a sua parte, quem produz consegue produzir mais e melhor”.

Em Mato Grosso, a estratégia adotada pelo Governo do Estado nos últimos anos buscou justamente alinhar o crescimento da produção ao fortalecimento da infraestrutura. Foram implantados mais de 6,1 mil quilômetros de novos pavimentos, elevando a malha rodoviária estadual para quase 14 mil quilômetros até o final deste ano. A previsão é de que os investimentos em infraestrutura rodoviária alcancem R$ 23,4 bilhões.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain, os resultados já são percebidos no dia a dia de quem produz, com menor tempo de deslocamento, mais segurança no transporte, melhor acesso às propriedades e menos dependência das condições climáticas para conseguir tirar a produção do campo.

“Para nós, a questão logística não é um detalhe, ela faz parte do custo de produção. Quando uma estrada é asfaltada ou recuperada, ela muda a rotina do produtor, do caminhoneiro e também das comunidades do entorno. A safra passa a ter mais fluidez, os insumos chegam com mais regularidade e o produtor consegue planejar melhor suas operações”.

Segundo ele, a melhoria das rodovias amplia a previsibilidade da atividade agropecuária, fator considerado essencial para um setor que depende de planejamento e de janelas específicas de plantio, colheita e comercialização.

“Para o produtor, previsibilidade é uma palavra-chave. Ele precisa saber quando vai colher, quando vai carregar, quando vai entregar e quanto isso vai custar. Quando uma ponte cai ou uma estrada fica intransitável, toda a cadeia sente, desde o produtor, transportador, armazém, indústria até o exportador”, disse o presidente da Famato.

Os investimentos também contribuíram para reduzir custos operacionais que historicamente comprometiam a rentabilidade do setor. Estudos apontam que rodovias em condições precárias podem elevar em até 91,5% os custos operacionais do transporte quando comparadas a vias em boas condições.

Além do maior consumo de combustível, estradas deterioradas provocam desgaste acelerado da frota, aumentam os custos de manutenção e ampliam o tempo de deslocamento das cargas.

Outro avanço importante foi a eliminação de gargalos estruturais que dificultavam o escoamento da produção durante o período chuvoso. O Estado construiu 153 pontes de concreto, substituindo estruturas precárias que frequentemente interrompiam o tráfego em regiões estratégicas para a atividade agropecuária. A medida garantiu maior previsibilidade logística e permitiu que o transporte de cargas ocorresse de forma contínua durante todo o ano.

A recuperação dos principais corredores logísticos também elevou a eficiência do transporte. Na BR-163, principal eixo de escoamento da produção mato-grossense, a retomada dos investimentos permitiu ampliar de 19% para 41,2% a proporção de trechos classificados como ótimos, além da execução de obras de duplicação e ampliação da capacidade da rodovia.

Na avaliação do presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Lucas Costa Beber, o avanço da infraestrutura ocorreu em paralelo ao crescimento da agricultura e foi decisivo para sustentar a expansão da produção registrada nos últimos anos.

“Mato Grosso praticamente dobrou sua malha rodoviária pavimentada justamente em um período em que a agricultura ampliou fortemente sua produção. Esse investimento permite que a infraestrutura acompanhe o crescimento do campo, reduzindo gargalos históricos e dando mais eficiência ao escoamento da safra”, destaca.

Beber observa que o crescimento da produção agrícola ampliou a arrecadação do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), permitindo ao Estado aumentar os investimentos em infraestrutura. Segundo ele, o fortalecimento da logística cria um ambiente mais favorável para novos investimentos, amplia a competitividade do agro e estimula o desenvolvimento das regiões produtoras.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, a infraestrutura deixou de ser apenas um investimento em mobilidade e passou a desempenhar papel estratégico na atração de novos empreendimentos e na diversificação da economia mato-grossense.

“Cada quilômetro pavimentado representa mais competitividade para quem produz, mais segurança para quem transporta e melhores condições para atrair novos investimentos. A infraestrutura é a base para a expansão da agroindústria, do comércio, dos serviços e de novos negócios, porque reduz custos, aproxima mercados e cria oportunidades de desenvolvimento em todas as regiões do Estado”, afirma.

Segundo Mayran, os investimentos realizados nos últimos anos preparam Mato Grosso para um novo ciclo de crescimento econômico, pois o crescimento da produção agrícola, industrial, o turismo, comércio e serviços dependem da expansão da infraestrutura. Trata-se de movimentos que caminham juntos e refletem uma estratégia de longo prazo adotada pelo Governo de Mato Grosso.

“Nenhuma economia cresce de forma consistente sem infraestrutura. Quando o Estado investe em rodovias, pontes e corredores logísticos, ele não está apenas melhorando o transporte de cargas. Está criando condições para que novos investimentos aconteçam, reduzindo custos para quem produz, fortalecendo a competitividade das empresas e preparando Mato Grosso para um ciclo permanente de crescimento. A infraestrutura conecta produção, indústria, comércio e serviços, impulsionando toda a economia”, finalizou Mayran.

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Governo de MT lança edital de R$ 1,5 milhão para financiar startups e empresas de tecnologia

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Projetos selecionados podem receber até R$ 150 mil a fundo perdido, além de mentoria e espaço no Parque Tecnológico. Inscrições vão até 31 de julho

O Governo de Mato Grosso, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), lançou a Chamada Pública Fapemat nº 04/2026 – Subvenção Econômica à Inovação -Startup Mato Grosso, iniciativa voltada ao fortalecimento do ecossistema de inovação e ao desenvolvimento tecnológico do Estado.

O edital prevê o investimento de até R$ 1,5 milhão em recursos não reembolsáveis, destinados ao fomento de projetos inovadores desenvolvidos por empresas com potencial de geração de novos produtos, serviços e processos tecnológicos. A expectativa é selecionar até 10 empresas brasileiras sediadas em Mato Grosso, que receberão recursos para transformar ideias inovadoras em soluções capazes de alcançar o mercado nacional e ampliar a competitividade regional.

A iniciativa busca fomentar setores estratégicos alinhados às políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação do Estado, contribuindo para a diversificação da economia e o fortalecimento do empreendedorismo inovador em Mato Grosso.

Legenda – Várias áreas prioritárias serão contempladas pelo Edital Satrtup Mato Grosso – Créditos – DTC/FAP

Entre as áreas prioritárias contempladas pelo edital estão, Agropecuária  e Agroindústria, Biodiversidade e Biotecnologia; Educação, Energia e Recursos Energéticos Renováveis, Logística de Transporte, Recursos Hídricos e Mudanças Climáticas, Recursos Minerais, Saúde, Segurança Pública, Tecnologia da Informação, Comunicação e Turismo.

Cada empresa poderá solicitar até R$ 150 mil em recursos de subvenção econômica para execução dos projetos, que deverão resultar em produtos, bens, serviços ou processos inovadores, novos ou significativamente aprimorados, com potencial de certificação, produção e comercialização ao final da execução.

Além do apoio financeiro, as empresas selecionadas terão acesso a uma série de benefícios oferecidos pelo Parque Tecnológico Mato Grosso (Seciteci), incluindo espaço de coworking no Centro de Inovação, diagnóstico de maturidade em gestão e inovação, capacitações, workshops, apoio em propriedade intelectual, transferência de tecnologia e conexões com potenciais mercados e investidores.

Poderão participar empresas brasileiras de qualquer porte sediadas em Mato Grosso, com faturamento bruto anual de até R$ 16 milhões, constituídas entre dois e dez anos e que tenham registrado atividade operacional durante o ano de 2025. Também será permitida a participação de startups enquadradas no regime do Inova Simples, instituído pela Lei Complementar nº 167/2019.

As propostas deverão ser submetidas exclusivamente pela plataforma eletrônica SIGFAPEMAT até o dia 31 de julho de 2026, às 23h59. O resultado final está previsto para ser divulgado em 16 de setembro de 2026, com início das contratações a partir de 17 de setembro.

Para o presidente da Fapemat, “o programa representa mais um passo na consolidação de Mato Grosso como ambiente favorável ao empreendedorismo inovador e ao desenvolvimento de soluções tecnológicas capazes de gerar emprego, renda e competitividade para o Estado, reforçando  sua estratégia de transformar conhecimento científico em oportunidades de negócios, estimulando a aproximação entre pesquisa, tecnologia e setor produtivo e fortalecendo o papel da inovação como vetor do desenvolvimento econômico e social mato-grossense”, ressaltou Marcos de Sá.

Com Assessoria 

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