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Sustentabilidade

Conab fará leilões de apoio à comercialização e ao escoamento de trigo e arroz – MAIS SOJA

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Os produtores e produtoras de trigo e de arroz terão uma nova oportunidade para garantir o apoio à comercialização e ao escoamento de seus produtos. Nesta sexta-feira (12), o governo federal autorizou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a realizar leilões públicos de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (PEPRO) e de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP). Ao todo serão destinados cerca de R$ 167 milhões para as operações.

As portarias foram assinadas pelos Ministérios da Fazenda (MF), do Planejamento e Orçamento (MPO), do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), e Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Os editais com as demais informações sobre os leilões serão divulgados pela Companhia nesta segunda-feira (15).

Segundo a Portaria Interministerial nº 31/2025, serão destinados R$ 100 milhões para o escoamento de arroz em casca da safra 2024/25 para uma localidade distinta do estado de origem do grão. A ação atende aos produtores e produtoras dos estados em que o preço de mercado do grão esteja abaixo do preço mínimo.

Os outros R$ 67 milhões serão destinados para os leilões de trigo, segundo a Portaria Interministerial nº 32/2025. Assim como no caso do arroz, atende aos agricultores dos estados em que o preço de mercado do cereal esteja abaixo do preço mínimo. As operações serão destinadas ao apoio para o escoamento de trigo em grãos da safra 2024/2025, publicada em junho de 2024, e do ciclo 2025/2026.

No caso do PEP, as indústrias de beneficiamento e comerciantes recebem o prêmio após comprovar a compra do produto pelo preço mínimo e o escoamento para os destinos permitidos. Já no PEPRO, o prêmio é ofertado ao produtor ou cooperativa que efetue a venda do produto pela diferença entre o preço mínimo e o valor do Prêmio Equalizador arrematado, e comprove o escoamento do alimento.

Na data da realização das operações, os participantes deverão estar inscritos na Bolsa de Mercadorias pela qual pretendem atuar e em situação regular perante o Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN), o Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes da Conab (SIRCOI) e o Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (SICAN) da Conab, além de possuir cadastro em situação regular no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (SICAF), como também perante a Fazenda Federal e a Seguridade Social, entre outras exigências previstas nos editais.

Atento a este cenário desafiador para os produtores, o Governo Federal lançou, ainda no final de 2024, leilões de Contrato de Opção de Venda (COV) de arroz, de forma a dar sustentação à atividade. Ao todo desta operação foram firmados 3.396 contratos, com negociação de cerca de 91.700 toneladas de arroz. A maior parte da negociação foi realizada no Rio Grande do Sul.

Outras 110.000 toneladas do cereal foram adquiridas pela Companhia, também por meio de leilões de Contratos de Opção, desta vez realizados em agosto deste ano, sendo firmados 4.044 contratos com agricultores e agricultoras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

A Conab adquiriu, ainda, cerca de 956 toneladas de arroz por meio de uma primeira rodada de AGF, autorizada também em agosto pelo Governo Federal. Uma nova autorização para compra do grão por meia da AGF foi autorizada no início de novembro.

Nos últimos anos, o governo também lançou medidas de apoio aos produtores de trigo. Ainda em 2023, a Conab investiu R$ 255.7 milhões no auxílio ao escoamento de 479.300 toneladas do cereal. Já no ano passado, foram adquiridas 7.200 toneladas do principal produto cultivado no País dentre as culturas de inverno.

Fonte: Conab, disponível em SNA



 

FONTE

Autor:Conab, disponível em SNA

Site: SNA

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Preço reage, mas custo alto e margem negativa limitam liquidez no RS – MAIS SOJA

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Mesmo com a recente alta nos preços, o mercado de arroz no Rio Grande do Sul segue com baixa liquidez. Segundo o Cepea, custos elevados, margens negativas e incertezas sobre medidas de apoio ao setor são os fatores que vêm travando as negociações. De acordo com o Centro de Pesquisas, parte dos compradores prioriza a aquisição de arroz já disponível nas unidades de beneficiamento, diante de dificuldades logísticas agravadas pela alta do diesel e pelo encarecimento dos fretes. Pelo lado da oferta, a postura segue retraída, com produtores aguardando melhores condições de venda, afirmam pesquisadores do Cepea.

Mesmo com a valorização recente, os preços atuais ainda não garantem rentabilidade, fator que ajuda a explicar a baixa liquidez que persiste no mercado. Diante desse cenário, entidades representativas, como Federarroz e Farsul, intensificam a articulação por medidas de apoio ao setor. Entre os pontos centrais está o cronograma de pagamento do custeio da safra 2025/26, atualmente estruturado em até quatro parcelas. Como a primeira parcela coincide com o período de maior oferta, a proposta das entidades é ampliar o parcelamento para oito meses, reduzindo a pressão sobre a comercialização.

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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CNA inicia encontros regionais para reunir propostas ao Plano Safra – MAIS SOJA

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) começa, nessa semana, a ouvir produtores rurais das cinco regiões do país para construir as propostas do setor para o Plano Agrícola e Pecuário do ciclo 2026/2027.

Os encontros vão reunir entidades, representantes de sindicatos rurais, Federações estaduais de agricultura e pecuária, produtores e especialistas sob a coordenação da Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA.

As reuniões têm como objetivo discutir as principais necessidades e particularidades dos produtores em temas como crédito rural, políticas de apoio à comercialização, mercado de capitais e instrumentos de gestão de riscos.

A rodada inicial dos encontros começa terça (24), em formato online, com representantes da Região Norte. Na quinta (26), também em formato virtual, será a vez da Região Sul debater as propostas.

No dia 1º de abril, o encontro será em Brasília, com representantes do Centro-Oeste. As últimas rodadas de debates serão no Espírito Santo (região Sudeste) e Ceará (Nordeste), em data e local que serão definidos.

Todas as contribuições coletadas ao longo dos encontros serão consolidadas em um documento que será entregue ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a outras autoridades e parlamentares, como subsídio para a elaboração do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2026/2027.

Fonte: CNA



 

FONTE

Autor:CNA

Site: CNA

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Sustentabilidade

Cidasc confirma presença de Amaranthus palmeri em SC e emite nota técnica – MAIS SOJA

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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) informa a detecção de Amaranthus palmeri (caruru-gigante) em Santa Catarina, em propriedade rural no município de Campo Erê. 

As amostras foram processadas em laboratório credenciado junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), sendo a análise realizada por meio das técnicas: inspeção visual, consulta à bibliografia e/ou material de referência, exame visual, observação da morfologia sob microscopia e PCR. 

O diagnóstico foi confirmado no dia 13 de março de 2026, conforme Relatório de Ensaio n.º 7659.0/2026. 

A detecção de Amaranthus palmeri no estado de Santa Catarina não implica restrições à comercialização de produtos da agricultura catarinense, tampouco oferece riscos aos consumidores. 

Amaranthus palmeri é uma planta daninha invasora de elevada agressividade, reconhecida por seu rápido crescimento, alto potencial competitivo, intensa produção de sementes e capacidade de dispersão por diferentes vias. Devido a essas características, é classificada no país como praga quarentenária presente. 

A espécie foi identificada inicialmente no ano de 2015, no estado do Mato Grosso, seguida do Mato Grosso do Sul em 2022 e, em fevereiro de 2026, no estado de São Paulo. 

Os procedimentos previstos na Portaria SDA/Mapa n.º 1.119, de 20 de maio de 2024, que institui o Programa Nacional de Prevenção e Controle do Amaranthus palmeri, estão sendo executados pela Cidasc, entre os quais a interdição da propriedade, a determinação de erradicação de plantas de Amaranthus spp. e o levantamento de delimitação nas propriedades limítrofes e no raio expandido. 

Para fins de ciência e apoio às ações de identificação, informamos que as orientações complementares, o material técnico de apoio e as imagens para reconhecimento de Amaranthuspalmeri estarão disponíveis no sítio eletrônico da Cidasc, no âmbito do Programa Estadual de Sanidade das Grandes Culturas, na área de Defesa Sanitária Vegetal. 

Caso encontre plantas suspeitas, que apresentem indícios de resistência aos herbicidas, entre em contato pelo e-mail didev@cidasc.sc.gov.br ou diretamente em um escritório da Cidasc. Os contatos estão disponíveis no site cidasc.sc.gov.br/estrutura-organizacional. 

Fonte: Cidasc, disponível em Fecoagro



 

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