Business
Com apoio do governo de MS e recordes na produção de soja, Sidrolândia realiza expo agropecuária

Com destaque para a produção de milho e soja, além de ser um importante polo da avicultura e da suinocultura, o município de Sidrolândia realiza a 26ª Expo Sidrolândia. O governador Eduardo Riedel participou, na última terça-feira (9), da abertura do evento, que segue até este domingo (14) e tem o apoio do governo do estado de Mato Grosso do Sul.
Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 
“Esta exposição representa bem o que aconteceu no nosso estado. O nível de tecnologia presente nas máquinas, no conhecimento, na informação, retratado de tudo que viveu a produção agropecuária, a profissionalização do produtor.
O resultado é crescimento muito superior à média brasileira, e isso gera oportunidade de emprego, renda, desenvolvimento, conhecimento. Isso é dedicação, é comprometimento de milhares de empreendedores que estão fazendo as coisas acontecerem”, disse Riedel.
A produção de milho em Sidrolândia para a safra 2024/2025 atingiu aproximadamente 1,17 milhões de toneladas, em 180,99 mil hectares, e produtividade média de 108,58 sacas por hectare. Nesta safra, o município foi o segundo maior produtor estadual de milho, ficando atrás apenas de Maracaju (1,84 milhões de toneladas).
Já a produção de soja em Sidrolândia para a safra 2024/2025 atingiu aproximadamente 816 mil toneladas, em 276,82 mil hectares, e produtividade média de 49,16 sacas por hectare. Nesta safra, o município foi o terceiro maior produtor estadual de soja, atrás apenas de Maracaju (1,56 milhões) e Ponta Porã (1,03 milhões).
O post Com apoio do governo de MS e recordes na produção de soja, Sidrolândia realiza expo agropecuária apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Mercado do boi gordo recua em junho com ajuste da demanda e menor ritmo dos frigoríficos

O mercado físico do boi gordo encerrou junho em forte movimento de correção, com queda nas cotações da arroba em praticamente todas as principais regiões produtoras do Brasil. Segundo a Safras & Mercado, o cenário foi influenciado pelo ajuste da indústria frigorífica diante da redução temporária das compras chinesas, principal destino da carne bovina brasileira.
De acordo com o analista Fernando Iglesias, os frigoríficos reduziram a capacidade de abate e passaram a anunciar férias coletivas em diversas unidades para adequar a produção ao menor ritmo das exportações previsto para o terceiro trimestre.
O primeiro semestre também foi marcado por intensa volatilidade no mercado do boi gordo. As constantes mudanças relacionadas à salvaguarda chinesa provocaram oscilações nos preços, levando as indústrias a reagirem rapidamente às informações do mercado. Diante desse cenário, a recomendação é que os pecuaristas utilizem ferramentas de proteção de preços para reduzir riscos.
Entre as praças pecuárias, São Paulo registrou arroba a R$ 335, queda de 5,63% em relação ao fim de maio. Em Goiânia (GO), o preço recuou para R$ 320 (-3,03%). Em Uberaba (MG), a arroba caiu para R$ 315 (-3,08%). Já em Dourados (MS), a retração foi de 8,57%, com a arroba cotada a R$ 320. Em Cuiabá (MT), o preço caiu 7,04%, para R$ 330, enquanto em Vilhena (RO) a arroba encerrou o mês em R$ 320, baixa de 4,48%.
- Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!
Atacado
Segundo Iglesias, o mercado atacadista também registrou queda nas cotações ao longo de junho, mesmo durante o período da Copa do Mundo, quando tradicionalmente há expectativa de maior consumo. O desempenho foi limitado pela menor competitividade da carne bovina frente às proteínas concorrentes, principalmente a carne de frango, que seguiu mais atrativa ao consumidor.
No fechamento do mês, o quarto dianteiro foi negociado a R$ 21,00 por quilo, recuo de 2,33% em relação aos R$ 21,50 registrados no fim de maio. Já os cortes do traseiro bovino encerraram junho cotados a R$ 25,50 por quilo, queda de 5,56% frente aos R$ 27,00 praticados no mês anterior.
O post Mercado do boi gordo recua em junho com ajuste da demanda e menor ritmo dos frigoríficos apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Abelha mandaguari aumenta em até 67% a produção de café arábica, aponta estudo

Um estudo conduzido pela Embrapa Meio Ambiente (SP) e instituições parceiras mostra que o manejo de abelhas nativas sem ferrão pode elevar em até 67% a produção de frutos do café arábica. Publicada na revista científica Frontiers in Bee Science, a pesquisa destaca o potencial da polinização manejada como estratégia para aumentar a produtividade e fortalecer a sustentabilidade da cafeicultura.
O trabalho avaliou o efeito da polinização suplementar realizada por Scaptotrigona depilis, conhecida como abelha mandaguari. O aumento de até 67% na produção de frutos em ramos localizados próximos às colônias reforça a eficiência da mandaguari como polinizadora do café, inclusive em cultivares autocompatíveis, isto é, variedades capazes de se autopolinizar.
Para medir esse efeito, os pesquisadores instalaram colônias em fazendas convencionais, na densidade aproximada de dez colônias por hectare, antes do início da florada. A produção foi comparada entre ramos próximos às colônias e ramos mais distantes, o que permitiu associar o ganho de rendimento à atividade das abelhas.
Saúde das colônias
Além do efeito sobre a produtividade, os pesquisadores investigaram se o uso de inseticidas neonicotinoides poderia afetar a saúde das colônias. O foco foi o tiametoxam, utilizado em safras anteriores em áreas convencionais. Durante o acompanhamento, os pesquisadores monitoraram indicadores como produção de cria, mortalidade de crias e atividade de coleta de alimentos e materiais usados na construção das estruturas internas de seus ninhos.
As avaliações ocorreram em diferentes momentos: uma semana antes da florada; uma semana logo depois da florada; e cerca de 45, 75 e 105 dias após retirada do talhão de café.
A equipe também mediu resíduos do inseticida e de seu metabólito, a clotianidina, em materiais coletados em campo, como folhas de café, néctar e pólen. A detecção confirmou que o uso de neonicotinoides deixou resíduos nos recursos florais acessíveis aos polinizadores.
Apesar disso, não foram observados impactos estatisticamente significativos sobre os parâmetros avaliados nas colônias. Indicadores como produção e mortalidade de crias não apresentaram diferenças relevantes entre colônias instaladas em áreas convencionais e aquelas mantidas em propriedades orgânicas após o período de exposição.
A atividade de coleta mostrou variações iniciais entre os sistemas, mas essas diferenças diminuíram ao longo do monitoramento.

Polinização e manejo fitossanitário
Os autores destacam duas implicações centrais para a cafeicultura. A primeira é que abelhas sem ferrão podem atuar como polinizadoras eficazes do café arábica, com potencial para elevar a produtividade mesmo em cultivares autocompatíveis, variedades capazes de se fecundar pelo próprio pólen, sem depender obrigatoriamente de outra cultivar compatível.
A segunda é que, nas condições avaliadas, o uso de defensivos dentro das recomendações técnicas não gerou danos mensuráveis às colônias, indicando que é possível conciliar a proteção das lavouras com a preservação dos polinizadores.
Conforme a primeira autora do estudo, a bióloga Jenifer Ramos, que atuou como bolsista de estímulo à inovação na Embrapa Meio Ambiente, os resultados reforçam a importância de integrar biodiversidade e produção agrícola.
“O estudo demonstra que o uso de abelhas nativas manejadas pode gerar ganhos expressivos de produtividade, ao mesmo tempo em que contribui para a conservação dos polinizadores e para o fortalecimento de sistemas agrícolas mais sustentáveis. Trata-se de uma solução baseada na natureza com grande potencial de aplicação na cafeicultura brasileira”, afirma.
O post Abelha mandaguari aumenta em até 67% a produção de café arábica, aponta estudo apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Muito além do futebol: como o agro entra em campo para viabilizar a Copa do Mundo

Antes de a bola rolar e o árbitro apitar o início da partida, o agronegócio já garantiu sua escalação como titular na Copa do Mundo. Frequentemente associado apenas às grandes exportações de commodities, o setor opera de forma estratégica e silenciosa no esporte.
Essa presença começa no elemento mais sagrado do espetáculo: o gramado dos estádios. A entrega de tapetes verdes impecáveis e resistentes exige biotecnologia e manejo avançado de solo, frutos diretos da pesquisa científica agrícola.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
Fora das quatro linhas, a cadeia do agro dita o ritmo das arquibancadas, fornecendo toda a estrutura de alimentação do evento. O setor entrega desde os ingredientes para os lanches rápidos consumidos pelo público até a matéria-prima essencial da cerveja que acompanha a comemoração da torcida.
Da infraestrutura ao consumo, fica claro que o futebol e a força do campo jogam no mesmo time. Essa conexão surpreendente foi tema de um vídeo publicado pelo Canal Rural no Instagram, que detalha como a produção rural viabiliza a experiência de atletas e torcedores.
Confira:
A Copa do Mundo de 2026 teve início em 11 de junho, nos Estados Unidos. O país é um dos antitriões desta edição junto de México e Canadá. A final ocorre em 19 de julho, no estádio de Nova Jersey/Nova York.
O post Muito além do futebol: como o agro entra em campo para viabilizar a Copa do Mundo apareceu primeiro em Canal Rural.
Business18 horas agoAgricultura regenerativa busca transformar práticas sustentáveis em renda
Agro Mato Grosso15 horas agoMato Grosso sobe para a 10ª maior economia do Brasil com PIB de R$ 273 bilhões
Business14 horas agoPlano Safra 2026/27: bastidores mostram o desafio de traduzir R$ 610 bilhões ao produtor
Featured15 horas agoCuiabá terá o primeiro Centro de Tratamento da Obesidade do Brasil na rede pública
Business13 horas agoAbimaq lança guia gratuito sobre armazenagem diante de déficit no setor; confira
Featured12 horas agoPrograma leva vacinação contra gripe a alunos de escola municipal em Várzea Grande
Agro Mato Grosso15 horas agoIndústria de MT cresce 56% com ambiente favorável aos negócios
Featured13 horas agoBom de Bola, Bom de Escola: projeto ligado ao Cuiabá inicia treinos para 600 crianças
















