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5 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Principais pragas do milho: Monitoramento, controle, danos e manejo eficiente – MAIS SOJA

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Em lavouras comerciais de milho, assegurar condições fitossanitárias adequadas ao desenvolvimento das plantas é indispensável para a obtenção de altas produtividades. Além de doenças e plantas daninhas, pragas podem reduzir o potencial produtivo e qualidade do milho produzido, acometendo a cultura nas diferentes fases do desenvolvimento da lavoura.

Dentre as principais pragas que infestam o milho, destacam-se o complexo de lagartas do gênero Spodoptera (lagarta-do-cartucho), o percevejo-barriga-verde (Diceraeus melacanthus e Diceraeus furcatus), a lagarta-da-espiga (Helicoverpa zea), determinados corós e pulgões, além da temida cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis e Leptodelphax maculigera), atualmente considerada uma das pragas mais devastadoras da cultura.

Essas pragas podem ocorrer em diferentes estádios de desenvolvimento do milho, podendo inclusive estar presentes antes da semeadura, remanescentes de culturas antecessoras. No entanto, ao compreender o comportamento desses insetos, torna-se possível antecipar seus períodos de maior ocorrência, permitindo o ajuste das práticas de manejo e do monitoramento. Dessa forma, a tomada de decisão pode ser realizada de forma mais precisa, garantindo intervenções no momento oportuno, conforme os níveis de ação.

Figura 1. Calendário de ocorrência de pragas em milho.

Os danos diretos em decorrência da incidência de pragas no milho variam de acordo com a espécie da praga, densidade populacional e estádio do desenvolvimento da cultura atacada. A exemplo da lagarta-do-cartucho, estima-se que os danos em decorrência da incidência dessa praga em milho, possam representar perdas de produtividade de até 60%, caso as devidas medidas de controle não sejam adotadas (Rossato et al., 2020). Assim como a lagarta-do-cartucho, outras pragas podem causar perdas substanciais em milho, a exemplo do percevejo-barriga-verde, que dependendo do período em que infesta o milho e da densidade populacional da praga, pode reduzir em até 50% a produtividade da cultura (Chiaradia; Nesi; Ribeiro, 2016).

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Figura 2. Lagarta-do-cartucho do milho.

Assim como essas pragas, diversos insetos de importância agrícola podem reduzir substancialmente a produtividade e qualidade do milho produzido, exercendo influência direta ou indireta sobre componentes de rendimento da cultura. No cenário atual, uma das pragas mais devastadoras que acometem o milho é a cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis e Leptodelphax maculigera).

Embora seu potencia em causar danos diretos seja considerada relativamente baixo, a cigarrinha-do-milho assume papel principal de praga por atuar como principal vetor da transmissão dos enfezamentos à cultura. Tanto o enfezamento-pálido (figura 3), quanto o enfezamento-vermelho (figura 4) são doenças causadas pela infecção da planta de milho por microrganismos denominados molicutes, que são um espiroplasma (Spiroplasma kunkelii) e um fitoplasma (Maize bushy stunt) (Embrapa), transmitidos pela cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis e Leptodelphax maculigera).

Figura 3. Sintomas do enfezamento-pálido do milho.
Fonte: Sabato et al. (2014).
Figura 4. Sintomas de enfezamento-vermelho do milho.
Fonte: Sabato et al. (2014).

Os danos ocasionados pelos enfezamentos no milho variam de acordo com a  suscetibilidade do híbrido, período de ocorrência e severidade da doença, podendo em alguns casos representar pernas da produção superiores a 70%, ou até mesmo inviabilizar a lavoura (Sabato; Barros; Oliveira, 2016).

Figura 5. Espiga de milho de uma planta com enfezamento (acima), e planta sem sintomas (abaixo).
Foto: E. O. Sabato

Considerando que a cigarrinha-do-milho é o principal vetor dos enfezamentos, o controle dessa praga constitui uma das principais estratégias de manejo utilizadas em escala comercial para reduzir o impacto dos enfezamentos na produção de milho. Ainda que não haja nível de ação pré-estabelecido para a praga, a presença da cigarrinha durante a fase crítica do milho justifica seu controle.

Figura 6. Cigarrinha do milho espécies Leptodelphax maculigera e Dalbulus maidis.
Fonte: Ferreira et al. (2023)

O período crítico para o controle da cigarrinha-do-milho visando reduzir o desenvolvimento dos enfezamentos varia de VE a V5, podendo se estender até V8 em alguns casos. Mesmo optando por inseticidas de maior performance e residualidade, normalmente o intervalo entre aplicações de inseticidas durante a fase crítica de controle da cigarrinha é de 5 a 7 dias.

Nesse contexto, a rotação de inseticidas com moléculas de diferentes mecanismos de ação é de extrema relevância para o manejo da resistência da cigarrinha a inseticidas, principalmente em ocasiões de elevada pressão de seleção como ocorre em intervalos curtos de pulverização.

Sendo assim, inseticidas alternativos aos inseticidas de contato, devem integrar o programa de controle da cigarrinha-do-milho, possibilitando não só a rotação de ingredientes ativos, como o aumento da performance no controle.  Um inseticida com essas características e registrado para o controle da cigarrinha-do-milho é o Fiera®, inseticida fisiológico, seletivo e regulador de crescimento de insetos, que atua principalmente no controle de ninfas da cigarrinha-do-milho.

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Além de agir no controle direta da praga, o Fiera® influencia na fertilidade da cigarrinha, reduzindo a quantidade e a viabilidade dos ovos depositados (Sipcam Nichino, s. d.). Embora a cigarrinha-do-milho seja o foco do manejo fitossanitário de muitas lavouras, a rotação de inseticidas entre as janelas de aplicação é importante independentemente da praga a ser controlada. Atrelado a isso, o monitoramento periódico das áreas de cultivo é determinante para embasar estratégias de controle.

Aliadas ao controle químico, a rotação de culturas, o uso de híbridos mais tolerantes e o ajuste da época de semeadura podem reduzir de forma significativa a pressão de pragas sobre a cultura do milho. Além disso, as biotecnologias inseridas nos híbridos devem ser consideradas no planejamento do manejo, garantindo, quando aplicável, a adoção adequada de áreas de refúgio para híbridos Bt, a fim de retardar a evolução da resistência e preservar a eficiência das tecnologias.

Referências:

CHIARADIA, L. A.; NESI, C. N.; RIBEIRO, L. P. NÍVEL DE DANO ECONÔMICO DO PERCEVEJO BARRIGA-VERDE, Dichelops furcatus (Fabr.) (Hemiptera: Pentatomidae), EM MILHO. Agropecu. Catarin., 2016. Disponível em: < https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/rac/article/view/93/29 >, acesso em: 28/11/2025.

EMBRAPA. ENFEZAMENTOS POR MOLICUTES E CIGARRINHA NO MILHO. Embrapa. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/controle-da-cigarrinha-do-milho >, acesso em: 28/11/2025.

FERREIRA, K. R. et al. FIRST RECORD OF THE AFRICAN SPECIES Leptodelphax maculigera (Stål, 1859) (Hemiptera: Delphacidae) IN BRAZIL. Research Square, 2023. Disponível em: < https://www.researchsquare.com/article/rs-2818951/v1 >, acesso em: 28/11/2025.

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ROSSATO, A. C. et al. MANEJO INTEGRADO DA LAGARTA-DO-CARTUCHO EM MILHO. Revista Cultivar, Grandes Culturas, ed. 205, 2020. Disponível em: < https://revistacultivar.com.br/artigos/manejo-integrado-da-lagarta-do-cartucho-em-milho >, acesso em: 28/11/2025.

SABATO, E. O. et al. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE DOENÇAS DO MILHO DISSEMINADAS POR INSETOS-VETORES. Embrapa, circular técnica, 205. Sete Lagoas – MG, 2014. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/121416/1/circ-205.pdf >, acesso em: 28/11/2025.

SABATO, E. O.; BARROS, A. C. S.; OLIVEIRA, I. R. CENÁRIO E MANEJO DE DOENÇAS DISSEMINADAS PELA CIGARRINHA NO MILHO. Embrapa Milho e Sorgo, Cartilha, 2016. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1059085/1/Cenariomanejo1.pdf >, acesso em: 28/11/2025.

SIPCAM NICHINO. INOVAÇÃO NO CONTROLE DA CIGARRINHA-DO-MILHO: NOVO INSETICIDA DEMONSTRA ALTA EFICÁCIA. Sipcam Nichino Brasil, s.d. Disponível em: < https://www.sipcamnichino.com.br/post/inova%C3%A7%C3%A3o-no-controle-da-cigarrinha-do-milho-novo-inseticida-demonstra-alta-efic%C3%A1cia >, acesso em: 28/11/2025.

Foto de capa: Fabiano Bastos

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É possível produzir mais soja sem desmatar a Amazônia? – MAIS SOJA

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O Brasil é o país com maior área cultivada de soja no mundo (49 milhões de hectares), o que posiciona o país como o maior produtor mundial da cultura (Conab, 2026; FAOSTAT, 2026), ao mesmo tempo que abriga 60% da floresta amazônica, que ocupa 550 milhões de hectares na América do Sul. Historicamente, parte importante do crescimento da produção de soja no país veio da conversão de florestas e savanas em lavoura (MapBiomas, 2020), o que levanta uma pergunta central para o setor agrícola: é possível continuar aumentando a produção sem repetir esse padrão de expansão sobre áreas nativas?

Um estudo conduzido por Marin et al. (2022) combinou modelos de simulação de cultivo e análise espacial para avaliar, nos quatro principais biomas produtores de soja do Brasil (Pampa, Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia), o quanto a intensificação produtiva, ou seja, o aumento da produtividade na área já cultivada poderia substituir a abertura de novas áreas até 2035.

Entre 2007 e 2019, o aumento da produção de soja na Amazônia e no Cerrado veio majoritariamente da expansão de área (fatia vermelha na Figura 1a), e não do ganho de produtividade (fatia verde na Figura 1a), ao contrário do observado em outros biomas como na Mata Atlântica e no Pampa, regiões de ocupação mais antiga. Um terço de toda a expansão da soja no Brasil entre 2015 e 2019 ocorreu na Amazônia, com metade dela avançando sobre floresta nativa. O estudo demonstra que a lacuna de produtividade explorável da soja aumenta de sul para norte, de 10% no Pampa a 35% na Amazônia e no Cerrado, indicando que ainda há bastante espaço para ganhar produtividade nessas regiões sem abrir uma nova área (Figura 1b).

Figura 1. Contribuição da expansão de área e do ganho de produtividade para o aumento da produção de soja por bioma entre 2007 e 2019 (a) e gap de produtividade explorável da soja nos biomas brasileiros (b). Fonte: adaptado de Marin et al. (2022).

Para testar o potencial da intensificação, os autores compararam três cenários até 2035: manter o padrão atual de expansão sobre novas áreas (BAU), travar a expansão sobre áreas nativas sem investir em manejo (NCE) e intensificar a produção, acelerando o ganho de produtividade e permitindo a expansão da soja apenas sobre pastagens já existentes (INT). No cenário de intensificação, a produção de soja chegaria a 162 milhões de toneladas em 2035, sem nenhum desmatamento adicional e com 58% menos emissões de gases de efeito estufa do que no cenário de expansão atual (Figura 2).

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Figura 2. Produção anual de soja no Brasil projetada até 2035 em três cenários: manutenção do padrão atual de expansão (BAU), contenção da expansão sobre áreas nativas sem ganho adicional de manejo (NCE) e intensificação da produção associada à expansão apenas sobre pastagens (INT). Fonte: adaptado de Marin et al. (2022).

Isso mostra que fechar o gap de produtividade não é apenas uma estratégia para aumentar a renda da propriedade: no caso da soja no Brasil, intensificar o manejo na área já plantada é também o caminho mais viável para proteger a Amazônia e o Cerrado, conciliando o crescimento da produção com a sustentabilidade ambiental, sem a necessidade de desmatar mais um hectare.



Referências:

Collection [5.0] of the Annual Series of Land Use and Land Cover Maps of Brazil (MapBiomas Project, 2020); https://mapbiomas.org/en

Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). 1º Levantamento safra de grãos 2026/2027. Disponível em: < https://www.gov.br/conab/pt-br/atuacao/informacoes-agropecuarias/safras/safra-de-graos/boletim-da-safra-de-graos/1o-levantamento-safra-2026-27/1o-levantamento-safra-2026-27 >, acesso: 20/10/2026

MARIN, F.R. et al. Protecting the Amazon forest and reducing global warming via agricultural intensification. Nature Sustainability, v. 5, p. 1018-1026, 2022. Disponível em: < https://www.nature.com/articles/s41893-022-00968-8 >, acesso: 15/10/2026.
FAOSTAT Statistical Database (Food and Agriculture Organization). Disponível em: < https://www.fao.org/faostat/en/#data >, Acesso: 20/10/2026.

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Produtores rurais terão mais dois anos de benefícios fiscais na compra de máquinas agrícolas e equipamentos de irrigação – MAIS SOJA

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Os produtores rurais terão mais dois anos de acesso a benefícios fiscais na compra de máquinas e implementos agrícolas e equipamentos de irrigação. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou a prorrogação dos Convênios ICMS 52/1991 e 54/2021 até 31 de dezembro de 2028. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (29).

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) explica que a medida mantém a redução da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), evitando que o encerramento dos benefícios, previsto para dezembro de 2026, resulte em aumento dos custos para os produtores rurais.

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) explica que a medida evita o encerramento dos benefícios fiscais, previsto para dezembro de 2026, o que poderia elevar os custos para os produtores rurais, mantendo a redução da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de compra desses produtos.

O assessor técnico tributário da Famato, José Cristovão, explica que o benefício representa uma diferença significativa no valor pago pelo produtor. Como exemplo, ele cita a compra de um trator em uma operação interna.

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“Para ter uma ideia da diferença, em uma operação interna de compra de um trator, a alíquota do ICMS é de 17%. Com a redução da base de cálculo prevista no convênio, o imposto efetivamente pago corresponde a 5,6% do valor da operação. É uma redução significativa no custo tributário da aquisição, que continuará valendo até dezembro de 2028”, explica José Cristovão.

O Convênio ICMS 52/1991 contempla máquinas e implementos agrícolas, como tratores, plantadeiras, semeadoras, colheitadeiras, pulverizadores e distribuidores de fertilizantes. Já o Convênio ICMS 54/2021, o benefício concedido é a isenção total de ICMS na venda de equipamentos de irrigação destinados à agricultura e à horticultura.

A prorrogação atende a uma solicitação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que encaminhou ofício ao Confaz no dia 23 de outubro, defendendo a continuidade dos benefícios fiscais. A manutenção dessas condições tributárias contribui para reduzir os custos na aquisição de equipamentos e dar mais previsibilidade aos investimentos no campo.

Fonte: Sistema Famato



 

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Milho fecha em alta em Chicago com demanda para etanol nos EUA e recuperação técnica – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho encerrou a sessão desta quarta-feira (4) com preços em alta. O mercado foi sustentado pelos sinais de boa demanda voltada à produção de etanol nos Estados Unidos e por um movimento de recuperação técnica, após as cotações atingirem os menores níveis em quatro meses. A queda do dólar frente a outras moedas correntes também favoreceu os ganhos.

Segundo dados da Administração de Informação de Energia (AIE), a produção de etanol de milho dos Estados Unidos avançou 2,23% na semana encerrada em 30 de outubro, atingindo 1,143 milhão de barris diários, ante 1,119 milhão de barris na semana anterior (23). Cada barril equivale a 159 litros.

Já os estoques de etanol dos Estados Unidos passaram de 24,5 milhões de barris para 24,4 milhões no mesmo período comparativo, baixa de 0,40%. O país exportou ainda 147 mil barris de etanol na última semana, ante 116 mil barris na anterior, alta de 26,72%.

De acordo com a Reuters, os contratos futuros de milho também encontraram suporte em compras de oportunidade e compras técnicas, após atingirem os menores patamares desde 1º de julho. Analistas apontaram que o cereal apresentava condições de sobrevenda, favorecendo uma recuperação das cotações.

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Por outro lado, o avanço da colheita norte-americana limitou uma valorização mais expressiva. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de milho no país atingiu 74% da área até domingo. A perspectiva de uma produção elevada também seguiu no radar, com o USDA estimando a segunda maior safra de milho da história dos Estados Unidos.

Ainda conforme a Reuters, as chuvas interromperam os trabalhos de colheita em determinadas regiões, reduzindo algumas vendas de grãos pelos produtores e aliviando a pressão da entrada de novas ofertas.

Os contratos de milho com entrega em dezembro/26 fecharam a US$ 4,44 1/4 por bushel, com alta de 1,75 centavo, ou 0,39%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/27 fechou a sessão a US$ 4,58 1/4 por bushel, avanço de 2,00 centavos, ou 0,43%, em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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