Agro Mato Grosso
Amaggi inclui “Panetone do Bem” na tradição natalina e amplia sustentação de projeto social

A parceria da Amaggi com a Seara de Luz promove sustentação econômica às ações da instituição junto a comunidades carentes
Cuiabá, 11 de Dezembro de 2025– A sede do Grupo Amaggi, uma das gigantes do agronegócio brasileiro, em Cuiabá (MT), foi palco de uma celebração especial que une tradição corporativa e responsabilidade social. A empresa, presidida por Blairo Maggi, recebeu a juíza e trabalhadora voluntária Maria Rosi Borba, da Seara de Luz Obras Sociais, para formalizar e expandir a parceria junto ao projeto “Panetone do Bem”.
Pelo segundo ano consecutivo, o Grupo Amaggi incluiu o “Panetone do Bem” em suas cestas natalinas, distribuídas a todos os colaboradores da Matriz. A iniciativa transforma a tradição de fim de ano em um ato de suporte à instituição beneficente que atende crianças, idosos e famílias carentes na capital mato-grossense.

“Oxigênio da Seara de Luz” Bate Meta de Vendas
Maria Rosi Borba, acompanhada por idosos acolhidos pela instituição, como Rivaldo Alves Bezerra, Miguel do Nascimento, Bartolomeu Ferreira Reis e Isidoro Dias de Moura, destacou a importância vital do projeto.
“O projeto Panetone do Bem é o oxigênio da Seara de Luz, é com esse recurso que conseguimos manter uma boa parte da estrutura financeira necessária para dar suporte às ações,” afirmou Rosi Borba, visivelmente emocionada ao anunciar um feito inédito: a instituição ultrapassou a meta de venda de 35 mil panetones, atingindo a marca de 38.500 unidades.
Ele ainda ressaltou que “é muito importante ter a Amaggi nesse trabalho da Seara de Luz, não só pelos recursos financeiros, mas por essa visibilidade que dá ao projeto. Estar aqui é uma conquista, que mostra a seriedade do trabalho e da confiança.”
Alcance Social e Acolhimento
Com mais de 25 anos de atuação, a Seara de Luz Obras Sociais mantém uma estrutura robusta no bairro Liberdade, em Cuiabá. Atualmente, a instituição: acolhe permanentemente 10 idosos na Vila de Luz (com meta de atingir 40), mantém uma creche para 80 crianças, oferece cursos profissionalizantes e assiste 700 famílias cadastradas com cestas básicas mensais.
O presidente do Conselho da Amaggi, Blairo Maggi parabenizou a instituição, pelo trabalho que vem realizado junto à comunidade carente. “Parabéns pelo trabalho que a instituição vem fazendo, e a presença e depoimento dos idosos assistidos, demostra a seriedade com que esse trabalho é feito”, disse Maggi.
Um Presente com Propósito
A funcionária e voluntária Isabel Cristina Guarim, que atua na Seara de Luz há 25 anos, reforçou que o Panetone do Bem é o que sustenta grande parte do custeio da instituição, incluindo o pagamento de salários dos colaboradores sociais e a compra de alimentos.
A iniciativa foi concebida internamente para dar um significado maior ao presente de final de ano dos funcionários. Marcelo Fraga, gerente do jurídico da Amaggi, explicou a origem da ideia: “Tivemos a ideia de unir uma tradição de natal, que é a entrega de uma cesta, com o apoio ao projeto, incluindo nessa cesta natalina o Panetone do Bem.”
Michelly Stefano, Supervisora Qualidade Vida e Inclusão da Amaggi, resumiu o sentimento interno: “Entendemos que é um presente com propósito, um objetivo ainda maior. Que é cuidar de pessoas. Através do Panetone do Bem, temos a oportunidade de atingir também pessoas da comunidade.”
Impacto Transformador na Vida dos Acolhidos
O acolhimento da Seara de Luz foi ilustrado pelo emocionante depoimento de Rivaldo Alves Bezerra: “Minha vida não era fácil, não era feliz. Hoje eu tenho de tudo que é bom: eu trabalho, cuido das plantas, da horta, tem massagista, ginástica, passeio no shopping. Em Cuiabá não tinha um lugar como esse.”
Seu Isidoro Dias de Moura, de 92 anos, completou, mostrando a qualidade de vida no local: “Eu sou muito feliz na Seara de Luz, tem de tudo de bom, tem ar condicionado, comida a gente come o que quer e não é qualquer comida. Eu não quero sair de lá, só no fim da vida.”
A parceria entre o Grupo Amaggi e a Seara de Luz serve de exemplo de como grandes empresas podem, por meio de ações concretas e recorrentes, se tornar pilares de sustentação para projetos que transformam a realidade de comunidades carentes.
Agro Mato Grosso
Lucas do Rio Verde é a campeã entre as médias no Centro-Oeste I MT

A cidade se tornou um dos casos mais bem-sucedidos de desenvolvimento econômico do país
O projeto de transformar produção agrícola em riqueza industrial deu certo em Lucas do Rio Verde. Em pouco mais de quatro décadas, a cidade mato-grossense se tornou um dos casos mais bem-sucedidos de desenvolvimento econômico do país. Não por acaso, conquistou o primeiro lugar entre as cidades de médio porte da Região Centro-Oeste no ranking de VEJA NEGÓCIOS.
A classificação leva em conta indicadores como emprego, renda, educação, saúde e gestão pública e confirma que planejamento de longo prazo, continuidade administrativa e vocação produtiva podem se traduzir em qualidade de vida e prosperidade. Desde a emancipação, em 1988, a população do município saltou de pouco mais de 5 000 habitantes para mais de 80 000.
O PIB per capita já supera os 100 000 reais anuais, cerca do dobro da média brasileira. Em ruas largas, arborizadas e planejadas, o desenvolvimento não ocorreu por acaso.
Desde os anos 2000, lideranças do agronegócio e sucessivas administrações municipais passaram a seguir um plano voltado à atração de investimentos e à industrialização da produção agrícola do entorno da cidade. O resultado foi um modelo de crescimento raro no Brasil.
Nas últimas duas décadas, Lucas do Rio Verde atraiu alguns dos maiores grupos do agronegócio nacional. A FS, uma das principais produtoras de etanol de milho do país, comprou neste ano toda a safra próximo de 1 milhão de toneladas do grão.
A beneficiadora de soja Amaggi e a processadora de proteína animal BRF mantêm no município, há mais de uma década, algumas de suas principais unidades industriais.
A localização estratégica às margens da BR-163, corredor logístico que liga o Centro-Oeste aos portos das regiões Norte e Sul, e a perspectiva de se tornar um importante entroncamento ferroviário de cargas nos próximos anos reforçam o potencial de expansão da economia local.
“O desenvolvimento de Lucas superou todas as melhores expectativas”, afirma o catarinense Osvaldo Martinello, que chegou à cidade há 37 anos e fundou a rede varejista que leva o sobrenome da família. A primeira loja, de apenas 150 metros quadrados, deu origem a um grupo com 113 pontos de venda distribuídos por 75 municípios mato-grossenses. “Chegamos com uma malinha nas costas e hoje somos uma empresa com 3 500 colaboradores. Essa trajetória só foi possível graças ao dinamismo econômico de Lucas do Rio Verde”, diz Martinello.
A força da agroindústria impulsionou também um amplo ecossistema de serviços.
“Ao longo do tempo, construímos um ciclo de crescimento acelerado, mas com equilíbrio social”, afirma o prefeito Miguel Vaz. O avanço da atividade econômica se refletiu no dinâmico mercado de trabalho local.
“Vivemos em pleno emprego desde o período pós-pandemia”, afirma o secretário municipal de Planejamento, Danilo Messias. Em 2025, considerando os municípios enquadrados na mesma faixa populacional dos critérios do Fundo de Participação dos Municípios, Lucas do Rio Verde liderou a geração de empregos no país. A boa gestão das contas públicas completa a equação. A arrecadação anual, próximo de 800 milhões de reais, supera despesas e investimentos, que giram em torno de 700 milhões.
Mais da metade do orçamento é destinada à saúde e à educação. O próximo desafio já está definido: ampliar a qualificação da mão de obra em inovação e tecnologia para atender às demandas de uma agroindústria cada vez mais sofisticada e preservar o ciclo de prosperidade que transformou Lucas do Rio Verde em uma referência nacional de desenvolvimento.
Agro Mato Grosso
TCE mantém suspenso pregão de R$ 1,4 milhão de Prefeitura para compra de mobiliário escolar

O Plenário do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) manteve a suspensão do pregão eletrônico de quase R$ 1,4 milhão lançado pela Prefeitura de Sapezal para a aquisição de mobiliário escolar. A tutela provisória de urgência, concedida em julgamento singular do conselheiro Alisson Alencar, foi homologada durante sessão ordinária desta terça-feira (28).
A medida cautelar foi solicitada em representação de natureza externa, na qual o requerente apontou possíveis restrições à competitividade do certame. Conforme a denúncia, o edital exigia uma marca específica para os conjuntos escolares, autorizava a solicitação de amostras e laudos de todos os participantes em qualquer fase da licitação e impunha a comprovação de regularidade fiscal perante o município por todos os licitantes, inclusive aqueles sediados em outras cidades.
Na análise preliminar do processo, o conselheiro verificou que a prefeitura justificou a exigência da marca com o argumento de manter a padronização estética do mobiliário e do ambiente escolar, que já conta com móveis do fabricante indicado no edital. Para o relator, contudo, a justificativa é insuficiente e carece de fundamentação técnica.
“Em uma análise preliminar, as normas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) podem garantir a harmonia visual necessária, sem necessidade de especificação de marca”, sustentou.
Em relação à exigência de regularidade fiscal perante o município, Alisson Alencar entendeu que a cláusula afronta o disposto no artigo 68 da Lei nº 14.133/2021, ao impor requisito incompatível com a legislação para empresas sediadas em outros municípios.
O conselheiro também apontou irregularidade na previsão que autoriza a administração a exigir amostras e laudos de todos os proponentes, por considerar que a medida contraria a sistemática prevista no artigo 41 da Lei de Licitações e impõe ônus desnecessário aos participantes do certame.
Ao votar pela manutenção da tutela provisória, o relator ressaltou ainda que a continuidade da licitação poderia resultar na adjudicação de um procedimento conduzido com regras potencialmente ilegais, causando prejuízos ao interesse público e ao erário.
Agro Mato Grosso
Com temperatura acima de 39°C, MT tem cinco cidades entre as mais quentes do Brasil

Levantamento do Inmet mostra que municípios mato-grossenses registraram temperaturas entre 37,7°C e 39,1°C nesta quinta-feira (30).
🥵 Cinco cidades de Mato Grosso ficaram entre as mais quentes do Brasil nesta quinta-feira (30), segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O maior destaque foi Nova Xavantina, que registrou 39,1°C e teve a temperatura mais alta do país no dia.
Além de Nova Xavantina, também aparecem na lista das 20 mais quentes: Santo Antônio do Leverger, com 38°C, Cuiabá, com 37,8°C, e Espigão do Leste e Rondonópolis, ambas com 37,7°C.
As altas temperaturas reforçam o cenário de calor intenso que atinge Mato Grosso neste período de estiagem, com baixa umidade relativa do ar e maior risco de queimadas em diversas regiões do estado.
Confira as temperaturas registradas nas cidades de Mato Grosso que ficaram entre as mais quentes do Brasil nesta quinta-feira (30):
- 1º Nova Xavantina – 39,1°C
- 13° Santo Antônio do Leverger – 38°C
- 14° Cuiabá – 37,8°C
- 15° Espigão do Leste – 37,7°C
- 17° Rondonópolis – 37,7°C
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