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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: A soja fechou em alta com novas compras chinesas – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 26/11/2025
FECHAMENTOS DO DIA 26/11

O contrato de soja para janeiro fechou em alta de 0,60% ou $ 6,75 cents/bushel, a $1131,50. A cotação de março encerrou em alta de 0,53% ou $ 6,00 cents/bushel, a $1140,75. O contrato de farelo de soja para dezembro fechou em alta de 0,03% ou $ 0,1/ton curta, a $ 317,1. O contrato de óleo de soja para dezembrofechou em alta de 1,13% ou $ 0,57/libra-peso, a $ 50,87.

ANÁLISE DA ALTA

A soja negociada em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. As cotações da oleaginosa ganharam um impulso positivo antes do feriado americano com a notícia da Reuters que, foram 10 e 15 carregamentos de soja nesta terça-feira. “Isso ocorreu após uma ligação na segunda-feira entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, durante a qual Trump disse ter pressionado Xi a acelerar e aumentar as compras de produtos norte-americanos por Pequim.” Afirmou a reportagem da Reuters.

Com isso, a China teria comprido algo perto dos 35% do acordo de 12 milhões de toneladas, ante os 16% já confirmados pelo USDA. A expectativa é que o Departamento divulgue estas vendas na mini sessão de sexta-feira. Vale lembrar que, a soja americana esta cara em relação ao grão brasileiro e estas compras são todas para as estatais chinesas, não compradores privados que seguem buscando a soja no Brasil.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
COBERTURA ANTES DO FERIADO (altista)

Na véspera do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, a soja está sendo negociada em alta em Chicago. Os investidores estão acompanhando de perto as notícias sobre possíveis novas compras chinesas de soja americana, considerando a meta de negociar 12 milhões de toneladas até o final do ano.

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NOVA COMPRA CHINESA (altista)

A Reuters informou hoje que compradores chineses adquiriram entre 10 e 15 carregamentos da oleaginosa ontem (25), entre 60.000 e 65.000 toneladas cada, após a ligação telefônica entre Trump e Xi Jinping na segunda-feira. Os embarques estão previstos para janeiro.

FALTAM AS CONFIRMAÇÕES (baixista)

O mercado agora aguarda a confirmação dessas transações pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que não constam nos relatórios diários de vendas preliminares de hoje. Até o momento, as transações confirmadas totalizam 1.939.000 toneladas de soja, o equivalente a 16,16% da meta estabelecida pela Casa Branca.

BRASIL-EXPORTAÇÕES MAIORES (altista para o Brasil, e baixista para CBOT)

Em sua revisão semanal de estimativas, a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (ANEC) reduziu sua previsão para as exportações de soja em novembro de 4,71 milhões de toneladas para 4,40 milhões de toneladas, em comparação com 6,40 milhões de toneladas em outubro e 2,34 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês de 2024. Quanto às vendas de farelo de soja, a ANEC ajustou sua estimativa de 2,68 milhões de toneladas para 2,50 milhões de toneladas, mas manteve-a acima das 1,73 milhão de toneladas comercializadas em outubro e novembro de 2024.

ARGENTINA-ESMAGAMENTO MENOR (altista para CBOT e Brasil, baixista para Argentina)

O Ministério da Agricultura da Argentina informou que o esmagamento de soja em outubro foi de 4.036.171 toneladas, 2,48% a menos que as 4.138.804 toneladas em setembro e 2,66% a menos que as 4.146.668 toneladas no mesmo mês de 2024. Nos primeiros dez meses do ano, foram processadas 36.007.717 toneladas de soja, 2,67% a mais que as 35.072.050 toneladas processadas no mesmo período do ano anterior. Quanto aos estoques de soja mantidos pela indústria em 1º de novembro, a agência informou 2.798.823 toneladas, 10,11% a menos que as 3.113.577 toneladas registradas em 1º de outubro.

CHINA SUSPENDE SOJA DE 5 UNIDADES EXPORTADORES DO BRASIL

A China suspendeu a importação de uma carga de 69 mil toneladas de soja brasileira, após detectar a presença de trigo com pesticidas em meio aos grãos, dentro do porão do navio que transportava o lote até o país asiático, informou a Folha de S.Paulo. Foi determinada, ainda, a paralisação de compra de soja de cinco unidades brasileiras que atuam no país. Conforme informações obtidas pela Folha, estão suspensas, a partir desta quinta-feira, as exportações de duas plantas na Cargill localizadas em São Paulo, além de outras controladas pela Louis Dreyfus e a CHS Agronegócio, também em território paulista. Uma unidade da 3Tentos que foi suspensa fica no Rio Grande do Sul.

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Como a sanção é direcionada a unidades específicas de cada empresa, outras plantas das companhias continuam aptas a exportar para a China, segundo o jornal. “São cinco estabelecimentos diante de 2 mil aprovados para exportação de soja para a China. O Brasil nunca esteve tão bem com a China. Mais de 100 milhões de toneladas de soja serão exportadas neste ano”, comentou o secretário de Comércio e Relações Internacionais do ministério, Luís Rua, conforme a reportagem.

A decisão tomada pela Administração-Geral de Aduanas da China e enviada ao Ministério da Agricultura do Brasil classifica o evento como uma “infração grave” às normas chinesas de segurança alimentar, o que justificou as medidas de contenção, segundo o jornal.

Fonte: T&F agroeconômica



 

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme

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Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

Fonte: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita de soja no Rio Grande do Sul atinge 79% da área, e milho chega a 92%

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A colheita da safra de verão no Rio Grande do Sul perdeu ritmo na semana passada devido ao excesso de umidade e à frequência de precipitações. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgada nesta segunda-feira (4), a soja foi colhida em 79% da área semeada de 6.624.988 hectares, enquanto o milho alcançou 92% dos 803.019 hectares cultivados.

No caso da soja, a Emater/RS-Ascar informou que 20% das áreas restantes estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas lavouras tardias, a entidade registrou aumento na presença de percevejos e de doenças como a ferrugem-asiática.

A produtividade média estadual da oleaginosa está estimada em 2.871 quilos por hectare. O órgão ressalta, no entanto, que há variações regionais expressivas, com perdas superiores a 50% em áreas afetadas anteriormente por restrição hídrica. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos recuou 1,68% e foi fixado em R$ 115,25.

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Para o milho, o avanço semanal foi de 1 ponto porcentual. A Emater/RS-Ascar atribui a evolução mais lenta à priorização de outras culturas e às chuvas. A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, favorecida pela recuperação hídrica em áreas de safrinha. A cotação da saca de 60 quilos permaneceu estável em R$ 58,19.

No milho para silagem, a colheita chegou a 89%, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz entrou em fase final de retirada das lavouras, com 93% da área de 891.908 hectares colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, a umidade do solo e dos grãos reduziu a eficiência operacional das máquinas em pontos específicos. A produtividade estimada é de 8.744 quilos por hectare, e o preço médio da saca de 50 quilos subiu 0,26%, para R$ 60,93.

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Os dados indicam que o ritmo da colheita no Estado segue condicionado às condições climáticas de curto prazo, especialmente nas áreas ainda remanescentes de soja e arroz, onde a umidade elevada pode continuar limitando a operação de campo e a qualidade final dos grãos.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Liquidez segue limitada; preços têm leves ajustes – MAIS SOJA

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As negociações seguiram pontuais nas principais regiões de produção e comercialização de milho do Brasil, na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que, enquanto compradores priorizaram a utilização dos estoques negociados antecipadamente e seguiram atentos à colheita da safra verão, vendedores, limitaram a oferta de lotes, preocupados com a irregularidade do clima no período. Neste contexto, segundo pesquisadores do Cepea, os preços registraram leves ajustes, prevalecendo as ofertas e as demandas regionais.

Entre as praças paulistas, leves valorizações foram observadas, sustentadas pela restrição de vendedores. Já no Sul e no Centro-Oeste, as quedas prevaleceram. De acordo com o Cepea, a pressão veio do avanço da colheita da safra de verão do cereal nos estados do Sul, dos elevados estoques de passagem e também da colheita robusta da soja no Centro-Oeste. Esse contexto faz com que produtores tenham maior interesse e necessidade em negociar o cereal, ainda que em patamares relativamente estáveis.

Fonte: Cepea



FONTE
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Autor:Cepea

Site: Cepea

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