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6 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: A soja fechou em leve alta com os primeiros embarques para a China – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 25/11/2025
FECHAMENTOS DO DIA 25/11

O contrato de soja para janeiro fechou em alta de 0,11% ou $ 1,50 cents/bushel, a $1124,75. A cotação de março encerrou em alta de 0,24% ou $ 2,75 cents/bushel, a $1134,75. O contrato de farelo de soja para dezembro fechou em alta de 0,89% ou $ 2,8/ton curta, a $ 317,0. O contrato de óleo de soja para dezembro fechou em alta de 0,24% ou $ 0,12/libra-peso, a $ 50,30.

ANÁLISE DA ALTA

A soja negociada em Chicago fechou em alta nesta terça-feira. O mercado segue atento e debatendo sobre as vendas de soja dos EUA para a China. Até o momento, faltando na pratica um mês para acabar o ano, os chineses compraram apenas 16% do estipulado para 2025 após a reunião dos dois presidentes na Coreia do Sul em 30/10. A Reuters informou que, “Dois navios cargueiros estavam a caminho de terminais de grãos perto de Nova Orleans na segunda-feira para carregar os primeiros carregamentos de soja dos EUA destinados à China desde maio, segundo um cronograma de embarques”. O relatório de vendas da primeira semana de outubro demonstrou que os compromissos de vendas de soja estão 37% atrasadas, de farelo estão no mesmo patamar e o de óleo de soja estão 41% acima no comparativo anual. Com isso o mercado conseguiu sustentar um leve ganho nesta terça.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
DEBATE SOBRE AS COMPRAS CHINESAS (altistas/baixistas?)

A soja está sendo alvo de intermináveis debates sobre as compras chinesas. Nesse contexto, a queda na soja permanece limitada e muitos operadores continuam otimistas. Donald Trump anunciou, em particular, que ontem (24) conversou novamente com seu homólogo chinês, Xi Jinping, sobre produtos agrícolas dos EUA, entre outros assuntos. Algumas fontes informam que a China já comprou aproximadamente 52 carregamentos de soja dos EUA (3,3 milhões de toneladas), principalmente para uso industrial, apesar das margens negativas. Outras fontes garantem que as compras chinesas não passam de 1.939.000 toneladas, apenas 16,16% das 12 milhões de toneladas de soja que a Casa Branca afirmou que seriam vendidas à China até o final do ano. Hoje, o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, reiterou em declarações à imprensa que as compras chinesas de soja americana estão “dentro do cronograma”. Por ora, o mercado não está tendo a mesma percepção que o secretário.

CHINA TEM ALTOS ESTOQUES (baixista)

O mercado chinês enfrenta altos estoques de soja e farelo, margens reduzidas e um setor pecuário lento, o que limita novas compras.

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COLHEITA NOS EUA ESTÁ CONCLUÍDA (altista)

A colheita de soja nos EUA está concluída, com o número oficial colocado em 115,75 milhões de toneladas, contra 117,05 estimadas em setembro passado.

PLANTIO NO BRASIL (baixista)

O plantio de soja no Brasil atingiu 81%, mas persistem as preocupações com a irregularidade das chuvas. Na América do Sul, o clima permanece majoritariamente favorável, com previsão de chuvas para o Brasil e a Argentina e o plantio brasileiro avançando em ritmo semelhante ao do ano passado.

BRASIL-PRÊMIOS DO GRÃO INALTERADOS, MAS OS DO FARELO E ÓLEO EM ALTA (altista)

Os prêmios de exportação no Brasil permaneceram inalterados, enquanto os preços do óleo e do farelo de soja apresentaram maior força na região.

BRASIL-EXPORTAÇÕES FORTES (altista para o Brasil, baixista para CBOT)

A pressão sobre as cotações da CBOT está se intensificando devido ao forte programa de exportação do Brasil, que já ultrapassa 106 milhões de toneladas e pode chegar a 110 milhões de toneladas.

INFORMES SEMANAIS DO USDA (baixista)

Sem negociações comerciais com a China, e como parte do programa de atualização dos relatórios semanais de exportação dos EUA que não foram publicados durante a paralisação do governo, o USDA informou hoje que as vendas de soja no período de 3 a 9 de outubro totalizaram 784.200 toneladas, um volume dentro da faixa esperada pelos comerciantes, que era de 500.000 a 1.400.000 toneladas. As vendas totais para 2025/2026 atingiram 13,58 milhões de toneladas, 37% abaixo do mesmo período de 2024. O USDA publicará outro relatório semanal sobre as vendas atrasadas na sexta-feira, seguindo um cronograma que levará à normalização dos números de exportação somente em 2 de janeiro.

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Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

CEEMA: Milho em Chicago inicia novembro em recuo com avanço da colheita nos EUA e plantio no Brasil – MAIS SOJA

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A cotação do bushel de milho, em Chicago, para o primeiro mês cotado, iniciou novembro em recuo. O fechamento da quinta-feira (05) ficou em US$ 4,40, contra US$ 4,51 uma semana antes. Já a média de outubro fechou em US$ 4,75/bushel, caindo 9% em relação a setembro. Em outubro de 2025 a média havia sido de US$ 4,22/bushel.

Dito isso, a colheita do cereal, nos EUA, chegou a 74% da área semeada no dia 1º de novembro, contra 77% na média. Em paralelo, as exportações dos EUA, na semana encerrada em 29/10, chegaram a 1,3 milhão de toneladas para o ano 2026/27, ficando 32% acima da média das quatro semanas anteriores. Já o volume efetivamente embarcado chegou a 552.900 toneladas na semana, ficando 57% abaixo da média das quatro semanas anteriores.

Ao mesmo tempo, o consumo de milho para a fabricação de etanol em setembro, nos EUA, recuou 9% em relação a agosto, porém, ficou 1% acima do registrado em setembro/25. O volume no mês ficou em 11,1 milhões de toneladas. Considerando todas as finalidades industriais, o consumo de milho nos EUA recuou 8% em setembro, em relação a agosto. Do volume total processado, 92,7% foi destinado à produção de álcool.

Ainda nos EUA, em todo o mês de setembro, as exportações de milho somaram 7,08 milhões de toneladas, se constituindo em volume recorde para o mês. Mas, na comparação com agosto, os embarques apresentaram redução de 4,6%. E no Brasil, os preços do milho se mantiveram relativamente estáveis. No mercado gaúcho o preço médio na semana ficou em R$ 62,83/saco, enquanto no restante do país o mesmo oscilou entre R$ 45,00 e R$ 63,00/saco.

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Já o plantio da safra de verão 2026/27 alcançou a 63% da área esperada no CentroSul brasileiro, contra 59% no mesmo período do ano passado (cf. AgRural). Em todo o Brasil, o plantio da safra de verão de milho 2026/27 atingiu a 44,2% da área prevista até 30 de outubro, contra 42,5% na média (cf. Conab).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

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Site: Ceema/Unijuí

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Sustentabilidade

Primeiro caso de ferrugem-asiática em área comercial é relatado no RS – MAIS SOJA

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A ferrugem-asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi é uma das principais e mais preocupantes doenças que acometem a soja. Com potencial de causar perdas de produtividade de até 90%, e em alguns casos até mesmo comprometer a lavoura (Godoy et al., 2024). A doença é considerada policíclica e pode ocorrer em qualquer estádio do desenvolvimento da soja, desde que haja condições adequadas ao desenvolvimento do patógeno.

Além da presença do inóculo do fungo, para que ocorra a infecção da ferrugem são necessários pelo menos 6 horas de água livre na folha (molhamento foliar), e temperaturas amenas, variando entre 10°C a 26,5°C, condições essas, observadas principalmente no Sul do Brasil na presente safra, em função dos impactos do fenômeno El Niño.

Recentemente, o primeiro caso de ferrugem-asiática em área comercial de soja foi relatado em Santo Antônio das Missões no Rio Grande do Sul, em soja em estádio fenológico R1, o caso data de 31 de outubro de 2026. No Paraná, casos de ferrugem-asiática em soja voluntária já haviam sido relatados anteriormente.

Figura 1. Distribuição dos casos de ferrugem-asiática na safra 2026/2027. Atualização de 6 de novembro de 2026.
Fonte: Consórcio Antiferrugem (2026)

O caso acende um alerta para as lavouras da região, principalmente pela capacidade da ferrugem em dispersar os esporos do fungo pelo vento. Associado a isso, as adversidades climáticas e a alteração do regime de chuvas têm contribuído para a evolução da ferrugem-asiática, o que torna ainda mais importante intensificar o monitoramento das áreas agrícolas e as medidas de controle da doença.

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Vale destacar que os sintomas podem surgir em qualquer estádio de desenvolvimento da planta, inicialmente como pequenos pontos escuros nas folhas, com formação de urédias na face inferior, que adquirem coloração castanha e liberam esporos disseminados pelo vento (Henning et al., 2014).

Figura 2. Urédias de ferrugem-asiática em soja.

Monitoramento

O monitoramento com coletores de esporos deve ser utilizado como ferramenta complementar de manejo, não substituindo a inspeção das lavouras para identificação e avaliação dos sintomas, especialmente sob condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. Os primeiros sintomas geralmente surgem no terço inferior das plantas. A avaliação deve abranger folhas dos terços inferior e médio, com o auxílio de uma lupa de bolso com aumento mínimo de 20×, observando-se principalmente a face inferior, onde se encontram as urédias do fungo (Oliveira et al., 2020).

O monitoramento deve ser realizado desde a emergência da cultura, intensificando-se próximo ao fechamento das entrelinhas e durante o florescimento, especialmente em regiões com ocorrência confirmada da doença. Em caso de dúvida, recomenda-se a utilização de câmara úmida, colocando as folhas suspeitas em um saco plástico com papel ou algodão umedecido, inflado e fechado. O material deve permanecer em ambiente fresco, à temperatura ambiente, por 12 a 24 horas, período em que podem ocorrer a formação de urédias e a liberação de uredosporos, auxiliando na confirmação do diagnóstico (Godoy et al., 2017).

Figura 3. Câmara úmida com saco plástico e papel (ou algodão) umedecido para induzir a formação das estruturas reprodutivas de Phakopsora pachyrhizi.
Foto: Jose Tadoshi Yorinori. Fonte: Godoy et al. (2017). Imagem com qualidade otimizada com o uso de IA.
Você pode acompanhar as atualizações

Você pode acompanhar as atualizações do Consórcio Antiferrugem e o progresso dos casos de ocorrência da doença na safra 2026/2027 clicando aqui!



Referências:

CONSÓRCIO ANTIFERRUGEM. MAPA DA DISPERSÃO. Consórcio Antiferrugem: Parceria público-privada no combate à ferrugem asiática da soja, 2025. Disponível em: < http://www.consorcioantiferrugem.net/#/main >, acesso em: 06/11/2026.

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GODOY, C. V. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA FERRUGEMASIÁTICA DA SOJA, Phakopsora pachyrhizi, NA SAFRA 2023/2024: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa Soja, Circular Técnica n. 206, 2024. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1165843/1/CT-206-Claudia-Godoy.pdf >, acesso em: 06/11/2026.

GODOY, C. V. et al. BOAS PRÁTICAS PARA O ENFRENTAMENTO DA FERRUGEM-ASIÁTICA DA SOJA. Embrapa, Comunicado Técnico, n. 92, 2017. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1074899/1/ComTec92OL.pdf >, acesso em: 06/11/2026.

GRIGOLLI, J. F. J.; GRIGOLLI, M. M. K. MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DA SOJA. Fundação MS, Tecnologia e Produção: Soja, 2017/2018, 2018. Disponível em: < https://www.fundacaoms.org.br/base/www/fundacaoms.org.br/media/attachments/303/303/5bf01cc3a7885009c9e47176f153fe5e967c6cb20f243_06-manejo-de-doencas-na-cultura-da-soja-somente-leitura.pdf >, acesso em: 06/11/2026.

HENNING, A. A. et al. MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DE DOENÇAS DE SOJA. Embrapa Soja, Documentos, n. 256, 2014. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/991687/1/Doc256OL.pdf >, acesso em: 06/11/2026.

OLIVEIRA, G. M. et al. COLETOR DE ESPOROS: DESCRIÇÃO, USO E RESULTADOS NO MANEJO DA FERRUGEM-ASIÁTICA DA SOJA. Embrapa Soja, Circular Técnica, n. 167, 2020. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1129482/1/Circ-Tec-167.pdf >, acesso em: 06/11/2026.

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Sustentabilidade

CEEMA: Trigo em Chicago rompe piso de US$ 6,00 por bushel impulsionado por fraqueza na demanda e recuo global – MAIS SOJA

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O bushel do trigo, em Chicago, voltou a cair abaixo do piso de US$ 6,00 nesta semana, batendo em US$ 5,98 no dia 04/11. Na sequência, a quinta-feira (05) fechou em US$ 5,99, contra US$ 6,03 uma semana antes. A média de outubro ficou em US$ 6,39/bushel, perdendo 11% de seu valor em relação à média de setembro. Já em outubro de 2025 a média mensal havia sido de US$ 5,11/bushel. Lembrando que, após ter alcançado US$ 7,64 no dia 1º de setembro, em pouco mais de dois meses o trigo perdeu 21,6% de seu valor em dólares em Chicago.

Enquanto isso, o plantio do trigo de inverno, nos EUA, até o dia 1º de novembro, atingia a 83% da área, contra 84% na média. Já 65% do trigo plantado estava germinado naquela data, ficando exatamente na média histórica. Por sua vez, as exportações de trigo por parte dos EUA atingiram a 849.800 toneladas na semana encerrada em 29 de outubro. Este foi o maior volume semanal registrado até o momento no ano comercial. As Filipinas lideraram as compras, com 226.300 toneladas, seguidas por Coreia do Sul, com 154.000, Indonésia, com 140.000, Vietnã, com 100.700, e México, com 93.300 toneladas. Para o ano comercial 2027/28 foram registradas vendas adicionais de 22.000 toneladas, destinadas ao Peru.

Por outro lado, os números da indústria mostraram redução na utilização do cereal nos EUA. Segundo o relatório trimestral Flour Milling, divulgado pelo USDA, o processamento de trigo para fabricação de farinha alcançou 6,2 milhões de toneladas entre julho e setembro, volume 119.724 toneladas abaixo do mesmo trimestre de 2025. Em paralelo, na Rússia, as exportações deverão ficar em 39,5 milhões de toneladas em 2026/27 (cf. IKAR).

E no Brasil, mesmo com a enorme quebra da safra de trigo, tanto em volume quanto em qualidade, não ocorre elevação dos preços do cereal como o esperado diante de tais circunstâncias. No Rio Grande do Sul, o produto tipo 1 gira ao redor de R$ 72,00/saco neste momento, perdendo um pouco de força, enquanto no Paraná o valor permanece em torno de R$ 80,00/saco.

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O recuo das cotações em Chicago ajuda nas importações, embora o câmbio continue mais negativo por aqui. Todavia, a formação dos preços internos também dependerá das condições de oferta e qualidade do trigo nacional e da competitividade do produto importado, especialmente da Argentina. Entretanto, o produto para exportação ganha com a desvalorização do Real.

Enfim, confirmando a difícil realidade da atual produção nacional de trigo, o Sindicato da Indústria do Trigo de São Paulo informou que as chuvas ao longo de setembro provocaram perda acentuada de qualidade, sendo que apenas entre 10% e 15% de todo o trigo colhido possa ser classificado como tipo 1 naquele Estado. Ao mesmo tempo, a produção total de trigo paulista deverá ficar abaixo de 20% do total esperado inicialmente, que era de 350.000 toneladas.

Já em toda a região Sul do país, agentes de moinhos relatam dificuldade para encontrar trigo com a qualidade necessária à produção de derivados. Parte das indústrias segue negociando os remanescentes de trigo das safras anteriores, cuja boa qualidade tem mantido elevados os preços pedidos por vendedores. No caso do “trigo novo” (colheita atual), mesmo a parcela classificada como tipo 1 tem apresentado, com frequência, parâmetros de qualidade fora do padrão, o que dificulta a comercialização aos moinhos. Já os lotes classificados como fora de tipo têm sido destinados à alimentação animal, tanto no mercado interno quanto para exportação (cf. Cepea).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

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FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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