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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: A soja fechou em leve alta com os primeiros embarques para a China – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 25/11/2025
FECHAMENTOS DO DIA 25/11

O contrato de soja para janeiro fechou em alta de 0,11% ou $ 1,50 cents/bushel, a $1124,75. A cotação de março encerrou em alta de 0,24% ou $ 2,75 cents/bushel, a $1134,75. O contrato de farelo de soja para dezembro fechou em alta de 0,89% ou $ 2,8/ton curta, a $ 317,0. O contrato de óleo de soja para dezembro fechou em alta de 0,24% ou $ 0,12/libra-peso, a $ 50,30.

ANÁLISE DA ALTA

A soja negociada em Chicago fechou em alta nesta terça-feira. O mercado segue atento e debatendo sobre as vendas de soja dos EUA para a China. Até o momento, faltando na pratica um mês para acabar o ano, os chineses compraram apenas 16% do estipulado para 2025 após a reunião dos dois presidentes na Coreia do Sul em 30/10. A Reuters informou que, “Dois navios cargueiros estavam a caminho de terminais de grãos perto de Nova Orleans na segunda-feira para carregar os primeiros carregamentos de soja dos EUA destinados à China desde maio, segundo um cronograma de embarques”. O relatório de vendas da primeira semana de outubro demonstrou que os compromissos de vendas de soja estão 37% atrasadas, de farelo estão no mesmo patamar e o de óleo de soja estão 41% acima no comparativo anual. Com isso o mercado conseguiu sustentar um leve ganho nesta terça.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
DEBATE SOBRE AS COMPRAS CHINESAS (altistas/baixistas?)

A soja está sendo alvo de intermináveis debates sobre as compras chinesas. Nesse contexto, a queda na soja permanece limitada e muitos operadores continuam otimistas. Donald Trump anunciou, em particular, que ontem (24) conversou novamente com seu homólogo chinês, Xi Jinping, sobre produtos agrícolas dos EUA, entre outros assuntos. Algumas fontes informam que a China já comprou aproximadamente 52 carregamentos de soja dos EUA (3,3 milhões de toneladas), principalmente para uso industrial, apesar das margens negativas. Outras fontes garantem que as compras chinesas não passam de 1.939.000 toneladas, apenas 16,16% das 12 milhões de toneladas de soja que a Casa Branca afirmou que seriam vendidas à China até o final do ano. Hoje, o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, reiterou em declarações à imprensa que as compras chinesas de soja americana estão “dentro do cronograma”. Por ora, o mercado não está tendo a mesma percepção que o secretário.

CHINA TEM ALTOS ESTOQUES (baixista)

O mercado chinês enfrenta altos estoques de soja e farelo, margens reduzidas e um setor pecuário lento, o que limita novas compras.

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COLHEITA NOS EUA ESTÁ CONCLUÍDA (altista)

A colheita de soja nos EUA está concluída, com o número oficial colocado em 115,75 milhões de toneladas, contra 117,05 estimadas em setembro passado.

PLANTIO NO BRASIL (baixista)

O plantio de soja no Brasil atingiu 81%, mas persistem as preocupações com a irregularidade das chuvas. Na América do Sul, o clima permanece majoritariamente favorável, com previsão de chuvas para o Brasil e a Argentina e o plantio brasileiro avançando em ritmo semelhante ao do ano passado.

BRASIL-PRÊMIOS DO GRÃO INALTERADOS, MAS OS DO FARELO E ÓLEO EM ALTA (altista)

Os prêmios de exportação no Brasil permaneceram inalterados, enquanto os preços do óleo e do farelo de soja apresentaram maior força na região.

BRASIL-EXPORTAÇÕES FORTES (altista para o Brasil, baixista para CBOT)

A pressão sobre as cotações da CBOT está se intensificando devido ao forte programa de exportação do Brasil, que já ultrapassa 106 milhões de toneladas e pode chegar a 110 milhões de toneladas.

INFORMES SEMANAIS DO USDA (baixista)

Sem negociações comerciais com a China, e como parte do programa de atualização dos relatórios semanais de exportação dos EUA que não foram publicados durante a paralisação do governo, o USDA informou hoje que as vendas de soja no período de 3 a 9 de outubro totalizaram 784.200 toneladas, um volume dentro da faixa esperada pelos comerciantes, que era de 500.000 a 1.400.000 toneladas. As vendas totais para 2025/2026 atingiram 13,58 milhões de toneladas, 37% abaixo do mesmo período de 2024. O USDA publicará outro relatório semanal sobre as vendas atrasadas na sexta-feira, seguindo um cronograma que levará à normalização dos números de exportação somente em 2 de janeiro.

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Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme – MAIS SOJA

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Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

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Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita de soja no Rio Grande do Sul atinge 79% da área, e milho chega a 92%

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A colheita da safra de verão no Rio Grande do Sul perdeu ritmo na semana passada devido ao excesso de umidade e à frequência de precipitações. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgada nesta segunda-feira (4), a soja foi colhida em 79% da área semeada de 6.624.988 hectares, enquanto o milho alcançou 92% dos 803.019 hectares cultivados.

No caso da soja, a Emater/RS-Ascar informou que 20% das áreas restantes estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas lavouras tardias, a entidade registrou aumento na presença de percevejos e de doenças como a ferrugem-asiática.

A produtividade média estadual da oleaginosa está estimada em 2.871 quilos por hectare. O órgão ressalta, no entanto, que há variações regionais expressivas, com perdas superiores a 50% em áreas afetadas anteriormente por restrição hídrica. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos recuou 1,68% e foi fixado em R$ 115,25.

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Para o milho, o avanço semanal foi de 1 ponto porcentual. A Emater/RS-Ascar atribui a evolução mais lenta à priorização de outras culturas e às chuvas. A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, favorecida pela recuperação hídrica em áreas de safrinha. A cotação da saca de 60 quilos permaneceu estável em R$ 58,19.

No milho para silagem, a colheita chegou a 89%, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz entrou em fase final de retirada das lavouras, com 93% da área de 891.908 hectares colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, a umidade do solo e dos grãos reduziu a eficiência operacional das máquinas em pontos específicos. A produtividade estimada é de 8.744 quilos por hectare, e o preço médio da saca de 50 quilos subiu 0,26%, para R$ 60,93.

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Os dados indicam que o ritmo da colheita no Estado segue condicionado às condições climáticas de curto prazo, especialmente nas áreas ainda remanescentes de soja e arroz, onde a umidade elevada pode continuar limitando a operação de campo e a qualidade final dos grãos.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Liquidez segue limitada; preços têm leves ajustes – MAIS SOJA

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As negociações seguiram pontuais nas principais regiões de produção e comercialização de milho do Brasil, na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que, enquanto compradores priorizaram a utilização dos estoques negociados antecipadamente e seguiram atentos à colheita da safra verão, vendedores, limitaram a oferta de lotes, preocupados com a irregularidade do clima no período. Neste contexto, segundo pesquisadores do Cepea, os preços registraram leves ajustes, prevalecendo as ofertas e as demandas regionais.

Entre as praças paulistas, leves valorizações foram observadas, sustentadas pela restrição de vendedores. Já no Sul e no Centro-Oeste, as quedas prevaleceram. De acordo com o Cepea, a pressão veio do avanço da colheita da safra de verão do cereal nos estados do Sul, dos elevados estoques de passagem e também da colheita robusta da soja no Centro-Oeste. Esse contexto faz com que produtores tenham maior interesse e necessidade em negociar o cereal, ainda que em patamares relativamente estáveis.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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