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5 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Três produtores, três países e o mesmo propósito: fazer da agricultura uma aliada da biodiversidade – MAIS SOJA

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  • Na COP30, histórias reais provam que biodiversidade, tecnologia e rentabilidade podem caminhar juntas na agricultura
  • Heróis do campo mostram como o manejo sustentável abre portas, melhora o solo e coloca produtores na vitrine do mundo

A biodiversidade é o segredo para que a agricultura continue alimentando o mundo sem esgotar os recursos naturais. Solos vivos, polinizadores ativos e ecossistemas equilibrados são aliados que garantem colheitas mais fortes, altamente produtivas e sustentáveis. Cada vez mais agricultores trabalham em consonância com a natureza para produzir melhor e construir um legado para o planeta. Durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém (PA), o Grupo UPL – fornecedor global de soluções agrícolas sustentáveis – destacou, por meio da campanha #AFarmerCan, como agricultores estão liderando essa transição, processo que a empresa chama de “reimaginar a sustentabilidade”.

No Brasil, um bom exemplo é o trabalho de Gilmar Dell Osbel, que conduz a fazenda da família, no Norte do Mato Grosso, com foco em produtividade e regeneração. Em seus campos de soja, ele adota diversificação de culturas, agricultura regenerativa e incentivo à presença de polinizadores (principalmente as abelhas). O manejo responsável de defensivos, a diversificação de culturas e a rotação regenerativa mantêm o solo vivo, equilibrado e produtivo. E, no inverno, entram culturas como canola, gergelim e mamona.

A mamona ajuda a reduzir a presença de nematoides e a melhorar a estrutura do solo, com reflexos positivos na safra seguinte de soja. Essa estratégia protege o ambiente, abre portas para novos mercados e aumenta a produtividade. É a prova viva de que agricultura regenerativa e rentabilidade caminham lado a lado. “Você tem de trabalhar junto com o meio ambiente, preservando para garantir que a agricultura continue. A agricultura regenerativa é a soma de tudo isso, e com o apoio das empresas conseguimos implementar essas práticas no campo”, destaca Dell Osbel.

Os insumos que o agricultor utiliza chegam até a fazenda por meio da ORÍGEO – joint venture entre UPL e Bunge especializada em soluções completas e gestão integrada –, cujo head de sustentabilidade, Igor Borges, destaca o papel das parcerias. “O produtor entende que precisa caminhar junto com o meio ambiente e é nosso papel estar ao lado dele para transformar essa visão em prática. A ORÍGEO, que nasceu da união da UPL e da Bunge, apoia a agricultura regenerativa oferecendo soluções que fortalecem o solo e reduzem impactos. Assim, ajudamos agricultores, como a família Dell Osbel, a implementar manejos sustentáveis sem perder produtividade, mostrando que é possível produzir mais e melhor em parceria com a natureza.”

Do Chile à Turquia

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A história de heróis que você não sabia que precisava não se resumem ao Brasil. Produtor de maçã, uva, cereja e kiwi no Chile, Carlos Silva gerencia uma propriedade que exporta para mais de 40 países. Sua filosofia é trabalhar sempre com a natureza. Por isso, adotou biossoluções da UPL em toda a cadeia produtiva: do controle de pragas à revitalização do solo. O resultado é um sistema mais equilibrado, seguro para os consumidores e com ganhos de produtividade. A propriedade também é responsável pela vinícola Casas Patronales, referência em manejo sustentável na América Latina.

Em apenas dois hectares de vinhedo, na Turquia, Muserref Urundu e seu marido, Mete Urundu, produzem uva de mesa e uvas passas utilizando o Pronutiva – programa exclusivo da UPL que integra bioproteção, bioestimulantes e bionutrição com produtos convencionais de proteção de culturas – em toda a safra e alcançando índice baixíssimo de resíduos. Outros produtores da região apresentaram até 16 tipos diferentes de resíduos – um contraste que evidencia a superioridade do manejo adotado pelo casal, com menor impacto e maior qualidade. O sucesso tem sido tão expressivo que eles decidiram estender o manejo para toda a fazenda e se tornaram exemplo nacional de agricultura com baixo impacto ambiental e alta qualidade.

Rogério Melo, consultor de sustentabilidade da UPL Brasil, comenta: “De uma pequena produtora de uva na Turquia, passando por um gestor de pomares no Chile até uma família no Brasil, uma verdade se repete: a agricultura do futuro nasce onde biodiversidade, tecnologia e produtividade deixam de competir para se complementar. Esses agricultores mostram, na prática, que proteger o solo, valorizar a natureza e cuidar do ambiente não é apenas uma causa ambiental, mas uma forma de viver, prosperar e inspirar outros. Na COP30, ao reimaginar a sustentabilidade a partir dessas histórias reais, a UPL reforçou seu papel de dar visibilidade a heróis que o mundo muitas vezes não enxerga, mas que já estão construindo a nova realidade da agricultura, com menos impacto e produtividade superior”.

Heróis da Agrosfera

Durante toda a COP30, a UPL apresentou a Agrosfera, seu espaço exclusivo na AgriZone – área do evento criada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). No local, a empresa mostrou aos visitantes sua campanha global #AFarmerCan, que dá visibilidade a histórias reais de agricultores que estão transformando a agricultura em uma força positiva para o planeta com inovação e compromisso ambiental. Esses produtores mostram que é possível reduzir emissões de carbono, regenerar solos, conservar água e proteger a biodiversidade, inspirando o mundo a reconhecer que, se um agricultor pode, toda a sociedade também pode.

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Sobre a UPL

A UPL Ltd. (NSE: UPL & BSE: 512070, LSE: UPLL) é uma fornecedora global de produtos e soluções agrícolas sustentáveis, com receita anual superior a US$ 5,2 bilhões. Somos uma empresa com propósito. Por meio do OpenAg®, a UPL está focada em acelerar o progresso do sistema alimentar. Estamos construindo uma rede que está reimaginando a sustentabilidade, redefinindo a maneira como uma indústria inteira pensa e trabalha – aberta a novas ideias, inovação e novas respostas enquanto nos esforçamos para cumprir nossa missão de tornar cada produto alimentício mais sustentável. Como uma das maiores empresas de soluções agrícolas do mundo, nosso robusto portfólio consiste em soluções biológicas e tradicionais de proteção de cultivos com mais de 15.000 registros. Estamos presentes em mais de 140 países, representados por mais de 12.000 colaboradores em todo o mundo. Para obter mais informações sobre nosso portfólio integrado de soluções em toda a cadeia de valor alimentar – incluindo sementes, pós-colheita, bem como serviços físicos e digitais –, visite www.uplcorp.com/br e siga-nos no Linkedin, no Instagram e no Facebook.

Sobre a ORÍGEO  

Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira. A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com.

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Fonte: Assessoria de Imprensa UPL e Orígeo



 



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Sustentabilidade

Produtores rurais terão mais dois anos de benefícios fiscais na compra de máquinas agrícolas e equipamentos de irrigação – MAIS SOJA

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Os produtores rurais terão mais dois anos de acesso a benefícios fiscais na compra de máquinas e implementos agrícolas e equipamentos de irrigação. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou a prorrogação dos Convênios ICMS 52/1991 e 54/2021 até 31 de dezembro de 2028. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (29).

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) explica que a medida mantém a redução da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), evitando que o encerramento dos benefícios, previsto para dezembro de 2026, resulte em aumento dos custos para os produtores rurais.

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) explica que a medida evita o encerramento dos benefícios fiscais, previsto para dezembro de 2026, o que poderia elevar os custos para os produtores rurais, mantendo a redução da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de compra desses produtos.

O assessor técnico tributário da Famato, José Cristovão, explica que o benefício representa uma diferença significativa no valor pago pelo produtor. Como exemplo, ele cita a compra de um trator em uma operação interna.

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“Para ter uma ideia da diferença, em uma operação interna de compra de um trator, a alíquota do ICMS é de 17%. Com a redução da base de cálculo prevista no convênio, o imposto efetivamente pago corresponde a 5,6% do valor da operação. É uma redução significativa no custo tributário da aquisição, que continuará valendo até dezembro de 2028”, explica José Cristovão.

O Convênio ICMS 52/1991 contempla máquinas e implementos agrícolas, como tratores, plantadeiras, semeadoras, colheitadeiras, pulverizadores e distribuidores de fertilizantes. Já o Convênio ICMS 54/2021, o benefício concedido é a isenção total de ICMS na venda de equipamentos de irrigação destinados à agricultura e à horticultura.

A prorrogação atende a uma solicitação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que encaminhou ofício ao Confaz no dia 23 de outubro, defendendo a continuidade dos benefícios fiscais. A manutenção dessas condições tributárias contribui para reduzir os custos na aquisição de equipamentos e dar mais previsibilidade aos investimentos no campo.

Fonte: Sistema Famato



 

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Sustentabilidade

Milho fecha em alta em Chicago com demanda para etanol nos EUA e recuperação técnica – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho encerrou a sessão desta quarta-feira (4) com preços em alta. O mercado foi sustentado pelos sinais de boa demanda voltada à produção de etanol nos Estados Unidos e por um movimento de recuperação técnica, após as cotações atingirem os menores níveis em quatro meses. A queda do dólar frente a outras moedas correntes também favoreceu os ganhos.

Segundo dados da Administração de Informação de Energia (AIE), a produção de etanol de milho dos Estados Unidos avançou 2,23% na semana encerrada em 30 de outubro, atingindo 1,143 milhão de barris diários, ante 1,119 milhão de barris na semana anterior (23). Cada barril equivale a 159 litros.

Já os estoques de etanol dos Estados Unidos passaram de 24,5 milhões de barris para 24,4 milhões no mesmo período comparativo, baixa de 0,40%. O país exportou ainda 147 mil barris de etanol na última semana, ante 116 mil barris na anterior, alta de 26,72%.

De acordo com a Reuters, os contratos futuros de milho também encontraram suporte em compras de oportunidade e compras técnicas, após atingirem os menores patamares desde 1º de julho. Analistas apontaram que o cereal apresentava condições de sobrevenda, favorecendo uma recuperação das cotações.

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Por outro lado, o avanço da colheita norte-americana limitou uma valorização mais expressiva. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de milho no país atingiu 74% da área até domingo. A perspectiva de uma produção elevada também seguiu no radar, com o USDA estimando a segunda maior safra de milho da história dos Estados Unidos.

Ainda conforme a Reuters, as chuvas interromperam os trabalhos de colheita em determinadas regiões, reduzindo algumas vendas de grãos pelos produtores e aliviando a pressão da entrada de novas ofertas.

Os contratos de milho com entrega em dezembro/26 fecharam a US$ 4,44 1/4 por bushel, com alta de 1,75 centavo, ou 0,39%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/27 fechou a sessão a US$ 4,58 1/4 por bushel, avanço de 2,00 centavos, ou 0,43%, em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Copom mantém Selic em 13,75% ao ano, dentro do esperado – MAIS SOJA

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O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75% ao ano. A decisão foi unânime e dentro do esperado pela maioria do mercado.

Segundo comunicado divulgado junto com a decisão, o Comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza.

“Os indicadores correntes de atividade mantêm-se consistentes com uma trajetória de desaceleração no acumulado de 2026. O Comitê monitora com atenção a desancoragem das expectativas de inflação para prazos mais longos na medida em que esta contribui para a determinação dos preços e aumenta o custo de desinflação”, informa o comunicado.

Segundo o Copom, essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. “Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”.

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O contexto atual, caracterizado por taxa Selic substancialmente contracionista, aumento significativo das incertezas em torno do cenário base, expectativas de inflação mais elevadas, e desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada, apresenta um cenário desafiador para a política monetária, demandando serenidade e cautela na sua condução. “O Comitê seguirá acompanhando a evolução do cenário, para manter a restrição adequada de forma a assegurar a convergência da inflação à meta”.

Cenários

O ambiente externo tornou-se mais adverso em função do prolongamento dos conflitos armados no Oriente Médio, com impactos altistas sobre o preço do petróleo e derivados, e da política monetária mais restritiva nas economias avançadas. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião aponta para uma moderação mais acentuada da atividade econômica, principalmente em setores mais cíclicos. O mercado de trabalho permanece resiliente, porém apresentando sinais de desaquecimento na margem. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e a média das medidas subjacentes aceleraram, situando-se acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta.

Inflação

As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus distanciaram-se adicionalmente em relação à meta desde a última reunião, situando-se em 5,2% e 4,8%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o segundo trimestre de 2028, atual horizonte relevante de política monetária, elevou-se para 3,5% no cenário de referência, com a incorporação dos choques de oferta materializados desde a última reunião. O Copom relembra que essa projeção utiliza a trajetória da Selic extraída da Focus.

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, com assimetria altista. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado, com horizontes mais longos incorporando impactos potenciais de segunda ordem de choques de oferta, relacionados ao petróleo e seus derivados, e a efeitos climáticos sobre a produtividade agrícola e custos de energia; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto positivo; (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada; e (iv) estímulos à demanda agregada, em particular ao componente de consumo, que tenham como resultado o crescimento da atividade econômica acima do produto potencial, enfraquecendo parte dos canais usuais de transmissão da política monetária.

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Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente dos choques de comércio e do petróleo, e de condições financeiras mais restritivas, em um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

Fonte: Agência Safras



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